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Caso Mike Postle: em podcast de Mike Matusow, jogador se defende contra acusações e afirma ser inocente: “100.000%”

Essa é a primeira parte da entrevista dada por Mike Postle

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Um assunto tem dominado o noticiário de poker nos últimos dias. Trata-se da suspeita de trapaça em um jogo de cash game transmitido ao vivo pela internet, no cassino Stones Gambling Hall. Mike Postle é o centro da polêmica, tendo sido lucrativo de forma incomum nos últimos anos e jogando um poker, segundo analistas, muito aquém dos resultados obtidos.

A noticia foi parar inclusive no SportsCenter da ESPN americana, no primetime, após um jogo da NFL e ganhou uma repercussão nacional nos EUA. Na noite de sexta (04), Joey Ingram e Chase Bianchi divulgaram em seu podcast e Twitter, respectivamente, um possível método usado por Mike para trapacear.

Ainda na sexta-feira, após três dias ausentes das redes sociais, Mike Postle resolveu aparecer e se pronunciar. O canal escolhido foi o podcast de Mike “The Mouth” Matusow, controverso jogador e amigo pessoal de Phil Hellmuth, que comanda o “The Mouthpiece”.

Em uma entrevista que durou quase 40 minutos, Postle deu sua versão sobre os fatos. Ele contou como tudo começou: “o Stones meio que me glorificou como garoto prodígio. ‘venha jogar com Mike Postle’, ‘você tem que assistir essa live stream, tem que vir aqui para jogar com Mike Postle’. Eu não gostei, porque não gosto dessa atenção, mas adoro me divertir, adoro entretenimento e o Stones é um ótimo lugar para jogar, então deixei eles colocarem isso no ar”.

Ele explicou um pouco sobre seu poker. “Tem uma palavra para descrever o meu jogo: criativo. Eu sempre tento ser o jogador mais imprevisível da mesa para ninguém saber o que eu tenho”.

Mike revelou algumas nuances do jogo, que segundo ele, fez com que os youtuber Doug Polk e Joey Ingram, que levaram horas investigando suas jogadas, nunca terem uma real noção do que ocorre no Stones.

Ele explicou que o jogo começa a partir das 17:30, mas só vai ao ar às 18h. Nesses 30 minutos, o jogo é feito sem transmissão. Ainda revelou que os stacks que aparecem na transmissão são coletados às 17:45 e muitas vezes não condizem com o real stack que os jogadores tem quando o live stream começa. Mike disse que costumam jogar de forma “maluca” antes da stream começar e isso faz com que muitos rebuys aconteçam. Esses rebuys seriam feitos por fichas que estão nos bolsos dos jogadores, portanto muitas vezes o lucro real do jogador é bem diferente do que aparece na tela.

E ainda prosseguiu, colocando a culpa na opinião pública ter se voltado contra ele, devido à campanha de Joey e Doug. “Todas as narrativas são ‘como ele fez isso, se outra pessoa não fez’. Estão fazendo de tudo para que eu seja culpado”, lamentou.

“É impossível para mim fazer o que eles estão suspeitando. Eles não estão vendo quanto cada um realmente compra. Temos fichas embaixo da mesa que usamos para recarregar. Qualquer jogador do jogo pode falar que eu compro tanto quanto os outros jogadores. Eu sempre adiciono fichas ao meu stack para ficar com o mesmo que o chip leader da mesa”, continuou.

LEIA MAIS: Teoria no Twitter indica uso de tecnologia sofisticada para explicar possível caso de trapaça nos EUA; entenda

Outro fato levantado por Mike, foi que ele adora se divertir jogando poker. Para mãos questionáveis que ele jogou pré-flop, ele revela que tem ‘mãos da sorte’ e que caso uma delas apareça, ele vai ver o flop, não importa o valor. Em uma oportunidade, chegou a pagar US$ 3.000 pré-flop em all in com 54, definida a mão da noite. A mão foi escolhida pois Chris Moneymaker, campeão do Main Event da WSOP em 2003, estava na mesa. Essa foi a mão que o americano conquistou o título contra o israelense Sam Farha. Ele acabou não revelando se lembrava se ganhou ou não a mão, depois de ser questionado por The Mouth.

Matusow terminou a entrevista questionando Mike se ele era inocente. “Absolutamente. 10.000%, 100.000%”, respondeu.

O jogador ainda revelou que não tem comido direito e pouco dormiu nos últimos dias. Ele também tem evitado ler comentários nas redes sociais, mas acrescentou que os que leu, são sem sentido e tem se tornado bem difícil para ele processar todos os acontecimentos recentes.

Essa foi a primeira parte da entrevista, portanto, devemos ter mais revelações de Mike Postle no The Mouthpiece podcast nos próximos dias. O MundoPoker segue ligado em qualquer novidade sobre o caso.

Mike Matusow – detentor de 3 bracelete da WSOP foi o responsável pela entrevista com Mike Postle (Foto: Jules Pochy – The HendoMob)

 

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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