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Depois de acordo judicial, Mike Postle e Justin Kuraitis falam pela primeira vez sobre as acusações de trapaça; veja a reação da comunidade

O jogador pretende lançar um documentário falando sobre a história

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Depois do acordo judicial realizado semana passada, o caso Mike Postle veio à tona novamente na comunidade do poker. O jogador e o suposto cúmplice Justin Kuraitis, diretor de torneio do Stones Gambling Hall, falaram pela primeira vez sobre o assunto.

Postle quebrou o silêncio em entrevista ao jornal californiano The Sacramento Bee na qual se declara inocente. “Gostaria de dizer muitas coisas, mas o que posso dizer por agora é que também tenho o meu lado da história para contar, que não só surpreenderá a indústria do poker e do jogo, mas também todo o mundo”, comentou.

LEIA MAIS: Grupo de jogadores alemães e colegas de apartamento acusam Fedor Kruse de trapaça nos cash games High Stakes; Patrick Leonard confirma ocorrido

A surpresa a qual ele se refere é um documentário produzido por Dave Broome, que deverá ser lançado em breve. “Estou ansioso para que saia. Para que todos os caluniadores se perguntem: ‘Por que ele não falou ou explicou a sua inocência?'”, disse.

Além dele, o outro acusado de participar das trapaças denunciadas por Veronica Brill em 2019, Justin Kuraitis, também não perdeu a oportunidade e lançou um documento de quatro páginas disponibilizado no seu perfil no Twitter falando sobre sua inocência e dos desdobramentos da investigação de Joey Ingram no “PostleGate”.

Mike Postle e Justin Kuraitis (Foto: PocketFives)

“Alguns dos vídeos foram divertidos e certamente foram ótimos para aumentar a popularidade de Ingram, mas quanto mais eu os assistia, mais ficou claro que Ingram estava vendendo estatísticas falsas, escolhendo mãos para se adequar às suas teorias e ignorando dados que não se adequavam à sua versão da história”, escreveu.

O diretor de torneios do cassino Stones Gambling Hall também falou sobre Veronica Brill. De acordo com ele, a denunciante nunca entregou provas de que Postle estava trapaceando e afirmou que ela tem tendência de fazer declarações de difamação. Justin Kuraitis ainda aproveitou para dizer que se sente extremamente envergonhado por ter chegado a pensar que Mike poderia fazer trapaças.

Não o bastante, ele condenou a comunidade do poker ao falar que o sofrimento, a injustiça e a ira dos meios de comunicação continuam presentes na vida dele. “A multidão do Twitter é real, é feia e tem consequências na vida real. Nunca antes experimentei tanto ódio, ignorância e até ameaças de violência. Tudo isso por causa de uma pessoa no Twitter e da multidão de pessoas que ficaram dispostas a acreditar nele sem fatos. É muito surreal pensar nisso em retrospecto”, disse.

Reação da comunidade

Como era de se esperar a maior parte dos jogadores de poker não concordou com as declarações e ainda confrontaram Justin de inúmeras maneiras. Entre eles estavam Doug Polk que resumiu os comentários de muitos da comunidade no Twitter.

“1) Você e Postle são inocentes aos olhos da justiça porque o sistema legal não consegue determinar se vocês estavam ou não trapaceando. 2) É muito difícil de executar dívidas de jogo em tribunal. 3) Para de insultar a comunidade de poker com este completo absurdo”, twittou Polk.

Daniel Negreanu também foi um dos nomes citados no tweet de Justin e fez questão de respondê-lo. “Em primeiro lugar, não tenho ideia de quem você é ou por que fui mencionado. Depois de ler isso, no entanto, parece muito mais provável que você soubesse que esse cara estava trapaceando. Ah, e ele estava trapaceando. Ninguém ama tanto a v******, mano. CAI FORA”, comentou.

Veronica Brill, denunciante do caso, não ficou calada  e esclareceu algo importante. “Eu não assinei o acordo. Estou livre para continuar dizendo a verdade”, falou.

O acordo judicial

Na semana passada, 60 dos 88 denunciantes aceitaram fazer um acordo judicial no qual não se sabe o valor, pois é uma informação confidencial.

A decisão foi tomada depois do advogado dos queixosos, Maurice “Mac” VerStandig, declarar que não foram encontradas provas suficientes das alegações de trapaça.

Todavia, aqueles que não aceitaram participar da decisão ainda têm o direito de recorrer até o dia 01 de outubro. Se optarem por continuar, eles deverão ser representados por outro advogado, pois Mac indicou que sairá do caso.

Confira a coletânea completa do caso Mike Postle feito pelo Mundo Poker:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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