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BSOP Millions: Rodrigo Seiji fala sobre mudanças de 2025, elogia circuito brasileiro e detalha próximos passos da carreira
Craque passou pela atual fase da carreira e detalhou temporada de 2025
A Super High Roller Series atraiu uma gama altíssima de craques brasileiros e mundiais para as mesas do BSOP Millions. Com torneios de buy-ins e nível técnico elevado, o festival está sendo a oportunidade perfeita para que alguns dos melhores representantes do país estivessem nas mesas do WTC Sheraton, como foi o caso de Rodrigo Seiji.
Um dos maiores representantes brasileiros no circuito High Stakes online, Seiji esteve presente em São Paulo desde o primeiro dia da Super High Roller Series para disputar os torneios especiais do BSOP Millions. Em um momento de calmaria, após a classificação para o Dia 2 do Super High Roller de R$ 100 mil, Seiji sentou com o Mundo Poker para contar como foi 2025 e a que passo anda sua carreira.
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Abaixo, você confere a íntegra da entrevista:
Mundo Poker: Seiji, a gente já viu algumas tentativas de estabelecimento de um circuito High Rollers aqui no Brasil, mas nada como está sendo a SHR Series. Pra você que é um regular dos High Rollers, como é a sensação de jogar esses torneios em casa?”
Seiji: Bom, eu moro em São Paulo, né? Acho que a grande diferença é que, quando a gente ia pra lá, já tinha um cenário estabelecido, então demora um pouco para se acostumar. Os jogadores são todos amigos entre sim, é até rápido para que a gente faça amizades no meio. Mas claro, por mais que os jogadores brasileiros falem inglês, não é a nossa língua nativa. É tudo diferente. É muito legal que eles saiam de casa também e sintam um pouco disso. É sempre bom ter essa série.
Mundo Poker: Quando você enfrenta jogadores do alto nível dos High Rollers, o quanto você acha que a sua experiência no online te serve aqui no live?
Seiji: Muito. O Ladva, por exemplo, a gente se enfrenta direto. Eu espero a mesma coisa. É um jogador muito bom, não vi muita coisa diferente do que ele apresenta. Ele tá tão acostumado a jogar esses stakes que não tem nervosismo. E é sempre bom conhecer eles como pessoas, né? Eu jogo há muito tempo, então é legal conhecer esse pessoal mais novo, ver o que eles são, as inseguranças que eles mostram no live. Essa é a diferença do live né, ver se ele tá confortável.
Mundo Poker: Em 2025, foi bastante reportado o final do projeto dos Ninetales, do qual você era parte, e você continuou aparecendo bastante no online. Como está sendo a vida durante essa temporada?
Seiji: Estamos preparando novos projetos, né? O Orca.poker, por exemplo, é um novo projeto que estamos iniciando com algumas linhas de estudo para um grupo bem específico de jogadores, provavelmente brasileiros os primeiros, e eu tô tocando isso enquanto jogo os maiores torneios. Eu mudei muito minha trajetória, e nem é pelo fim do Ninetales: meu segundo filho acabou de nascer, está com seis meses, então muda completamente. Eu já não posso jogar tanto a noite, acabo jogando mais no domingo em 2025, ano que vem provavelmente será a mesma coisa… então estou tocando mais esses projetos que tem a ver com estudo e aula.
Mundo Poker: E como você avalia o cenário dos High Rollers no Brasil atualmente? Está satisfeito com o patamar atingido ou acha que ainda existe potencial para mais?
Seiji: Já está bem alto! Se tiver mercado, ótimo, que tenha mais jogo mais caro. Mas o Brasil está chegando nos buy-ins mais altos possíveis. Ter um US$ 100k no Brasil já era impensável há pouco tempo. Para quem é do meio, quanto mais ação, melhor. Eu sempre digo que vivo dos ganhos que tenho do jogo, mas também sei que, para que eu aconteça, tem que ter muito trabalho por trás. Todo mundo envolvido nisso está de parabéns.
Confira o Poker de Boteco #116 com Elvis Renan “Catholão”:
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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating
Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.
Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.
Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.
Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.
No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.
Assista:
$1 MILLION POT!!! 💰💰💰
QUADS vs FULL HOUSE 😱@Mister_Keating ends the night in the most Alan Keating way possible pic.twitter.com/B0ZphXNRJ2
— Hustler Casino Live (@HCLPokerShow) May 15, 2026
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K
O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.
O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.
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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.
Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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