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WSOP: Murilo Figueredo flerta com segundo bracelete, mas cai na 5ª colocação na decisão do Evento #50

O craque catarinense vive um ano de 2020 inspiradíssimo

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No ano passado, Murilo Figueredo fez história na WSOP em Las Vegas com a conquista do tão sonhado bracelete, o quinto da história do Brasil. Apenas 15 dias se passaram e Yuri Martins também entrou para o seleto grupo de vencedores do país, a primeira vez que o Brasil ganhou mais de uma pulseira dourada na mesma edição. Quase que essa história entre os dois craques se inverteu no início desta madrugada da quarta-feira (05).

Quatro dias depois do bicampeonato do paranaense, Murilo Figueredo ficou bem pertinho de soltar o segundo grito de campeão na série mais famosa do mundo. Faltou pouco. O craque terminou com um excelente quinto lugar na mesa final do Evento #50 (US$ 2.100 No Limit Hold’em Bounty Championship). Ele levou o incrível prêmio US$ 69.849 pela nova façanha.

Assim como Renato Valentim, eliminado em sexto, Murilo não teve como se mexer tanto na decisão. Com pay jumps valiosos em jogo, o catarinense começou a mesa final com stack curto e fez malabarismo para se manter no jogo. Ele até conseguiu uma dobra quando estava  com cinco big blinds de JQ contra K9, acertando um J no flop, mas a dinâmica da FT não ajudou.

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Com a mesa em 5-handed, os blinds passavam muito rápido pelo craque e ele voltou a ficar curto. O russo Alexander Fitasov até poderia ter caído antes de Murilo, mas pegou um AA e conseguiu dobrar em cima de Aki Virtanen, se isolando do stack do brasileiro. O “Muka82” ficou alguns minutos como o bola da vez até a mão da queda.

O campeão mundial ficou card dead e praticamente morreu nos blinds. No big blind, ele ficou com apenas três e teve que ir pro chão após raise de Enrico Camosci. Murilo tinha contra . O board correu deixando ele drawing dead já no turn. Mais uma grande participação do craque em 2020, um ano marcante na carreira do profissional.

Nesta temporada, Murilo deu um show absurdo durante o SCOOP com direito a oito mesas finais e um título. Um dos mais completos jogadores do país, ele ainda anotou cravadas no WPT, na Summer Series e no torneio regular Bounty Builder High Roller US$ 530 do PokerStars.

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Dono de gráfico consistente, João Magalhães conta visões sobre o poker, carreira e melhorias na Exploit: “impulso incrível”

O português se tornou instrutor do time e dividiu boas ideias com o Mundo Poker

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A Exploit Team tem uma equipe bem grande com mais de 100 jogadores. Entre alguns destaques do time está o jogador João Magalhães. Em apenas um ano, ele subiu do ABI na casa dos US$ 10 para atualmente jogar um buy-in médio de US$ 100 a US$ 150. O grinder se transformou em um dos principais nomes da equipe. O gráfico dele, impecável, indica isso sem maiores contestações.

O “gajo de ouro” da Exploit tem, no SharkScope, um gráfico que se aproxima dos US$ 140.000 de lucros com uma escadinha sempre para cima. João contou para o Mundo Poker que a entrada no time aconteceu pelo intermédio de um amigo. “Já jogava poker há alguns anos e foi um impulso incrível na minha carreira. Estou super grato por ter tudo o que tem vindo a acontecer desde então”, diz o profissional.

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Inteligente e bastante esclarecido com o que deseja para a carreira, Magalhães disse que não tem como objetivo o high stakes, mas que a jornada pode chegar lá. “Tenho o sonho de continuar a progredir como jogador e coach, se isso implicar a contínua subida de stakes e esse for o próximo passo lógico a dar, então sim, os high stakes estão no horizonte”, diz o português.

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Numa entrevista muito interessante para o Mundo Poker, ele contou sobre os diferencias da Exploit também. “: A Exploit como equipe, para além do staking, proporciona a oportunidade de jovens jogadores trabalharem de perto com jogadores mais experientes, fornece aulas individuais e de grupo para diferentes níveis técnicos e ferramentas de trabalho de topo como o PIO Solver, ICMizer, vídeos, etc”, foram alguns pontos citados.

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O gráfico de João filtrando todos os sites que atua

Agora, confira a entrevista completa com João Magalhães:

MP: Como foi a sua entrada na Exploit e em que momento da sua carreira aconteceu?

JM: Entrei na Exploit por convite de um dos Head Coachs, o João Matos. Tínhamos um amigo em comum que permitiu o contato, Bruno Ferreira, e depois de uma análise inicial ao meu jogo foi feita a proposta para entrar na Team Exploit. Na altura jogava majoritariamente microstakes (US$ 5 – US$ 20), estava saindo de um período mau pessoal e profissional e tinha decidido começar a fazer Streams para me ajudar e motivar durante o grind e essa exposição ajudou a criar algumas oportunidades e deu-se a entrada na Exploit. Já jogava poker há alguns anos e foi um impulso incrível na minha carreira. Estou super grato por ter tudo o que tem vindo a acontecer desde então.

MP: Onde que percebe que foram suas maiores mudanças nesse período depois que entrou na equipe?

JM: As minhas maiores mudanças surgiram a nível de mindset (com o trabalho que eu tenho feito com a Ana Borgas, Mind Coach da Exploit) e na minha capacidade de trabalho. Por um lado, me torneio um jogador mais resiliente nas mesas, mais capaz de decidir bem em momentos de maior pressão, comecei a temer menos esses momentos e as decisões difíceis e a apreciar o quanto essas situações me podem ajudar a evoluir como jogador.

Por outro lado, percebi a quantidade de conceitos e estratégias que desconhecia e com a ajuda de todos os coaches e do meu grupo de estudo foi por mãos ao trabalho e a evolução no meu jogo começou a sentir-se. Agora é continuar a aprender. Também me tornei coach da equipe. Sempre gosto muito de ensinar e ser uma boa influência na carreira de outros jogadores e agora tenho essa oportunidade.

MP: Qual ABI você joga e os planos que tem para o futuro? Sonha em chegar no high stakes?

JM: O meu ABI no momento varia entre os US$ 100 e os US$ 1500 (jogo torneios entre US$ 50 e US$ 250). Não tenho o sonho de chegar ao high stakes, mas tenho o sonho de continuar a progredir como jogador e coach, se isso implicar a contínua subida de stakes e esse for o próximo passo lógico a dar, então sim, os High Stakes estão no horizonte.

Mas acima de tudo pretendo continuar motivado para o grind durante os próximos anos, continuar o trabalho com os meus alunos e ajudar a Exploit a crescer como equipe e a estabelecer-se como uma referência no mundo do poker.

MP: Qual foi o seu maior hit do online e o que pensa sobre essa busca incessante pelo big hit?

JM: O meu maior hit foram US$ 18K num torneio de US$ 100. Na verdade, não procuro muito o big hit. O meu grind diário e o meu calendário de torneios é baseado em fields curtos com objetivo de controlar a variância e me permitir fazer muitas deep runs e FTs. Os big hits são, na minha forma de ver, um extra, um bônus que surge como consequência do trabalho e volume que coloco nas mesas e fora delas, mas não são a minha motivação para o grind. Lógico que domingo é domingo!

MP: O que enxerga como principais diferenciais da Exploit?

JM: A Exploit como equipe, para além do staking, proporciona a oportunidade de jovens jogadores trabalharem de perto com jogadores mais experientes, fornece aulas individuais e de grupo para diferentes níveis técnicos e ferramentas de trabalho de topo como o PIO Solver, ICMizer, vídeos, etc. Temos um Mind Coach (a Ana Borgas) e um Personal Trainer (Renato Ramos) que fazem um trabalho incrível no sentido de promover bons hábitos de saúde mental e física. Tudo isso associado a um ambiente de equipe onde são formados grupo de estudo e onde são feitas boas amizades. Como qualquer equipe jovem, a Exploit ainda tem as suas “dores de crescimento” e muito por onde a evoluir e donos / Head Coaches têm sido flexíveis e estão interessados em ouvir o feedback dos jogadores para que a melhoria seja contínua e por isso quero continuar a fazer parte da equipe e a progredir com todos os meus colegas.

Confira um vídeo sobre a Exploit:

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Em all-in triplo contra compatriotas, Luiz Torres encontra situação dos sonhos e perde mão de forma inacreditável

Streamer teve uma derrota bastante dolorida

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Luiz Torres

Quando se fala em transmissões de poker na Twitch, qualquer brasileiro já se lembra de Luiz Torres. O “Raiz” é um verdadeiro protagonista na plataforma, principalmente se tratando de jogo com entretenimento.

Luiz se intitula como o dono da conta mais nojenta do poker online, pois sofre diariamente com inúmeras bad beats de formas bem inacreditáveis. Nessa quinta-feira (29), não foi diferente, o “Raiz”, novamente apanhou do baralho.

Jogando torneios no PokerStars, mais precisamente o Bounty Builder $44, Luiz viu seu par de ás ruir e ser derrotado com duas bad beats na mesma mão contra dois compatriotas sendo eles Jonas Belon e “Rapa velhos”.

LEIA MAIS: “O maior esquema Ponzi da história do poker brasileiro”: Dalton Hobold revela como foi prejudicado por Léo Bello

Nos blinds 250 / 500, Jonas Belon abriu raise para 1.000, Luizão que segurava , resolveu fletar do cutoff para atrair outros jogadores para mão. E, para sua surpresa, o brasileiro “Rapa velhos”, resolveu ir all-in de 37 bbs no botão.

O “Raiz” comemorou quando viu Jonas Belon colocar suas 12.065 também em jogo. Cobrindo os dois oponentes Luiz disse ao chat: “attention chat, vai ser um pote gigantesco, vale US$ 50 mais as fichas para ficar enorme”. Luiz deu call e viu seus adversários apresentarem grandes mãos.

“Rapa velhos” apresentou e Jonas Belon . Bem a frente no pré flop, Luiz viu o flop , dar vantagem ao primeiro adversário. Sem acreditar no que via e já se lamentando, ele necessitava de dois outs para levar a mão.

Sem olhar para a tela, o turn não mudou a situação do streamer. E para fechar o caixão, como diz o ditado popular, Luiz ainda sofreu mais uma bad beat. O river trouxe uma . Indignado com a situação, após perder para dois oponentes ele falou: “ah, como que pode velho?” “é facil de trincar nessa car***”, lamentou.

Você concorda que o Luizão tem a conta mais nojenta do poker online?

Confira a ação:

 

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Confira o episódio #13 do Depois do River:

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Ramon Kropmmans vence o $55 Mini Bounty Builder HR do PokerStars; Régis Kogler é campeão do $530 Bounty Builder HR

Lucio Lima também teve grande performance

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Ramon Kropmanns e Régis Kogler

Nessa quinta-feira (29), os brasileiros voltaram a se destacar nos principais torneios oferecidos pelo PokerStars. Com grandes prêmios conquistados, os jogadores adicionaram boas quantias aos seus respectivos bankrolls.

Um desses jogadores foi Ramon Kropmanns, o “ramonkrop”, do Midas Poker Team. Jogando o $55 Mini Bounty Builder HR, ele não se intimidou com o field de 3.168 jogadores e conquistou o título. A cravada lhe rendeu um prêmio de US$ 16.057.

LEIA MAIS: Você Sabia? No Main Event da WSOP em 2013, após ter blefe mal sucedido, Yuri Martins foi o bolha do torneio

Além disso, no $530 Bounty Builder HR, que teve 155 jogadores, o Brasil teve dois representantes no pódio. Régis Kogler, o “capotinha”, sócio e instrutor do Full Poker Team, garantiu o título e levou um prêmio de US$ 14.885. Completou a mesa final na terceira colocação, Lucio Lima “WizardOfAz”, que garantiu US$ 7.995.

Lucio Lima ainda conseguiu mais um belo resultado no site da espada vermelha. Ele foi um dos 31 jogadores registrados na disputa e acabou sendo parado no heads-up final por Parker Talbot, o “tonkaaa”. Pelo vice-campeonato, Lucio Lima puxou US$ 6.627. Somados os prêmios, ele adicionou a quantia de US$ 14.622 em seu bankroll.

Por fim, o Brasil ainda fez um belo heads-up no Bounty Builder $44. O torneio teve um field de 1.462 jogadores, “GuileGm”, derrotou Caique Sanches “KaikeSilva” no heads-up. Pelo resultado, “GuileGm” recebeu US$ 6.522. E o vice-campeão Caique, ganhou US$ 5.138.

Confira mais resultados dessa quinta-feira:

Evento Jogador Colocação Prêmio
Bounty Builder $11 “mohsalah11” US$ 4.893
Hot $55 Anderson Dalmas “sonick1993” US$ 4.698
Bounty Builder $162 Renan Aziz “Aziz.Mancha” US$ 3.849
$55 Daily Marathon Carlos Henrique “Carloss.Rox” US$ 3.378
Hot $33 “Jhow252” US$ 3.340
$109 Daily Cooldown “4FKvothe” US$ 3.080
Bounty Builder $162 “4FKvothe” US$ 3.041
Bounty Builder $33 “gabrielbdo23” US$ 1.006

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Confira o episódio #12 do Depois do River:

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