Geral
O que está ao meu alcance para transformar o mundo em um lugar mais agradável e amistoso para as mulheres?
Thalya Vivian escreve reflexão no Dia Internacional da Mulher
Por Thalya Vivian, social media do Mundo Poker
Não foram poucas as matérias e notícias nesses primeiros 2 meses do ano que denunciam a violência contra a mulher. A misoginia, que nada mais é que o ódio ou aversão as mulheres, se revela em todos os níveis e esferas sociais. E no poker não é diferente.
Piadinhas bobas, comentários sobre o corpo feminino e falas machistas são constantemente “reclamações” de mulheres. Ao longo dos 10 anos que trabalho no poker, foram inúmeras as agressões que sofri ou que soube que outras mulheres sofreram.
Constantemente nossa capacidade é colocada em xeque. Temos que provar que somos nós mesmas que estamos tomando as decisões quando o jogo é online, por exemplo.
Fato é que essas situações acabam prejudicando a saúde mental da mulher. Como se o poker em si só não fosse um desafio mental dificílimo por si só, nós ainda precisamos enfrentar a barreira de provar que somos nós conquistando os resultados.
Já foi declaração pública da Lali Tournier, que um dos motivos de fazer as lives na Twitch era esse, mostrar que era ela jogando. Bárbara Akemi revelou no podcast do Papo de Coroa que se sentiu pressionada a transmitir uma reta ou mesa final importante para provar que não estava sendo ghosteada.
Para além disso, ouvimos que não somos competitivas o suficiente. Mas será mesmo? Uma pesquisa traduzida pela IBOPE Repucom, realizada de 2020 a 2024, concluiu que o interesse das mulheres no esporte no geral, foi o dobro se comparado aos dos homens no mesmo período.
Será que então não somos competitivas suficientemente? Ou será que ainda é necessário transformarmos o ambiente do poker mais amigável para as mulheres?
LEIA MAIS: Relembre 20 momentos marcantes do poker feminino brasileiro na linha do tempo do Mundo Poker
Alimentar a ideia de potência das mulheres e criar espaços seguros para a participação delas no esporte é o caminho para que mais mulheres se sintam confortáveis para sentar em uma mesa de poker. Ações de grandes eventos em divulgar que estão comprometidos a realizar um ambiente saudável e seguro para elas pode trazer a segurança que muitas precisam para tomar a coragem de sentar à mesa.
Saber que estaremos amparadas pela organização, em qualquer situação de constrangimento, desrespeito ou invasão de privacidade, ajudará a nos sentir seguras.
Talvez pareça muito óbvio para muitos: “é lógico que a organização estará junto com a mulher em caso de desrespeito”, mas não é não. Para a mulher iniciante, que se interessa, mas não tem noção de como funciona um evento, trará consigo muitos medos carregados por violências causadas pela sociedade fora do poker. Então sim, precisamos ter torneios femininos, precisamos ter ações focadas em mostrar a mulher que a organização estará ao lado dela.
Para quem está cansado de ouvir a mesma “ladainha” de sempre imagine para nós, que abrimos todos os dias o noticiário com inúmeras matérias de violência. Nós também estamos cansadas, mas não temos a opção de parar de lutar.
Para esse Dia Da Mulher, talvez o maior presente que vocês possam nos dar, é o de autoanálise, nas suas ações e nos seus pensamentos! Para esse dia das mulheres, para além de flores, se pergunte: o que está ao meu alcance para transformar o mundo, seja do poker ou fora dele, um lugar mais agradável e amistoso para as mulheres?
Confira o Poker de Boteco #129 com Michel Arane:
Geral
Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating
Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.
Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.
Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.
Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.
No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.
Assista:
$1 MILLION POT!!! 💰💰💰
QUADS vs FULL HOUSE 😱@Mister_Keating ends the night in the most Alan Keating way possible pic.twitter.com/B0ZphXNRJ2
— Hustler Casino Live (@HCLPokerShow) May 15, 2026
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K
O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.
O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.
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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.
Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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