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Dia dos Namorados: Thaline Teixeira conta como é viver o sonho do poker ao lado do amado Daniel Noronha
O casal é bastante querido nos eventos do KSOP GGPoker
O dia 12 de junho é uma data bastante especial para os casais, pois celebra o Dia dos Namorados. E no poker brasileiro, existem alguns casais que acabam se tornando figuras marcantes, principalmente em eventos ao vivo. No KSOP GGPoker, Daniel Noronha e Thaline Teixeira são um dos principais exemplos disso.
A dupla da pacata Carmo do Paranaíba, cidade do interior de Minas Gerais, vem conquistando cada vez mais a simpatia dos frequentadores do circuito, com Daniel sendo o atual campeão do ranking. E para comemorar essa data tão especial, nada melhor do que conhecer um pouco da história do casal.
Como Daniel já é experiente em entrevistas de campeões, afinal, está sempre cravando, dessa vez o espaço ficou com Thaline Teixeira, uma das principais responsáveis pelo sucesso do namorado. Ela compartilhou alguns momentos especiais dessa trajetória, que exigiu muito esforço até chegar ao sucesso:
“Nos conhecemos em uma viagem da escola para São João del-Rei, através de uma amiga minha que conversava com ele. Quando ele começou a jogar, eu não era a favor, pois éramos muito jovens, estávamos terminando o ensino médio e eu acreditava naquela ideia de que era preciso estudar, fazer uma faculdade, ter um diploma para ser um profissional reconhecido. Ele começou a jogar alguns cash games e torneios que aconteciam em casas de amigos e sempre ia escondido. No final, eu sempre acabava descobrindo, o que gerava algumas briguinhas. Em uma dessas vezes em que estávamos brigados, ele foi para um evento maior, em Araxá. Fiquei sabendo através de um colega da faculdade, que era amigo dele. Esse colega me mandou mensagem dizendo que ele estava na mesa final e que a partida estava sendo transmitida. E, se não bastasse, ele foi campeão. Depois de quase um mês, voltamos a conversar. Ele tinha começado a cursar Administração, mas então decidiu que não queria continuar. Disse que queria jogar poker, que era isso que ele realmente amava, e que, se eu não aceitasse, iríamos terminar. Diante disso, resolvi apoiá-lo”, contou Thaline.

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Thaline, que é advogada, então passou a acompanhar o namorado nos eventos pelo Brasil, fossem circuitos menores ou os principais do calendário. E logo, o que parecia apenas uma forma de estar perto do amado se transformou em um hobby também. Sempre que pode, ela participa de algum torneio. Porém, o seu papel como apoiadora fora das mesas é algo que todos nos eventos notam, e muito!
“Sempre gostei de acompanhar, de estar ali. Gosto do ambiente, das pessoas, tanto das que trabalham quanto das que estão jogando. Mas, como sou uma pessoa muito ansiosa, não conseguia ficar no quarto pensando em como ele estaria, se já tinha entrado no ITM, se estava pontuando… Eu preferia estar por perto, até como uma forma de conversar com ele, transmitir tranquilidade, torcer, e às vezes ajudá-lo a desacelerar para conseguir dar o seu melhor. Só quem já viveu uma competição dessas sabe como é: a adrenalina, as mãos suadas, o coração sempre acelerado. Cada ITM é uma vitória. E foi incrível ver tudo o que ele conquistou. Como a gente ia a poucos eventos ao vivo, eu achava que esse sonho estava distante”, relatou.

Daniel, recentemente, no KSOP GGPoker São Paulo, alcançou mais uma vez a mesa final do Main Event, terminando na 5ª colocação. No entanto, foi em 2024, quando se consagrou campeão brasileiro do circuito, que viveu um dos momentos mais marcantes de sua carreira: a decisão em Itajaí, uma lembrança especial para Thaline Teixeira:
“Tivemos tantos dias especiais na nossa trajetória… A primeira vez em um evento live juntos, quando ele alcançou a mesa final do Main Event em Balneário, foi muito marcante. Mas a última etapa do ano passado, quando ele recebeu o título de campeão, merece um destaque especial. Foi um momento de muita emoção, realização e orgulho. Ver todo o esforço dele sendo reconhecido daquele jeito foi inesquecível”, disse.
Os dois também já se enfrentaram várias vezes nas mesas. Em Itajaí, uma das lembranças, “boa” ou “ruim”, dependendo do ponto de vista, foi quando o AA de Thaline foi quebrado por ninguém menos que Daniel. Ela relembra o momento com bom humor e ainda comentou sobre planos para o futuro do casal:
“Poxa, a conta dele é muito forte, não perdoou nem a mim! Mas, ao mesmo tempo que fiquei triste, eu também fiquei feliz, porque ele praticamente triplicou as fichas, e isso era muito importante para ele continuar vivo no torneio, conseguir jogar multi-table e ainda somar mais alguns pontinhos no ranking. Sobre casamento… ainda não tem data, a gente nem conversou muito sobre isso. Atualmente, a prioridade tem sido ele e a carreira dele. Time que está ganhando, a gente não mexe.”
Com ótimos resultados em São Paulo, o casal seguiu direto para Curitiba em busca de mais poker. Eles vão passar o Dia dos Namorados na capital paranaense, jogando no Live Poker Club. No entanto, o foco principal segue sendo a busca pelo bicampeonato do KSOP GGPoker,No Dia dos Namorados, Thaline Teixeira conta como é acompanhar Daniel Noronha no poker e na vida, com apoio e amor nas mesas.e Thaline Teixeira garante que não vai deixar o amado desistir desse sonho de jeito nenhum:
“Eu acredito que a verdadeira disputa começa quando a pessoa está no top 5, top 10. E ele começou essa etapa já no top 5, com aquele gostinho de desafio. Comentou que havia uma diferença até considerável para o primeiro colocado, mas que não estava perdido. E, com os resultados dessa etapa, ele se aproximou, esse gostinho aumentou! Não vai ser fácil, porque a diferença entre todos diminuiu bastante. Vai ser uma disputa acirrada. Mas os planos de Deus não são os mesmos que os nossos. Eu entreguei nas mãos Dele. Se for para ser, esse bi vem. Independente de qualquer coisa, estarei sempre na torcida”, finalizou.
Confira o MundoTV Cast #72 com Breno Campelo:
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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating
Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.
Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.
Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.
Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.
No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.
Assista:
$1 MILLION POT!!! 💰💰💰
QUADS vs FULL HOUSE 😱@Mister_Keating ends the night in the most Alan Keating way possible pic.twitter.com/B0ZphXNRJ2
— Hustler Casino Live (@HCLPokerShow) May 15, 2026
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K
O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.
O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.
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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.
Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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