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Jeremy Ausmus crava o Evento #08 Online da WSOP após difícil mesa final e é hexacampeão do circuito

Cinco dos seis braceletes do craque vieram a partir de 2021

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Jeremy Ausmus ganhou o primeiro bracelete da carreira em 2013 na WSOP Europa realizada na França. Depois disso, viveu um hiato de oito anos até levar a segunda pulseira dourada. O que ele não poderia imaginar é que, apenas dois anos depois, agora ele é um dos raros hexacampeões do circuito. O americano triunfou em um dos eventos da WSOP Online nesta madrugada.

Ausmus provou o momento incrível no Evento #08 Online (US$ 3.200 High Roller). Pilotando a conta “ChipChecka”, o jogador residente de Las Vegas não tomou conhecimento do field de 321 entradas para levar a forra espetacular de US$ 360.036, mais uma forra das grandes para o craque que já tem mais de US$ 7,4 milhões em ganhos apenas na WSOP.

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O torneio disputado no formato 6-handed teve uma mesa final elitizada. Ficaram pelo caminho nomes como Koray Aldemir, Chance Kornuth e Ioannis Angelou Konstas até Ausmus enfrentar no heads-up o grinder Christopher Castiglia. Já com uma vantagem considerável, Jeremy só teve o trabalho de pagar o shove “curto” de Castiglia de T7s com KK. O board foi Q63AK.

Ausmus ganhou dois braceletes em 2021 (Evento #3 e #84) e outros dois no ano passado, sendo um deles na edição tradicional em Vegas (Evento #23) e um na versão online da WSOP.com (Evento #7). Será que em 2023 ele vai garantir a terceira dobradinha seguida?

Confira a premiação final:

1º – Jeremy Ausmus “ChipChecka” (EUA) – US$ 360.036

2º – Christopher Castiglia “Ccast93” (EUA) – US$ 224.631

3º – Ioannis Konstas “Cheeeecha” (Grécia) – US$ 151.939

4º – Chance Kornuth “BingShui” (EUA) – US$ 108.442

5º – “Cokinaalcubo” (Reino Unido) – US$ 73.735

6º – Koray Aldemir “seatscramble” (Alemanha) – US$ 53.029

Confira o MundoTV Cast #38 com Ricardo Sehnem:

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WSOP: Yuri Dzivielevski está classificado para o Dia Final do Evento #08 US$ 1.500 Badugi

Brasileiro está curto, mas vivo na briga pelo hexampeonato da série

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Yuri Dzivielevski (crédito: Miguel Cortes/WSOP)

O domingo vai ter reta final das boas para o Brasil na WSOP. Yuri Dzivielevski, o maior nome do país quando se trata da maior série do mundo, alcançou seu primeiro Dia 3 (e Final) nesta edição da WSOP neste sábado. O “NerdGuy” se classificou para o dia decisivo do Evento #08, o US$ 1.500 Badugi.

Depois de dois dias de jogo, o field de 554 entradas está reduzido para apenas 10 jogadores e Yuri Dzivielevski é um deles. Após um Dia 2 bem intenso e uma reta final de altos e baixos, o brasileiro avançou com o nono melhor stack entre os dez finalistas, repetindo o filme do dia anterior, quando também avançou curto.

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Yuri passou com 245.000 fichas, pouco menos de 5 blinds, e vai precisar batalhar para mudar a situação. Nada que o assuste. O chip leader do torneio é o americano Michael Casella, que teve uma runnada insana na reta final do torneio e chegou a 4.065.000. Scott Seiver (2.120.000) e Nick Schulman (1.985.000) são outros grandes nomes na briga.

O Dia Final do Evento #08 está marcado para às 13h local, 17h de Brasília, e vai voltar nos blinds 25.000 / 50.000. Os dez finalistas já garantiram um prêmio de US$ 8.979, enquanto o grande campeão leva US$ 141.963 e o bracelete da série. Vale dizer também que a mesa final será formada com sete jogadores.

Confira a premiação em jogo:

1º – US$ 141.963
2º – US$ 94.607
3º – US$ 62.920
4º – US$ 42.815
5º – US$ 29.824
6º – US$ 21.279
7º – US$ 15.560
8º – US$ 11.668
9º – US$ 11.668
10º – US$ 8.979

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP: Flush over flush derruba Renan Bruschi precocemente no US$ 25.000 Heads-Up Championship

Cooler acabou eliminando o brasileiro ainda no início do duelo

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Renan Bruschi
Renan Bruschi

O quinto dia de WSOP começou cedo para o Brasil, com destaque para a participação do craque Renan Bruschi no US$ 25.000 Heads-Up Championship, Evento #07 da série e um dos mais prestigiados da grade. Mas, infelizmente, a passagem do brasileiro acabou de forma precoce por conta de um cooler.

Ainda no comecinho do Dia 2A, Renan Bruschi se despediu da competição ao perder uma mão com flush vs flush. O gaúcho foi sorteado em um confronto contra o japonês Shota Nakanishi e o duelo durou poucos minutos, sendo o primeiro a ser finalizado. A mão que decretou a queda do “Net” foi captada a partir do turn pela cobertura da PokerNews.

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O board já mostrava e Nakanishi apostou 16.000 fichas nesse momento. Em posição, Renan fez o raise para 50.000 e recebeu o call do adversário. O river foi um e o japonês deu check. Com , um flush, Bruschi anunciou o all in de cerca de 65.000 fichas.

Nakanishi deu snap call, trazendo a má notícia para o brasileiro. Ele apresentou , um flush maior, e ganhou o pote para decretar a eliminação de Renan Bruschi da competição. 64 jogadores iniciaram o torneio, que segue hoje até restarem oito. Ontem, nomes como Daniel Negreanu e Michael Mizrachi se classificaram no Dia 1A.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP: Dono da primeira FT valendo bracelete na temporada, André Welt comemora resultado: “tenho história para contar”

O dealer já voltou as mesas, agora para dar cartas

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André Welt (crédito: Miguel Cortes/WSOP)

André Welt teve uma quinta-feira especial. No terceiro dia da WSOP em 2026, ele se tornou o primeiro brasileiro a alcançar uma mesa final na série. Em Las Vegas para trabalhar como dealer, ele jogou o Evento #03 Industry Employees, destinado exatamente para profissionais da indústria do poker, e conseguiu realizar um sonho.

O dealer brasileiro agora pode falar pra todo mundo que já fez mesa final do maior evento de poker do mundo. E, mesmo que o bracelete não tenha vindo, André vai ter muita história para contar. Ele ganhou US$ 11.052 pelo sexto lugar obtido e estava bem satisfeito ao término do torneio. Logo após a finalização, ele bateu um papo exclusivo com o Mundo Poker:

“Eu tô super feliz. Eu queria ter ganhado, claro, e tava bem confiante. Eu achei que ia ganhar esse bracelete. Até usei uma camisa especial que meu amigo me deu o ano passado, mas o bracelete não veio. Mas, apesar disso, eu tô super feliz. Sexto lugar entre 900 pessoas não é pra qualquer um”, comentou André.

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Mesmo não sendo profissional do jogo, André já tinha alguns resultados anotados. O de ontem, por exemplo, foi a terceira vez seguida que ele anotou um ITM no Industry Employees. E ele gostou da sua performance: “acho que joguei bem, não cometi nenhum erro grave. A última mão foi um cooler, não teve escapatória. Tô feliz com meu jogo e com tudo”, disse.

O mais curioso é que André Welt nem teve tempo para comemorar. Nem mesmo os US$ 11K extras puderam alterar o plano inicial do dealer e jogador (e nem o bracelete mudaria, segundo ele próprio). Nesta sexta-feira, Welt já está novamente nas mesas. Agora, porém, fazendo o que veio para fazer: dar cartas.

“Amanhã (hoje) eu já tenho que trabalhar. Eu sou dealer aqui, vou fazer a série toda. Vou trabalhar mais feliz com o prêmio, com a experiência, gostei muito de chegar numa mesa final de WSOP. Não ganhar faz parte, mas agora eu tenho uma história pra contar”, finaliza Welt.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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