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BSOP Millions: Nadin Kuntze é campeã do Ladies e vai às lagrimas com título importante em ano difícil

Nadin ficou muito emocionada com o bicampeonato

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O título no BSOP Millions não poderia ter significado mais para Nadin Kuntze. A vida de um jogador de poker nunca é fácil e, em muitos momentos, traz dificuldades também por fora da carreira, com o lado pessoal ocupando espaço no esporte da mente e, consequentemente, afetando também o desempenho nos feltros.

Mas o jogador de poker também sabe que a glória e a redenção podem sempre estar batendo na porta e o próximo torneio pode ser o da virada de chave. E foi justamente o que aconteceu com Nadin neste domingo. Depois de múltiplos dias de disputa num field qualificado, ela ficou com o título do Ladies do BSOP Millions. O troféu veio junto do choro.

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“Foi muito difícil. O choro é de felicidade pela conquista. É difícil ser jogador de poker. A gente passa por altos e baixos. E esse ano foi bem complicado, não no poker, mas na vida pessoal. Por isso que eu estou tão emocionada”, contou em entrevista após a vitória.

O Ladies Event do BSOP Millions foi um grande sucesso. Com um total de 138 entradas no buy-in de R$ 1.000, jogadoras de todos os níveis técnicos estiveram nos salões do WTC Sheraton para celebrar o poker feminino em uma disputa marcante. Nadin, uma das principais jogadoras do Brasil, levou R$ 26.000 para casa com o título.

Esse foi o segundo título da jogadora no Ladies Event do circuito. O primeiro veio em 2019, também na capital paulista, quando ela passou por 74 entradas também no WTC Sheraton para ficar com o troféu. De lá pra cá, ela ficou também com a 13ª colocação no Ladies Event do BSOP Millions 2023 e fez mesa final no Ladies Event do BSOP São Paulo 2024. A importância dos torneios femininos, para Nadin, é gigantesca.

“[O poker] merece espaço maior pras mulheres, então eu faço minha parte nisso, dou aula, ajudo. O Ladies é a porta de entrada, e tem que ter cada vez mais mulheres”, conta a agora bicampeã.

Não faltou qualidade na mesa final do torneio. Bárbara Akemi, Luana Matos, Meyre Gobernate e Lorena Bandeira são algumas das figuras conhecidas que também batalharam pelo troféu entre as nove finalistas. No heads-up contra Luana, um all in pré-flop de 99 x 77 deu grande vantagem para a oponente, porém com apenas cinco blinds, Nadin conseguiu reverter a vantagem e ficar com o título mais uma vez.

A felicidade após a cravada também teve um motivo específico: o apoio dos pais, como ela mesmo conta. “São mais de 10 anos, meus pais não aceitavam mas hoje eles aceitam e torcem. Ter eles do meu lado é muito importante e por isso toda emoção”, contou, antes de finalizar com agradecimentos. “Queria agradecer demais a todas as minhas amigas. Todos vocês que me ajudaram esse ano, de todas as formas. Muito obrigada, de verdade, e um beijo para todo mundo que torce por mim”, finalizou.

Confira a premiação da mesa final:

1º – Nadin Kuntze – R$ 26.000
2º – Lorena Bandeira – R$ 18.000
3º – Bárbara Akemi – R$ 12.000
4º – Huija Flora Olaran – R$ 9.500
5º – Kasey Mills – R$ 7.500
6º – Meyre Gobernate – R$ 5.900
7º – Luana Matos – R$ 4.400
8º – Claudia Damski – R$ 3.400
9º – Amanda Almeida – R$ 2.690

Confira o Poker de Boteco #118 com Raysa Oliveira: 

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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