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Bad beats, conselhos e estudos: Felipe Mojave compartilha aprendizados e conta histórias sobre os 17 anos de carreira

O embaixador da GGPoker contou casos e lições de sua longa carreira.

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Mojave
Felipe Mojave

Felipe Mojave tem uma carreira de muito sucesso no poker. O embaixador da GGPoker é um dos brasileiros de mais sucesso no esporte, e adentra agora o 17º ano como profissional em 2024. Quarto na lista do Hendon Mob de jogadores do país com mais premiação acumulada, Mojave sabe uma ou duas coisas sobre conquistas no poker.

Na última quinta-feira (11), Mojave abriu uma caixa de perguntas em seu Instagram para responder curiosidades de seus seguidores acerca da carreira. Confira abaixo as perguntas e respostas do craque brasileiro:

Depois de quanto tempo de profissional você jogou a WSOP?
No primeiro ano já joguei – 2008. Ganhei uma vaga para o Main Event em 2007, mas ainda jogava como recreativo e não tinha férias

Qual foi o ano da virada e quando começou a ganhar dinheiro no poker?
22 anos atrás quando descobri o jogo. Não era de fato um jogador profissional entre 2002 e 2007, apesar dos resultados online, Main Event do BSOP São Paulo e era reg de cash game. Conto 2008, pois foi quando comecei a jogar fora.

Qual foi o momento que sua carreira alavancou?
Quando não desisti frente a mil dificuldades e questionamentos. Minha carreira nunca foi marcada por um título, foi e segue sendo tijolo em cima de tijolo

Como você fez para administrar o dinheiro no início da carreira?
Não fiz direito! Patrocínio e algum tipo de controle me ajudaram muito, tive restrições que me ajudaram a administrar e acho que não ganhei tanto a ponto de influenciar meu caráter.

Qual a bad mais marcante que já tomou no live? Por que?
Muitas vieram antes, mas a principal veio no 10k Main Event do PCA. 22 left de 1600+ players. AA vs. 44 – e o campeão levava US$ 3.000.000. Joguei por conta, com poucos swaps, e fui chip leader durante praticamente todo o torneio.

Qual a lembrança mais linda de sua carreira?
O jogo me rendeu uma vida e uma família. Para alguns, rendeu só dinheiro.

Qual a sensação do primeiro grande prêmio? O que fez?
Sensação de “olha, tá vendo, é possível”. Certeza que aumentei minhas andanças e retas, gastando com eletrônicos desnecessários e ajudando gente que nunca ia me devolver o dinheiro

LEIA MAIS: Confira 10 motivos para jogar e prestigiar o KSOP GGPoker South America em janeiro

A partir de quanto tempo você começou a ser lucrativo e parar de tomar ferro?
Se você considerar que eu comecei no poker com 500 reais.

Qual o segredo para ter uma careira tão expressiva e ser humilde ao mesmo tempo?
Carreira é dedicação. Humildade é educação.

Depois de quantos anos você pensou “eu estou dominando esse jogo”?
Toda vez que eu pensei dessa forma, automaticamente dei inúmeros passos para trás.

Nessa trajetória, em algum momento, você pensou em desistir? Mudaria algo do passado?
Nunca pensei em desistir, mas já jogaram essa ideia na minha mente incontáveis vezes. Normalmente vem de quem está próximo de você. Mudar o passado é o desejo daqueles que nunca vão atingir nenhuma sabedoria.

Qual foi o momento mais difícil?
Começar praticamente sem referências num negócio que ninguém sabia o que era e sendo questionado a cada passo.

Pretende lançar um livro um dia?
Tenho muita coisa escrita. Já era pra ter publicado uns 20, Quando eu der uma desacelerada, essa pode ser a nova prioridade.

Volta a fazer live!
Agora o foco é ajudar o esporte a crescer e vários desafios profissionais. Esporadicamente voltaremos

Você tem metas, mestre?
Única meta é seguir jogando e construindo, numa boa. Nada mais.

Aprendeu apenas jogando ou lia bastante?
Não vou falar que sou o maior estudioso do jogo, mas estou entre eles. Mas a experiência aplicada vale muito mais. Existem craques que não passaram pelo caminho árduo dos estudos – mas o inverso é uma mentira. É só ver o mercado de coaching: muita gente aprendendo a fazer casa com quem nunca levantou um muro.

Existe algum flip que você considera mais importante?
Sim. O próximo. 

Como manter o foco com uma grande downswing?
Planejamento e propósito. REGRA ZERO: Levante o mais rápido que puder.

Confira o Episódio #55 do Poker de Boteco com Vitor Dzivielevski:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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