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Cobertura ao Vivo

Trincado no flop, Bruno Foster vê o sonho acabar na FT do Main Event do NPS Natal com runner runner absurdo

O craque fez back-to-back no torneio principal em Natal

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Fundador do Nordeste Poker Series, Bruno Foster tem como um de seus objetivos conquistar o Main Event da série a cada etapa que passa. Ele conseguiu mais uma vez chegar na grande decisão nesta etapa de Natal, só que o sonho de conquistar o título terminou com uma mão que foi um verdadeiro pesadelo.

Foster acabou ficando short stack e virou o “bola da vez” do torneio quando ficou 7-handed. Ele tinha exatamente 10 big blinds no início da mão que acabou culminando na eliminação. Nos blinds 40.000 / 80.000, Evaldo Pontes abriu mini-raise com do UTG e a mesa rodou em fold até a ação de Bruno Foster no big blind.

LEIA MAIS: De volta aos circuitos ao vivo, Marcelo Mesqueu estreia no NPS em Natal e elogia o field do Nordeste: “é muito bom”

O November Niner deu call com e deixou oito big blinds para trás, cerca de 650.000 fichas. O flop foi tudo o que Foster queria. Ele deu check e Evaldo já saiu colocando anunciando all in cobrindo o stack de Bruno. Sem pestanejar, Foster jogou uma ficha a frente e anunciou o call de forma instantânea com a trinca.

Evaldo sentiu o golpe, pois tinha apenas 4,77% de chances de levar a mão. As chances cresceram consideravelmente depois do turn , abrindo flush draw. Para a tristeza de Foster, o river selou um duro golpe e derrubou o craque na 7ª colocação no back-to-back para R$ 5.700. Bruno havia feito mesa final do Main Event em Natal em 2020, ficando na 8ª colocação.

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Confira o episódio #20 do Depois do River:

Cobertura ao Vivo

Bruno Foster analisa etapa de Recife do NPS e já aguarda explosão na próxima: “vai ser a melhor do ano”

Próxima etapa do NPS é a que fecha a série e conclui o ranking de 2021

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Bruno Foster

Durante a última semana, o Nordeste Poker Series parou a cidade de Recife para receber a terceira etapa do ano. Inúmeros jogadores de toda a região fizeram questão de comparecer aos eventos programados pelo NPS, e o sucesso da série se refletiu com a presença enorme dessas pessoas, que puderam curtir pra valer tudo que a estrutura oferecia.

Foi exatamente em Recife que diversos nomes optaram por retornar ao poker ao vivo. Foram os casos, por exemplo, de Ramon Pessoa, que protagonizou uma bela mão logo no primeiro dia, e Alen Fillipi, o maior nome da etapa, vice-campeão do High Roller, campeão do Main Event e, claro, com seu visual inconfundível de samurai.

E a terceira etapa do NPS foi mesmo um sucesso. Além do alto astral visível em todos os dias de competição, os eventos superaram os garantidos e deixou não só os players, diretamente envolvidos, como também a organização do evento bastante feliz com o resultado e com tudo que foi alcançado.

LEIA MAIS: NPS: Gabriel Bonfim toma segunda quadra runner runner após ter trincado no flop e se despede do High Roller

O craque Bruno Foster, um dos responsáveis pela organização do NPS, também aproveitou bem o evento. Ele foi campeão do último torneio a acabar, o 6-Max, mas saiu mais feliz ainda com a aprovação dos jogadores e êxito na realização:

“A gente tá muito satisfeito com a realização dessa etapa de Recife. Todos os garantidos foram batidos com sucesso, de todos os eventos. Ficamos felizes com o retorno de vários amigos, que puderam voltar a prestigiar o circuito. A gente sabe que com a pandemia muita gente ficou afastada e agora conseguiram retornar. Foi muito divertido”, conta Foster.

A finalização da terceira etapa de 2021 já deixou um gostinho de saudade em todos os jogadores. Durante uma volta pelo salão, era fácil encontrar perguntas sobre quando seria a próxima, já que todos eles queriam aproveitar mais toda a estrutura oferecida e continuar a sentir o agradável clima que impera nas mesas.

E os jogadores podem ficar tranquilos, porque a nova data já está marcada. Será em Fortaleza, entre os dias 15 e 20 de dezembro, no Hotel Gran Mareiro. A última etapa de 2021 será a que encerra o ranking e promete muitos acontecimentos emocionantes. E claro, assim como a de Recife, vai ter novidade para os jogadores. A expectativa já é altíssima:

“Acho que a gente vai explodir ainda mais. É a etapa final, a maior de todas, com R$ 500.000 garantidos. Acredito que toda essa galera e ainda mais gente vai estar lá se divertindo e metendo bala. Com a disputa final pelo ranking, não tenho dúvida nenhuma que Fortaleza vai ser a etapa mais emocionante do ano. Vai ser a melhor, vai explodir. E vem mais novidade por aí”, explica Bruno Foster.

Na etapa de Recife, a novidade foi a “Caça aos Coelhos”, ideia de Wilder Brito. Com ela, assim como no online, era permitido que os players pudessem ver as cartas que seriam batidas no board mesmo depois de foldar a mão. É claro que isso virou febre e todo mundo queria usar os cartões. Agora, prometendo mais coisas novas, o que será que o NPS está preparando?

Confira o episódio #22 do Depois do River:

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Cobertura ao Vivo

No encerramento de mais uma etapa do Circuito Catarinense de Poker, Luis Gabriel Scherer supera field grande e é campeão do Main Event

Os três finalistas fizeram um acordo no 3-handed

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Luis Gabriel Scherer

Chegou ao fim mais uma etapa do Circuito Catarinense de Poker (CCP). Realizada na cidade de Florianópolis, o evento de quatro dias reuniu bons fields em seus torneios e premiou grandes jogadores.

A etapa contou com R$ 150.000 em seu garantido. Porém, com um número alto de entradas, essa premiação foi superada com certa facilidade. O Main Event da série tinha R$ 100.000 dessa quantia e foi um grande sucesso.

Com um buy-in de R$ 350, o torneio registrou 682 entradas no total, sendo realizados quatro dias iniciais. Isso fez a premiação arrecadada ser de R$ 204.600, sendo reservados R$ 33.000 ao campeão.

LEIA MAIS: “BMC092” derrota craque alemão no heads-up e conquista o Global MILLION$ $50; Leocir Carneiro vence o Sunday Marathon $300

Os competidores começavam com stacks de 30.000 fichas e as blinds mudavam a cada 40 minutos. O Dia Final foi realizado neste domingo (21), onde os 121 jogadores classificados voltaram ao pano para tentar o título.

A mesa final foi formada depois de muito tempo de jogo. As eliminações foram acontecendo e o 3-handed acabou formado entre os jogadores Luis Gabriel Scherer, Luiz Henrique da Silva e Heverton Antônio Malikoski.

Inicialmente o 1º colocado levaria R$ 33.000, o 2º R$ 22.500 e o 3º R$ 15.500. Nisso, os três decidiram fazer um acordo. O grande campeão do Main Event do CCP foi Luis Gabriel, que levou R$ 25.500. O vice Luiz Henrique garantiu a mesma quantia. Completou o pódio em terceiro, Heverton embolsou R$ 20.000.

Confira a premiação completa da mesa final:

1º – Luis Gabriel Scherer – R$ 25.500

2º – Luiz Henrique da Silva – R$ 25.500

3º – Heverton Antonio Malikoski  – R$ 20.000

4º – Noeli Lucia Pires – R$ 10.500

5º – Matheus Picolli  – R$ 7.700

6º – Fernando Bornhausen de Farias – R$ 5.770

7º – Marcelo Leandro Haas – R$ 4.600

8º – Silvio Feiber Filho – R$ 3.750

9º – Sacha João Gameiro Roumelits – R$ 3.000

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Confira o episódio #22 do Depois do River:

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Cobertura ao Vivo

Encerrando o NPS com chave de ouro, Bruno Foster crava o 6-Max e define: “fechar a série cravando é bom demais”

Craque do poker não escondeu a alegria de vencer o evento em sua estrutura preferida

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Depois de várias horas de jogo neste domingo, já era madrugada de segunda-feira quando o último torneio do NPS se encerrou. Era o 6-Max, estrutura favorita de um dos grandes nomes de todos os tempos do poker brasileiro. E foi esse personagem, conhecido e querido por todos, quem levou a melhor.

O craque Bruno Foster, mesa finalista de WSOP e um dos nomes mais fortes do poker do Nordeste e do Brasil, foi quem saiu com o último troféu da série. Ele foi o grande campeão do torneio após superar um grande e difícil field no evento de R$ 600 e encerrou o NPS com chave de ouro.

LEIA MAIS: Wilder Brito bate Léo Rizzo no HU, crava o 6-Handed KO e leva primeiro título no NPS: “eu devia essa cravada”

Repleto de amigos no salão, Foster tinha visto Alen Filippi acabar de ser campeão do Main Event quando, algum tempo depois, repetiu o feito do amigo e também conquistou um belíssimo troféu para levar para a casa. A conquista veio em uma modalidade na qual Foster diz ser sua preferência:

“O sentimento é de pura alegria. Principalmente por de tratar do 6-Max, um torneio que eu adoro, me dedico ao máximo, porque tem uma dinâmica muito diferente do 9-handed, do 8-handed. É um jogo muito mais rápido, mais legal de se jogar. É mais confortável pra mim jogar o 6-Max. É uma alegria fechar a série e fechar cravando um torneio. É bom demais”, relata.

O título de Bruno Foster, no apagar das luzes, foi cercado de emoção. Jogando uma mesa final com bons nomes, ele precisou de bastante paciência para conseguir o feito. Rafa Silva, Paulo Carvalho e Kleber Vasconcelos eram alguns dos adversários do caminho e o profissional soube o que fazer para sair campeão.

Bastante equilibrada, a mesa final contou com um deal igualitário no 4-handed. Isso fez com que Foster garantisse R$ 7.480 reais para conta. Os jogadores continuaram jogando pelo troféu, e depois da queda do primeiro jogador, Kleber Vasconcelos, um dos nomes presentes e mais ativos em todos os dias de NPS, deixou a disputa na terceira colocação, saindo com o mesmo prêmio.

O heads-up foi contra Paulo Carvalho e, nesse momento, a torcida se manifestou. Morador de Recife, era Paulo quem contava com apoio massivo das pessoas no salão, deixando Bruno Foster com uma pressão a mais. Mas, experiente, ele soube lidar muito bem com isso:

“Eu já tô acostumado a jogar com a torcida contra. Tô jogando na casa dos caras, aqui em Recife. Cada lugar que você joga é completamente diferente. Onde o povo local tem alguém representando a cidade, é onde vai ter a maioria da torcida, é normal”, explica o craque. Ele superou mais esse empecilho, venceu Paulo e se sagrou o último campeão da etapa de Recife. Que maneira de fechar a série.

Confira o episódio #22 do Depois do River:

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