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Jogo Mental: 5 estratégias para reduzir o estresse e lidar melhor com as adversidades do Poker

Aprender a lidar com as situações estressoras impulsionará seu desenvolvimento e alavancará seus resultados.

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No artigo anterior, falamos sobre o estresse e alguns sinais que nosso corpo e nossa mente fornecem para que possamos identificar que o nível está elevado, podendo impactar negativamente no desempenho, seja no trabalho, no estudo, no poker ou na vida.

Recapitulando, o estresse é um conjunto de reações fisiológicas que se iniciam após a ocorrência de uma situação considerada ameaçadora, que nosso corpo irá se preparar para reações de luta ou fuga e que, para isso, haverá a produção de hormônios, como a adrenalina e o cortisol.

Essa é uma reação natural do corpo, porém não é interessante que o nível de estresse se mantenha elevado por muito tempo, pois tende a acarretar sintomas fisiológicos e psicológicos, que, com o tempo, vão trazer prejuízos nas diversas áreas da vida, incluindo a profissão.

No aspecto psicológico, manter-se em elevado nível de estresse gera perda da motivação, baixa autoestima e diminuição da autoconfiança. Você começará a questionar sua competência como jogador, se o poker é mesmo para você e vai acreditar que todo mundo consegue e você não, porque não é bom o suficiente. Além disso, haverá um aumento na ansiedade, trazendo ainda mais preocupações e desviando o seu foco do que você pode controlar de fato.

Desenvolver estratégias de enfrentamento das adversidades, aprender a lidar com os próprios sentimentos e a gerenciar o estresse não significa dizer que não haverá dificuldades ou que você não se sentirá mais estressado, ansioso ou irritado. Mas, ao desenvolver as habilidades necessárias para lidar com as demandas que surgirem, você minimiza os impactos negativos que o estresse e outras emoções podem trazer para o seu desempenho.

Mas, não se engane, estamos falando do rendimento no poker, mas não é a única área que é afetada pelo estresse. Na vida, de um modo geral, os impactos podem ser significativos a ponto de prejudicar os relacionamentos interpessoais, afetar a rotina e gerar desorganização, trazer problemas de saúde, entre outros.

Como já falamos no artigo anterior, os impactos nas mesas são consideráveis e impactam diretamente em seus resultados. Por isso, vamos discutir algumas estratégias que podem ajudar você a gerenciar o estresse e regular as emoções de modo que, mesmo que elas estejam presentes, não dominem você.

  1. Identificar as fontes de estresse

Tudo que está no contexto de uma pessoa pode ser uma fonte estressora. Ainda assim, algo pode desencadear estresse em um indivíduo e em outro, não. Isso porque depende da importância que o evento tem para determinada pessoa. Acontecimentos da vida, problemas de saúde, familiares ou financeiros podem ser fatores de estresse. Em atletas, a preocupação com o próprio desempenho, a pressão por resultado e problemas de relacionamento interpessoal são fontes de estresse bastante comuns. Identificar o que causa estresse é o primeiro passo para conseguir gerenciá-lo. Afinal, você não pode mudar algo que não sabe o que é.

  1. Procure “resolver” cada fonte de estresse

Se, por exemplo, quando não está indo bem em um torneio, você fica preocupado sobre como os outros jogadores e os instrutores estão vendo o seu desempenho, é de extrema importância trabalhar as crenças envolvidas nesse contexto para que você foque apenas no seu comportamento, que é o que você pode controlar, e não no que os demais podem estar pensando a seu respeito. No final das contas, não faz diferença o que o outro pensa, mas como você se enxerga. Isso sim contribuirá para tomar as decisões de maneira correta ou não.

  1. Entenda que as emoções continuarão presentes

Mesmo desenvolvendo habilidades para enfrentar o estresse, não significa que não se sentirá mais irritado. As emoções continuarão presentes; a diferença é que você lidará com elas de forma mais assertiva e não causarão prejuízos.

  1. Atenção ao estilo de vida

A prática regular de exercícios físicos, lazer, boas noites de sono, alimentação equilibrada e exercícios de relaxamento, meditação e mindfulness são excelentes aliados no controle do estresse e da ansiedade. Isso porque, ao realizar alguma dessas atividades, há a produção de hormônios do bem estar, como a endorfina, por exemplo. Ao serem liberados no corpo, esses hormônios ajudam a reduzir o hormônio do estresse, reequilibrando o organismo.

  1. Busque ajuda profissional

Um psicólogo ou mesmo um psicólogo do esporte é o profissional adequado e capacitado para dar o suporte necessário. Ele vai avaliar suas necessidades e construir junto com você as estratégias necessárias para o seu desenvolvimento, além de trabalhar suas dificuldades, promover o autoconhecimento e ajuda-lo a lidar com as adversidades no poker e na vida. Não tenha receio de pedir ajuda, isso não é sinônimo de fraqueza, mas sim de coragem por reconhecer e escolher enfrentar suas próprias dificuldades.

Confira o episódio #17 do Poker de Boteco:

 

Psicóloga Clínica e Esportiva, atende jogadores de poker há mais de quatro anos. Ama animais, viagens e pratica esportes desde criança. Acredita que o esporte transforma vidas e adora contribuir com o desenvolvimento humano.

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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