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Flop com quatro cartas na mesa da TV da WSOP muda desfecho de jogada e causa eliminação de jogador; veja

Ricky Landais acabou eliminado após o procedimento que teve que ser feito pela direção

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Ricky Landais (crédito: Lennart Hennig/WSOP)

Em uma série tão longa e com tanta gente envolvida como a WSOP, acaba sendo normal que alguns erros sejam cometidos. Ainda assim, é esperado que eles não ocorram nos principais torneios, como o que aconteceu hoje na série em Las Vegas. E o pior de tudo nessa situação é que a falha aconteceu em uma mesa transmitida pela WSOP.

No prestigiado US$ 10.000 GGMillion$ High Rollers, já em reta final, um flop com quatro cartas fez o torneio ter atenções não desejadas, sendo necessária a presença de um floor para resolver a situação. E não bastasse estar numa transmissão assistida por mais de 10 mil pessoas, o erro ainda influenciou o desfecho da jogada.

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A ação aconteceu após um all in pré-flop onde Ricky Landais buscava a dobra. Ele tinha AK e enfentava o A9 de James. Quando a dealer foi bater o flop, quatro cartas surgiram na mesa: . As duas últimas cartas estavam grudadas uma na outra, o que causou o erro sem querer. Obviamente, o floor foi chamado imediatamente.

A situação foi resolvida com o procedimento predeterminado: embaralhar as quatro cartas novamente e retirar uma delas, que passa a ser a queima. O ponto é que a carta que acabou sendo retirada de forma aleatória foi exatamente o K, que daria o top pair para Landais.

Para completar o caso estranho, um e um vieram no turn e no river, dando uma sequência para o jogador do A9 (ela não seria feita se o K ficasse na mesa). Após tudo isso, Ricky Landais acabou eliminado do torneio. Que situação!

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Jornalista, jogador de poker e apaixonado por esportes. Também gosta de viajar e vive para ser feliz, não necessariamente nessa ordem.

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WSOP: Francisco Baruffi fica em terceiro no Evento #15 US$ 600 PLO Deepstack e leva o maior prêmio brasileiro até aqui

O brasileiro faturou US$ 82.928 pelo bronze no torneio

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Francisco Baruffi (crédito: Migue Cortes/WSOP)

O maior prêmio brasileiro da edição de 2026 da WSOP até o momento saiu nesta quarta-feira. No nono dia da série, Francisco Baruffi anotou o primeiro “pódio” para o Brasil e conseguiu um belo resultado, anotando um ROI impressionante no Evento #15 da séro, o Pot-Limit Omaha Deepstack.

Com buy-in de US$ 600, Francisco Baruffi terminou a disputa de PLO, a especialidade da cada, com um ótimo terceiro lugar. Essa performance rendeu ao especialista de Omaha o belo prêmio de US$ 82.928, um retorno gigante para o investimento. Ele enfrentou um field de 2.636 entradas.

Classificado ontem com um bom stack, Baruffi teve um Dia Final bem consistente. Com a média do torneio sempre mais apertada, as eliminações foram acontecendo bem rápido e o brasileiro se viu na FT em pouco mais de cinco horas de jogo. Na semi, o compatriota Paulo Gini se despediu na 14ª colocação e recebeu US$ 9.338.

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Apenas no segundo torneio jogado nesta edição da série, Baruffi chegou até a decisão com um stack intermediário e conseguiu pilotar muito bem. Com torcida presente para comemorar cada pote, o brasileiro da ABPLO conseguiu acumular pay jumps e se colocou entre os líderes da competição no 5-handed.

Nessa hora, o jogo acabou apertando e os stacks ficaram mais próximos, com apenas um jogador disparando. Baruffi viu mais uma eliminação e aí o 4-handed foi dolorido. Ele dobrou o short stack em uma das mãos e passou a ser o último da tabela com a mão em questão.

Mesmo com menos de 10 blinds, o brasileiro ainda notou mais um pay jump antes de se despedir. Restando três jogadores, Baruffi tinha 6 blinds na mão derradeira. Ele abriu na blind war já indicando o all in, que se completou após o flop 722. Baruffi tinha KK93, mas o rival apresentou K962, trincado e tirando o out do K. O restante do board não ajudou o brasileiro e colocou fim a uma bela campanha.

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WSOP: Com 60 big blinds, Michael Moncek shova 83o no US$ 10k GGMillion$ High Rollers e aplica bad beat maluca; veja

O russo Nikolai Mamut certamente não ficou feliz com o acontecido na WSOP

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Michael Moncek (crédito: WSOP)

Jogar torneios mais caros nem sempre resulta nos melhores jogadores do mundo—as vezes, o diferencial é o dinheiro na conta. Michael Moncek, o “Texas Mike” é um desses jogadores conhecidos que estão presentes em torneios e cash games high stakes e, apesar de contar com bons resultados, também tem sua boa dose de loucura.

A estratégia de Moncek em vários torneios consiste em registrar perto do fim do late register e shovar quaisquer duas cartas. Embora não seja possível confirmar se foi o que ele fez no GGMillion$ High Rollers nesta terça-feira, o fato é que, jogando do UTG, ele atolou um stack de aproximadamente 60 big blinds com .

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Do small blind, o russo Nikolai Mamut decidiu engatar na ação com , no que parecia ser o spot perfeito num torneio importante da grade. O sonho virou pesadelo rapidamente: o flop trouxe e deu larga vantagem para Moncek. O turn e o river completaram o full house.

Moncek, que levantou logo após o showdown, conseguiu a dobra naquele momento. Ele avançou com um stack de 1.480.000 fichas, um dos maiores iniciando o Dia 3 do torneio. Mamut caiu na 131ª colocação, algumas boas posições antes do estouro da bolha do torneio.

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WSOP: Dimitar Danchev é o campeão do Evento #7 US$ 25k Heads Up No-Limit Hold’em Championship

Búlgaro levou o segundo bracelete; curiosamente, suas duas conquistas vieram em torneios heads-up

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Dimitar Danchev (crédito: WSOP)

A definição de um dos torneios mais notáveis da grade da WSOP Las Vegas, o US$ 25k Heads Up No-Limit Hold’em Championship, viu o búlgaro Dimitar Danchev levar o segundo bracelete de sua carreira—e curiosamente, pela segunda vez, ele saiu como campeão num torneio de heads-up.

Danchev, um conhecido jogador do cenário High Rollers que também tem excelentes resultados no poker online, passou por um field total de 128 entradas para ficar com o título do torneio. A recompensa foi o prêmio de US$ 800.000 na conta.

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O torneio conta com um dos formatos mais interessantes da série mundial e começou a premiar jogadores a partir do que seriam as “oitavas de final”. O vice-campeonato ficou com o russo Nikita Kuznetsov, que puxou US$ 528.000 com o vice.

O torneio de heads-up contou com algumas histórias interessantes. Nas quartas de final, Danchev acabou eliminando Biao Ding, que chegou até tal fase do torneio depois de recuperar uma desvantagem de 10:1 contra o canadense Daniel Negreanu. O brasileiro Renan Bruschi também se inscreveu no torneio, mas não conseguiu superar o japonês Shota Nakanishi num flush over flush.

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