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Lali Tournier faz reflexão após o LAPT, clama por mais mulheres no jogo e elogia amigas campeãs na etapa: “inspirador”

Jogadora exaltou o sucesso das mulheres no evento e espera ver cada vez mais

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Lali Tournier
Lali Tournier

O término de uma etapa de um circuito live pode trazer algumas reflexões. Após vários dias passados com pessoas que buscam o mesmo objetivo, os jogadores mais experientes conseguem observar alguns pontos e transformar isso em conselhos ou métricas a se seguir. E a profissional Lali Tournier, que esteve no LAPT, fez isso com maestria.

Grande embaixadora do poker feminino no Brasil, a TeamPro do PokerStars viu duas de suas amigas saírem campeãs no circuito latino-americano. E isso fez com que a streamer ficasse orgulhosa pelos feitos. Porém, mais do que isso, Lali tirou inspiração da conquista das amigas e transformou tudo isso em um belo texto.

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Clamando pela presença de mais mulheres no field geral de poker – não só no Ladies – ela aproveitou do exemplo das vitórias de Paula Katrynne e de Bruna Unzueta para fazer uma bela reflexão e tentar incentivar outras jogadoras. A embaixadora compartilhou seu pensamento pelo Instagram.

Confira o texto na íntegra:

“Ontem acabou o LAPT e gosto de sempre fazer uma reflexão. Mas hoje eu não vim falar de mim, mas de algo que mexeu comigo.
A minha gêmea @paulakatrynnee cravou um torneio, e quem estava me acompanhando pelos stories com certeza viu! E uma das minhas melhores amigas, a @boounzueta, cravou mais um Ladies, depois de ter conquistado três troféus no BSOP São Paulo.

E o que isso tem de inspirador?

A vontade de vencer que eu vi das duas! E não só contra outras mulheres, mas contra todos! Não quero que as mulheres me entendam mal, até preferiria fazer isso por vídeo, mas hoje minha cara não tá ajudando. Eu acho que de maneira geral falta uma vontade nossa de ganhar, sabe? Homens são (ou demonstram ser) mais confiantes e tomam riscos sem estar preparados. Eles são mais competitivos, a gente trabalha mais em cooperação. E não sei o motivo disso. Mas acho que tem a influência de como fomos criadas, brincando de boneca, e eles já competindo no futebol. Dos incentivos para termos profissões menos competitivas. E no poker, se a gente não quer ver alguém perder, a gente não ganha!

Enfim, o que eu quero com esse post?

É chamar as mulheres que jogam só o Ladies pra jogar os outros eventos também. Não entre numa mesa achando que você é a pior dali. Não deixe que a confiança deles diminua a sua. Blefar no poker não é como mentir ou roubar, é na verdade agir com confiança pra puxar um pote quando não se tem a melhor mão.

Às vezes não vamos ter todas as informações necessárias pra tomar a melhor decisão, mas alguma decisão tem que ser tomada né?
Jogue, se divirta, e o mais importante: queira de verdade ganhar! Essa vontade faz a gente evoluir, se dedicar e ser mais confiante.

O Ladies é a porta de entrada pra você se sentir confortável jogando, não pare nessa porta, entre de vez!! Sabemos que vamos ter que passar por mais obstáculos (julgamento, preconceito, uma falinha em tom de assédio, um olhar) pra chegar até lá.
E quando chegarmos, é preciso comemorar muito, igual elas fizeram!

Bruna e Paula, vocês me inspiram! A gente voltou de um passeio com o Pokerstars depois de ter tomado vários vinhos e vocês foram direto pro jogo! E deu no que deu! Orgulho de vocês!

Confira o MundoTV Cast #32  com Nico Villa-Lobos:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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