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Bruno Jardim e Renan Bruschi trocam farpas no Instagram com direito a acusações e provocações; confira

Clima esquentou nas redes sociais nos últimos dois dias

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Bruno Jardim e Renan Bruschi

A semana da comunidade do poker brasileiro começou agitadíssima e ganhou um novo conflito depois da suspensão de Rafael Caiaffa no BSOP Millions. O jogador mineiro Bruno Jardim, diante da repercussão do acontecimento com o conterrâneo, usou o Instagram para atacar jogadores conhecidos do poker brasileiro, incluindo Renan Bruschi na postagem.

Jardim acusou também João Simão, Rafael Moraes, Kelvin Kerber, Hélio Neves e Fabiano Kovalski os igualando com a situação de Caiaffa no BSOP. “Isso que vocês fizeram anos e anos se igualam ao que essa carniça fez durante a vida toda. Se preparem que os gigantes acordaram e vocês não passarão mais batidos”, escreveu ontem (20), sem especificar algum ato.

Nesta terça-feira (21), Bruno atacou diretamente Renan Bruschi com uma série de postagens. “Ontem um dos meus melhores amigos conseguiu um feito inédito no poker, tirando a máscara da índole de um dos jogadores mais respeitados no poker antigo. E eu como jogador profissional durante anos, fui afetado por esses players diretamente e indiretamente”, começa.

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“Quantos sonhos vocês já destruíram e quantas pessoas foram afetadas durante décadas e vocês seguem enriquecendo cada vez mais. Segue o contrato do nosso jogador mais desrespeitoso e mau caráter que esse poker já viu. Espero ansioso que mais jogadores me mandem prints e conversas que possam me ajudar nessa mudança do nosso poker mundial”, completa Jardim.

Na sequência, ele publicou um print de um suposto contrato do NeTTeam, time gerido por Renan Bruschi, e questiona o tópico “acompanhamentos”, descrito como “acompanhamento obrigatório das retas que serve como uma ótima forma de avaliação/feedback técnico do jogador, decisão final sempre do aluno”. Jardim comparou esse item do contrato com “estar jogando uma final de futebol e chamar o Neymar para o seu lugar”.

A resposta de Renan Bruschi

Bruschi não deixou barato as falas de Jardim e respondeu também no Instagram através dos stories. “Ontem conversei com todos os mencionados no post e concordamos que não iríamos dar palco para palhaço doidão. Como hoje ele fez nova menção pública, falarei apenas ao que tange ao NeTTeam/Net”, inicia o gaúcho.

Renan cita que Bruno tem “mágoas” com ele e apontou cinco exemplos:

“1- Ele nunca passou em processo seletivo do meu time (enviou umas cinco aplicações no mínimo)

2- Não aceitei swap oferecido por ele em reta final do Venom

3- Intimou para um Challenge de HU e arregou. Ele deve 15k hands de HU $25/$50 ou $50/$100 previamente acordado em FT de WCOOP com transmissão das mídias de poker

4-  Quanto ao print do contrato de quando iniciou o time em 2015 (não é o mesmo tem muito tempo), fica muito claro sobre o que ele tenta insinuar, é necessário o básico de interpretação de texto, quem foi/é jogador sabe como funciona. Sempre otimizamos o nosso tempo e do jogador, assistir ele jogar não significa tomar decisões por ele, serve como uma revisão 1×1 geral e de late game, nunca falamos linhas de raciocínio nossas antes e durante qualquer mão jogada, decisão sempre do jogador. Atualmente nem tempo pra isso eu tenho mais, jogo HS, ministro aulas esporádicas para o grupo em geral, gravo live sessions e faço 1×1 com as patentes maiores, também não é uma obrigatoriedade faz muito tempo, muitos se sentiam pressionados em entregar melhores decisões e muitas vezes isso não ocorria, o jogador ficava mais nervoso e acabava errando em cascata

5- Ele acabou usando um contrato muito antigo do time e tentou manipular em seu favor comparando ao incomparável (caso Caiaffa). Medidas jurídicas sérias serão tomadas por todas as pessoas citadas, esse merece ficar no lugar dele, internado numa sala cheirando pó e defecando pela boca nóias do cérebro lesado que possui”

Depois dessa publicação, Renan divulgou algumas conversas privadas com Jardim para provar seus pontos como o pedido do swap (feito em 7 de fevereiro) e a ausência de respostas do mineiro após concordar com o Challenge de heads-up (22 de setembro). Até a publicação desta postagem, Bruno não havia feito uma “tréplica”.

Confira o MundoTV Cast #53 com Daniel de Freitas:

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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