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Carlos Moreira vê coroação da trajetória no JPT com marca de R$ 1 milhão em arrecadação ultrapassada pela primeira vez
Sócio do evento relembrou o caminho e todo trabalho empregado para chegar até este ponto
O tão esperado dia finalmente chegou. Depois de muito trabalho – em nível de excelência – o JPT atingiu seu ponto máximo em sua história. O já bastante tradicional circuito carioca, que organiza um evento pensando em toda a família, atingiu mais de R 1 milhão de arrecadação em uma única etapa e concluiu um objetivo idealizado desde antes da primeira execução.
Na 13ª edição da série, o JPT bateu a marca milionária – com sobras – antes mesmo de alguns dos principais torneios terem finalizado seus registros. Depois de passar bem perto desse número na última etapa, foi no querido Resort Le Canton, em Teresópolis, uma das casas mais elogiadas pelos jogadores, que a meta foi cumprida. E ver o sucesso se concretizar, claro, encheu todos os responsáveis de orgulho.
Sócio fundador, Carlos Moreira não economizou palavras para descrever esse momento inesquecível na trajetória do JPT. O empresário, que também é um dos jogadores assíduos dos torneios organizados pelo evento – vivendo de corpo e alma o JPT dentro e fora das mesas – se mostrou bem satisfeito por poder observar esse crescimento exponencial até atingir o patamar em que se encontra hoje. Com orgulho, ele falou sobre o tema:
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“Chegar a esse ponto foi muito difícil. Foi uma trajetória bem longa, uma caminhada passo a passo, uma escada que a gente subiu degrau a degrau. Mas sempre com o foco nesse objetivo. Eu sempre digo que somos um grande home game e chegar nesse patamar de R$ 1 milhão era uma meta que a gente tinha. O que temos de diferencial são as pessoas envolvidas e com a ajuda de toda essa equipe maravilhosa nós conseguimos. Toda a galera que trabalha faz com que o evento seja um sucesso e as pessoas queiram vir viver essa experiência”, disse Carlos.
E não foi só a parte financeira que deixou o sócio emocionado. O Ladies, por exemplo, foi histórico na etapa, com muitas mulheres no jogo. E ele comemorou esse feito: “o JPT é um evento inclusivo, nasceu pra ser inclusivo. Então hoje comemoramos não só pelo evento bater R$ 1 milhão, mas também por ver um Ladies com mais de 50 entradas. Ver que as famílias estão aqui, as mulheres. Isso me deixa muito grato. Isso é um sinal que a gente tá no caminho certo, que o plano traçado foi cumprido e que podemos chegar muito mais longe, fazendo grandes eventos sempre com família tendo atenção especial”, explicou Carlos.
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Agora com várias das metas iniciais batidas, o JPT chegou a um ponto onde já é colocado como um dos principais circuitos não só do Rio, mas também do país. Isso já fez com vários olhares se voltassem para o evento e o próximo passo da série será enorme. A próxima etapa será na capital, no Rio de Janeiro, e vai ser realizada com o intuito de fazer o Rio subir de degrau a nível nacional. Carlos projeta:
“A gente tinha o sonho de fazer uma etapa no Rio, na capital, uma etapa pra mudar o patamar mesmo. A gente acredita muito no field do Rio de Janeiro e esse evento vem pra mudar o cenário. A gente quer mostrar pras pessoas que dá pra fazer um grande evento, com torneios atrativos, e pra mostrar que as pessoas não precisam ir pra outros lugares pra jogar eventos assim. O Rio tem que ser protagonista. Ele já foi um dia, tá na hora de voltar a ser e acho que vai acontecer com o JPT. A gente vai mostrar que o Rio é um lugar pra isso”, definiu o empresário.
Com um toque especial na realização de eventos, Carlos sabe que a tarefa será grande. Mas, com tudo que foi construído até hoje, está preparado para tal: “vai ser um desafio grande de manter a característica do JPT, de juntar o lado poker e família, mas a gente vai tentar. Vamos tentar criar atrações no período do evento pras famílias, pra que todos estejam próximos. Vamos discutir com o hotel, com a prefeitura, tentar agregar o máximo de pessoas possíveis pra manter esse nosso jeito. Estamos pensando na praia, quem sabe numa praça de alimentação. Fazer o evento como se fosse um festa gigantesca seguindo o padrão JPT de ser”, planeja, finalizando.
Confira o MundoTV Cast #43 com Brener Vicente:
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SiGMA Poker Tour finaliza mais uma edição de sucesso com aprovação unânime dos jogadores
O evento ocorreu em São Paulo entre os dias 3 a 6 de abril
Disputado desde a semana passada, o SiGMA Poker Tour desembarcou pela segunda vez no Brasil, como sempre trazendo muito poker e também a parte de networking na área de iGaming, atraindo pessoas do mundo todo em São Paulo.
O evento contou com torneios de altíssimo nível, que deixaram mais uma marca no cenário brasileiro. O feedback foi bastante positivo por parte de muitos, com nomes importantes marcando presença e elogiando muito a organização.
Entre os destaques estão Rômulo Dorea, que foi um dos embaixadores do SiGMA no Brasil, além de Dani Leão, que participou pela segunda vez como um dos principais nomes femininos do circuito, e também Patrick Ulysséa, o Nelepo, que marcou presença e se encantou com tudo o que presenciou.
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Nos torneios, o SiGMA Poker Tour registrou ótimos números. Começando pelo Main Event de R$ 2.500, que atraiu incríveis 457 entradas, superando com folga o garantido de R$ 1 milhão e coroando Mathias Guimarães com o título e R$ 205.000 de premiação.
Além disso, a etapa também teve Marcelo Giordano conquistando o Ambassador Cup, torneio voltado para convidados, que lhe rendeu um pacote para o SiGMA nas Filipinas. Para fechar, o Divas, destinado ao público feminino, contou com 80 jogadoras, e a campeã foi Dani Prestes.
O evento segue ao redor do mundo em 2026, com grandes chances de retornar ao Brasil mais uma vez no próximo ano. Você não pode perder nenhum detalhe desses megaeventos!
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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SiGMA: Após três dias de disputa, Mathias Guimarães conquista Main Event e garante enorme prêmio: “sensação boa”
O jogador bateu um field de 457 entradas
Jogado em São Paulo pela segunda vez, o SiGMA Poker Tour veio com uma proposta bastante diferente, atraindo jogadores e entusiastas do poker de diversas regiões do Brasil e do mundo. E o encerramento da etapa foi marcado nesta segunda-feira pelo Main Event, que bateu ótimos números e terminou com a vitória de Mathias Guimarães.
Gaúcho de Porto Alegre, o torcedor do Sport Club Internacional festejou a conquista após três dias de muito poker no salão do MonteCarlo Poker Club, na Zona Sul da capital paulista, e deixou para trás um importante field de 457 entradas. O resultado disso foi que o investimento de R$ 2.500 no buy-in se transformou em um belo prêmio de R$ 205.000.
“A sensação é muito boa, né? Você joga para cravar, não adianta. Você vem esperando chegar o mais longe possível na premiação. Tinha um jogador muito grande, com muita ficha. A gente estava meio que jogando por ICM, mas acho que foi bom, deu tudo certo no final, e a gente conseguiu cravar e buscar esse troféu”, disse Mathias.
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A mesa final começou às 14h desta segunda-feira com alta expectativa. O começo foi bastante travado, demorando muito para que o primeiro jogador fosse eliminado. Até chegar ao título, Mathias passou por Rodrigo Bueno, Munir Berno, Diego Coutinho, Marcos Sketch, Julio Santista, Silvio Weyne, Helton Richard e o argentino Brian Ganon.
“O jogador que estava no heads-up tinha muita ficha desde o início. Eu também cheguei a ficar bem de stack, mas ele assumiu a liderança novamente e fez muitas fichas logo no começo. Então ficou muito grande e passou a pressionar bastante a mesa. Tinha três jogadores muito curtos, que estavam segurando bastante o jogo. Eu tive que esperar um pouco. O bom é que ele estava à minha direita, então esperei os momentos certos. Nos poucos folds dele, eu aproveitava para jogar e pelo menos me manter com um stack saudável, pensando em chegar competitivo no heads-up, sem ficar curto. Consegui puxar um pote importante, acho que até fora de posição, em um blefe contra ele, que acabou passando. Isso me deixou bem de ficha, e a gente chegou ao heads-up praticamente empatado”, contou.
O heads-up entre os dois jogadores durou muitas mãos. Eles começaram empatados e travaram um ótimo duelo. O brasileiro, que contou com boa parte da torcida do salão, logo assumiu o controle do confronto.
Na mão final, quando o board mostrava , ele viu o argentino anunciar all in no river, após uma aposta. Segurando um flush com , ele deu o call e viu o showdown de , para comemorar muito com os amigos, levando o título e muitos aplausos de todos presentes no salão do evento.
“A gente teve que suar um pouquinho ali, mas no heads-up deu tudo certo. Eu estava jogando duro, pressionando bastante e aproveitando as oportunidades. Teve uma mão em que eu quase não foldei, mesmo sabendo que estava atrás, mas no fim um semi-blefe acabou dando certo”, comemorou.
O SiGMA seguirá pelo mundo com seus eventos. Mathias, que recentemente se mudou para São Paulo e é presença constante no MonteCarlo Poker Club, já pensa nos próximos passos e, quem sabe, em voltar a disputar o circuito que marcou sua maior vitória no poker:
“Claro, pretendo sim. Eu vim aqui porque o Monte Carlo é um lugar que eu frequento muito, então jogar aqui para mim é perto, é tranquilo. Eu morava em Porto Alegre e vim morar aqui em São Paulo faz pouco tempo, uns oito meses. Como eu frequento bastante aqui, resolvi jogar, mas pretendo disputar as outras etapas também. Estou viajando bastante esse ano para jogar, então a ideia é seguir o circuito e dar uma rodada maior nos próximos anos”, finalizou.
Confira a premiação completa da mesa final:
1º – Mathias Guimarães – R$ 205.000
2º – Brian Ganon – R$ 130.000
3º – Helton Richard – R$ 90.000
4º – Silvio Weyne – R$ 63.000
5º – Julio Santista – R$ 46.000
6º – Marcos Sketch – R$ 36.000
7º – Diego Coutinho – R$ 27.000
8º – Munir Berno – R$ 20.650
9º – Rodrigo Bueno – R$ 17.500

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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SiGMA: All in triplo tem desfecho quase inacreditável, resulta em queda dupla e dá pote gigantesco para Helton Richard
O jogador mineiro disparou com a vitória e cravou sua vaga na decisão
A formação da mesa final do Main Event da segunda edição do SiGMA Poker Tour foi o ponto alto do domingo no evento. O torneio foi o centro das atenções ao longo do dia e algumas mãos bastante interessantes foram jogadas. A melhor delas, sem dúvida, teve Hélton Richard como protagonista.
Um dos futuros finalistas do torneio, Hélton assumiu a liderança da contagem de fichas quando restavam três mesas graças a uma mão absolutamente incrível. Um all in triplo trouxe um desfecho insano, daqueles quase inacreditáveis, que resultou em um potaço para o jogador mineiro, além de uma queda dupla de dois rivais.
A ação foi nos blinds 10.000 / 20.000 e começou com o paulista André Leão anunciando o shove de 275.000 fichas. No botão, Fernando Beira tentou isolar e anunciou o all in de 930.000 fichas. Só que, no small blind, Hélton Richard também acordou com jogo e também aceitou o convite, formando o all in triplo.
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No showdown, parecia que André Leão estava perdido, já que o seu estava dominado pelo de Hélton e atrás do de Fernando. Só que o flop começou a desenhar a mão insano trazendo . André seguiu e passou a liderar as chances. Fernando acertou a trinca e Hélton, ali, tinha o top pair e uma broca.
O turn trouxe um , que manteve as posições de cada um, mas que agora dava dois pares para Hélton Richard. E aí o river foi de cinema. Um fez toda a esperança de André Leão ruir. Com um full house, Fernando Beira já superaria sua mão, mas o grande vencedor foi Hélton.
O mineiro também acertou um full house runner, melhor que o de Fernando, e fez a festa na mão mais chamativa do dia. Com mais fichas, ele eliminou os dois jogadores e caminhou a passos largos para a decisão. Na mesa final, o mineiro terá o segundo melhor stack para brigar pelos mais de R$ 200.000 em jogo. A decisão é nesta segunda, 14h.
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
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