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Dan Cates levanta polêmica sobre a troca de ações entre players nos torneios super high rollers; jogadores rebatem

Jogador chegou a questionar a integridade das decisões

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Dan Cates

A comunidade do poker está bastante envolvida em pequenas polêmicas ultimamente. Com tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo, os mais diversos temas têm gerado debates interessantes entre jogadores, admiradores e todos que compõem a esfera do poker mundial.

Sem quase gostar de uma polêmica, Dan Cates, o eterno “Jungleman”, resolveu se unir ao meio e levantou uma questão acerca dos torneios Super High Rollers, principalmente sobre os com entrada de mais de US$ 100 mil, como o Mega High Roller do partypoker, de US$ 102 mil, que teve 35 entradas.

Geralmente, o que acontece nesses torneios com buy-ins tão elevados são as vendas de cotas ou troca de ações entre os jogadores, os famosos swaps. Isso significa que eles estão “protegidos” de uma perda total, podendo ou amenizar o buy-in, ou lucrar com outro jogador do field com o qual você fez o swap.

Foi sobre essa troca de ações que Dan Cates levantou uma questão:

“Ei, aqui vai algo para se pensar: os jogadores que jogam os super high rollers (US$ 100 mil+) formaram alguns grupos trocando toneladas de ação uns com os outros, enquanto os jogadores recreativos jogam 100% sozinhos. Isto é justo?”

O ponto defendido pelo Jungleman é que os profissionais já possuem uma vantagem técnica considerável, e ainda maximizam suas capacidades ao reduzir a chance de prejuízo diluindo suas ações, enquanto os recreativos entram “doando” todo o seu dinheiro pela competição e diversão.

Pouco depois, o craque canadense Sam Greenwood rebateu a questão de Dan, tentando mostrar o caminho inverso:

“Ei, aqui vai algo para se pensar: os jogadores que jogam grandes jogos a dinheiro dão porcentagens para os caras que mandam no jogo, enquanto os jogadores recreativos têm 100% de si mesmos, isso é justo?”

O canadense ainda completou dizendo que os recreativos que disputaram o torneio de ontem, com um field tão qualificado, deveriam estar loucos. Por sua vez, Jans Arends, o “Graftekkel”, ironizou a questão:

“Não é justo, eles deveriam começar a trocar com os outros recreativos”

Não satisfeito, Dan Cates ainda aumentou o tom do ataque, falando sobre outro tema levantado em alguns comentários. Alguns pensam que trocar ações pode fazer com que os jogadores façam uso do soft play, ou seja, não façam a jogada que deveriam fazer para aliviar a situação do rival (no caso, parceiro). O Jungleman parece concordar:

“Hmm, até eu acho difícil realizar um blefe louco em um torneio. Imagine seu amigo (que você tem cotas) prestes a ser eliminado…”

A polêmica ainda deve render alguns capítulos enquanto o debate não termina, com cada um defendendo seu lado. Qual a sua opinião sobre isso?

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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