KSOP
Kelvin Kerber marca presença no KSOP SA, fala sobre protagonismo em documentário lançado e revela nova participação na Triton Series
O jogador também comentou sobre a participação na transmissão do GGMillion$

A região de Balneário Camboriú é a casa de muitos dos principais jogadores do poker brasileiro e, durante o KSOP South America, vários deles aproveitam a série para disputar alguns torneios. No Ultra High Roller, quem marcou presença foi Kelvin Kerber, sócio do Samba Poker Team.
Em boa fase, o profissional, embalado por resultados tanto no live quanto no online, deixou o conforto de casa para se inscrever no torneio de R$ 100.000. Em conversa com o Mundo Poker, Kelvin comentou sobre a decisão de participar e a relação com a série.
“É isso, né? Pertinho de casa. O evento é sempre muito legal, muito bacana. Na verdade, sempre que tem KSOP aqui eu venho e jogo alguma coisa. E dessa vez teve o Ultra High Roller, não ia perder, né?”, falou.
Nesta quarta-feira, enquanto Kelvin Kerber se preparava para engatar no Ultra High Roller do KSOP South America, a GGPoker anunciou o documentário da série Online Poker Millionaires, tendo o brasileiro como protagonista. O lançamento marcou um momento especial para o profissional, ampliando sua visibilidade entre fãs do poker ao redor do mundo.
“Eles fizeram no ano passado e deu bastante certo com o Alexiologis. E eles estavam procurando um brasileiro. O mercado brasileiro no poker é incrível, é um país que engaja muito também. Então estavam buscando alguém que fizesse sentido com o que tinham planejado. Lá no Paradise, no fim do ano, me conectaram com eles.
Começamos a conversar, falei um pouco da minha rotina, da minha vida, eles gostaram e fechamos. Em fevereiro vieram gravar, ficaram lá em casa ou melhor, passaram alguns dias por lá. Foram quatro dias no total, e teve de tudo ali. É até louco porque o episódio tem 20 minutos, mas eu nem sei quantas horas de gravação foram. Muita coisa aconteceu para chegar naquele resultado. Fiquei bem satisfeito. Acho que deu para mostrar a essência da minha vida, da minha rotina, da minha história, que era a ideia. E com certeza quem já assistiu e quem ainda vai assistir, no Brasil e no mundo, vai curtir, porque ficou muito bem feito”, comentou.

Paralelamente ao documentário, Kelvin Kerber também foi convidado de honra de Jeff Gross na mesa final do GGMillion$. Com comentários técnicos, o brasileiro foi bastante elogiado pelos telespectadores durante a vitória de Pascal Lefrançois, demonstrando a visão de um profissional acostumado ao high stakes.
“O documentário também é em inglês, né? Então, quando não é a nossa língua principal, fazer conteúdos tão longos assim é bem desafiador. Não é só uma questão de saber falar a língua, mas da fluidez, do flow, das pronúncias e, às vezes, até da falta de vocabulário para expressar exatamente o que você quer dizer ali.
Mas foi bacana também nesse sentido, de me colocar nessa posição. Comentar a mesa final foi muito legal. É um programa grande do poker, semanal, né? E me convidaram justamente para promover o episódio que ia sair. Então foi meio que um dois em um: deu para divulgar bem o episódio e também participar de uma mesa final que foi muito bacana, bem grande mesmo. E foi bem divertido de comentar”, ressaltou.
O mês de março foi um divisor de águas na carreira do profissional. Pela primeira vez, ele viajou para um evento exclusivo da Triton Series ao lado dos amigos Pedro Padilha, Alisson Piekazewicz e Gabriel Tavares. Foram horas de voo até Jeju, na Coreia do Sul, e a experiência terminou com três bons resultados, incluindo mesas finais.
“A Triton Poker Series é uma experiência muito gostosa. É aquele tipo de evento que você vai e já sai com vontade de jogar o próximo. A gente até fica mal acostumado. Eles realmente conseguiram pegar boa parte dos problemas que existem no poker live, aquelas dificuldades naturais que a gente sabe que fazem parte, e melhorar ou resolver várias delas.
Então, quando você vai pra lá, mesmo com os percalços normais do poker ao vivo, que você já está acostumado, você praticamente não sente no dia a dia. A experiência acaba ficando incrível. Claro, é muito longe, as etapas são muito caras… mas a experiência também é única”, contou.
Por fim, Kelvin Kerber já adiantou para os fãs brasileiros que estará presente em Montenegro, no próximo mês, para a disputa da série na região europeia. Ele pontuou os motivos que o fazem pegar gosto pelos torneios da Triton:
“E a ideia é continuar indo. Eu já fechei a próxima, já garanti o buy-in, então vou de novo. Enquanto estiver fazendo sentido pro ABI que eu estou jogando e pro que eu quero pra minha vida, eu pretendo continuar participando e competindo. Porque é gostoso competir nesse nível, e fica ainda melhor quando os resultados acompanham”, finalizou.

Kelvin em ação na Triton Series
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
KSOP
Eduardo Gravronski acaba com hegemonia argentina e conquista o Main Event do KSOP GGPoker Iguazú: “um sonho”
O brasileiro teve uma bela campanha na mesa final após começar 5º em fichas
O KSOP GGPoker tem uma história marcada por conquistas estrangeiras no Main Event. Em Iguazú, as duas edições anteriores terminaram com títulos argentinos. Nesta terça-feira (26), porém, o brasileiro Eduardo Gravonski mudou o roteiro. Após uma atuação impecável na mesa final, ele encerrou a sequência dos hermanos e eternizou seu nome na história do circuito.
Gravonski não tomou conhecimento do field de 314 entradas e, depois de uma longa maratona, embolsou a forra de R$ 170.000 depois de um acordo no 3-handed. “É um sonho realizado. Muita batalha, muita luta. Graças a Deus aconteceu. Agora no KSOP concretizamos campeão do Main Event. É um sonho de muito tempo”, falou o felicíssimo Eduardo.
O dedicado recreativo falou sobre os ingredientes que o tornaram campeão do Main Event do KSOP GGPoker. “Eu acho que é um somatório de muita coisa. É mais um hobby, mas sempre estudando, correndo atrás, jogando muito, jogando torneios deep stack. Saí um pouco dos turbos. Eu tava correndo atrás disso há muito tempo”, completou.
Gavronski chegou na mesa final com o quinto maior stack e, com sabedoria, soube esperar os momentos certos para agir. Viu de camarote alguns embates, ganhou saltos na premiação sem correr tantos riscos e, quando conseguiu fazer fichas, foi cirúrgico para surfar a onda até o 3-handed com Felipe Boracchia e Renan Revinthis.
“Eu acho que evitei muitos showdowns. A variância pega mais no final, mas tentei jogar o máximo que eu pude o pós-flop. Num torneio deep stack, se você for flipar três, quatro dias seguidos, você vai cair”, considerou Gavronski.
Renan buscava a façanha do bicampeonato, feito realizado apenas por Wender Oliveira na história do KSOP GGPoker. Depois do acordo entre os últimos três finalistas, um coin flip entre ele e Gavronski com stacks praticamente idênticos formou o heads-up. O 66 de Eduardo segurou contra o AQ do carioca para chegar em vantagem no HU.

O terceiro Main Event da etapa de Iguazú teve a possibilidade do terceiro título de um argentino, mas Eduardo não deu chance para Felipe Boracchia no duelo final. Com paciência, ele conduziu o heads-up até deixar o rival com seis blinds e decidir em outro coin flip. A derradeira foi de 55 contra K8. Um 5 apareceu no flop e no turn ele já pôde fazer a festa.
55 com 5 no flop. Curiosamente, Eduardo tem cinco filhos. “Tava escrito! Um abraço para a piazada. Estão sempre torcendo por mim. Estão estudando, se formando, correndo atrás e eu e minha esposa estamos aqui”, finalizou o mais novo membro do hall de campeões do Main Event do KSOP GGPoker.

Confira a premiação e como foi a eliminação de cada um na mesa final:
1º – Eduardo Gavronski (Brasil) – R$ 170.000*
2º – Felipe Boracchia (Argentina) – R$ 127.500*
3º – Renan Revinthis (Brasil) – R$ 127.500
4º – Ivan Rego (Brasil) – R$ 66.000
5º – Matheus Pimentel (Brasil) – R$ 48.000
6º – Juan Klas (Argentina) – R$ 37.000
7º – Martin Briones (Argentina) – R$ 28.000
8º – Adir Bottin (Brasil) – R$ 22.000
9º – Diego dos Santos (Brasil) – R$ 18.600
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
KSOP
KSOP GGPoker Iguazú: Cristian Quiñones vence Munhoz no heads-up e encerra etapa com o título do Turbo Finale
O argentino embolsou R$ 10.000
O KSOP GGPoker Iguazú foi encerrado nesta terça-feira em grande estilo, com vários campeões sendo coroados no último dia da etapa. No Turbo Finale, último torneio da programação, a vitória ficou com Cristian Quiñones.
Regular do circuito, o argentino, que já possui diversos troféus do evento, levará mais um para sua casa, na região de Buenos Aires, após superar o field de 41 entradas do torneio de R$ 1.000. Pela conquista, ele recebeu um prêmio de R$ 10.000.
“Acho que este é o meu décimo troféu. Estou muito contente, muito feliz. Também estou feliz pelo meu amigo, que chegou ao heads-up do Main Event, mostrando que as expectativas são muito boas. Nesta etapa, eu já tinha outras mesas finais, mas o título só veio agora”, disse.

Os jogadores Daniel Noronha, Cleide Sobrinho, Miriam Balen, Rodrigo Guimarães, Yamil Szumik e Raphael Munhoz estiveram na disputa pelo título. Cristian comentou sobre a amizade criada na mesa:
“Foi bastante divertido. Fizemos amizade ali. São pessoas com quem jogo sempre que vou ao Brasil. É muito agradável; todos são muito legais, e isso torna o torneio ainda mais atrativo”, contou.
A mão decisiva do torneio contra Raphael Munhoz foi um cooler. Com 84, eles disputaram um grande pote em um flop 843. O cantor e embaixador brasileiro do KSOP tinha 43. A jogada garantiu o título ao argentino.
Ele encerrou a entrevista agradecendo aos embaixadores Richard Dubini e Christian Sare: “eles são meus amigos. É muito bom estudar com eles; revisamos mãos e discutimos novas ideias de jogo. Isso me ajuda muito. Sou muito grato pelo tempo que dedicam ao Lify Coaching”, finalizou.
Confira a premiação dos finalistas:
1º – Cristian Quiñones – R$ 10.000
2º – Raphael Munhoz – R$ 8.000
3º – Yamil Szumik – R$ 4.800
4º – Rodrigo Guimarães – R$ 3.560
5º – Miriam Balen – R$ 2.700
6º – Cleide Sobrinho – R$ 2.100

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
KSOP
KSOP GGPoker Iguazú: Ramon Pessoa crava o HR Last Chance e termina etapa com quatro troféus na bagagem
O cearense encostou na liderança de Marcos Grassi na disputa pelo ranking
A cada etapa do KSOP GGPoker, Ramon Pessoa vai ampliando recordes e colecionando conquistas. O estrago foi grande no City Center Iguazú na etapa da fronteira argentina que se encerra nesta terça-feira (09). O cearense fechou com chave de ouro uma sequência de belíssimos resultados e foi campeão do High Roller Last Chance.
Com buy-in de R$ 10.000 e field de 12 entradas, Pessoa não perdoou a concorrência, arrancou para a cravada e embolsou R$ 48.000. Ele fechou a etapa com quatro troféus. Foi vice-campeão do Welcome High Roler, do High Roller PKO e terceiro colocado no High Roller Championship.
“Não sei nem explicar a sensação na verdade. Vim para esse KSOP bem focado. A meta era bem essa. Queria sair em primeiro nos dois rankings. No de High Roller estou benzão e no geral chegamos e estou bem encostado no primeiro. Tá só começando o esquenta para Vegas. Quatro troféus não pode ser ruim, né?” comentou.
O craque já projetou a disputa ponto a ponto com Marcos Grassi na disputa pelo ranking geral. O hermano vai chegar para a etapa de Fortaleza, cidade de Ramon, na ponta. “Markito é meu parceirão, mas jogando em casa é outra pegada, né? Jogando em casa o bicho vai pegar, vou para cima e se Deus quiser vou sair de lá líder dos dois rankings”, lançou Ramon.
O campeão do High Roller Last Chance lembrou a boa energia que tem quando joga no país vizinho. “Geralmente no KSOP eu sempre me dou bem. Aqui na Argentina, nas terras argentinas, eu me dou muito, muito bem. Já rolou cravada no High Roller em 2023 na primeira vez que eu vim para cá e agora não foi diferente. Uma cravada, dois segundos e um terceiro”, finalizou.

Ramon Pessoa
Confira a premiação dos finalistas:
1º – Ramon Pessoa – R$ 48.000
2º – Bruno Zeizer – R$ 29.500
3º – José Humberto Souza – R$ 19.400
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