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Matheus Oliveira vence US$ 55 Mini Bounty Builder HR e Yuri Martins garante pódio no US$ 530 Bounty Builder HR do PokerStars
Jeff Dosso foi campeão do Bounty Builder US$ 109
Os brasileiros fizeram bonito no PokerStars nesta quarta-feira (21). No US$ 55 Mini Bounty Builder HR [KO Progressivo], Matheus Oliveira, pilotando a conta “mendamaster9”, foi campeão entre os 2.453 participantes, faturando US$ 12.397.
Já no Bounty Builder US$ 109, Jeff “JeF Dosso” Dosso deixou os 572 concorrentes para trás, ganhando o prêmio de US$ 7.811. No High Roller Club: US$ 530 Bounty Builder HR [KO Progressivo], Yuri Martins, pilotando a conta “theNERDguy”, foi medalha de bronze do field de 126 inscritos.
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Pela performance, o bicampeão da WSOP levou para casa US$ 7.661. Em seguida, na 7ª colocação, aparece “HammerXX”, puxando US$ 3.290. Além disso, no US$ 55 Daily Supersonic [6-Max, Hiper-Turbo], João Fernandes, comandando a conta “jricardosc”, venceu os 710 adversários, recebendo US$ 6.333.
Enquanto isso, no Bounty Builder US$ 44, Dimitri “gringenkov” Gringenkov foi vice do field de 1.339 competidores, ganhando US$ 3.477. E no Bounty Builder US$ 162, Osmar “grossklaus” de Souza garantiu a medalha de prata, conquistando US$ 3.270.
KSOP
KSOP SA: Jessé Cesar acerta trinca no river contra Martin Peralta e escapa de eliminação no High Roller Prog KO One Day
A jogada aconteceu na mesa televisionada
Um dos torneios em destaque no sétimo dia de KSOP South America é o High Roller Prog KO One Day, com buy-in de R$ 10.000. Jessé Cesar, jogador do Samba Poker Team, é um dos inscritos na competição e alcançou a mesa final de forma dramática.
Ele por muito pouco não foi eliminado por Martin Peralta, colombiano que vem se destacando no cenário brasileiro. A jogada em questão foi nos blinds 3.000 / 6.000, com Martin abrindo raise de 12.000 fichas do UTG com . A mesa rodou em fold até o small blind Jessé Cesar, que deu 3-bet de 55.000 fichas, com .
Martin Peralta pagou a volta e a dupla viu o flop , e seguiu com um c-bet de 42.000 fichas de Jessé Cesar. O colombiano pagou com o quarto par do momento. Eis que o turn veio um e trouxe a tão sonhada trinca de Peralta, bastante escondida.
Chip leader disparado no momento, com quase 170 big blinds, ele viu Jessé Cesar dar all in de 191.000 fichas e pagou rapidamente, deixando o brasileiro desesperado. O pote de 100 big blinds era muito decisivo para o momento, e restava ainda o river. Jessé, iluminado, acertou o que precisava , trincou maior e se manteve forte no jogo.
Confira a jogada aqui:
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
KSOP
KSOP SA: Full house vs flush garante bounty e pote de 124 blinds para Carlos Serrano no High Roller 1-Day
Colombiano ganhou mão importantíssima no torneio
Nesta quarta-feira, está acontecendo o High Roller PKO One Day. O torneio de R$ 10.000 de entradas reuniu alguns dos nomes mais conhecidos presentes no torneio junto de algumas outras novas figurinhas, todos em busca de um troféu do circuito e mais bounties importantes. Quem está cheio de ficha nesse momento é o colombiano Carlos Serrano.
Serrano, proveniente da Colômbia, é personagem ativo no KSOP já há muitos anos e ganhou um pote gigantesco contra o argentino Ezequiel Ferretty. O Mundo Poker flagrou a ação já no turn, quando um pote gigantesco se formava entre os dois sul-americanos. Os blinds eram 2.500 / 5.000 e o board mostrava e Ferretty havia acabado de disparar uma aposta de 60.000, paga por Serrano.
O river foi o e o pote já passava das 60 big blinds quando Ferretty pensou por mais de um minuto para declarar all in. Serrano não precisou nem pensar, colocando uma ficha à frente e mostrando . O full house puxou a mão e eliminou Ferretty.
Após mais de dois minutos contando as fichas, Serrano comunicou ao Mundo Poker que agora contava com 618.500 fichas, que correspondiam a pouco menos de 124 big blinds em seu stack. Ele só não era o chip leader do torneio porque o conterrâneo Martin Romero o superava por pouco depois de um all in quádruplo na mesa ao lado.
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KSOP
KSOP SA: Rafael Loiola fala sobre big hit recente, carinho por Balneário Camboriú e relação com a Standard Backing
O jogador puxou US$ 410 mil recentemente jogando online
A etapa South America do KSOP, realizada em Balneário Camboriú, é uma parada muito querida por jogadores de poker de todo o Brasil, reunindo desde recreativos até profissionais renomados. Nesse quesito, um dos nomes que deu as caras nesta terça-feira e já engatou nos torneios foi Rafael Loiola.
Dono de resultados expressivos, como a vitória recente no High Roller Light e uma mesa final no Main Event do KSOP Special em 2024, além de outras retas importantes, Rafael retorna ao circuito no melhor momento da carreira. Recentemente, ele puxou impressionantes US$ 410 mil na GGPoker, o maior prêmio de sua carreira até aqui.
E para celebrar essa grande fase, Loiola escolheu justamente o KSOP para voltar a sentir a emoção do poker live, especialmente em Balneário Camboriú, cidade pela qual demonstra grande carinho:
“Eu gosto muito de estar aqui na cidade. É a minha cidade preferida do Brasil. Eu gosto muito do ambiente daqui. O evento é muito legal de jogar. Traz boas lembranças, né? A primeira vez que eu vim jogar eu fui meio deep no Main Event. Eu nem tinha a dimensão de como era. Então eu tô muito feliz, feliz com a fase, com as coisas dando certo. É muito bom estar de volta aqui”, falou.

Rafael Loiola
O maior prêmio da carreira, conquistado no dia 2 de março, foi inesquecível na carreira de Rafael. Naquela manhã de segunda-feira, ele pôde ver que está no caminho certo. Sobre isso, Loiola comentou a sensação de conquistar o resultado tão expressivo algo que, segundo ele, ainda não caiu a ficha:
“Pô, é uma loucura massa, porque é muito inesperado, né? Você não espera o que vai acontecer. Visualmente, assim, tem todo aquele momento, mas é meio inacreditável. Você só acredita quando cai na conta. E, mesmo assim, nem sabe se tá acreditando de verdade, sabe? Mas eu vinha de um segundo semestre muito bom, muito confiante em 2025. O jogador sente quando tá perto, sabe? Parece que você sabe que vai brocar alguma coisa. Eu estava chegando muito, muito perto mesmo. E aí veio a concretização de tudo aquilo que eu vinha fazendo há tanto tempo, jogando milhares de torneios.
É muita loucura. Acho que a ficha vai caindo aos poucos, ao longo dos meses. Nem deu tempo de aproveitar direito, porque já emendou. No outro dia já começava o SCOOP, então não teve comemoração nem nada. Na terça-feira eu já tava grindando normal. As coisas foram acontecendo nos dias seguintes, até tudo acalmar e eu conseguir entender melhor o que tinha acontecido. Então, é isso”, relembrou.
Assim como muitos jogadores brasileiros, Rafael Loiola faz parte de um time. No entanto, sua trajetória tem um diferencial: desde o início, ele está ligado ao Standard Backing, time internacional que aceita jogadores do mundo todo. Já são quase 10 anos de parceria, marcados por muito aprendizado e evolução:
“É meu primeiro time, sabe? Eu aprendi tudo lá. Fui formado lá. Tudo que eu tenho na vida, o que eu aprendi, devo muito a eles. Claro que tem muito esforço meu também, mas eles me deram oportunidades. É um time muito foda. As pessoas que trabalham lá são muito sérias, tem várias qualidades que eu poderia ficar aqui enumerando.
Pra quem é jogador, eles dão muito incentivo pra jogar live também. Tem muita gente que gosta desse mix entre online e ao vivo, e eles apoiam bastante isso. É um lugar muito especial pra mim. Tenho só coisas boas pra falar. E a parceria continua, né? Já vai fazer quase 10 anos e, provavelmente, vai seguir por muito mais tempo. Não pretendo sair pra outro lugar”, contou Loiola.
Classificado para o Dia 2 do Main Event do KSOP South America, Rafael deu o primeiro passo em busca de um grande título no poker ao vivo. Questionado sobre a possibilidade de usar a etapa como preparação para uma viagem a Las Vegas, o jogador revelou que o plano ainda não deve sair do papel em 2026, mas segue nos seus objetivos:
“Cara, eu até tenho muita vontade, mas acabei ficando uns três anos meio enroscado com outras coisas da vida. Tava construindo casa, tive outros planos, minha esposa engravidou, fui pai e então acabei não indo atrás disso. Esse ano eu até pensei mais sério em ir, tava com vontade, mas aí já achei que não daria tempo de tirar o visto.
Também tem a questão de logística, né? Eu moro no interior do Mato Grosso, então já dá uma preguiça desse deslocamento todo. Mas é algo que eu quero muito fazer. Acho que ano que vem eu vou. Esse ano, provavelmente, devo jogar o EPT Barcelona também. Vamos ver os próximos passos”, finalizou.

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