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Everton Oliveira avança na liderança do Dia 1A do Main Event do CCP Interior by PixPoker; confira

O torneio terá mais quatro dias classificatórios

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CCP

Começou no interior do Rio Grande do Norte, a primeira etapa do CCP by PixPoker realizada fora da capital Natal e logo no primeiro dia da abertura, o Main Event já teve o primeiro classificatório disputado nesta quinta-feira (24).

A competição de buy-in R$ 270+R$ 30 e R$ 40.000 garantidos registrou um total de 41 ações na aberta e logo de cara seis competidores sobreviveram aos níveis de blinds programados e avançaram para o Dia Final.

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O chip leader foi o jogador Éverton Oliveira, da cidade de Jardim do Seridó. Ele conseguiu um stack de 326.000 fichas. Próximo a ele, Roberto Nasi, um dos sócios do evento, classificou-se com 282.000. A lista foi completa por Ênio Leite (136.000), Diego Estevam (112.000), Patrick Ferreira (93.000) e Pierce Muller (77.000).

O Main Event do CCP terá mais quatro classificatórios até o Dia Final no domingo a partir das 16h. Os blinds retornam em 2.000 / 4.000 com big blind ante. Nesta sexta-feira, um deles será disputado após a paralisação do High Roller.

Confira o chip count completo:

Confira o episódio #79 do Poker de Boteco com Alisson Piekazewicz:

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Após acordo no 3-handed, Higor Seibel leva belo prêmio no A$ 5k 6-Max do Aussie Millions

Brasileiro levou US$ 158 mil na principal série australiana

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Higor Seibel

A bela caminhada do brasileiro Higor Seibel nos torneios australianos ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira. A série Aussie Millions está sendo disputada pela primeira vez desde o ano de 2020, e naturalmente, Seibel está presente em Melbourne para disputar os torneios. E ele já conseguiu um ótimo resultado.

Seibel realizou um acordo no 3-handed de um dos torneios mais notáveis da grade. Com múltiplos dias de disputa, o A$ 5.000 do Aussie Millions reuniu grandes jogadores na mesa, incluindo Michael Mizrachi, que jogou junto do brasileiro na reta final do torneio.

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Chip leader durante praticamente toda a mesa final, o brasileiro aceitou um acordo no 3-handed e ficou com a segunda maior premiação, apesar de ter caído na terceira colocação. Higor levou o prêmio de A$ 231.000 para casa, o que, feita a conversão, resulta em US$ 165.834.

O Aussie Millions é uma das séries de poker mais prestigiadas de todo o mundo e vai correr até o dia 10 de maio, quando será decidido o Main Event, de A$ 10.400 de buy-in. Até lá, Higor ainda terá muitas oportunidades para buscar um título. O Mundo Poker vai acompanhar de perto a caminhada do jogador gaúcho.

Confira o Poker de Boteco #136 com Mayara Sauer “Renegada”:

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Bastante resiliente, Kelvin Kerber vive ano especial e acumula resultados gigantes nos primeiros meses de 2026; veja todos

O brasileiro vem se firmando cada vez mais no cenário high stakes

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Kelvin Kerber (Créditos: Triton Series)

O ano de 2026 já entra no quinto mês e o Brasil acumula diversos resultados gigantescos ao longo desse curto período. Um dos destaques, sem dúvida, é Kelvin Kerber, que na noite anterior venceu o GGMillion$ High Rollers pela primeira vez, em um heads-up totalmente brasileiro contra Rodrigo Selouan.

Kerber, que recentemente estrelou o documentário de jogadores profissionais da GGPoker, não alcançou esse resultado por pura sorte ou algo do tipo. Ao longo do ano, ele vem acumulando premiações expressivas, com desempenhos consistentes até chegar ao prêmio de US$ 499.299 conquistado na vitória da noite anterior.

O resultado também evidencia muita resiliência. Na mesa final alcançada em fevereiro, Kerber terminou na sexta colocação após uma bad beat cruel, também mostrada no documentário. Na ocasião, ele faturou US$ 110.240 e ficou com o “gostinho” de quero mais. Ainda assim, com um poker de alto nível, era questão de tempo até o próximo grande resultado.

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Logo na sequência, Kelvin se preparou para disputar a Triton Series Jeju. Antes da viagem, ainda houve tempo para conquistar o décimo título no SCOOP do PokerStars, consolidando-se como um dos brasileiros mais vitoriosos da série. A sequência levou a uma longa viagem até a Coreia do Sul e, por lá, o desempenho foi novamente de alto nível.

O brasileiro engatou oito torneios e, em três deles, alcançou a mesa final. Seus resultados foram: 5º lugar no US$ 25.000 Jupiter Event, para US$ 398.00, 5º lugar no US$ 30K Turbo, faturando US$ 219.000, e a 3ª colocação no US$ 50.000 Turbo Bounty Quattro, rendendo US$ 341.000.

E Kelvin quer mais. Como confirmou recentemente, não estará na WSOP em Las Vegas, mas marcará presença no EPT Monte Carlo e na Triton Series Montenegro. Além disso, claro, pretende aproveitar as principais séries online de maio em busca de novas forras neste momento especial de uma longa carreira.

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Jeremy Ausmus elogia sistema de marcação de tempo da Triton e reforça pedido para que outras séries adotem: “acelera o jogo”

O americano acredita que isso pode acelerar o jogo e levar a um ambiente melhor nas mesas

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Jeremy Ausmus

Ao conversar com os jogadores de poker, a lista de elogios para a Triton Series é grande. E uma das mais recentes inovações da série High Stakes é daquelas que recebeu uma grande leva de elogios. Recentemente, a Triton adotou um sistema de marcação de tempo semelhante ao xadrez, onde você ganha um período fixo de tempo já no início do torneio e precisa administrá-lo.

Naturalmente, um jogador também ganha alguns segundos para tomar sua decisão antes que seu time bank comece a ser consumido. Mas os feedbacks iniciais são bastante positivos, e um deles veio de forma pública nesta segunda-feira. Foi o americano Jeremy Ausmus, seis vezes campeão de bracelete da WSOP, que elogiou a iniciativa—e ainda pediu que outras grandes séries adotem o mesmo procedimento.

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“Eu sabia que a tecnologia está num ponto que torna isso possível”, disse Ausmus. “Espero que isso seja levado para outros eventos. Acho que as pessoas subestimam o quanto isso vai acelerar os torneios. Quando você precisa salvar seu tempo, naturalmente você age muito rápido, e o jogador da frente também precisa pensar rapidamente na decisão dele”, comentou.

Ausmus ainda disse que, além da melhora natural do tempo de torneio, o próprio ambiente pode ficar mais agradável. “Eu posso imaginar um mundo onde todo mundo está prestando atenção na mesa. Sem mais pessoas olhando no celular e sem prestar atenção. Acho que, no fim das contas, isso pode levar a um ambiente mais imersivo e de muita ação”, finalizou.

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