Geral
Ueltom Lima não vê influência para o Brasil após mudança drástica na lei do poker online alemão: “modelos diferentes”
O presidente da CBTH disse que a entidade vai acompanhar de perto o caso
Uma das principais notícia da semana no mundo do poker foi uma mudança na lei que rege o poker online alemão e caiu como uma verdadeira bomba. A partir de ontem (01), os sites de poker vão ter que repassar uma taxa de 5,3% de todos os buy-ins efetuados. O mesmo serve para os jogos de azar online, as famosas máquinas caça-níqueis.
Com essa regra em andamento, já teve site que abandonou as operações na Alemanha, como o Unibet. O PokerStars fez um anúncio oficial e tirou do ar algumas opções de jogos, como os cash games mais caros, alguns torneios da grade e até limitou as mesas de Spin & Go para no máximo US$ 50, além de aumento de rake para compensar a medida.
Um trecho da notícia no blog até fala que o caso “dificulta muito o oferecimento do jogo online no país”. Além das restrições impostas pelos sites para combater a nova lei, ainda corre o risco até de outras plataformas saírem do mercado como fez a Unibet. Os próprios jogadores profissionais de lá, agora limitados, podem também fazer o caminho de se mudar para outro país.
O acontecimento na Alemanha gerou dúvida em muitos jogadores brasileiros, que perguntaram para o Mundo Poker se algo semelhante poderia acontecer no Brasil. Por isso, fomos atrás de Ueltom Lima, presidente da CBTH (Confederação Brasileira de Texas Hold’em) para conversar sobre o assunto.
“Pra mim é muito recente isso, fiquei sabendo ontem. Algumas pessoas me procuraram para falar sobre isso e eu encaminhei para o Bill (Alberoni Castro, diretor da CBTH), para o pessoal da CBTH, para a gente levantar informações e saber do que se tratava”, disse Ueltom. No entendimento do presidente, os jogadores brasileiros não precisarão se preocupar com fato novo.
“É muito difícil responder isso. O Brasil tem a sua própria especificidade. O fato é que o que aconteceu na Alemanha não é um influenciador, na minha opinião, daquilo que é feito na legislação brasileira. Os modelos são completamente diferentes. Diferente de outros lugares do mundo, o jogo é regulamentado em outros lugares”.
“No Brasil, o caminho da existência do poker não é o mesmo caminho que foi feito em outros lugares. O poker não se enquadra na legislação brasileira que proíbe os jogos, porque é uma legislação que proíbe os jogos de azar. Pelo fato do poker não ser isso, o poker automaticamente não é proibido, então você não tem uma regulamentação específica como tem em outros lugares, não dá para ter uma referência exata sobre isso”, clareia Lima.
O que a comunidade internacional do poker entende é que a medida do governo alemão foi para beneficiar os cassinos locais. Assim, Ueltom não enxerga muitas chances de algo parecido acontecer neste momento aqui, até porque o Brasil não possui cassinos e nem permite jogos de azar. “Não acredito que isso que aconteceu na Alemanha possa influenciar na legislação brasileira, mas é super importante a gente saber o que se passou por lá”, reitera, por fim, o presidente.
Para comprar e vender seus créditos de poker, indicamos a ROYALpag.com. Compre e receba em 5 minutos!
Confira o episódio #10 do Depois do River:
Geral
Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating
Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.
Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.
Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.
Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.
No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.
Assista:
$1 MILLION POT!!! 💰💰💰
QUADS vs FULL HOUSE 😱@Mister_Keating ends the night in the most Alan Keating way possible pic.twitter.com/B0ZphXNRJ2
— Hustler Casino Live (@HCLPokerShow) May 15, 2026
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
Geral
Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”
A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
Geral
Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K
O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.
O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.
LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”
Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.
Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
-
Geral4 dias agoKelvin Kerber se junta a seleto grupo de brasileiros com ganhos acima de US$ 5 milhões no poker ao vivo
-
EPT6 dias agoVice de Kelvin Kerber deixa Samba a apenas um passo de back-to-back histórico no EPT Monte Carlo
-
EPT7 dias agoKelvin Kerber quebra barreira do big hit por três vezes em 2026 em sequência insana iniciada no final do ano passado
-
Triton Series1 dia agoJoão Simão avança para o Dia Final do valioso US$ 40K NLH Mystery Bounty da Triton Series Montenegro; confira o chip count
-
Triton Series2 dias agoDaniel Dvoress crava o Evento #01 US$ 25K na Triton Montenegro e completa o Tridente com títulos de NLH, PLO e Short Deck
-
Triton Series3 dias agoAlex Foxen encara linha diferente de Alisson Piekazewicz na Triton, leva a melhor e sai com pote de 100 blinds
-
EPT6 dias agoRoman Stoica conquista título do Main Event no EPT de Monte Carlo e garante maior forra da carreira
-
WSOP3 dias agoJacques Ortega ganhou o maior prêmio brasileiro na WSOP Las Vegas em 2025 em torneio que terminou de forma polêmica; relembre







