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João Simão publica reflexão sobre viagens, retas na WSOP e descanso durante a série mundial; confira

O brasileiro fez uma série importantíssima de stories falando sobre a maratona de Vegas

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João Simão
João Simão

João Simão teve um mês bastante notável. Um dos principais jogadores do Brasil, o mineiro representou a bandeira verde e amarela durante a Triton Series Montenegro, e em seguida, rumou para Las Vegas, onde mora, para o início de sua reta na WSOP.

Competir em altíssimo nível por um prolongado período de tempo tem efeitos negativos. O desgaste gerado durante uma longa sequência pode afetar um jogador de todas as formas possíveis, seja ela no lado físico ou no lado psicológico que, ultimamente, termina num baixo desempenho.

Por isso, depois de alguns dias de folga durante a reta da WSOP, Simão apareceu nos stories de sua conta no Instagram para uma longa sequência de publicações e reflexões. Falando sobre a importância do descanso e expondo as dificuldades do mês de série mundial, o cracaço brasileiro expôs a dificuldade que os jogadores enfrentam nesse período do ano. O Mundo Poker resumiu algumas das reflexões geradas por Simão.

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“Hoje foi meu terceiro dia off—não seguido— após a série de High Rollers que joguei. Sempre curtindo muito com a duplinha que me deu o maior título, o de pai. Foram 30 dias na Europa jogando os torneios mais caros e difíceis do mundo; dois vôos canceladoss e 50 horas depois, direto para a WSOP! Já cheguei em Vegas bem desgastado, com 8/9h de fuso e muita saudade da família. Estou acordando todos os dias antes do ideal para curtir com as crianças, que estão de férias.”

“Minhas costas e pescoço travaram completamente. Foram muitas retas finais, o que significa jogar por muitas horas. Significa também a tensão de bolhas caras, jogo de alto nível, pay jumps grandes; o estresse de dez horas jogando high stakes equivale a dias jogando barato. Foram nove retas de High Rollers pagando de US$ 1 milhão a US$ 4,5 milhões em um intervalo de exatos 30 dias. Haja coração!”

“Mas meu lema sempre foi consistência. A sorte faz parte da vida do jogador. Todos estão sujeitos a variações no resultado pelo fator sorte. Mas tem um jeito de não depender dela pra ser vencedor, deixando a sorte apenas ditar o que você vai ganhar: consistência. Trabalhe duro, com muito volume e ética de trabalho. Não admita jogar desfocado—isso não é trabalhar, isso é divertir. E para seguir sentando para dar meu melhor, aprendi a controlar a ânsia por jogar tudo e aceitar deixasr de jogar quando vejo que meu corpo pede uma pausa. Descanse o mínimo durante grandes séries, mas descanse!”

“As pessoas subestimam o dando causado por 30 minutos mal jogados. Basta performar mal por um minuto que você pode jogar seu torneio fora, e lá se foram duas horas, 12 horas de poker ao vivo. E a experiência da WSOP é péssima, então é muito fácil sair do A Game. Vejo jogadores consagrados jogando no automático, você olha para o rosto da pessoa e vê que hoje ela não tem chance. Por isso tirei três dias off num intervalo de 10 dias. Não adianta ter pressa. Erre menos, jogue menos vezes fora do seu A/B game que já é uma grande vantagem na WSOP.”

“E não julgue o jogador pela péssima jogada que viu, a performance durante a WSOP é assustadoramente baixa. Fuso, clima, hotel sem janela, filas, bebidas ruins, dealers péssimos, frustrações, etc. E agora descansado, vou sumir do Instagram de novo, jogador focado, e volto só com boas notícias.”

Neste momento, João Simão se encontra engatado no Evento #49, o US$ 3.000 No-Limit Hold’em. Você pode conferir as atualizações e os desempenhos da WSOP no Instagram @mundopokerbr.

Confira o MundoTV Cast #73 com Dani Feitosa:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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