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Benjamin Rolle rebate comentário no Twitter e reforça importância do lado mental no poker em longo texto
Rolle não acredita que o poker possa ser produtivo sem um lado mental forte
Benjamin Rolle é uma das figuras mais prominentes do poker quando o assunto é preparação e estudo. Com sua própria escola de poker e com resultados incríveis ao longo dos últimos anos, o alemão, que é o atual campeão do Main Event da WSOP Online, mostrou sua perspectiva a partir de um longo texto no Twitter.
Rolle não concordou com um comentário feito no Twitter sobre o trabalho mental envolvido no poker. Na ocasião, o usuário @hungryhorsepokr opinou que o lado mental do jogo é apenas um “objeto brilhante”, classificando seu trabalho como a “nona coisa mais importante do jogo”.
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Rolle, que preza pela paciência e pela disciplina no estudo já há alguns anos, criticou bastante a opinião do usuário, notando que, em sua perspectiva, o trabalho mental do poker é mais importante do que qualquer coisa. Ele respondeu com um longo texto e, abaixo, você pode encontrar a tradução completa:
Veja abaixo a opinião de Benjamin Rolle sobre o lado mental no poker:
“Honestamente, esse é um take horrível. Boa sorte para o cara que executa os ranges e pensa três passos na frente, mas não consegue controlar suas emoções. Boa sorte pra quem executa essas estratégias sem controle de banca.
Como você pode ranquear algo como a nona coisa mais importante quando todos os fundamentos como não tiltar, jogo B/C sólido, sabendo quando parar, controle de emoções e de banca requerem um mindset forte? Algo que chega como um esforço forte em si mesmo, de trabalhar na sua mente e não ver ela como a nona coisa mais importante—seja por meditação, jornada ou visualização.
“Ranges e pensar três passos na frente” não funciona quando qualquer um desses não é pelo menos sólido. Hoje o problema é que a gente não trabalha o suficiente o nosso mindset. É o oposto. Às vezes a gente não senta, desliga os aparelhos, pensa, se descobre. A parte fundamental de uma estratégia vencedora no poker chega de um bom trabalho mental: paciência, disciplina, consistência e perspectiva.
Claro, tem muita gente que passa o tempo registrando ou sei lá. Mas é a exceção. Esse post dá a impressão de que muita gente perde tempo no trabalho mental, mas chamar “mindset” de um objeto brilhante é um conselho horrível que causa mais problemas para a maioria das pessoas que, de fato, precisam trabalhar sua mente. E quem lê esse tipo de conselho vai se manter na ideia de que “mindset é pra aparecer, então meu tilt não é o problema, só preciso de mais estratégias e jogar mais”.
Não sei por que os caras mandam esses takes horríveis. Eles acreditam nisso ou é só rage-bait? Qualquer estratégia com um mindset negativo é impossível, e com um mindset sólido, você pode aprender e executar qualquer estratégia que quiser. Tentar reverter isso é um conselho terrível. Seja inteligente, invista em você, invista na sua mente e tudo vai ficar mais fácil. Claro que um ainda precisa sentar, estudar o jogo, aprender os exploits e executar. E fazer isso sempre. Não ignore isso também.
Mas por minha experiência, as pessoas precisam mais de trabalhar a mente do que o oposto”
Honestly, this is a terrible take.
Good luck to the guy executing ranging and thinking 3 steps ahead, but can’t control his emotions and tilt.
Good luck executing all those strategies with poor bankroll management.
How can you rank something as the “9th” most important thing… https://t.co/4tFgJ4o0R5
— bencb (@bencb789) February 20, 2026
Confira o Poker de Boteco #127 com Marco Aurélio “Salsicha”:
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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating
Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.
Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.
Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.
Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.
No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.
Assista:
$1 MILLION POT!!! 💰💰💰
QUADS vs FULL HOUSE 😱@Mister_Keating ends the night in the most Alan Keating way possible pic.twitter.com/B0ZphXNRJ2
— Hustler Casino Live (@HCLPokerShow) May 15, 2026
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período
A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.
Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.
Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.
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A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.
O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.
Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K
O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.
O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.
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Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.
Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.
Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:
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