WSOP
WSOP: Melhor satelitado no Main Event teve carreira no futebol afetada por lesão
Ruben Correia conseguiu uma reta impressionante no Main Event da WSOP
A carreira de Ruben Correia poderia ter sido muito diferente. O jogador português teve um excelente desempenho no Main Event da WSOP, levando US$ 450.000 para casa com a 14ª colocação na edição de 2025. Mas tudo isso poderia ter sido diferente se não fosse um infortúnio anos antes.
Como milhões de pessoas ao redor do mundo, Correia cresceu com o sonho de se tornar um jogador de futebol. No entanto, sua carreira foi interrompida de forma precoce por conta de uma ruptura dos ligamentos do joelho, que lhe deixou de cama por meses. “A pior parte era não poder competir, que é algo que eu sempre quis”, contou a GGPoker.
LEIA MAIS: Dono de sete braceletes, Nick Schulman é eleito para o Hall da Fama do Poker
Esse apreço pela competição fez com que ele conhecesse o poker, aproveitando para estudar e se desenvolver especialmente no período em que se recuperava da lesão, começando assim uma carreira que lhe levaria ao sucesso anos depois. “Eu fiz o primeiro depósito online e eu perdi, como a maioria das pessoas. Mas eu não gosto nem um pouco de perder”, contou numa entrevista a GGPoker.
A boa campanha no Main Event da WSOP veio com alguns pontos importantes. Correira disputou o principal torneio do poker por conta de um satélite vencido na GGPoker, que lhe garantiu a presença no torneio—dos jogadores que participaram do Main Event por meio de satélite, ele foi o melhor classificado.
Além disso, apesar da boa campanha, ele também revelou que sua modalidade favorita na verdade era o Omaha. E os resultados servem como uma pequena amostra disso: anteriormente, seu melhor resultado, por muito, era o vice-campeonato num torneio de Pot-Limit Omaha do WPT em 2024, quando puxou US$ 56.000 para conta.
Confira o MundoTV Cast #74 com Matheus Rocha:
WSOP
WSOP: Dono da primeira FT valendo bracelete na temporada, André Welt comemora resultado: “tenho história para contar”
O dealer já voltou as mesas, agora para dar cartas
André Welt teve uma quinta-feira especial. No terceiro dia da WSOP em 2026, ele se tornou o primeiro brasileiro a alcançar uma mesa final na série. Em Las Vegas para trabalhar como dealer, ele jogou o Evento #03 Industry Employees, destinado exatamente para profissionais da indústria do poker, e conseguiu realizar um sonho.
O dealer brasileiro agora pode falar pra todo mundo que já fez mesa final do maior evento de poker do mundo. E, mesmo que o bracelete não tenha vindo, André vai ter muita história para contar. Ele ganhou US$ 11.052 pelo sexto lugar obtido e estava bem satisfeito ao término do torneio. Logo após a finalização, ele bateu um papo exclusivo com o Mundo Poker:
“Eu tô super feliz. Eu queria ter ganhado, claro, e tava bem confiante. Eu achei que ia ganhar esse bracelete. Até usei uma camisa especial que meu amigo me deu o ano passado, mas o bracelete não veio. Mas, apesar disso, eu tô super feliz. Sexto lugar entre 900 pessoas não é pra qualquer um”, comentou André.
Mesmo não sendo profissional do jogo, André já tinha alguns resultados anotados. O de ontem, por exemplo, foi a terceira vez seguida que ele anotou um ITM no Industry Employees. E ele gostou da sua performance: “acho que joguei bem, não cometi nenhum erro grave. A última mão foi um cooler, não teve escapatória. Tô feliz com meu jogo e com tudo”, disse.
O mais curioso é que André Welt nem teve tempo para comemorar. Nem mesmo os US$ 11K extras puderam alterar o plano inicial do dealer e jogador (e nem o bracelete mudaria, segundo ele próprio). Nesta sexta-feira, Welt já está novamente nas mesas. Agora, porém, fazendo o que veio para fazer: dar cartas.
“Amanhã (hoje) eu já tenho que trabalhar. Eu sou dealer aqui, vou fazer a série toda. Vou trabalhar mais feliz com o prêmio, com a experiência, gostei muito de chegar numa mesa final de WSOP. Não ganhar faz parte, mas agora eu tenho uma história pra contar”, finaliza Welt.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
WSOP
WSOP: Aos 90 anos de idade, Perry Green alcança nova mesa final 50 anos após sua primeira decisão na série
O veterano jogador tem três braceletes conquistados na carreira
Uma das histórias mais legais deste início de WSOP 2026 foi consumada hoje. O veteraníssimo Perry Green, dono de três braceletes da série, conseguiu um feito absolutamente notável. Nesta sexta-feira (29), o jogador americano alcançou a mesa final do Evento #04 US$ 1.500 Omaha Hi-Lo, trazendo marcas incríveis para se contar.
Aos 90 (!) anos de idade, Perry Green anotou sua 17ª mesa final na WSOP. Esse número já seria relevante por si só, mas o detalhe mais legal vem agora: com a mesa final alcançada hoje, em 2026, Green completa uma marca espetacular: 50 anos de diferença entre a primeira e última mesa final da carreira.
Perry Green fez sua primeira mesa final de WSOP na década de 70 do século XX, exatamente no ano de 1976. Naquela ocasião, ele já mostrou o cartão de visitas: foi campeão logo em sua primeira FT, faturando o título do Evento #04 US$ 1.000 Limit A-5 Draw Lowball.
A partir dali, ele somou outros dois bracelete e mais 16 mesas finais (com a de hoje), incluindo duas de Main Event. Ele foi vice-campeão na temporada de 1981 contra o lendário Stu Ungar, e quinto colocado 10 anos depois, em 1991. Sua última FT alcançada, segundo o próprio site da WSOP, havia sido em 2015.
Agora, ele colocou mais uma no currículo. No Evento #04 de 2026, ele terminou com a sexta colocação, somando US$ 30.973 pelo feito. Que bela história!
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
Las Vegas
Las Vegas: José Carlos Brito é 5º colocado no US$ 1.100 NLH da Wynn Summer Classic e consegue belo prêmio; confira
O baiano faturou US$ 55 mil na série
O verão de Las Vegas reserva aos amantes do poker inúmeras oportunidades de forras. Nas séries de torneios realizadas nos cassinos, por exemplo, muitos jogadores aproveitam para aliviar a variância da WSOP. Nesse quesito, o Brasil já chegou chegando, com José Carlos Brito aprontando na Wynn Summer Classic.
O baiano foi um dos inscritos no US$ 1.100 NLH, que registrou um field de 855 entradas totais e foi um grande sucesso. José Carlos Brito encerrou sua participação na quinta colocação, garantindo uma bela premiação de US$ 55.640.
LEIA MAIS: Jogador filma cena bizarra com flop mostrando “carta de instrução” no primeiro dia da WSOP Las Vegas
Não é a primeira vez que José Carlos Brito se destaca na Wynn Summer Classic. Em sua viagem para Las Vegas no ano passado, o brasileiro terminou na quarta colocação do US$ 1.600 NLH Ultimate Bounty, resultado que lhe rendeu US$ 14.700 em premiação.
A Wynn Summer Classic será disputada até o dia 13 de julho, em paralelo à WSOP 2026. A expectativa é que José Carlos e outros brasileiros sigam conquistando grandes resultados nos diversos torneios da série. O Main Event, torneio mais caro do cronograma com buy-in de US$ 10.400, conta com um impressionante garantido de US$ 10 milhões.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
-
Triton Series1 dia agoJoão Simão fecha Triton Series Montenegro com mais um ITM e US$ 115 mil no Evento #18 PLO Bounty
-
Triton Series3 dias agoJoão Simão é superado por Matthias Eibinger no heads-up e é vice no US$ 50K PLO Mystery Bounty da Triton Montenegro
-
Triton Series5 dias agoMesclando com o online, João Simão avança para o Dia 2 do PLO Main Event da Triton Series Montenegro
-
Triton Series5 dias agoAlgoz de brasileiros, Aleksejs Ponakovs encerra Triton Series Montenegro com mais um título e marca especial de ganhos
-
WSOP2 dias agoFelipe Mojave anuncia ausência na WSOP após 18 anos seguidos em Las Vegas: “família e valores sempre em primeiro lugar”
-
Las Vegas1 dia agoLas Vegas: José Carlos Brito é 5º colocado no US$ 1.100 NLH da Wynn Summer Classic e consegue belo prêmio; confira
-
WSOP18 horas agoWSOP: Aos 90 anos de idade, Perry Green alcança nova mesa final 50 anos após sua primeira decisão na série
-
WSOP2 dias agoBrasileira Bianka Abade vence o US$ 250 Daily Deepstack e conquista primeira cravada do Brasil na WSOP 2026





