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Michael Mizrachi atropela concorrência, é o campeão do Main Event 2025 e faz história com dobradinha insana

O “The Grinder” venceu o evento principal e o Poker Players Championship

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Michael Mizrachi
Michael Mizrachi (Crédito: Rachel Kay Winter/PokerNews)

Michael Mizrachi escreveu possivelmente a maior história de todos os tempos do poker. O “The Grinder” foi o grande campeão do Main Event da WSOP 2025 na mesma temporada em que se tornou tetracampeão do badalado US$ 50.000 Poker Players Championship, o segundo evento mais cobiçado da série.

O último ato da mesa final foi disputado nesta quarta-feira (16) com quatro jogadores. Mizrachi tinha mais de três quartos das fichas em disputa e precisou de apenas 79 mãos para soltar o tão sonhado grito de campeão. Ele completou a longa maratona com uma premiação gigantesca de US$ 10.000.000 como recompensa após derrotar 9.735 jogadores.

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O “The Grinder” conquistou o oitavo bracelete da carreira em grande estilo. Ele foi induzido ao Hall da Fama do poker de maneira excepcional após a conquista pelo tamanho da façanha com a surreal dobradinha.

Duas mãos, duas eliminações e flush final

As duas primeiras eliminações aconteceram justamente nas duas primeiras mãos do 4-handed. E, claro, Mizrachi foi o carrasco. Ele eliminou primeiro Kenny Hallaert, o sexto colocado do Main Event de 2016. O belga foi all in com AQ e o americano pagou com KJ. Um J apareceu no turn para derrubar Hallaert.

Na mão seguinte, Mizrachi foi all in no small blind com ATs e viu o novo short stack Braxton Dunaway pagar do big blind com T6s. O board foi tranquilo para o “The Grinder” com Q4K43. O heads-up seguiu por um tempo até um cooler de dois pares contra flush se tornar a mão derradeira.

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Wasnock deu raise para 5.000.000 e Mizrachi pagou. O flop veio e ambos deram check. O turn foi e, dessa vez, Wasnock apostou 10.000.000. Mizrachi respondeu com um raise para 30.0000.000 e o compatriota anunciou all in 70.500.000, levando instacall do “The Grinder”.

Mizrachi apresentou flush com e só precisava segurar contra de Wasnock. Foi o que aconteceu no river . Era o que faltava para a festa de Mizrachi ter início.

Confira como foi a última mão:

Confira a premiação dos finalistas do Main Event de 2025:

1º – Michael Mizrachi (EUA) – US$ 10.000.000

2º – John Wasnock (EUA) – US$ 6.000.000

3º – Braxton Dunaway (EUA) – US$ 4.000.000

4º – Kenny Hallaert (Bélgica) – 3.000.000

5º – Luka Bojovic (Sérvia) – US$ 2.400.000

6º – Adam Hendrix (EUA) – US$ 1.900.000

7º – Leo Margets (Espanha) – US$ 1.500.000

8º – Jarod Minghini (EUA) – US$ 1.250.000

9º – Daehyung Lee (Coréia do Sul) – US$ 1.000.000

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Confira o MundoTV Cast #74 com Matheus Rocha: 

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WSOP: Dono da primeira FT valendo bracelete na temporada, André Welt comemora resultado: “tenho história para contar”

O dealer já voltou as mesas, agora para dar cartas

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André Welt (crédito: Miguel Cortes/WSOP)

André Welt teve uma quinta-feira especial. No terceiro dia da WSOP em 2026, ele se tornou o primeiro brasileiro a alcançar uma mesa final na série. Em Las Vegas para trabalhar como dealer, ele jogou o Evento #03 Industry Employees, destinado exatamente para profissionais da indústria do poker, e conseguiu realizar um sonho.

O dealer brasileiro agora pode falar pra todo mundo que já fez mesa final do maior evento de poker do mundo. E, mesmo que o bracelete não tenha vindo, André vai ter muita história para contar. Ele ganhou US$ 11.052 pelo sexto lugar obtido e estava bem satisfeito ao término do torneio. Logo após a finalização, ele bateu um papo exclusivo com o Mundo Poker:

“Eu tô super feliz. Eu queria ter ganhado, claro, e tava bem confiante. Eu achei que ia ganhar esse bracelete. Até usei uma camisa especial que meu amigo me deu o ano passado, mas o bracelete não veio. Mas, apesar disso, eu tô super feliz. Sexto lugar entre 900 pessoas não é pra qualquer um”, comentou André.

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Mesmo não sendo profissional do jogo, André já tinha alguns resultados anotados. O de ontem, por exemplo, foi a terceira vez seguida que ele anotou um ITM no Industry Employees. E ele gostou da sua performance: “acho que joguei bem, não cometi nenhum erro grave. A última mão foi um cooler, não teve escapatória. Tô feliz com meu jogo e com tudo”, disse.

O mais curioso é que André Welt nem teve tempo para comemorar. Nem mesmo os US$ 11K extras puderam alterar o plano inicial do dealer e jogador (e nem o bracelete mudaria, segundo ele próprio). Nesta sexta-feira, Welt já está novamente nas mesas. Agora, porém, fazendo o que veio para fazer: dar cartas.

“Amanhã (hoje) eu já tenho que trabalhar. Eu sou dealer aqui, vou fazer a série toda. Vou trabalhar mais feliz com o prêmio, com a experiência, gostei muito de chegar numa mesa final de WSOP. Não ganhar faz parte, mas agora eu tenho uma história pra contar”, finaliza Welt.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP: Aos 90 anos de idade, Perry Green alcança nova mesa final 50 anos após sua primeira decisão na série

O veterano jogador tem três braceletes conquistados na carreira

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Perry Green (crédito: Miguel Cortes/WSOP)

Uma das histórias mais legais deste início de WSOP 2026 foi consumada hoje. O veteraníssimo Perry Green, dono de três braceletes da série, conseguiu um feito absolutamente notável. Nesta sexta-feira (29), o jogador americano alcançou a mesa final do Evento #04 US$ 1.500 Omaha Hi-Lo, trazendo marcas incríveis para se contar.

Aos 90 (!) anos de idade, Perry Green anotou sua 17ª mesa final na WSOP. Esse número já seria relevante por si só, mas o detalhe mais legal vem agora: com a mesa final alcançada hoje, em 2026, Green completa uma marca espetacular: 50 anos de diferença entre a primeira e última mesa final da carreira.

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Perry Green fez sua primeira mesa final de WSOP na década de 70 do século XX, exatamente no ano de 1976. Naquela ocasião, ele já mostrou o cartão de visitas: foi campeão logo em sua primeira FT, faturando o título do Evento #04 US$ 1.000 Limit A-5 Draw Lowball.

A partir dali, ele somou outros dois bracelete e mais 16 mesas finais (com a de hoje), incluindo duas de Main Event. Ele foi vice-campeão na temporada de 1981 contra o lendário Stu Ungar, e quinto colocado 10 anos depois, em 1991. Sua última FT alcançada, segundo o próprio site da WSOP, havia sido em 2015.

Agora, ele colocou mais uma no currículo. No Evento #04 de 2026, ele terminou com a sexta colocação, somando US$ 30.973 pelo feito. Que bela história!

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Las Vegas: José Carlos Brito é 5º colocado no US$ 1.100 NLH da Wynn Summer Classic e consegue belo prêmio; confira

O baiano faturou US$ 55 mil na série

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José Carlos Brito

O verão de Las Vegas reserva aos amantes do poker inúmeras oportunidades de forras. Nas séries de torneios realizadas nos cassinos, por exemplo, muitos jogadores aproveitam para aliviar a variância da WSOP. Nesse quesito, o Brasil já chegou chegando, com José Carlos Brito aprontando na Wynn Summer Classic.

O baiano foi um dos inscritos no US$ 1.100 NLH, que registrou um field de 855 entradas totais e foi um grande sucesso. José Carlos Brito encerrou sua participação na quinta colocação, garantindo uma bela premiação de US$ 55.640.

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Não é a primeira vez que José Carlos Brito se destaca na Wynn Summer Classic. Em sua viagem para Las Vegas no ano passado, o brasileiro terminou na quarta colocação do US$ 1.600 NLH Ultimate Bounty, resultado que lhe rendeu US$ 14.700 em premiação.

A Wynn Summer Classic será disputada até o dia 13 de julho, em paralelo à WSOP 2026. A expectativa é que José Carlos e outros brasileiros sigam conquistando grandes resultados nos diversos torneios da série. O Main Event, torneio mais caro do cronograma com buy-in de US$ 10.400, conta com um impressionante garantido de US$ 10 milhões.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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