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WSOP: Moshe Gravieli supera favorito a jogador do ano e crava o Evento #60; Craig Savage fica com o #61

A série segue decretando novos campeões em 2025

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Moshe Gravieli (crédito: PokerNews)

Os Eventos da WSOP seguem sendo realizados com muitas histórias para contar aos fãs do esporte mental. No Evento #60, o americano Moshe Gravieli superou, no heads-up, o favorito a jogador do ano da Word Series Of Poker, Scott Bohlman e levou para casa seu primeiro bracelete. No #61, após ficar próximo de eliminação em distintos momentos do torneio, Craig Savage se recuperou e cravou, conquistando seu título.

Evento #60: $3,000 Limit Hold’em (6-Handed)

O Evento #60 realizou o sonho de mais um jogador de poker de conquistar o primeiro bracelete da WSOP. O americano Moshe Gavrieli superou um field de 343 inscrições, que também estavam em busca do título, e faturou o valor de US$ 200.303, tendo uma grande atuação durante o torneio. Ele derrotou o favorito ao prêmio de jogador do ano da Word Series Of Poker, Scott Bohlman, que também conquistou o seu bracelete neste anos, no Evento #17.

Totalmente emocionado após sua grande conquista, Moshe Gavrieli falou sobre seu primeiro bracelete e também sobre o duelo de heads-up contra o compatriota Scott Bohlman. “Estou muito animado, é um sonho que se tornou realidade. Sinto que estava o dominando, consegui isso quase todas as vezes, exceto uma vez, quando blefei e ele me pegou. Mas em 99% das vezes eu tinha mãos reais. Ele é um jogador incrível, porém tudo saiu do meu jeito”, afirmou.

1º – Moshe Gavrieli (Estados Unidos) – US$ 200.303

2º – Scott Bohlman (Estados Unidos) – US$ 129.183

3º – Ian Pelz (Estados Unidos) – US$ 85.431

4º – Nicolau Tsoukalas (Estados Unidos) – US$ 57.963

5º – Simeão Tsonev (Bulgária) – US$ 40.374

6º – Kerry Welsh (Estados Unidos) – US$ 28.893

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Evento #61: $500 No-Limit Holdem Freezeout

 

Craig Savage – créditos: pokernews

Foram, no total, 5.082 jogadores que se inscreveram em busca do bracelete no Evento #61 da série mundial e apenas 211 destes chegaram ao último dia. Quem levou pra casa o título de campeão foi o americano Craig Savage, que ficou com a maior premiação do torneio, que foi no valor de US$ 229.628, além de ser seu primeiro título da WSOP.

Mas quem vê a conquista, não sabe o caminho. Craig Savage ficou próximo de eliminação em vários momentos do torneio, tendo poucas fichas em algumas oportunidades. De acordo com o americano, sua estratégia era seguir no torneio e sem correr grandes riscos. Savage chegou à mesa final na quinta colocação e aguardou o momento certo para crescer nos duelos. Foi assim que o campeão foi conquistando as fichas necessárias para cravar o Evento e levar o bracelete pra casa.

1º – Craig Savage (Estados Unidos) – US$ 229.628

2º – Tony Harrison (Estados Unidos) – US$ 152.874

3º – Robbie Schiffbauer (Estados Unidos) – US$ 113.244

4º – Arthur Morris (Estados Unidos) – US$ 84.584

5º – Ben Fan (China) – US$ 63.706

6º – Edwin Chang (Estados Unidos) – US$ 48.387

7º – Abhishek Mhatre (Canadá) – US$ 37.064

8º – Yudai Futai (Japão) – US$ 28.635

9º – Sean Cronin (Estados Unidos) – US$ 22.314

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Confira o MundoTV Cast #74 com Matheus Rocha: 

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Jacques Ortega ganhou o maior prêmio brasileiro na WSOP Las Vegas em 2025 em torneio que terminou de forma polêmica; relembre

O paulista faturou US$ 534.950 no Millionaire Maker

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A WSOP 2026 está cada vez mais perto e, aproveitando a quinta-feira para fazer o famoso TBT, o Mundo Poker vai relembrar o maior prêmio brasileiro na edição de 2025. Dois títulos foram conquistados na última temporada- o de Aloísio Dourado e o de Kelvin Kerber e Peter Patrício – mas quem mais faturou em um só torneio foi Jacques Ortega.

Jacques Ortega conseguiu uma excelente campanha no Evento #53 da WSOP em Las Vegas, o tradicional Millionaire Maker, que teve o buy-in de US$ 1.500. O jogador do ABC paulista alcançou a mesa final da competição, que teve um field gigantesco de 11.936 entradas, e faturou mais de meio milhão de dólares.

Ortega foi o quarto colocado do Millionaire Maker e a posição lhe rendeu uma forra de US$ 534.590, valor que é disparado o maior de sua carreira. Aquele torneio, o que entregou o maior prêmio para o Brasil na temporada da WSOP em Vegas, também foi disparado o mais polêmico de toda a edição.

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Isso porque, foi nele, que ocorreu um dos grandes escândalos recentes na história do poker. A acusação – posteriormente comprovada – de collusion e chip dumping entre Jesse Yaginuma e James Caroll no heads-up da competição. Yaginuma ganharia um bônus extra do WPT em caso de título, o que motivou a infração à regra.

O caso foi a maior bomba da WSOP em 2025 e terminou também de forma polêmica. A decisão final da WSOP foi de que os dois jogadores envolvidos receberiam o pagamento do prêmio e não seriam banidos. A única punição foi o não reconhecimento de um vencedor e, consequentemente, a não entrega do bracelete.

Alheio à polêmica, Jacques Ortega concedeu entrevista posteriormente ao Mundo Poker e celebrou aquele resultado: “foi sensacional! Um monte de gente torcendo por mim que eu nem conhecia. Foi muito legal mesmo. Todo mundo dando parabéns por onde eu andava, comentando nos corredores. A torcida brasileira então, nem se fala. Incrível. Muita gente que eu nunca tinha visto vibrando, torcendo de verdade. Foi sensacional”, falou Ortega.

A WSOP 2026 começa no dia 26 de maio e o Mundo Poker estará presente desde o primeiro dia para trazer a cobertura completa da campanha brasileira na série. Se você ainda não segue nosso Instagram, siga agora mesmo para não perder nenhum detalhe!

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Shaun Deeb mira bicampeonato do Player Of The Year e explica mudança estratégica para a WSOP 2026

O jogador atualmente é o segundo colocado na disputa

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Falta menos de um mês para o início da WSOP 2026 e os preparativos já começaram, tanto por parte da organização quanto dos jogadores dispostos a disputar os 100 braceletes distribuídos em Las Vegas. Um dos principais nomes nesse cenário é o americano Shaun Deeb, atual Jogador do Ano de 2025.

Ele, que recentemente esteve em Praga na edição europeia da série e, por muito pouco, não conquistou mais uma joia, conversou com o site Poker.org sobre os preparativos para o verão em Las Vegas, que promete ser bastante intenso. O primeiro tema foi a defesa do título de melhor jogador, conquistado no ano passado.

Neste ano, a disputa já começou, com os pontos da edição europeia já valendo. Shaun Deeb atualmente está na segunda colocação, com 1.340 pontos, atrás de Marius Kudzmanas. O campeão levará um pacote completo para a WSOP Paradise 2027, avaliado em US$ 100.000.

“Eu tive dois segundos lugares e um nono lugar em Praga. Estou muito feliz com esses resultados, e foi bem legal conseguir um resultado tão bom naquele primeiro evento de Omaha. Acho que o meu segundo lugar no torneio de Omaha vai ser o que menos pontuou para o POY entre todos os eventos classificatórios deste ano, considerando o buy-in e o tamanho do field. Então, tirar tantos pontos de um torneio que paga tão pouco foi uma grande vitória para mim”, comentou Deeb.

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Shaun Deeb

A mudança no sistema de pontuação também vai impactar bastante a disputa este ano. Agora, vencer um torneio vale uma quantidade muito maior de pontos em relação ao segundo colocado, praticamente o dobro. Deeb foi um dos que aprovou a alteração, além de ser um dos jogadores mais influentes quando o assunto é mudanças na WSOP.

“Em anos anteriores, eu costumava evitar torneios com fields muito grandes, mas uma vitória nesses eventos te dá uma quantidade enorme de pontos. Eles obviamente são muito difíceis de vencer, mas se eu estiver correndo atrás no fim da série, há um grande incentivo para tentar ganhar um desses. Com meus resultados atuais, talvez eu me afaste um pouco dos eventos de grande field”, explicou.

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Por fim, Shaun revelou que, pelos resultados conquistados em Praga e por já ter uma boa vantagem na corrida, sua abordagem para a grade de Las Vegas mudou de forma significativa. Agora, ele pretende focar em fields menores, com maiores possibilidades de resultados rápidos:

“Porque, em um evento de US$ 1.500 de No-Limit Hold’em com 10 mil jogadores, é muito improvável que eu consiga um resultado que entre no meu top 15. Eu não quero passar três dias jogando esse torneio para ganhar 150 pontos que provavelmente nem vão entrar na minha contagem final. Se eu tivesse ido mal em Praga, provavelmente teria uma abordagem diferente daqui para frente. É parecido com estratégia no golfe: quando você está na liderança, joga de forma mais conservadora. Quando está atrás, precisa ser agressivo.

Eu vejo isso como uma forma de otimizar meus pontos por hora, ou a minha porcentagem de conseguir um resultado que realmente conte. Vai ser interessante ver se essa estratégia funciona. Mas também preciso garantir que eu tenha 15 resultados no total”, finalizou.

Confira o Poker de Boteco #137 – Kaio Camargo “kaiotex”:

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Jogadores poderão dar notas aos dealers durante a WSOP via aplicativo; assunto gera debate na comunidade

A principal discussão gira em torno do risco de avaliações maldosas que jogadores podem atribuir aos dealers

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Há alguns anos, uma reclamação se torna cada vez mais recorrente em tempos de WSOP: “os dealers desse evento são extremamente ruins”. E, com a nova administração da série, agora da GGPoker, isso parece caminhar para uma tentativa de solução. A organização lançou um novo sistema em que os jogadores poderão avaliar os profissionais que atuam nas mesas.

O sistema foi anunciado nesta quinta-feira e estará disponível no aplicativo WSOP+. Os dealers poderão receber notas de uma a cinco estrelas ao longo da série, acumulando avaliações feitas pelos jogadores, em um modelo semelhante ao utilizado em aplicativos de transporte, como o Uber, por exemplo.

Com isso, os profissionais mais bem avaliados receberão bônus pelo desempenho, além de serem escalados para trabalhar nos torneios mais importantes da série. “Queremos destacar nossos bons dealers, recompensá-los com bônus e talvez colocá-los nos grandes palcos da World Series of Poker. Queremos bons dealers, e vocês vão nos ajudar com isso”, afirmou Jeff Platt em um vídeo divulgando a novidade.

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Como toda mudança, a medida já gerou bastante discussão nas redes sociais, com opiniões favoráveis e contrárias. Um jogador, identificado pelo usuário “SaltySalsburglar”, criticou duramente a iniciativa: “isso me parece particularmente insano e, na verdade, cruel. O dealer comete um erro e oito pessoas sacam o celular, envergonhando alguém que já está extremamente estressado. Essa é a pior ideia que já ouvi, a menos que possamos avaliar o corpo e o rosto deles também, aí eu fico ok com isso.”

Outro comentário interessante veio do usuário “GCraos7112020”, que demonstrou preocupação com possíveis avaliações injustas: “espero que isso não seja usado de forma abusiva para prejudicar os dealers por causa de baralhos ruins ou bad beats. Quem estiver revisando esse feedback precisa ser muito cuidadoso, considerando o quão horríveis e injustos os jogadores podem ser.”

Diversos jogadores também opinaram que a atitude da WSOP parece justa, já que pode incentivar os profissionais a melhorarem o desempenho nas mesas. Por outro lado, a maior preocupação levantada pela comunidade é justamente a possibilidade de avaliações maldosas feitas por competidores frustrados, o que poderia maquiar os resultados do processo. E você, é a favor desse tipo de avaliação profissional?

Confira o Poker de Boteco #137 – Kaio Camargo “kaiotex”:

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