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WSOP: João Simão encabeça a lista de trio brasileiro classificado no Dia 1B do US$ 10.000 GGMillion$

Aloísio Dourado e Wagner Wysotchanski completam a trinca verde e amarela

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João Simão
João Simão

O segundo e último flight do Evento #11 US$ 10.000 GGMillion$ High Rollers aconteceu hoje na WSOP e três jogadores brasileiros estiveram na disputa atrás da classificação. A boa notícia é que todos eles conseguiram atingir o objetivo, carimbando vaga para o retorno da competição.

João Simão, Aloísio Dourado e Wagner Wysotchanski estão classificados para o Dia 2 do torneio e se juntam a Belarmino de Souza na lista. No Dia 1B, que teve 209 entradas e 111 classificados, Simão foi quem terminou melhor. O mineiro finalizou o dia com 317.000 fichas, quase 127 blinds.

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Aloísio Dourado, por sua vez, fechou o Dia 1B com 157.000, quase 63 blinds. Por fim, Wagner Wysotchanski ensacou 108.000 fichas, 43 blinds. Chance Kornuth (444.000), Kristen Foxen (274.000) e Alex Foxen (240.500) foram alguns dos nomes conhecidos que também avançaram.

O GGMillion$ High Rollers volta nesta terça-feira às 12h local, 16h de Brasília, com inscrições ainda abertas por mais dois níveis. O jogo será retomado nos blinds 1.000 / 2.500 e a premiação em jogo será divulgada após a finalização do período de registro.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP: Yuri Dzivielevski avança para o Dia 2 do Evento #13; três avançam no Evento #14

Júlio Steffen, Marcelo Valadares e Raphael Nogueira são os classificados no #14

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Yuri Dzivielevski (crédito: Tyler Adams/WSOP)

O final do sétimo dia da WSOP trouxe o carimbo de mais brasileiros em Dias 2 nesta terça-feira na série. Além de João Simão, Aloísio Dourado e Wagner Wysotchanski, Yuri Dzivielevski, Júlio Steffen, Marcelo Valadares e Raphael Nogueira também se classificaram em torneios da série.

Engatando uma boa sequência, Yuri se classificou para o Dia 2 do Evento #13, o US$ 1.500 6-Handed NLH. 135 jogadores dos 1.840 inscritos seguem no field e o “NerdGuy” é o único brasileiro na disputa. Ele passou com 257.000 fichas, 25 blinds, e já tem garantido o prêmio de US$ 3.317. O campeão leva US$ 346.108.

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Os outros três brasileiros avançaram no Evento #14 US$ 1.500 Mixed PLO Hi-LO / Omaha Hi-Lo / Big O, que teve 1.287 entradas e parou com 273 classificados. Júlio Steffen foi o melhor do trio, passando com 186.000 fichas. Raphael Nogueira avançou com 36.000 fichas e Marcelo Valadares terá 28.500 fichas no Dia 2, de acordo com a contagem oficial.

O Evento #13, de Yuri Dzivielevski, volta às 11h de Las Vegas, nos blinds 5.000 / 10.000. Já o Evento #14 retorna às 13h, ainda fora do ITM. A primeira faixa de premiação é na posição 194 com o valor de US$ 3.017. O campeão do torneio leva US$ 265.297.

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WSOP: Yuri Dzivielevski lamenta proibição do uso de patches após nova regra imposta pela WSOP em 2026

Brasileiro é patrocinado pela Coin Poker, mas não pode usar nada relacionado à marca

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Yuri Dzivielevski (crédito: Travis Ball/WSOP)

A nova regra sobre o uso de patches, imposta pela WSOP em 2026 após a gigante polêmica do ano passado (quando houve a promoção do Club WPT Gold que interferiu no resultado direto de um torneio valendo bracelete), afetou vários jogadores patrocinados por empresas concorrentes. E tem brasileiro no meio dessa história.

Yuri Dzivielevski revelou hoje através de seu Instagram que foi proibido de utilizar os materiais da Coin Poker, site pelo qual é patrocinado. O pentacampeão da série comentou o fato mostrando um dos moletons produzidos pela empresa, dizendo que só pode usar na série se cobrir o logo da Coin Poker.

LEIA MAIS: WSOP: Dia Final não emplaca e Yuri Dzivielevski cai rapidamente no Evento #08 US$ 1.500 Badugi

A reclamação do brasileiro se junta a de Patrick Leonard, outro jogador patrocinado pela Coin Poker. Antes mesmo de começar a série, Leonard havia falando sobre a recusa da WSOP em permitir os patches do site, colocando em xeque até mesmo sua participação na série. Segundo o “Pads”, essa era uma regra prejudicial para o ecossistema. O britânico decidiu vir mesmo assim.

Por se tratar de uma empresa privada, a WSOP pode definir as regras conforme achar melhor. A regra diz que “não são permitidos: alegações falsas; propagandas de remédios, tabaco, armas de fogo e munição; material sobre loterias ou concursos; jogos de azar; linguagem controversa ou obscena; pornografia; propriedade intelectual; material difamatório; e qualquer coisa que possa impactar negativamente a WSOP”.

A Coin Poker e o WPT Club Gold foram proibidos pela WSOP, mas outras empresas, como o ACR, por exemplo, estão liberadas. O próprio Yuri Dzivielevski utiliza outros patches em sua roupa: o da RegLife e o da Jump. Para saber qual pode ou não pode ser utilizado, os jogadores precisam pedir liberação prévia para a WSOP.

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WSOP: Daniyal Gheba, Jerome Neppl e Jason Daly abrem a série mundial com conquistas de braceletes

Primeiras conquistas foram entregues; Evento #1 ainda não teve final definido

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Daniyal Gheba (Créditos: WSOP)

Os primeiros braceletes da WSOP foram entregues durante a última semana, e as primeiras jóias ficaram com jogadores americanos. Em torneios com buy-ins e formatos diferentes, os títulos da série mundial ficaram com Daniyal Gheba, Jerome Neppl e Jason Daly.

Gheba foi o campeão do Evento #2, o US$ 5.000 8-Handed No-Limit Hold’em, que contou com boa participação brasileira e foi disputado ao longo de dois dias. O título rendeu o belo prêmio de US$ 502.985 ao americano, que curiosamente esteve na mesa final do mesmo evento em 2024—na ocasião, ele ficou com a sexta colocação e US$ 117.271.

O Evento #2 US$ 5.000 8-Handed No-Limit Hold’em foi disputado por um total de 570 jogadores. Vitor Dzivielevski foi o único jogador do país a atingir a faixa de premiação, garantindo US$ 9.947 ao ser eliminado em 53º.

Confira a premiação da mesa final:

1º – Daniyal Gheba (EUA) – US$ 502.985
2º – Chenxiang Miao (China) – US$ 335.290
3º – Xiaohu Liu (China) – US$ 234.432
4º – Ren Lin (China) – US$ 166.448
5º – Peter Mugar (EUA) – US$ 120.035
6º – Ivan Ruban (Rússia) – US$ 87.945
7º – Anatoly Nikitin (Rússia) – US$ 65.479
8º – Casey Hatmaker (EUA) – US$ 49.556

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Evento #3 US$ 500 Industry Employees No-Limit Hold’em

No Evento #3, o US$ 500 Industry Employees No-Limit Hold’em, o americano Jerome Neppl levou US$ 64.083 para casa ao vencer o torneio restrito para trabalhadores da indústria do poker. A batalha foi ao longo de dois dias.

Vale lembrar que esse foi o primeiro evento da WSOP 2026 que contou com a presença de um brasileiro na mesa final. André Welt era qualificado para participar da briga por trabalhar como dealer e foi eliminado na sexta colocação, puxando US$ 11.052. Ao todo, foram 906 entradas.

Confira a premiação da mesa final:

1º – Jerome Neppl (EUA) – US$ 64.083
2º – Sean Hamrick (EUA) – US$ 42.680
3º – Skyler Hamala (EUA) – US$ 29.678
4º – Michael Schlittler (EUA) – US$ 20.988
5º – Nicholas Baldev (EUA) – US$ 15.098
6º – André Welt (Brasil) – US$ 11.052
7º – Antony Diep (China) – US$ 8.235
8º – Armando Serna (EUA) – US$ 6.247

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Evento #4 US$ 1.500 Omaha Hi-Lo 8 or Better

Jason Daly (Créditos: WSOP)

Por fim, o Evento #4 foi o primeiro da longa lista de torneios Mixed Games que a WSOP proporciona. O US$ 1.500 Omaha Hi-Lo 8 or Better foi vencido por Jason Daly, que já possuía braceletes da WSOP no currículo. Ele levou US$ 191.362 pelo título.

O Evento #4 US$ 1.500 Omaha Hi-Lo 8 or Better somou um total de 828 entradas e teve ótima participação do brasileiro Renan Bruschi, que alcançou a 14ª colocação e saiu com US$ 10.304 na conta.

Confira a premiação da mesa final:

1º – Jason Daly (EUA) – US$ 191.362
2º – Dorian Rios (Venezuela) – US$ 127.528
3º – Per Hildebrand (Suécia) – US$ 87.038
4º – Amnon Filippi (EUA) – US$ 60.517
5º – Andrew Voor (EUA) – US$ 42.879
6º – Perry Green (EUA) – US$ 30.973
7º – Joseph Hallock (EUA) – US$ 22.817

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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