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Alexandre Mantovani, o Cavalito, explica motivações para criar a Poker Mind School: “acrescentar valor para a comunidade”

O craque comentou a expectativa de seu novo projeto para o Mundo Poker

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Muitas pessoas querem aprender uma fórmula mágica para evoluir no poker. Mas não existe milagre sem esforço e dedicação. O caminho mais comum a ser trilhado atualmente é entrar para um time de poker para evoluir com um material adequado e de qualidade. E é justamente criar uma nova opção de caminho que Alexandre Mantovani pretende criar.

O “Cavalito”, um dos jogadores mais conhecidos e influentes da comunidade brasileira de poker, sempre quis contribuir com o público e encontrou uma maneira. Junto com Thaís Dresch, fundou a Poker Mind School, uma escola de poker baseada em quatro pilares:

  • Importância dos fundamentos
  • Liberdade
  • Autossuficiência
  • Equilíbrio

A ideia do craque com Poker Mind School é facilitar o encontro de informações com qualidade de um modo acessível e permanente. Além dos conceitos do jogo trabalhados por um dos melhores jogadores do país, a escola também quer evoluir outros atributos do jogador fora das mesas. Thaís Dresch trabalha com desenvolvimento pessoal e passou a focar em jogadores de poker em 2018.

“A comunidade do poker brasileiro é muito unida, mas é unida de uma forma separada. O conhecimento e o desenvolvimento é muito difundido dentro dos times até o momento que eu tinha tido a ideia da Poker Mind School, tinha muito pouco material de poker no Brasil e de desenvolvimento pessoal que estava acessível para todo mundo de qualidade”, disse Alexandre.

Parceria com Thaís Dresch no projeto

“No momento que eu tive a ideia, eu contei para a Thaís, tava na casa dela e ela tava super empolgada com a ideia. Se é algo que quero impactar a vida das pessoas, tanto na parte técnica como emocional e mental, eu não conheço uma pessoa melhor para treinar um jogador de poker como a Tha. Ela mergulhou de cabeça no projeto desde o primeiro momento, ficou super empolgada. A gente foi construindo, as coisas foram crescendo e hoje estão bem encaminhadas”.

O Mundo Poker conversou com Mantovani sobre como surgiu a ideia e a expectativa com o novo projeto. Confira:

MP: Como que você decidiu criar a Poker Mind School?

Cavalito: Eu tava fazendo minha rotina matinal e veio a ideia inteira na minha cabeça. Desde quando tive meu big hit em 2017, eu pensava no que eu poderia fazer para contribuir mais para a comunidade do poker. As pessoas até me davam sugestões, ‘faz um time’, ‘faz projeto de mentoria’, etc. Eu até segui adianta com algumas ideias, mas nenhuma delas me enchia os olhos. Não me achava no perfil de gerenciar um time. Na verdade, no começo da minha trajetória como coach da Pocarr Latina eu era gestor também e não era uma atividade muio prazerosa pra mim. E eu também tô satisfeito com minha posição de hoje da Pocarr e não penso em mudar isso no momento. Eu até abri uma turma de mentoria, foi bem interessante, mas sabia que ela precisava ser restrito para dar o nível de atenção e qualidade que eu queria. Foi um projeto legal, mas faltava alguma coisa. Quando veio a ideia da Poker Mind School na minha cabeça eu falei “é isso”.

Criar uma escola, ensinar os fundamentos, eu já ensino jogadores de poker há cinco anos com uma performance muito boa, todo mundo muito feliz com as aulas, vários alunos tiveram resultados fantásticos e eu consegui impactar muito bem a vida deles positivamente. Criar uma escola permite que eu consiga fazer isso em larga escala. Contribuir para a comunidade do poker brasileiro e, ao mesmo tempo, ensinar as pessoas a se desenvolverem melhor tanto como pessoas quanto jogadores para conseguir os resultados extraordinários que elas buscam desde o primeiro dia que seguem uma carreira de poker.

MP: Qual é a expectativa com o projeto?

Cavalito: “Tem esse aspecto que eu e a Tha sempre quisemos acrescentar valor para a comunidade do poker brasileiro. A comunidade do poker brasileiro é muito unida, mas é unida de uma forma separada. O conhecimento e o desenvolvimento é muito difundido dentro dos times até o momento que eu tinha tido a ideia da Poker Mind School, tinha muito pouco material de poker no Brasil e de desenvolvimento pessoal que estava acessível para todo mundo de qualidade. De jogadores e pessoas que são bem sucedidas e continuam na batalha, jogando contra os melhores do mundo, trabalhando com jogadores de poker. A ideia é ser essa plataforma de ensino que vá proporcionar cada vez mais jogadores, independente da idade, se tá num time ou não, tenham acesso à informação de qualidade, um trabalho muito forte de fundamentos técnicos mesmo, para que esses jogadores e jogadoras possam ter de fato um conhecimento e utilizá-lo como base para se desenvolver.

Muito desse conhecimento só está disponível dentro de um time ou em inglês. Na Poker Mind School ele estará disponível em português, de uma forma muito interativa, com valores acessíveis e as pessoas poderão ter acesso a esse conhecimento, aprender bem as bases. Vão ter cursos desde teoria básica do poker e teoria de pré-flop e mais para o futuro vão ter cursos de pré-flops, como mexer ferramentas, esse tipo de coisa. Nosso foco sempre vai ser passar os fundamentos para que a pessoa consiga se desenvolver e não fique dependente do conteúdo da Poker Mind School para crescer e se desenvolver. Que use o material para ser mais autossuficiente no seu processo de aprendizado e evolução”.

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Ex-político americano vai ao Hustler Casino Live e perde pote de US$ 1 milhão contra mão marginal de Alan Keating

Scott Palmer levou a pior contra o recreativo que gosta de aprontar

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Alan Keating
Alan Keating

O Hustler Casino Live organizou mais uma mesa de cash game high stakes nesta última quinta-feira e uma presença nova marcou a atração. Scott Palmer, um ex-político americano, foi um dos jogadores presentes na disputa e ele acabou sendo protagonista. Infelizmente para ele, pelo lado negativo.

Scott Palmer teve uma sessão desastrosa na atração e foi o maior perdedor do dia, com um valor pesado de prejuízo. O principal ponto de tudo isso veio através de uma mão jogada contra Alan Keating – sempre ele -, que aprontou mais uma das suas e levou um pote de mais de US$ 1 milhão com uma mão bem marginal.

Jogando com blinds de US$ 500 / US$ 1.000, Keating fez o straddle obrigatório e Palmer pagou do botão. De volta para o autor do straddle, Keating decidiu aumentar o jogo para US$ 22.000, valor que o antigo político pagou. Os dois viram o flop e Keating mandou uma nova aposta de 35.000.

LEIA MAIS: Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

Scott Palmer foi para um raise de US$ 115.000, número que Alan Keating conferiu. O turn trouxe outro três, o , e agora os dois jogadores jogaram de check. No river, uma completou o board e Alan Keating saiu disparando uma aposta de US$ 390.000. Isso deixou Palmer desconfortável, mas o novo jogador do Hustler Casino decidiu pagar.

No showdown, cooler constatado e uma mão marginal causando estrago. Palmer tinha um full house com seu , mas Alan Keating, com , acertou a quadra para faturar a mão. Ele levou o pote de US$ 1.057.500 e terminou o dia com lucro de US$ 818.000. O ex-político, por sua vez, teve um prejuízo de US$ 658.500.

Assista:

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Rebeca Rebuitti faz retrospectiva dos quase 10 anos de carreira e recorda lembranças especiais desse período

A jogadora mineira relatou os momentos em uma postagem no Instagram

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Rebeca Rebuitti

No poker brasileiro, muitas mulheres ajudaram no crescimento do esporte entre o público feminino e pavimentaram uma estrada que não para de crescer. Um dos nomes que pode ser colocado nessa lista é o de Rebeca Rebuitti. Mesmo ainda bem jovem, ela já tem uma carreira bem longa e um nome bem consolidado entre o público.

Jogadora, streamer e embaixadora de marcas, Rebeca está perto de completar 10 anos neste mundo. Aproveitando essa marca, ela decidiu fazer uma retrospectiva de alguns dos principais momentos que tornaram possível chegar ao momento de hoje. O post (que pode ser visto clicando aqui) foi em seu perfil pessoal no Instagram e trouxe algumas passagens que emocionam.

Entre os vários tópicos que Rebuitti recordou, chama a atenção o apoio dos familiares e dos amigos, pessoas que ela deixa claro que foram fundamentais na trajetória. A mineira também contou um pouco da vida pessoal na troca para o poker, mostrando coragem para tomar a decisão e arriscar. Deu certo.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

A jogadora contou que, antes de tentar entrar para o poker, trabalhava como vendedora e tinha um salário inferior a mil reais. Ou seja: ela não tinha muito a perder. Por isso, ela foi de cabeça para o poker, conseguiu um resultado que a fez sonhar e seguiu tentando mudar de rumo.

O mais legal na história contada por Rebeca é que pai e mãe tiveram influência nisso. Na postagem, Rebuitti conta que a mãe até mesmo comprou uma maleta para que ela pudesse jogar em casa com amigos. Já seu pai, mais pra frente, ajudou na compra de um carro para que ele pudesse ir e voltar dos clubes, além de levá-la para o primeiro KSOP da vida.

Ela também relembrou, entre outras coisas, a ida “maluca” para a WSOP pela primeira vez, usando o cartão de crédito da amiga Samantha Caiaffa para viajar. E o resto virou história. Ela se tornou uma streamer conhecida, jogadora profissional e hoje é embaixadora do ACR no Brasil. São quase 10 anos construindo. E ela está pronta para mais.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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Chris Moneymaker enfrenta outras lendas do poker em episódio do No Gamble, No Future e sai com lucro de US$ 150K

O americano enfrentou nomes como Tom Dwan, Hellmuth e Shaun Deeb

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Chris Moneymaker
Chris Moneymaker

O último episódio transmitido do programa No Gamble, No Future contou com uma line-up para lá de especial. Um elenco altamente estrelado se juntou para a disputa do cash game televisionado e nomes que marcaram épica estiveram presentes numa disputa que trouxe vários grandes momentos.

O destaque absoluto ficou para Chris Moneymaker. O homem responsável pelo boom do poker mostrou que, mesmo mais de 20 anos depois, tem condições de brilhar. Enfrentando outros nomes como Tom Dwan, Shaun Deeb, Phil Hellmuth e o recreativo Alan Keating, Moneymaker foi quem mais faturou entre eles.

LEIA MAIS: Shaun Deeb cutuca Phil Hellmuth e provoca sobre recorde na WSOP: “ele sabe que vou ultrapassá-lo”

Contando dois dias de jogo com blinds de US$ 100 / US$ 200, Chris Moneymaker conseguiu acumular um total de US$ 149.800 de lucro, beirando os US$ 150K entre as sessões. Isso o colocou como o maior vitorioso desse duelo de estrelas, colocando o americano mais uma vez em evidência.

Por outro lado, na parte da tabela que ninguém gostaria de estar, quem mais perdeu foi outro dos grandes. Octacampeão da WSOP, Shaun Deeb teve duas sessões negativas, chegando a quase US$ 100K de prejuízo. Deeb deixou o No Gamble, No Future com um desfalque de US$ 98.900 no bankroll. Assim não vai ser fácil quebrar o recorde de Hellmuth.

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Mello:

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