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De cinema: 72o de Rafael Régis quebra JJ de Igor Dal Bo em mão épica na bolha da mesa final do Main Event do KSOP SA

A jogada chamou muito atenção de todos no salão do Expocentro

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A mesa final do Main Event do KSOP South America foi formada em uma mão pra lá de épica, envolvendo duas combinações que geram muita piada entre jogadores do mundo todo: 72 x JJ. Pior para Igor Dal Bo, que levou a pior contra Rafael Régis nessa batalha.

Nos blinds 25.000 / 50.000, Rafael Régis, dono de um dos maiores stacks da reta, resolveu pressionar com do small blind. Igor Dal Bo, com seis blinds, pagou com , de forma tranquila para seguir no jogo.

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Todos em volta da mesa riram da situação, enquanto Dal Bo se mantinha tranquilo. Mas o que ele não esperava era que o flop fosse um verdadeiro terror: , dando dois pares para Rafael Régis. Nesse momento, só um milagre salvaria Igor Dal Bo da eliminação.

A jogada seguiu com o turn , que não mudou absolutamente nada a situação. Restava o river, que logo foi revelado para todos em volta da mesa. O completou o board e eliminou Igor do torneio na 10ª colocação, formando assim a mesa final do Main Event.

Confira abaixo:

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KSOP GGPoker Iguazú: Ignácio Carriez derrota Matias Sayavedra em Heads-Up longo e é o grande campeão do Warm-Up

O chileno embolsou R$ 55 mil

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O KSOP GGPoker costuma receber jogadores de toda a América Latina, além de coroá-los com títulos importantes no circuito. Em Puerto Iguazú, isso não está sendo diferente. Nesta quinta-feira, o chileno Ignácio Carriez foi quem brilhou nas mesas ao conquistar o título do Warm-Up.

Natural da cidade de Concepción, no Chile, o jogador viajou para a etapa argentina acompanhado de amigos e deixou sua marca logo nos primeiros dias da série. Ignácio superou um field de 320 entradas no torneio de buy-in R$ 1.000 para conquistar o troféu e R$ 55.000.

O chileno celebrou bastante o primeiro título no circuito: “muito feliz. É sempre importante começar ganhando no primeiro torneio. O lugar está perfeito”, comentou o campeão após a conquista.

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Na mesa final, Ignácio Carriez teve pela frente adversários qualificados de diferentes países da América do Sul. O chileno superou nomes como Matias Sayavedra, Francisco Belaustegui, Matias Sandoval e o brasileiro Thiago De Camargo Cezar até confirmar o título do Warm-Up no KSOP GGPoker Iguazú.

Ignácio também destacou a importância de representar o Chile em uma etapa tão prestigiada do circuito, principalmente com tantos compatriotas presentes no torneio. “Excelente. Havia outros chilenos na mesa final também. Dois chilenos. E, no total, há três no evento, então estamos muito bem representados”, comentou o campeão.

Uma das mãos mais marcantes do torneio foi a bad beat aplicada por Ignácio contra Valeria Viviana ainda nos momentos decisivos da competição. Já na mesa final, o chileno mostrou grande domínio e chegou a dar a impressão de que fecharia o heads-up de forma rápida.

No entanto, Matias Sayavedra vendeu muito caro a derrota. O argentino reagiu no duelo decisivo, chegou a virar o confronto em determinado momento e deu bastante trabalho ao futuro campeão antes da definição do título.

Após conquistar o Warm-Up, Ignácio já projetou os próximos desafios na etapa argentina. “Vou engatar no Main Event e, se nada der certo, o Championship de R$ 15.000 será o meu foco total”, finalizou o chileno.

Confira a premiação da mesa final:

1º – Ignacio Alfredo Cardenas Carriez (Chile) – R$ 55.000
2º – Matias Ivan Sayavedra (Argentina)– R$ 43.000
3º – Francisco Javier De Belaustegui (Argentina)– R$ 27.000
4º – Matias Daniel Cifuentes Sandoval (Chile) – R$ 21.000
5º – Thiago De Camargo Cezar – R$ 15.500
6º – Raul Fernando Genz – R$ 11.500
7º – Marcos Henrique De Araujo Martins – R$ 8.500
8º – Hernando Luis Fuentes Lacayo (Bolívia) – R$ 6.500
9º – Fernando Machinesque – R$ 5.400

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Rumo a Las Vegas, Cauê Martins retorna ao KSOP GGPoker em Puerto Iguazú e mira primeira participação na WSOP

O craque do Insight jogará pela primeira vez a série mundial nos Estados Unidos

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O KSOP GGPoker desembarcou mais uma vez em Puerto Iguazú, na Tríplice Fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai, para a terceira etapa da temporada 2026. Entre os nomes presentes está Cauê Martins, integrante do Insight Poker Team e multicampeão do circuito, incluindo um título conquistado justamente em outra etapa realizada na cidade.

Natural do Piauí e atualmente residente em Foz do Iguaçu, Cauê chega embalado por uma grande conquista recente: a vitória em um torneio de destaque na etapa South America. Com um evento tão próximo de casa, ele não poderia ficar de fora, ainda mais por viver um momento especial na carreira. Em breve, fará sua estreia na World Series of Poker (WSOP), em Las Vegas, após conquistar um pacote através da GGPoker.

“Ah, verdade. Foi na GG mesmo. Eu estava jogando num sábado, um pouco antes do KSOP. Inclusive, foi justamente nessa época. Era aquele torneio de US$ 54 da GG, o Bounty Hunters de US$ 1,5 milhão garantido. Do nada, abriu um envelope lá e sortearam um Bracelet Pass para os jogadores que estavam nas mesas. Foi algo muito inesperado. Eu nem sabia exatamente o que era quando li ‘Bracelet Pass’.

Aí comentei com alguns amigos e eles falaram: ‘Cara, você ganhou um pacote para jogar a WSOP em Las Vegas’. Pelo que entendi, ele dá entrada para um evento e ainda inclui alguns outros benefícios. Então foi mais ou menos assim que aconteceu.”, relembrou o jogador.

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Cauê então precisou correr atrás dos documentos necessários para a viagem. Sem passaporte e visto para os Estados Unidos, a preparação para realizar o sonho de disputar a WSOP acabou se transformando em uma corrida contra o tempo.

Após comentar sobre a situação durante uma etapa do KSOP GGPoker South America, ele recebeu uma ajuda importante de Léo Rizzo, que indicou uma profissional especializada em processos de visto. Com a assessoria adequada, tudo foi resolvido dentro do prazo.

Agora, com a viagem se aproximando, Cauê mantém o otimismo em alta e acredita estar pronto para encarar o maior palco do poker mundial. “As expectativas são as melhores possíveis. Ganhei o pacote e já estou esperando por essa viagem há quase dois meses. Graças a Deus deu tudo certo com a questão do visto e toda a documentação. Então a expectativa é muito grande, e acredito que estamos bem preparados para disputar a WSOP por lá”, afirmou.

E para controlar um pouco da ansiedade antes da viagem, Cauê vê o KSOP como uma importante preparação para a WSOP 2026. Afinal, foi justamente no circuito que ele conquistou alguns dos maiores resultados da carreira no poker ao vivo e acumulou boa parte da experiência que carrega hoje.

“Sempre ajuda, né? Jogar um torneio ao vivo antes de um evento tão grande. A cada live que a gente disputa, ganha um aprendizado novo e mais experiência. Já são quatro anos jogando o circuito do KSOP, então cada etapa acrescenta alguma coisa ao meu jogo. Acho que outro fator que pode me ajudar nos Estados Unidos é a experiência que tenho jogando online em sites com um field predominantemente americano. É um ambiente que frequento bastante e onde já consegui entender um pouco das tendências dos jogadores recreativos de lá.

Então acredito que consigo levar algumas informações que adquiri online e somar isso à experiência que já tenho no poker ao vivo. Juntando tudo isso, estou confiante de que as coisas podem dar certo”, avaliou.

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Por fim, com uma extensa programação de torneios durante o verão de Las Vegas, Cauê pretende aproveitar ao máximo a viagem. O jogador desembarca na cidade no dia 27 de junho e não ficará restrito apenas aos eventos da WSOP, incluindo também no cronograma séries realizadas em tradicionais cassinos da cidade, como Aria, Venetian e Wynn.

“Eu já tenho o buy-in do Main Event garantido, porque ele faz parte do pacote que ganhei. Mas viajar para Las Vegas para jogar apenas o Main Event seria muito pouco. A gente sempre quer aproveitar outras oportunidades também. Existem vários torneios interessantes durante esse período, inclusive muitos eventos que valem bracelete, que é algo que todo jogador de poker sonha em conquistar.

Acho que ganhar um bracelete é um dos maiores objetivos de quem joga o esporte. A programação inicial é disputar cerca de 14 torneios, contando o Main Event. Além disso, também separei uma parte do bankroll para jogar eventos paralelos em outros cassinos, como Aria e Venetian, que têm grades muito fortes e bastante atrativas. A agenda está bem cheia de torneios e, consequentemente, de oportunidades. Espero aproveitar bem cada uma delas e buscar grandes resultados durante essa experiência em Las Vegas”, concluiu.

Cauê Martins

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KSOP GGPoker Iguazú: Daniel Noronha trinca tarde demais e cai do Dia 1B do Prog. KO para “carrasco” argentino

Diego Andres deixou o brasileiro drawing dead no turn em coin flip

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Diego Andres

Bicampeão do ranking do KSOP GGPoker, Daniel Noronha terá que “apelar” para o último classificatório do Progressive KO da etapa de Iguazú caso queira estar no Dia 2 do torneio. Já na reta final do Dia 1B, o craque foi eliminado pelo argentino Diego Andres, jogador que estava levando a melhor em quase todas as situações naquele momento.

A situação aconteceu nos blinds 1.000 / 2.500. A mesa rodou em fold até o jogador que estava no botão e ele deu raise para 5.000 fichas. Noronha estava no small blind e rapidamente colocou todas as fichas a frente. Ele tinha cerca de 55.000 fichas, pouco mais de 20 big blinds. A cabeça dele valia R$ 2.500.

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Diego Andres, que já vinha enfrentando algumas piadas de Noronha e Ramon Pessoa por estar ganhando a maioria das mãos, começou a pensar no big blind. Noronha sentiu que a situação ia complicar e até levantou. O argentino demorou cerca de um minuto até anunciar all in cobrindo os rivais. O jogador do botão deu fold.

No showdown, o hermano mostrou contra o de Daniel. O brasileiro disse que tinha certeza que trincaria. Não aconteceu no flop e, definitivamente, não foi no turn . Daniel ficou drawing dead com a sequêndia de Diego Andres. Mas ele estava certo: a trinca veio no river . Era tarde demais. Daniel deu adeus com o famoso “perdeu com sorte”.

Daniel Noronha

Daniel Noronha

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