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Lincon Freitas comenta fase incrível na carreira e mira resultados no WCOOP: “espero ser abençoado”

O “lincownz” do online conversou com o Mundo Poker sobre diversos assuntos

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(Crédito: Carlos Monti)

Pra quem gosta de acompanhar os resultados do poker online diariamente, já virou rotina encontrar o nick de Lincon Freitas nos principais destaques. Com uma regularidade impressionante nos últimos tempos, o “lincownz” coleciona desempenhos significativos. Por exemplo, no início desta semana, ele cravou o US$ 1.050 Daily Cooldown e levou US$ 19.538.

Um dos principais nomes do poker brasileiro nos últimos anos, o jogador do Mato Grosso do Sul, profissional há tempos, está colhendo todo o suor que dedicou ao esporte da mente. “Eu enxergo como fruto de muito trabalho e dedicação. É um momento de muita evolução na minha vida”, disse o craque.

Restando apenas duas semanas para o início do WCOOP, a Copa do Mundo do poker online, o grinder é uma das grandes esperanças de trazer resultados para o Brasil. Diferente de muitos jogadores brasileiros que estão em Barcelona para a disputa do EPT, Lincon optou por não ir, assim como fez na WSOP em Las Vegas.

Na outra oportunidade, acabou sendo uma ótima decisão e ele até ganhou o ranking mensal do High Roller Club do PokerStars. Mas ele explicou o real motivo de não estar tão presente atualmente nas grandes séries live.

“A principal delas é o Heitor, meu filho de um ano. Ele tá muito novinho, cada semana aprende muitas coisas, cresce muito rápido. E o Thomas, meu filho mais velho, de 3 anos, tá praticamente da mesma maneira. É muito difícil planejar essas viagens, minha vontade é ir em todas e levar minha família comigo, mas acho que ainda não tá na hora”, confessou o craque.

Em entrevista para o Mundo Poker, Lincon também falou sobre a expectativa para o WCOOP e o crescimento do Suits Poker Team. Ele é um dos fundadores junto com o atual Campeão Brasileiro, Saulo Sabioni. A entrada de novos sócios também deixou o grinder animado com o futuro da equipe.

Confira a entrevista completa com o craque Lincon Freitas:

Mundo Poker: O que comentar dessa grande fase que vive com uma regularidade incrível no online. Como enxerga o momento?

Lincon Freitas: “Eu enxergo como fruto de muito trabalho e dedicação. Fico muito grato por essa fase porque eu tenho muitos projetos, família, filhos, time. Não consigo focar mais 100% na minha carreira, a maioria dos profissionais focam 100% e existem jogadores muito melhores do que eu, mas estou sempre preparado e 110%. Só o topo interessa. É um momento de muita evolução na minha vida”.

MP: Faltando duas semanas para o início do WCOOP, você muda alguma coisa na preparação? Tem algo de diferente pra jogar a maior série do ano? E qual a sua expectativa?

LF: “Eu vejo mais como alguns ajustes. Minha rotina é muito intensa. Estudo muito e faço um volume relativamente bom. É um período de resolver as coisas, trabalhar muito em outros projetos para poder focar o máximo possível no grind durante a série. Por agora, eu diminuo o pouco o grind e aumento os estudos. Pela experiência que eu tenho, procuro não criar muitas expectativas. É muito difícil não querer fazer mesas finais, jogar os eventos mais caros e ser campeão mundial, mas acredito que existam mais pessoas preparadas do que eventos pra ganhar. Além de estar preparado e fazer tudo da melhor maneira possível, as coisas tem que dar certo. Espero ser abençoado também nessa série”.

MP: Você deixou de ir para a WSOP para focar no online e deu muito certo. Você fez a mesma coisa agora com o EPT Barcelona?

LF: “Realmente acabei focando e deu muito certo mesmo, mas gostaria de ter ido para a WSOP. Muitas coisas me fizeram desistir. A principal delas é o Heitor, meu filho de um ano. Ele tá muito novinho, cada semana aprende muitas coisas, cresce muito rápido. E o Thomas, meu filho mais velho, de 3 anos, tá praticamente da mesma maneira. É muito difícil planejar essas viagens, minha vontade é ir em todas e levar minha família comigo, mas acho que ainda não tá na hora. Por enquanto vou focar no online e mais pra frente, se Deus quiser, começar a correr o circuito mundial”.

MP: Como que você vê o trabalho no Suits e a evolução da turma?

LF: “É o projeto da nossa vida, um sonho que eu e o Saulo realizamos juntos com todos os envolvidos do time. É uma família. Muitos jogadores estão com a gente desde o começo praticamente. Sempre estamos buscando evolução, se profissionalizando, pensando sempre no futuro, se fortalecendo. Hoje contamos com o Guilis (Guilherme Garcia), nosso sócio, recentemente teve a chegada do Pantoja, que é um cara incrível, pra nos fortalecer em todas as áreas. Nosso time High é muito forte, o time principal vem numa evolução incrível e já estamos na segunda turma do micro. Acredito muito nesse projeto”.

MP: Você que tá acostumado com os MTTs mais caros, quais são os seus rivais do online que você admira e aprende jogando contra?

LF: “Diariamente nos high stakes são as mesmas pessoas jogando. Ali na mesa eu conheço todo mundo, cada jogador tem suas tendências, suas vantagens. Alguns mais conhecidos, mais admirados, outros nem tanto. Mas eu admiro e respeito todos meus adversários. Os que me chamam mais atenção e consequentemente acabo aprendendo são os jogadores criativos. Acho que os melhores do Brasil batem de frente com jogadores de qualquer lugar. Estamos muito bem representados”.

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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