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Monstro do poker mineiro, Rafael Caiaffa fala de hits recentes, parceria de João Simão e elogia Sierra: “trabalho importante”

O torcedor do Galo abriu o jogo durante a realização do evento comemorativo

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O salão do Minas Tênis Clube II, local onde acontece o evento comemorativo dos 10 anos do Sierra, está bastante lotado. Vários jogadores importantes têm passado para prestigiar, incluindo alguns dos maiores nomes do poker de Minas Gerais. E, por aqui, uma unanimidade é Rafael Caiaffa, que já construiu um grande legado e que, recentemente, voltou a brilhar com hits gigantes no online.

Hoje em dia aposentado da vida profissional de jogador – mas nem tanto assim – Caiaffa abriu o jogo sobre diversos assuntos durante a passagem pelo evento de R$ 1 milhão. Como não poderia deixar de ser, os hits recentes não passaram batido e o jogador explicou o motivo da aparição enorme e tantos resultados positivos, como o título da GGOC de mais de US$ 100K e a FT do Super MILLION$, para mais de US$ 300K:

“Hoje a grande vantagem do poker pra mim é jogar quando eu quiser. De vez em quando me dá uns estalos ‘quero jogar poker, quero jogar poker’, fico na vontade de jogar. Antigamente, já no final da minha carreira, eu já tava no piloto automático. Eu não tinha essa vontade, fazia por fazer. Conseguia os resultados porque eu jogo bem, tinha vantagem sobre o field. Agora que eu não sou mais profissional, eu posso escolher os torneios e isso é mais gostoso, muito prazeroso”, contou o jogador.

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Mas só querer jogar não é suficiente para conseguir bater os níveis mais altos do poker online. Para conseguir encarar as feras do poker mundial, Caiaffa, além da sua própria capacidade já conhecida, teve a parceria e auxílio de dois grandes amigos, incluindo o bicampeão da WSOP João Simão. Ele também falou sobre o bom momento:

“Eu continuo sabendo jogar, não esqueci, e tenho amigos bons como o Matheus Pimenta e o João Simão que me atualizam o tempo inteiro da dinâmica atual do poker. O esporte é cíclico, tá sempre tendo coisas novas, tendências novas. Por isso voltei a jogar, tive essa vontade. Fui jogar a série do GG e tive excelentes resultados. Acabei desistindo de Vegas por um motivo pessoal, mas aí teve esse torneio e vim com uma baita vontade de jogar. Disputar, quebrar a cabeça, raciocinar”, explica.

No Sierra, Caiaffa conseguiu a classificação para o Dia 2 do Main Event e está vivo na luta pelo prêmio de quase R$ 160 mil destinados ao campeão. Mesmo não sendo figura tão frequente nos torneios menores, trabalho que Caiaffa coloca como fundamental para o poker mineiro crescer, o jogador fez questão de elogiar toda a estrutura que o Sierra conseguiu montar.

Rafael Caiaffa construindo seu castelo no Main Event do Sierra

“Eu sou acostumado a jogar mais caro, então torneio de muitos dias não costumam me pegar muito. Mas esse é um trabalho muito importante, que foi bem feito durante todo esse tempo. Eles estão colhendo os frutos agora. Esse torneio tá maravilhoso, a estrutura maravilhosa. Você vai pra fora e não vê uma estrutura dessa, até no quesito de beleza do salão. Então tá bem legal, o povo mobilizado. Parece que vão conseguir fazer grandes torneios em sequência”, fala.

O respeitado jogador ainda continuou: “o Poker de Minas Gerais, por incrível que pareça, não é tão desenvolvido quanto outros estados. E digo porque não tem grandes torneios aqui, inclusive de séries nacionais. Não lembro a última vez que teve um torneio tão grande quanto esse. Eu acho que o Sierra se estruturando igual eles estão, fazendo as parcerias certas e com gente séria como as que estão no comando, a tendência é crescer e fazer mais torneios desse tipo”, define.

Samantha Caiaffa

O ritmo de grind pode ter diminuído, mas Rafael ainda tem histórias para contar. Ele já foi membro da seleção mineira de poker e representou o estado, papel que hoje sua irmã, Samantha, também desempenha. Ele falou sobre o tema: “nossa família sempre foi engajada com o jogo em geral. O poker veio depois até. Eu fui profissional durante muitos anos, a Samantha não é profissional, mas joga há muito tempo. E é muito legal representar seu estado em um torneio”, descreveu.

Animado com a chance de continuar vendo o poker mineiro crescer e torcendo para que hajam outros torneios assim, o craque de Belo Horizonte, que já diminuiu novamente o ritmo no poker online, revelou: “eu não vou parar de jogar. Mas vou jogar menos que o normal. Quando der vontade, eu jogo. Mas no ao vivo eu vou aparecer bastante”, finaliza Caiaffa.

Confira a entrevista completa com o craque mineiro:

Confira o episódio #12 do Poker de Boteco:

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Poker do Carneirinho: aniversário de Pedro Cassar vira grande evento de poker com R$ 500 mil garantidos no fim de maio no Rio de Janeiro

O evento acontece de 27 a 31 de maio no Hotel Nacional, com torneios e mesas de cash game

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O mês de maio será de muitos eventos de poker pelo Brasil e um deles promete ser uma verdadeira festa em comemoração ao aniversário de um carismático jogador carioca: Pedro Cassar, mais conhecido como “Carneirinho” na comunidade brasileira.

O empresário, recreativo bastante presente nos diversos eventos, vai comemorar seus 31 anos da melhor forma possível, sediando o evento “Poker do Carneirinho” entre os dias 27 e 31 de maio, no luxuoso Hotel Nacional. Serão R$ 500.000 garantidos em premiações.

O aniversário de Pedro vem em um momento espetacular. O carioca chega com vários títulos importantes conquistados recentemente e traz uma parceria especial da BetMGM, uma das maiores casas de apostas do mundo e patrocinadora oficial do evento de Cassar.

Carneirinho vai receber os amigos com torneios e cash games. Nas competições valendo troféu, quem abre os trabalhos será o Boas-Vindas B-Day, com R$ 2.000 de buy-in e R$ 100.000 garantidos, às 18h do dia 27. No mesmo dia, os jogadores terão turbinhos Night de R$ 500, em três dias e evento.

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O carro-chefe do aniversário será o High Roller do Carneirinho, que chega com R$ 10.000 de buy-in e R$ 300.000 garantidos, começando na quinta às 16h e com inscrições até às 22h45. A grade também terá o Seeeextou, com buy-in de R$ 1.500 e R$ 50.000 garantidos, e o Little Lamb Experience, que chega com R$ 50.000 garantidos, buy-in de R$ 1.000 e add-ons.

Como citado acima, o evento terá mesas de cash game rolando a todo momento. O aniversariante, é claro, estará presente todos os dias nelas. Serão mesas de Omaha 5: R$ 25 / R$ 50, botão R$ 100; R$ 25 / R$ 50, botão R$ 200; e “quem puxa deixa” R$ 500. Já no Texas Hold’em, os jogos serão R$ 50 / R$ 100, R$ 100 / R$ 200 e R$ 100 / R$ 200, com o vencedor deixando R$ 500.

Para mais informações sobre hospedagem, aéreo e hotel, basta entrar em contato pelo número (21) 96836-9000, reservar sua vaga e poder comemorar com o amigo Pedro Cassar, gritando: “É TUDO DO CARNEIRINHO” nessa grande festa!

Confira abaixo:

Confira o Poker de Boteco #137 com Kaio Camargo:

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Jogador que sofreu AVC há quatro anos vence torneio de poker e celebra retorno: “tem sido uma montanha”

Jasper May se recuperou, mas disse que “seu jogo nunca voltará a ser como era”

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Chris Moneymaker

Histórias de redenção no poker são sempre bonitas, mas se recuperar de um grave problema de saúde no caminho até o título é ainda mais especial. Foi o que fez o americano Jasper May no domingo. Ele venceu um torneio local, o Main Event do RGPS em Indiana, e levou US$ 47.787 pelo título.

Após a cravada, May concedeu uma entrevista ao PokerNews e declarou que estava feliz por ser campeão, já que as oportunidades de competição vinham sendo escassas. E foi aí que ele fez uma revelação marcante: há quatro anos, ele sofreu um AVC e levou um longo tempo para se recuperar. Vencer um torneio de poker, nessas circunstâncias, foi algo nada menos que especial.

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“Eu tive um derrame e tive de me reconstruir até o ponto onde eu podia competir de novo. Fiz algumas besteiras hoje que não faria há alguns anos, mas ainda superei e cheguei aqui. Foi uma escalada. Sou muito sortudo de não ter tido sequelas e feliz que eu pude me recuperar”, contou. “Meu jogo melhorou um pouco, mas não é como era há cinco ou seis anos.”

O Main Event do RGPS em Indiana teve um buy-in de US$ 800 e contou com 321 entradas totais. Uma delas veio do brasileiro Caio de Lucca, que mora nos Estados Unidos e representa a bandeira verde e amarela nos circuitos regionais. Ele foi eliminado na sétima colocação e levou US$ 7.648.

Confira o Poker de Boteco #137 com Kaio Camargo:

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Daniel Negreanu comenta dívida de David Peters com Dylan Linde e critica exposição nas redes sociais

O embaixador da GGPoker defendeu que esses casos devem ser tratados no privado

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Recentemente, Dylan Linde revelou em seu perfil pessoal na rede social X que o profissional David Peters possuía uma dívida de US$ 27.000 com ele. O assunto rapidamente tomou conta das discussões, e o “devedor” resolveu se pronunciar, afirmando que faria o pagamento. No entanto, Daniel Negreanu foi um dos que decidiu opinar sobre o caso em um vídeo recente em seu canal no YouTube.

No vídeo, o assunto começou com as declarações de Mike Matusow, que afirmou que os jogos high stakes são uma mera “farsa” e que os jogadores estariam todos quebrados. Daniel Negreanu respondeu dizendo que entende bem o modus operandi desse meio e explicou o motivo de David Peters não ter dinheiro disponível para pagar Dylan Linde naquele momento:

“Às vezes eles ficam com pouco dinheiro disponível. Isso é bem comum. Mas existem dois tipos de pessoas nesse aspecto: aqueles que têm total intenção de pagar, o que, do meu ponto de vista, Peters tinha, porque ele estava pagando”, comentou.

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Sem agir como advogado de David Peters, Daniel Negreanu completou sua fala destacando que prefere analisar cada situação de forma distinta: “eu sou um pouco mais old school com esse tipo de coisa e gosto de diferenciar quem está quebrado e não consegue pagar de quem está aplicando golpe. Golpistas são aqueles que não têm intenção de pagar, vão desconversar, dizer que não devem o dinheiro, seja qual for o caso.”

Isso não é o caso de David Peters, que veio a público admitir que está, sim, com o débito em atraso. Sobre a exposição do caso, Daniel Negreanu criticou a postura da geração mais nova, que prefere levar esse tipo de situação às redes sociais em vez de resolver de forma privada, o que pode acabar manchando a reputação dos envolvidos.

“Isso não é algo que eu faria. Se fosse, haveria uma longa lista de tweets que eu poderia fazer sobre várias pessoas que me devem dinheiro”, afirmou Negreanu. Como citado pelo canadense, David Peters não seria um golpista, mas sim alguém que não tinha o dinheiro disponível no momento para quitar a dívida.

Ainda segundo o canadense, há pessoas na comunidade que chegam a torcer para que jogadores de high rollers enfrentem problemas financeiros, algo que ele considera negativo para o ambiente do poker. Por fim, Negreanu concluiu que, caso um possível golpe seja de fato confirmado, aí sim a situação deve ser levada a público e exposta.

Confira abaixo o vídeo em inglês:

Confira o Poker de Boteco #137 com Kaio Camargo:

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