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Em nova mesa final, Renan Bruschi fica com o 3º lugar no World Championship of 8-Game do WCOOP

Foi a terceira medalha de bronze do jogador gaúcho na atual série

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Renan Bruschi
Renan Bruschi

Renan Bruschi vem demonstrado que é um dos nomes a ser batido no WCOOP 2022. O grinder está enfileirando mesas finais e vem obtendo bons resultados quando alcança as decisões. Mais uma vez ele se viu presente em um 3-handed na série do PokerStars e terminou com sua terceira medalha de bronze apenas nesta edição.

Embalado após o incrível título do Evento #62-H conquistado ontem, Bruschi ainda seguiu jogando vários torneios de grade e encerrou o dia com a classificação para a mesa final do especial World Championship of 8-Game de US$ 2.1000 de buy-in. Nesta terça-feira (20), ele fez uma boa FT e recebeu um prêmio de US$ 24.072.

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O “Internett93o” utilizou o chat do torneio novamente de forma recorrente para fazer perguntas e tentar extrair informações dos adversários. Bruschi liderou a FT em boa parte do tempo, mas o jogo deu uma acirrada no 4-handed. Ele enfrentou nessa hora João Vieira “Naza114”, “roo_400” e o ucraniano “youre”.

O fundador do NeTTeam perdeu algumas fichas importantes, mas viu a eliminação de “youre”. No entanto, ele acabou se distanciando dos outros dois oponentes e se despediu do torneio quando tinha apenas cinco big blinds numa mão na modalidade Stud Hi/Lo. O algoz foi o português João Vieira.

Confira o episódio #16 do Poker de Boteco:

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WSOP

WSOP: João Simão avança para o Dia 2 do estrelado Evento #19 US$ 25.000 High Roller NLH 8-Handed

O mineiro passou com 28 blinds

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João Simão (crédito: Lennart Hennig/WSOP)

O craque João Simão vai colocar a bandeira brasileira em um Dia 2 importante nesta sexta-feira (05). Ao longo da quinta-feira, o mineiro disputou o Dia 1B do estrelado US$ 25.000 High Roller NLH 8-Handed e, ao término dos oito níveis programados, Simão se classificou para a próximo fase do torneio.

O Dia 1B teve um total de 166 entradas e foi paralisado com 53 jogadores ainda no field. João Simão terminou o dia com um stack de 282.000, quase duas vezes o stack inicial, e terá 28 blinds para a volta da competição. Na reta final do dia, ele perdeu um pote importante de KK x AA contra Jeremy Ausmus, que poderia fazer com que o brasileiro passasse ainda melhor.

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Vários nomes de peso do cenário mundial seguem na briga no torneio, Evento #19 da série. Alguns exemplos são o casal Alex e Kristen Foxen, que passaram com 737.000 e 348.000, respectivamente, Artur Martirosian (728.000), Brian Rast (532.000), Teun Mulder (501.000) e Bernhard Binder (186.000).

O Dia 2 do US$ 25.000 High Roller NLH 8-Handed está programado para ser iniciado às 12h desta sexta, 16 horas do Brasil, com o registro aberto por mais um nível. Até agora, o torneio totaliza 247 entradas, chegando a quase US$ 6 milhões de prize pool. Os prêmios serão divulgados após o fim do período de inscrição e a disputa volta nos blinds 5.000 / 10.000.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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KSOP

Rumo a Las Vegas, Cauê Martins retorna ao KSOP GGPoker em Puerto Iguazú e mira primeira participação na WSOP

O craque do Insight jogará pela primeira vez a série mundial nos Estados Unidos

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O KSOP GGPoker desembarcou mais uma vez em Puerto Iguazú, na Tríplice Fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai, para a terceira etapa da temporada 2026. Entre os nomes presentes está Cauê Martins, integrante do Insight Poker Team e multicampeão do circuito, incluindo um título conquistado justamente em outra etapa realizada na cidade.

Natural do Piauí e atualmente residente em Foz do Iguaçu, Cauê chega embalado por uma grande conquista recente: a vitória em um torneio de destaque na etapa South America. Com um evento tão próximo de casa, ele não poderia ficar de fora, ainda mais por viver um momento especial na carreira. Em breve, fará sua estreia na World Series of Poker (WSOP), em Las Vegas, após conquistar um pacote através da GGPoker.

“Ah, verdade. Foi na GG mesmo. Eu estava jogando num sábado, um pouco antes do KSOP. Inclusive, foi justamente nessa época. Era aquele torneio de US$ 54 da GG, o Bounty Hunters de US$ 1,5 milhão garantido. Do nada, abriu um envelope lá e sortearam um Bracelet Pass para os jogadores que estavam nas mesas. Foi algo muito inesperado. Eu nem sabia exatamente o que era quando li ‘Bracelet Pass’.

Aí comentei com alguns amigos e eles falaram: ‘Cara, você ganhou um pacote para jogar a WSOP em Las Vegas’. Pelo que entendi, ele dá entrada para um evento e ainda inclui alguns outros benefícios. Então foi mais ou menos assim que aconteceu.”, relembrou o jogador.

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Cauê então precisou correr atrás dos documentos necessários para a viagem. Sem passaporte e visto para os Estados Unidos, a preparação para realizar o sonho de disputar a WSOP acabou se transformando em uma corrida contra o tempo.

Após comentar sobre a situação durante uma etapa do KSOP GGPoker South America, ele recebeu uma ajuda importante de Léo Rizzo, que indicou uma profissional especializada em processos de visto. Com a assessoria adequada, tudo foi resolvido dentro do prazo.

Agora, com a viagem se aproximando, Cauê mantém o otimismo em alta e acredita estar pronto para encarar o maior palco do poker mundial. “As expectativas são as melhores possíveis. Ganhei o pacote e já estou esperando por essa viagem há quase dois meses. Graças a Deus deu tudo certo com a questão do visto e toda a documentação. Então a expectativa é muito grande, e acredito que estamos bem preparados para disputar a WSOP por lá”, afirmou.

E para controlar um pouco da ansiedade antes da viagem, Cauê vê o KSOP como uma importante preparação para a WSOP 2026. Afinal, foi justamente no circuito que ele conquistou alguns dos maiores resultados da carreira no poker ao vivo e acumulou boa parte da experiência que carrega hoje.

“Sempre ajuda, né? Jogar um torneio ao vivo antes de um evento tão grande. A cada live que a gente disputa, ganha um aprendizado novo e mais experiência. Já são quatro anos jogando o circuito do KSOP, então cada etapa acrescenta alguma coisa ao meu jogo. Acho que outro fator que pode me ajudar nos Estados Unidos é a experiência que tenho jogando online em sites com um field predominantemente americano. É um ambiente que frequento bastante e onde já consegui entender um pouco das tendências dos jogadores recreativos de lá.

Então acredito que consigo levar algumas informações que adquiri online e somar isso à experiência que já tenho no poker ao vivo. Juntando tudo isso, estou confiante de que as coisas podem dar certo”, avaliou.

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Por fim, com uma extensa programação de torneios durante o verão de Las Vegas, Cauê pretende aproveitar ao máximo a viagem. O jogador desembarca na cidade no dia 27 de junho e não ficará restrito apenas aos eventos da WSOP, incluindo também no cronograma séries realizadas em tradicionais cassinos da cidade, como Aria, Venetian e Wynn.

“Eu já tenho o buy-in do Main Event garantido, porque ele faz parte do pacote que ganhei. Mas viajar para Las Vegas para jogar apenas o Main Event seria muito pouco. A gente sempre quer aproveitar outras oportunidades também. Existem vários torneios interessantes durante esse período, inclusive muitos eventos que valem bracelete, que é algo que todo jogador de poker sonha em conquistar.

Acho que ganhar um bracelete é um dos maiores objetivos de quem joga o esporte. A programação inicial é disputar cerca de 14 torneios, contando o Main Event. Além disso, também separei uma parte do bankroll para jogar eventos paralelos em outros cassinos, como Aria e Venetian, que têm grades muito fortes e bastante atrativas. A agenda está bem cheia de torneios e, consequentemente, de oportunidades. Espero aproveitar bem cada uma delas e buscar grandes resultados durante essa experiência em Las Vegas”, concluiu.

Cauê Martins

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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KSOP

KSOP GGPoker Iguazú: Daniel Noronha trinca tarde demais e cai do Dia 1B do Prog. KO para “carrasco” argentino

Diego Andres deixou o brasileiro drawing dead no turn em coin flip

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Diego Andres

Bicampeão do ranking do KSOP GGPoker, Daniel Noronha terá que “apelar” para o último classificatório do Progressive KO da etapa de Iguazú caso queira estar no Dia 2 do torneio. Já na reta final do Dia 1B, o craque foi eliminado pelo argentino Diego Andres, jogador que estava levando a melhor em quase todas as situações naquele momento.

A situação aconteceu nos blinds 1.000 / 2.500. A mesa rodou em fold até o jogador que estava no botão e ele deu raise para 5.000 fichas. Noronha estava no small blind e rapidamente colocou todas as fichas a frente. Ele tinha cerca de 55.000 fichas, pouco mais de 20 big blinds. A cabeça dele valia R$ 2.500.

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Diego Andres, que já vinha enfrentando algumas piadas de Noronha e Ramon Pessoa por estar ganhando a maioria das mãos, começou a pensar no big blind. Noronha sentiu que a situação ia complicar e até levantou. O argentino demorou cerca de um minuto até anunciar all in cobrindo os rivais. O jogador do botão deu fold.

No showdown, o hermano mostrou contra o de Daniel. O brasileiro disse que tinha certeza que trincaria. Não aconteceu no flop e, definitivamente, não foi no turn . Daniel ficou drawing dead com a sequêndia de Diego Andres. Mas ele estava certo: a trinca veio no river . Era tarde demais. Daniel deu adeus com o famoso “perdeu com sorte”.

Daniel Noronha

Daniel Noronha

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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