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Diretores do JPT exaltam trabalho árduo para chegar ao patamar atual e comemoram resultado do esforço com marca milionária
Ruany Sundin e Rodrigo Gil, o Roliço, são peças fundamentais para que o JPT seja tão popular
A etapa do JPT 13 no Le Canton entrou para a história. A edição na cidade de Teresópolis foi a primeira da história do circuito a atingir sete dígitos em arrecadação e isso só foi possível graças ao árduo trabalho de uma grande equipe nos bastidores. Parte fundamental disso, Rodrigo Gil, o “Roliço” e Ruany Sundin, diretores do evento, hoje podem colher os frutos de todo esforço que empregaram no JPT.
Com a mão na massa desde o início do circuito, Roliço e Ruany passaram por todas as fases de crescimento do JPT. Hoje, depois de longos anos, eles comemoram a evolução impressionante que o evento atingiu e até mesmo se emocionam com os quase 1.4 milhão arrecadado somente nesta etapa. Com trabalhos nos bastidores e também dentro do salão, os dois diretores não só acompanharam essa ascensão, como ajudaram a fazer ela acontecer. Hoje, eles relembram com felicidade:
“Eu sinceramente não sei nem muito bem o que falar de tudo isso. Eu tô vivendo uma emoção muito grande nesse evento… foi muito trabalho pra ver isso acontecer, tenha certeza disso. Cada dia que passa eu tento melhorar o máximo possível a minha relação com o público, tento melhorar a grade, o entretenimento. Além dos torneios, o JPT é diversão, então esse lado é muito importante. Quando eu comecei essa empreitada o plano era fazer torneios com prêmios bons, mas em um evento atrativo. Consegui. Hoje acho que somos um dos melhores nesse seguimento”, disse Roliço.
Ruany também foi por esta linha, celebrando o sucesso alcançado: “pra resumir em uma única palavra: realização. Porque a briga que foi no sentido de ‘vamos tentar fazer, vamos tentar melhorar, vamos tentar mudar’, foi enorme. Conseguir chegar ao ponto de atingir essa marca em um evento que tem tanta coisa fora, que tem esse viés familiar e é feito em só quatro dias é realmente surreal. Realização é a palavra que define o sentimento”, disse a diretora.
Ruany e Roliço atuam de forma complementar para cobrir todas as áreas do JPT. Roliço é o “solucionador de problemas” e, por isso, ele acaba muito procurado no salão. Todos os jogadores o tratam com carinho e essa relação torna ainda mais próximo o contato entre direção e jogadores. O diretor explica como faz esse trabalho:
“São muitos pedidos num evento como esse, os hotéis são sempre muito grandes e eu vou pensando sempre no melhor possível pra cada cliente em questão de localização. Tem gente que pode andar mais, outros menos, tem quem queira ficar mais longe pelo barulho. Então tudo isso é pensado. Vou alinhando da melhor forma e eles sabem disso, então acabam me procurando bastante. Receber os feedbacks positivos e ver no que o evento se transformou me traz uma emoção muito grande, de escorrer lágrimas mesmo”, relata Rodrigo.

Já Ruany atua mais dentro do salão e é por ela que passam as principais definições sobre os torneios: horários, pessoal, premiação, valores, etc. Por isso, por muitas vezes, ela é a primeira a chegar e a última a sair, “dando o sangue” para fazer tudo acontecer da melhor forma possível. Antes, porém, ela também já esteve no mesmo lado que o companheiro de trabalho e viu suas funções mudarem conforme o crescimento do circuito:
“Eu já cuidei dessa parte que o Roliço faz hoje, do atendimento ao cliente, de cuidar das hospedagens. Só que quando chegava o primeiro dia era muito complicado trabalhar no salão, porque consumia muito tempo. Mudou tudo. Antes o valor era muito menor. Eram só três dias de evento, quatro, cinco torneios apenas. Não era muito mais do que isso. Eu comecei como floor e o trabalho era cuidar do que tava acontecendo no salão. Hoje tenho que montar a estrutura, grade, pensar, idealizar, o que pode crescer, o que é melhor não fazer. Isso tudo é muito diferente hoje em dia”, explica Ruany.
A evolução trouxe as mudanças que tornaram o evento cada vez melhor. Ruany relembra: “é por tudo isso que nós dividimos um pra cada função e mudamos essa estrutura, buscamos um staff maior. Não dá pra fazer duas coisas. É o que nem todo mundo vê. Os jogadores vêm, se divertem, passam o fim de semana e saem felizes. Mas nem todos têm noção do trabalho que é fazer uma etapa acontecer. Não é só montar torneio e contratar o hotel. Esse trabalho complementar dos dois lados é essencial”, fala.
Felizes com os resultados que alcançaram durante essa trajetória, Ruany e Roliço não querem saber de parar por aqui. Como dizem nos esportes, chegar ao topo é fácil, difícil é se manter por lá. Por isso, o trabalho incessante vai continuar para que o JPT continue sendo o sucesso que é hoje. E o próximo passo promete ser enorme: uma etapa inédita no Rio de Janeiro, com oito dias de evento e R$ 1.250 milhão na grade. Eles falaram do o que esperam:
“Acho que o principal desafio é de ter torneios que atraiam as pessoas para jogar durante oito dias de evento. Você precisa ter uma variedade de torneios em horários diferentes pra que o jogador possa jogar os paralelos sem prejudicar o High Roller, o Main Event. A gente já conversou muita coisa, montou grade, estamos pensando em estrutura. O que a gente quer é fazer um evento grande do Rio na cidade do Rio. Nós queremos que venham pessoas de fora, mostrar que é possível atrair esse field. A gente quer mostrar que consegue fazer um evento desse nível com o field carioca, que é gigantesco”, projetou Ruany.
“Essa empreitada é muito grande. Tenho que agradecer aos sócios por estarem acreditando nesse projeto que eu venho trabalhando há mais de um ano. Espero que seja um negócio bem diferenciado e que faça diferença no poker carioca. Eu trabalho há muitos anos e isso é algo que eu sempre procurei, de fazer o cenário melhorar. Acho que estamos conseguindo. Pra esse próximo evento o pessoal pode aguardar que vem muita coisa maneira. Eu vou pensar muita coisa de entretenimento, o final de semana vai ser pra família, estamos pensando nos mínimos detalhes e acho que vai ser o melhor evento nosso”, finalizou Rodrigo Gil.
Confira o MundoTV Cast #43 com Brener Vicente:
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SiGMA Poker Tour finaliza mais uma edição de sucesso com aprovação unânime dos jogadores
O evento ocorreu em São Paulo entre os dias 3 a 6 de abril
Disputado desde a semana passada, o SiGMA Poker Tour desembarcou pela segunda vez no Brasil, como sempre trazendo muito poker e também a parte de networking na área de iGaming, atraindo pessoas do mundo todo em São Paulo.
O evento contou com torneios de altíssimo nível, que deixaram mais uma marca no cenário brasileiro. O feedback foi bastante positivo por parte de muitos, com nomes importantes marcando presença e elogiando muito a organização.
Entre os destaques estão Rômulo Dorea, que foi um dos embaixadores do SiGMA no Brasil, além de Dani Leão, que participou pela segunda vez como um dos principais nomes femininos do circuito, e também Patrick Ulysséa, o Nelepo, que marcou presença e se encantou com tudo o que presenciou.
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Nos torneios, o SiGMA Poker Tour registrou ótimos números. Começando pelo Main Event de R$ 2.500, que atraiu incríveis 457 entradas, superando com folga o garantido de R$ 1 milhão e coroando Mathias Guimarães com o título e R$ 205.000 de premiação.
Além disso, a etapa também teve Marcelo Giordano conquistando o Ambassador Cup, torneio voltado para convidados, que lhe rendeu um pacote para o SiGMA nas Filipinas. Para fechar, o Divas, destinado ao público feminino, contou com 80 jogadoras, e a campeã foi Dani Prestes.
O evento segue ao redor do mundo em 2026, com grandes chances de retornar ao Brasil mais uma vez no próximo ano. Você não pode perder nenhum detalhe desses megaeventos!
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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SiGMA: Após três dias de disputa, Mathias Guimarães conquista Main Event e garante enorme prêmio: “sensação boa”
O jogador bateu um field de 457 entradas
Jogado em São Paulo pela segunda vez, o SiGMA Poker Tour veio com uma proposta bastante diferente, atraindo jogadores e entusiastas do poker de diversas regiões do Brasil e do mundo. E o encerramento da etapa foi marcado nesta segunda-feira pelo Main Event, que bateu ótimos números e terminou com a vitória de Mathias Guimarães.
Gaúcho de Porto Alegre, o torcedor do Sport Club Internacional festejou a conquista após três dias de muito poker no salão do MonteCarlo Poker Club, na Zona Sul da capital paulista, e deixou para trás um importante field de 457 entradas. O resultado disso foi que o investimento de R$ 2.500 no buy-in se transformou em um belo prêmio de R$ 205.000.
“A sensação é muito boa, né? Você joga para cravar, não adianta. Você vem esperando chegar o mais longe possível na premiação. Tinha um jogador muito grande, com muita ficha. A gente estava meio que jogando por ICM, mas acho que foi bom, deu tudo certo no final, e a gente conseguiu cravar e buscar esse troféu”, disse Mathias.
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A mesa final começou às 14h desta segunda-feira com alta expectativa. O começo foi bastante travado, demorando muito para que o primeiro jogador fosse eliminado. Até chegar ao título, Mathias passou por Rodrigo Bueno, Munir Berno, Diego Coutinho, Marcos Sketch, Julio Santista, Silvio Weyne, Helton Richard e o argentino Brian Ganon.
“O jogador que estava no heads-up tinha muita ficha desde o início. Eu também cheguei a ficar bem de stack, mas ele assumiu a liderança novamente e fez muitas fichas logo no começo. Então ficou muito grande e passou a pressionar bastante a mesa. Tinha três jogadores muito curtos, que estavam segurando bastante o jogo. Eu tive que esperar um pouco. O bom é que ele estava à minha direita, então esperei os momentos certos. Nos poucos folds dele, eu aproveitava para jogar e pelo menos me manter com um stack saudável, pensando em chegar competitivo no heads-up, sem ficar curto. Consegui puxar um pote importante, acho que até fora de posição, em um blefe contra ele, que acabou passando. Isso me deixou bem de ficha, e a gente chegou ao heads-up praticamente empatado”, contou.
O heads-up entre os dois jogadores durou muitas mãos. Eles começaram empatados e travaram um ótimo duelo. O brasileiro, que contou com boa parte da torcida do salão, logo assumiu o controle do confronto.
Na mão final, quando o board mostrava , ele viu o argentino anunciar all in no river, após uma aposta. Segurando um flush com , ele deu o call e viu o showdown de , para comemorar muito com os amigos, levando o título e muitos aplausos de todos presentes no salão do evento.
“A gente teve que suar um pouquinho ali, mas no heads-up deu tudo certo. Eu estava jogando duro, pressionando bastante e aproveitando as oportunidades. Teve uma mão em que eu quase não foldei, mesmo sabendo que estava atrás, mas no fim um semi-blefe acabou dando certo”, comemorou.
O SiGMA seguirá pelo mundo com seus eventos. Mathias, que recentemente se mudou para São Paulo e é presença constante no MonteCarlo Poker Club, já pensa nos próximos passos e, quem sabe, em voltar a disputar o circuito que marcou sua maior vitória no poker:
“Claro, pretendo sim. Eu vim aqui porque o Monte Carlo é um lugar que eu frequento muito, então jogar aqui para mim é perto, é tranquilo. Eu morava em Porto Alegre e vim morar aqui em São Paulo faz pouco tempo, uns oito meses. Como eu frequento bastante aqui, resolvi jogar, mas pretendo disputar as outras etapas também. Estou viajando bastante esse ano para jogar, então a ideia é seguir o circuito e dar uma rodada maior nos próximos anos”, finalizou.
Confira a premiação completa da mesa final:
1º – Mathias Guimarães – R$ 205.000
2º – Brian Ganon – R$ 130.000
3º – Helton Richard – R$ 90.000
4º – Silvio Weyne – R$ 63.000
5º – Julio Santista – R$ 46.000
6º – Marcos Sketch – R$ 36.000
7º – Diego Coutinho – R$ 27.000
8º – Munir Berno – R$ 20.650
9º – Rodrigo Bueno – R$ 17.500

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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SiGMA: All in triplo tem desfecho quase inacreditável, resulta em queda dupla e dá pote gigantesco para Helton Richard
O jogador mineiro disparou com a vitória e cravou sua vaga na decisão
A formação da mesa final do Main Event da segunda edição do SiGMA Poker Tour foi o ponto alto do domingo no evento. O torneio foi o centro das atenções ao longo do dia e algumas mãos bastante interessantes foram jogadas. A melhor delas, sem dúvida, teve Hélton Richard como protagonista.
Um dos futuros finalistas do torneio, Hélton assumiu a liderança da contagem de fichas quando restavam três mesas graças a uma mão absolutamente incrível. Um all in triplo trouxe um desfecho insano, daqueles quase inacreditáveis, que resultou em um potaço para o jogador mineiro, além de uma queda dupla de dois rivais.
A ação foi nos blinds 10.000 / 20.000 e começou com o paulista André Leão anunciando o shove de 275.000 fichas. No botão, Fernando Beira tentou isolar e anunciou o all in de 930.000 fichas. Só que, no small blind, Hélton Richard também acordou com jogo e também aceitou o convite, formando o all in triplo.
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No showdown, parecia que André Leão estava perdido, já que o seu estava dominado pelo de Hélton e atrás do de Fernando. Só que o flop começou a desenhar a mão insano trazendo . André seguiu e passou a liderar as chances. Fernando acertou a trinca e Hélton, ali, tinha o top pair e uma broca.
O turn trouxe um , que manteve as posições de cada um, mas que agora dava dois pares para Hélton Richard. E aí o river foi de cinema. Um fez toda a esperança de André Leão ruir. Com um full house, Fernando Beira já superaria sua mão, mas o grande vencedor foi Hélton.
O mineiro também acertou um full house runner, melhor que o de Fernando, e fez a festa na mão mais chamativa do dia. Com mais fichas, ele eliminou os dois jogadores e caminhou a passos largos para a decisão. Na mesa final, o mineiro terá o segundo melhor stack para brigar pelos mais de R$ 200.000 em jogo. A decisão é nesta segunda, 14h.
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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