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Shaun Deeb fala sobre amizade com Phil Hellmuth e cutuca prestígio do Poker Players Championship: “é um insulto”
O jogador deu uma longa entrevista ao site Poker.Org e falou sobre vários assuntos
Recentemente, Phil Hellmuth fez críticas ao título de “Jogador do Ano” da WSOP conquistado por Shaun Deeb, e o assunto acabou ganhando proporções maiores após declarações de ambos os lados, com direito até a pedidos de desculpas do recordista de braceletes. Diante da repercussão, o site Poker.Org entrevistou Deeb e abordou pontos interessantes sobre a polêmica.
Em conversa com o jornalista Craig Tapscott, Deeb comentou inicialmente sobre a opinião de Hellmuth e admitiu ter ficado bastante chateado, principalmente por ser amigo do “Poker Brat”. Questionado se, com o tempo, havia compreendido as intenções do rival, ele respondeu:
“Entendo o ponto de vista do Phil sobre as pessoas acharem que o Grinder deveria ter vencido. Mas, primeiro, quero focar nas mentiras. Phil disse que muitos dos meus amigos estavam comentando que eu teria ficado envergonhado por ganhar. Ele falou com uma pessoa, meu amigo Matt Glantz. O Matt me disse: ‘De forma alguma eu diria que você ficou envergonhado de vencer o POY. Eu te conheço há tempo demais para isso. Você nunca ficou envergonhado por nada no poker.’ Essa é uma afirmação muito verdadeira. Sei que as pessoas lembram do Ladies Event e de outras polêmicas em que estive envolvido. Eu não fujo de drama, mas também não me importo com a imagem ou opinião que as pessoas têm de mim. Isso nunca importou muito para mim, se é que importou.”
Sobre a amizade entre os dois, Deeb garantiu que nada mudou: “você me conhece e conhece o Phil. Posso tirar sarro dele agora e brincar quando nos encontrarmos nos próximos meses. Ele continua sendo um dos meus amigos. Ele me ligou há algumas noites para falar sobre outra coisa, e meu filho mal podia esperar para conversar com ele no telefone. Eu adoro esse tipo de coisa.”
Outro ponto interessante levantado pelo jornalista foi sobre quais seriam os torneios mais difíceis da WSOP, especialmente em relação ao Poker Players Championship (PPC). Esse, inclusive, foi um dos principais argumentos usados por Phil Hellmuth para defender que Michael Mizrachi merecia o título de “Jogador do Ano”, já que venceu o PPC e o Main Event. Porém, Shaun Deeb discordou.
Defendendo sua conquista no evento de US$ 100.000 de PLO, ele afirmou que esse foi, sim, o torneio mais difícil: “Claro. O US$ 100K PLO tinha um buy-in mais alto, mais jogadores e um field muito mais duro. Se você olhar para o ROI do melhor jogador de PLO, ele é muito menor que o maior ROI no PPC. O PPC é um torneio de nine-game mix, então muitas pessoas não dominam todos os jogos. Já o evento de PLO reuniu verdadeiros assassinos, especialistas entre os especialistas.
Não é uma crítica a quem vence o PPC. Eu adoraria ganhar o PPC ou qualquer bracelete. Mas o Phil, na cabeça dele, está convencido de que esse é o mais prestigioso. E, sabe, há 10 ou 15 anos até era, porque não existiam eventos de NLH ou PLO com buy-ins de 25k, 50k, 100k ou 250k.”
Com os buy-ins cada vez mais altos na WSOP, Deeb encerrou esse trecho da entrevista demonstrando personalidade ao defender os torneios mais caros e seus regulares, mas sem deixar de reconhecer o valor do Poker Players Championship:
“Claro que é. E o PPC continua sendo muito respeitado na comunidade dos jogos mistos. Mas dizer que ele é o segundo maior torneio do verão é simplesmente um insulto a todos os outros que jogam os torneios high stakes.”
Confira o MundoTV Cast #74 com Matheus Rocha:
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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating
Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.
Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.
Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.
Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.
No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.
Assista:
$1 MILLION POT!!! 💰💰💰
QUADS vs FULL HOUSE 😱@Mister_Keating ends the night in the most Alan Keating way possible pic.twitter.com/B0ZphXNRJ2
— Hustler Casino Live (@HCLPokerShow) May 15, 2026
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”
A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K
O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.
O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.
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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.
Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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