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Fernando Valverde comenta big hit recente, importância do Samba na carreira e fala das expectativas para 2024: “progresso”
O jogador também destacou a forte presença da sua mãe, família e amigos no progresso da carreira
Para conseguir uma carreira sólida no poker, é necessário um foco bastante grande no jogo, muito estudo para aprimorar técnicas e esperar o longo prazo chegar. Isso é uma tarefa difícil para algumas pessoas, mas existem exemplos de profissionais de sucesso que passaram por tudo isso. É o caso de Fernando Valverde, grinder do Samba Poker Team, que nesta semana conseguiu o big hit da carreira: US$ 86.482.
Ligado ao jogo há quase oito anos, o jogador que é da cidade de Governador Valadares, Minas Gerais, “caiu de paraquedas” no poker após perder o emprego na área de engenharia, fez uma aposta gigante na carreira profissional e passou a se dedicar ao poker até conseguir esses objetivos. O resultado está aí, Fernando Valverde hoje é um dos principais jogadores do Samba Poker Team.
“Na época que comecei a me aventurar no poker após sair da área da engenharia, peguei a grana do ‘acerto’ e investi tudo no jogo. E fui percebendo que o jogo passou a fazer parte da minha vida, no almoço, no café e na janta, por exemplo, o assunto sempre vinha à tona. Eu fiquei apaixonado pelo jogo. Foi uma virada de chave na vida. Sou um cara muito família, nessa época meu pai também acabou ficando doente por uns três anos e eu estava morando fora de Valadares, tive que voltar para lá e tentar suprir o papel dele já que minha mãe e ele cuidavam da casa sozinhos. Claro que não sou nem de perto o homem que meu pai era, mas acho que estar aqui para dar força e ouvir minha mãe quando ela precisa é muito importante. Apesar de morar em interior de Minas Gerais e estar longe das capitais, sou um cara que gosta muito de viajar, tanto para jogar um evento ao vivo ou passear. Isso me ajuda muito, dá uma quebrada na rotina e reseta a cabeça em momentos difíceis”, contou onde tudo começou.
Com gráficos lindos nas principais plataformas online, o dono da conta “fernandoefv” (PokerStars) e “OldButGold77″ (GGPoker) possui resultados expressivos com ambos os nicks. O craque enfrentou poucas downswings na carreira, mas sempre esteve com o pés no chão em relação a isso. Isso fez com que ele jogasse a reta final do Bounty Hunters HR Main Event de forma tranquila na última segunda-feira.
“Sou um cara de ‘sorte’, pois a maior downswing que tive foi US$ 40.000, o que pro meu average buy-in não é demais. Estou focado em melhorar meus hábitos diários, ser uma pessoa mais saudável e melhor. Esse big hit veio quando eu menos esperava, assim como os outros , sempre que eu estou focado em acertar algo grande as coisas não fluem, mas quando estou jogando para dar o meu melhor e esqueço de premiação, aí que vem a forra. Nem estava esperando, meu Main torneio do dia era um € 125 do PS Espanha, que estava no dia 2 e estava 2/180, esse sim eu estava bem animado. Grind foi passando as telas foram fechando e no final ficou só esse mistery, fui jogando só ele bem focado. As coisas fluíram nele, runnei na hora que tinha que runnar, tomei boas decisões e deu bom, fiquei muito feliz, pois já tinha um tempo do meu big hit. Sempre quis aumentar o valor. Não dá para mudar de vida ainda, e nem quero no quesito financeiro, mas com certeza dá uma animada e é bom para lembrar que o trabalho está no caminho correto e que ainda sou bom no joguinho, rs”, contou.

Fernando Valverde no BSOP Millions 2023
Os torneios citados acima por Fernando Valverde são da GGPoker, onde foi vice-campeão de uma edição da mesma competição que lhe deu o big hit e garantiu US$ 60.000, dois pódios gigantescos no Global Million$ US$ 50 e uma cravada no GGMasters US$ 150. Isso tudo em dois anos (2021 e 2022), que totalizou mais de US$ 230.000 em premiações juntando os quatro hits. E isso teve uma peculiaridade em comum: todos foram em fields enormes. Seria o mineiro o especialista nesse quesito?
“Não diria que sou um especialistas em fields grandes, apenas sou acostumado a jogar em horários de maior variância desde que comecei, é uma estratégia do Samba e sempre deu certo pra mim. Gosto muito de jogar a tarde e aos domingos. No período da tarde pela questão de poder dormir “cedo” e acordar cedo, já vivi essa vida de poker na madrugada por um bom tempo e não me sentia bem acordando às 14h. Então prefiro começar mais cedo pra jogar até tarde, só se os últimos vingarem mesmo, aí não é um problema já que provavelmente vai pingar algo né? Acho que se eu optasse por uma estratégia de jogar fields pequenos ainda sim seria lucrativo, mas não é meu foco no momento, já que jogo pra um time e não ligo de me expor a variância”, explicou.
A vitória de Fernando rendeu até uma mudança de visual. Conhecido por ter um cabelo grande, Valverde resolveu cortar e irá aparecer nos eventos ao vivo já com um novo estilo. Semana que vem, com a confiança em alta, o profissional estará no Rio de Janeiro para a disputa do KSOP GGPoker South America e, por lá, vai por em prática tudo que planeja em sua rotina em busca de grandes forras.
“Segunda vez que tinha deixado ele crescer e cortei pra doar a primeira vez. Nessa segunda vez, foi preguiça mesmo e me apeguei ao cabelo. Onde moro é bem quente e é difícil por conta do calor. Já tinha um tempo que estava querendo cortar. Depois do big hit, me deu uma loucura e fui no cabeleireiro cortar. O cabelo estava caindo, não queria ficar careca. Cortei novamente para doar. O big hit me deu uma coragem para fazer isso. Agora sobre a parte profissional, esse ano vou focar em estudar mais, estou em falta nos últimos meses e preciso jogar em alta performance, afinal, jogo razoavelmente caro. Vou aparecer nos lives também, gosto bastante de jogar, me sinto melhor a cada torneio que jogo e ainda quero colher um bom resultado. Estarei no Rio de Janeiro para o KSOP. De resto, em outros eventos vai depender da companhia dos amigos e se eu vou estar animado pra viajar, mas acredito que sim, jogarei ao vivo pelo menos umas três ou quatro vezes no ano, muito bom rever a galera conhecer gente nova e ainda farrear na cidade grande, sempre bom”, pontuou.
Para chegar onde chegou e alcançar todos esses sonhos, Fernando conta com o apoio e a ajuda de muita gente. Sempre muito grato por ter pessoas de bem na sua vida, o mineiro não deixou de agradecer e finalizou a entrevista mandando um recado a cada um que o ajudam diariamente a tornar o “fernandoefv” melhor no poker e também na parte social.
“Em primeiro lugar a minha mãe, que sempre me apoiou, desde que larguei a faculdade para jogar. Ela nunca quis, mas sempre me apoiou e me aceitou de volta para casa. Ela me ajuda em tudo. Ela é muito foda. Minha família, minhas irmãs que me apoiam, sempre me mandam o tradicional ‘GL’ nos grinds. Todos meus amigos que me ajudaram muito, não dá nem pra citar nomes, são vários. Agradeço muito a eles. E o Samba, que me deu oportunidade de crescer, uma estrutura foda, me fez escalar limites. Eu como jogador sou muito grato, indico totalmente o time. E sem esquecer de Deus, que sempre esteve presente em toda minha vida. Espero retribuir à altura e viver cercado de pessoas maravilhosas”, finalizou Fernando Valverde.
Confira o Episódio #56 do Poker de Boteco com Victor Pertile:
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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating
Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.
Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.
Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.
Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.
No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.
Assista:
$1 MILLION POT!!! 💰💰💰
QUADS vs FULL HOUSE 😱@Mister_Keating ends the night in the most Alan Keating way possible pic.twitter.com/B0ZphXNRJ2
— Hustler Casino Live (@HCLPokerShow) May 15, 2026
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K
O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.
O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.
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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.
Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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