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Saiba como um JJ e Chris Moneymaker mudaram a carreira de uma das grandes estrelas do futebol americano

Pat McAfee atuou oito temporadas no Indianopolis Colts e jogou um Super Bowl

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Pat McAfee

Pat McAfee, um dos principais “punters” desse século da NFL, teve uma jornada bem sucedida no tradicional Indianapolis Colts. Foram oito temporadas vestindo as cores azul e branco e atuando no famoso Lucas Oil Stadium. O ex-jogador, hoje um comentarista de sucesso dos canais ESPN, já reconheceu em diversas entrevistas que o poker contribuiu imensamente com a carreira dele no esporte.

Vindo de uma família da classe operária, McAfee se formou na escola em 2005 e havia obtido uma oferta de bolsa para a Kent State University, a segunda maior do estado de Ohio. Mas Pat recebeu uma ligação inesperada um mês antes do “Signing Day”, o dia em que um aluno do último ano ensino médio pode assinar uma carta de intenções vinculativa para um esporte universitário com uma escola membro da NCAA (National Collegiate Athletic Association).

McAfee foi convidado para participar de uma competição de chutes, basicamente um teste para a posição de kicker. Era um evento voltado para atletas que já haviam conquistado uma bolsa de estudos, uma espécie de showroom das faculdades, mas um lugar cheio de olheiros. O único problema é que aconteceria em Miami, na Flórida, e ele morava numa cidade da Pensilvânia. O custo da passagem era de US$ 1.500.

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“Meu pai mandou eu me f****”, contou Pat em um podcast quando pediu para os pais o dinheiro. Como o filho já havia garantido uma bolsa de estudos, eles não viam sentido nesse gasto. Mas McAfee viu essa competição como uma grande oportunidade e não se deu por vencido. Eis que o poker teve um pedaço crucial na história de vida do punter.

“Em 2005, nessa época, a WSOP era gigante, passava na ESPN, todos nós assistíamos. Tinha um cara chamado Chris Moneymaker”, fala do campeão do Main Event de 2003. “Era um cara trabalhador, classe média, e se tornou um milionário do dia para a noite. Toda a minha galera começou a jogar poker porque a gente achou que era um meio de ganhar dinheiro e ficar rico. Eu me tornei um bom jogador de poker”, diz McAfee.

McAfee comanda o “The Pat McAfee Show” na ESPN atualmente

Depois da negativa do dinheiro, Pat ficou sabendo de um cash game dos amigos do pai dele no porão de um restaurante italiano. Era um jogo mais caro do que ele estava acostumado. Um amigo emprestou US$ 100 e o corajoso jogador se aventurou. McAfee voltou para casa de madrugada com US$ 1.400 e entregou o dinheiro para o pai, acordado para trabalhar. A família completou os US$ 100 que faltavam.

Pat ganhou um potaço de US$ 1.800 logo de cara depois de acertar um full house com JJ em um board dobrado com dois 9. Ele não quis sair do jogo imediatamente e acabou perdendo parte desse lucro, mas o objetivo foi concluído. Ele conseguiu a viagem para Miami e simplesmente foi o grande vencedor da competição de kickers.

McAfee acertou nove chutes consecutivos de 25, 30, 35, 40, 45, 50, 55, 60 e 65 jardas. No dia seguinte, ele recebeu a ligação de que havia ganhado uma bolsa para a West Virginia University, uma universidade mais conceituada e também mais representativa em esportes do que a Kent State. Foi assim que o então kicker, através do poker, se tornou um dos grandes punters da história dos Colts. Um JJ divisor de águas.

Confira o Episódio #61 do Poker de Boteco com Camila Kons:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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