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Jeremy Ausmus elogia sistema de marcação de tempo da Triton e reforça pedido para que outras séries adotem: “acelera o jogo”
O americano acredita que isso pode acelerar o jogo e levar a um ambiente melhor nas mesas

Ao conversar com os jogadores de poker, a lista de elogios para a Triton Series é grande. E uma das mais recentes inovações da série High Stakes é daquelas que recebeu uma grande leva de elogios. Recentemente, a Triton adotou um sistema de marcação de tempo semelhante ao xadrez, onde você ganha um período fixo de tempo já no início do torneio e precisa administrá-lo.
Naturalmente, um jogador também ganha alguns segundos para tomar sua decisão antes que seu time bank comece a ser consumido. Mas os feedbacks iniciais são bastante positivos, e um deles veio de forma pública nesta segunda-feira. Foi o americano Jeremy Ausmus, seis vezes campeão de bracelete da WSOP, que elogiou a iniciativa—e ainda pediu que outras grandes séries adotem o mesmo procedimento.
“Eu sabia que a tecnologia está num ponto que torna isso possível”, disse Ausmus. “Espero que isso seja levado para outros eventos. Acho que as pessoas subestimam o quanto isso vai acelerar os torneios. Quando você precisa salvar seu tempo, naturalmente você age muito rápido, e o jogador da frente também precisa pensar rapidamente na decisão dele”, comentou.
Ausmus ainda disse que, além da melhora natural do tempo de torneio, o próprio ambiente pode ficar mais agradável. “Eu posso imaginar um mundo onde todo mundo está prestando atenção na mesa. Sem mais pessoas olhando no celular e sem prestar atenção. Acho que, no fim das contas, isso pode levar a um ambiente mais imersivo e de muita ação”, finalizou.
Love to see this triton chess clock idea come to fruition. I’ve been advocating for something like this for a long time and I knew tech was at a point which made it possible. Really hoping this catches on and carries over to other venues.
I think people might underestimate…
— Jeremy Ausmus (@jeremyausmus) April 27, 2026
Confira o Poker de Boteco #136 com Mayara Sauer “Renegada”:
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Annette Obrestad fala sobre retorno ao poker de forma regular, mas reforça: “só quero jogar o que achar divertido”
A campeã do Main Event da WSOPE em 2007 está de volta aos feltros

A norueguesa Annette Obrestad fez história em 2007. Ela venceu o Main Event da WSOP Europa naquele ano e marcou seu nome na história do poker como a jogadora mais nova a ganhar um bracelete. Depois de muitos anos longe do jogo, ela tem reaparecido em torneios e garante que a experiência tem sido maravilhosa.
Obrestad disputou recentemente o Main Event da WSOP Europa e conseguiu uma respeitável 35ª colocação, sendo também a última jogadora viva no field. Obrestad, com uma marca notável e com muitos anos de ausência do jogo, naturalmente chamou a atenção em sua volta. Mas os nervos também estiveram presentes. “Eu não estive calma como eu estava anteriormente, definitivamente. Um jogo de US$ 1 / US$ 3 já me deixava nervosa. Eu só queria jogar poker de novo e me divertir, mas ele traz pressão.”
Outro ponto de mudança, que Obrestad mencionou durante uma entrevista com a PokerNews, foi o estilo de jogo. “Todo mundo é muito agressivo hoje! Os estilos são muito diferentes. Antes eu era essa pessoa. Eu não queria entrar numa guerra de 6-bet pré-flop e arriscar meu torneio. Isso seria estupidez.”
A noruguesa, que atualmente mora em Las Vegas, não pretende fazer muitas viagens para os principais torneios do mundo. Ainda assim, ela quer disputar os torneios da WSOP em Las Vegas, a depender de conseguir um backer ou não. “Eu não jogo por rankings, jogador do ano, nada disso. Jogo os torneios que me parecem divertidos, é por isso que voltei, e como estou me divertindo! Acho que estou na fase de lua de mel com o jogo de novo, e tudo que eu quero fazer é jogar”, finalizou.
A entrevista completa, em inglês, foi feita pela Poker.org e pode ser conferida clicando aqui.
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Falastrão com ganhos no Twitter, Maurice Hawkins entra com pedido de falência para evitar pagar dívidas de poker
Hawkins abriu o pedido para evitar penhora na coleta de seus ganhos

Maurice Hawkins é sinônimo de polêmica. Apesar de uma carreira de relativo sucesso no poker, que inclui o recorde de anéis da WSOPC (24) conquistados, ele também aparece de forma constante nas notícias com alguns casos controversos. E mais um foi adicionado à lista recentemente.
De acordo com a petição obtida pelo PokerNews, Hawkins entrou com o pedido no último dia 23. Ele busca se absolver do pagamento da dívida que tem com Randy Garcia, que até chegou a entrar em um acordo bastante favorável para Hawkins; ainda assim, o falastrão americano não pagou as parcelas, o que novamente gerou uma queixa de Garcia.
A PokerNews descobriu recentemente que, depois de ganhar dinheiro em um torneio recente, ele não pôde coletar a premiação por conta de uma penhora legal. Assim, o pedido de falência foi feito no dia seguinte para impedir que isso pudesse acontecer no futuro; a penhora foi solicitada por Garcia, e o advogado também falou recentemente que poderia “lutar contra” o pedido solicitado, querendo mostrar que o polêmico americano não está realmente falido e, sim, busca tirar vantagem do sistema para evitar o pagamento de dívidas.
Somente no ano de 2026, Hawkins já registra 31 premiações em dinheiro no Hendon Mob, a grande maioria em torneios da WSOPC. Ele também já venceu três torneios da série no ano. A lista de credores é longa e inclui Garcia, várias companhias de finanças e outras lojas. Denise Pratt também já afirmou há alguns meses que Hawkins havia lhe aplicado um calote.
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“Como se eu precisasse desse emprego”: Dealer abandona mesa em plena mão no river após insultos e caso gera debate no X
A história foi revelada pelo recreativo Josh Heinzl

Responsáveis por conduzir o andamento do jogo nos torneios de poker ao vivo, os dealers muitas vezes acabam sofrendo com situações difíceis nas mesas, sendo obrigados a lidar com todo tipo de comportamento. Nos Estados Unidos, uma história envolvendo um desses profissionais foi revelada por Josh Heinzl, que disse ter presenciado uma atitude pra lá de inédita.
Segundo o recreativo, que possui uma empresa de jogos e brinquedos, ele jogava um MTT sem revelar o local, quando o dealer de sua mesa simplesmente abandonou a mesa durante uma ação que já estava no river, após sofrer diversos insultos de um jogador que teve sua mão “muckada” no pré-flop.
Josh explicou que as cartas foram corretamente descartadas, já que o jogador havia se afastado da mesa e o dealer seguiu as regras ao não permitir sua participação na mão. A decisão, no entanto, gerou uma série de ofensas e pressão constante sobre o profissional, que acabou não suportando a situação.
A dealer just quit in the middle of a live hand in my MTT at my table. Never seen anything like it. Player not in the hand is harassing the dealer because he stepped away and had his hand mucked preflop. He keeps going at the dealer, there’s a big pot on the river, he says (1/2)
— Josh Heinzl (@JoshHeinzl) April 25, 2026
Na postagem, Josh afirmou que a atitude do dealer foi inacreditável. Segundo ele, o profissional disse “como se eu precisasse desse emprego”, largou o baralho, chamou o floor responsável pelo torneio e ainda jogou a caixa de gorjetas no chão.
Um dos comentários na postagem foi de Matt Savage, respeitadíssimo diretor do WPT: “eu gostaria que o dealer tivesse chamado o floor por estar sendo assediado ao fazer seu trabalho corretamente. Não posso concordar com abandonar a mesa no meio da mão, mas se os jogadores não estão defendendo o dealer e o floor não está protegendo, eu não o culparia por desistir.”
Heinzl respondeu Matt Savage com mais informações sobre o caso: “o dealer até chamou o floor depois que o jogador continuou, mas acabou desistindo bem rápido quando o floor chegou. Foi tudo um turbilhão. Os jogadores se manifestaram, e o infrator começou a atacar aqueles que defenderam o dealer, definitivamente o floor deveria ter agido ali. Pelo que conversei com o floor depois, parece que eles já não estavam muito satisfeitos com o dealer, então talvez isso tenha influenciado.”
A discussão teve mais de 50 comentários, muitos defendendo a atitude do dealer e criticando o floor. O fato é que não houve sequer uma comprovação, seja em vídeo ou foto do ocorrido, mas o episódio fica de lição para os profissionais de torneios.
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