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BSOP Millions: Zdenek Zizka impede festa brasileira em torneio histórico e leva o título do Super High Roller de R$ 500K

O jogador de República Tcheca faturou R$ 6 milhões com a vitória

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O final da noite de domingo colocou ponto final em um torneio histórico do poker brasileiro. O Main Event da Super High Roller Series, que contou com um inédito buy-in de R$ 500.000, trouxe o maior resultado de toda a história do BSOP Millions – e também do poker brasileiro. E a festa foi estrangeira: Zdenek Zizka cravou seu nome como campeão e conquistou o enorme título da competição.

Jogador profissional nascido na República Tcheca, Zdenek Zizka bateu uma mesa final de peso para se tornar dono do maior prêmio já registrado no Brasil. O tcheco superou um field estrelado de 36 entradas, passou por alguns dos melhores jogadores do país na decisão e levou a bagatela de R$ 6.000.000 pelo feito.

Zizka enfrentou uma dupla de craques brasileiros no 3-handed e acabou impedindo uma festa verde e amarela na competição. O tcheco buscou uma virada contra Felipe Boianovsky no heads-up, deixando o “lipe piv” com o vice e o prêmio de R$ 3.800.000. O terceiro colocado foi Renan Bruschi e o bronze valeu R$ 2.700.000 para o “Nett”.

LEIA MAIS: BSOP Millions: All in triplo insano de AA x KK x AK perto da bolha da FT derruba Alisson Piekazewicz no R$ 500K

Vindo pela primeira vez ao Brasil, Zizka falou primeiramente sobre a recepção: “eu tive a oportunidade de vir pra cá, foi um torneio gigante e eu gostei muito de todo mundo aqui. São pessoas amigáveis. Só posso agradecer por isso e mal posso esperar pelo próximo ano. É um lugar incrível”, abriu o tcheco.

Ele seguiu, falando sobre o sentimento pela vitória: “eu estive observando minhas batidas cardíacas, minha média foi de 140 bps, ficou subindo e descendo. Mas foi incrível, joguei contra jogadores muito bons, estou muito feliz e emocionado com o resultado. Isso está além das palavras, é um sentimento maravilhoso que está dentro de mim e eu mal posso esperar pra jogar tudo pra fora e aproveitar o momento”, completou Zizka.

E o que você faria se ganhasse R$ 6 milhões? Para Zdenek, ele não teve dúvida: foi jogar mais. Logo depois da cravada, o tcheco não perdeu tempo e decidiu engatar no R$ 50K One Day. Coitado dos rivais, porque agora ele vai ter bankroll para dar algumas balinhas…

A decisão

Zdenek Zizka começou a mesa final como chip leader e com uma vantagem gigantesca, tendo o dobro de fichas sobre o segundo colocado, por exemplo. Só que, ainda na fase inicial, ele sofreu um baque: um flip enorme contra Felipe Boianovsky inverteu a ordem do jogo e colocou o brasileiro na ponta, desenhando o jogo ainda mais para os dois.

Muito calmo, com expressão confiante e sensata durante todo o tempo, Zizka não deixou se abalar. Com o andamento da decisão, ele conseguiu manter seu stack confortável e foi vendo os rivais caírem. O primeiro foi o brasuca Gabriel Tavares, que chegou short e não conseguiu reverter em um cooler de QQ x KK.

Depois foi a vez do estoniano Ottomar Ladva, que caiu na quinta colocação com uma tentativa de hero call errada. As duas eliminações vieram por conta de Martin Kabrhel, compatriota de Zizka. Só que o 4-handed foi o limite para Kabrhel e isso proporcionou aquele que foi, provavelmente, o maior momento do torneio.

Após um longo tempo de jogo, Kabrhel ficou short e tinha uma disputa pessoal com Renan Bruschi por um pay jump. A história reservou uma das mãos mais memoráveis dos últimos tempos e deu a vitória para o brasileiro, encerrando a participação de Kabhrel com provocação, vaias e um clima de estádio de futebol.

Só que, mesmo assim, a disputa seguia desenhada para Zizka e “lipe piv”. Renan Bruschi corria por fora e chegou a equilibrar, mas o gaúcho perdeu algumas fichas e ficou para trás. E aí veio outro dos grandes momentos da decisão: um all in triplo enorme poderia dar o título ao Brasil, mas uma bad beat não só impediu isso, como ainda eliminou Renan.

Com mais fichas, o “lipe piv” era favorito com 99 e enfrentava o 77 de Zizka e o AK de Renan. O board 53Q75 deu a vitória para Zizka, que foi para o heads-up contra Boianovsky. O brasileiro ainda começou em vantagem e chegou até a abrir uma grande diferença. Só que um blefe mal sucedido por um flush não completado inverteu o rumo do jogo.

Zizka acertou o call nesse momento e passou a liderar. A partir disso, ele não saiu mais. Minando o stack do brasileiro, o tcheco chegou a ponto de resolver em um all in pré-flop. Com TT, ele levou a melhor contra o A9 de “piv” no board 3J744 e colocou fim ao torneio com a vitória da República Tcheca.

Confira a premiação da mesa final:

1º – Zdenek Zizka (República Tcheca) – R$ 6.000.000
2º – Felipe Boianovsky – R$ 3.800.000
3º – Renan Bruschi – R$ 2.700.000
4º – Martin Kabrhel (República Tcheca) – R$ 2.000.000
5º – Ottomar Ladva (Estônia) – R$ 1.500.000
6º – Gabriel Tavares – R$ 1.193.600

Confira o Poker de Boteco #118 com Raysa Oliveira: 

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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