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Tô na Área! Jogador profissional de futebol, Richard Falcão ampliou os horizontes e hoje tem o título de campeão do Mini Sunday Million
Jogador tem atacado o field dos principais sites de poker
O convidado do Tô na Área de hoje tem uma história um pouco diferente dos demais que passaram por aqui nessa segunda temporada. Diferentemente do Christian, do Eduardo e do Álvaro, Richard Falcão não se dedica exclusivamente ao poker. Mas isso não significa que o jogador não é tão competitivo quanto os outros. Natural de Feira de Santana, na Bahia, Richard, além de rivalizar nas mesas, é jogador de futebol profissional, mostrando que a competição o acompanha em todas as áreas.
Com 33 anos, ele já está na parte final da carreira e vem se preparando para deixar os gramados definitivamente em breve. Atacante matador, ele conta que ainda faz seus gols. Além disso, o “falcaogol” do PokerStars também administra uma escolinha de futebol: “disputei um estadual ano passado aqui pelo time da cidade onde eu moro, mas estou parando aos poucos, enquanto ainda faço gols vou levando por aqui por perto até parar de vez. E eu tenho uma escolinha, amo os meus alunos”, conta.
A carreira do atacante o levou a diversos lugares diferentes. Como todo jogador que sonha em ser profissional, ele viveu de alojamento em alojamento para seguir em busca do sonho. E não foi nada fácil, mas ele teve sucesso. Richard passou por times como Botafogo, Guarani e Ponte Preta no Brasil, além de se aventurar pela Tailândia e pela Sérvia, onde viveu experiências diferentes, que agregaram bastante pra sua vida. E todas as dificuldades já superadas servem como motivação para o poker.
No vídeo abaixo, você pode conferir alguns gols e jogadas de Falcão. Ele relembra com carinho os dois gols marcados por ele na virada do Guarani sobre o Santos (a partir dos 21 segundos) e do belo gol de letra (a partir do minuto 7):
Richard mora hoje em Marilândia, no Espírito Santo, longe da família, que ainda está na Bahia. Ele sente saudade todos os dias dos mais próximos, mas conta com muitos amigos na cidade atual. Mais importante ainda, o futebolista divide seu lar com a esposa Gabriela e a filha Ana Sofia, muito importantes em sua vida. Depois de anos de luta e experiência com outras culturas, na cidade capixaba ele consegue dividir sua rotina para conseguir atuar em todas as esferas que compõem sua carreira.
Depois de se encantar, claro, o poker já é um dos pilares. Ele fala sobre a descoberta do jogo: “aprendi a jogar com meu primo, ele me ensinou mais ou menos, mas não foi amor à primeira vista, meu foco era o futebol”, relembra. Mas o esporte voltou à tona três anos atrás, quando se apaixonou e não conseguiu mais deixá-lo de lado, considerando-se profissional há dois anos. Hoje, depois de ter passado por dois times, ele decidiu jogar por conta, mas reconhece a importância dos times no começo: “Jogando por conta eu me sinto mais motivado, mas o que você evolui em um time é muito bom”, conta.
A transição de fim de carreira como jogador de futebol deixa a rotina de Falcão bastante cheia, mas nada que o faça reclamar ou deixar de focar em um ponto ou outro: “a escolinha é duas vezes por semana, nas quartas e aos sábados, em dias off poker, não me atrapalha em nada. E eu treino pela manhã no primeiro horário disponível, tanto na academia como no Crossfit. Eu tenho tudo muito organizado, em planilhas”, diz.

Richard com os alunos de sua escolinha
Apaixonado pelo poker ao vivo, principalmente depois de ter entrado em um cassino na Sérvia, Richard quer logo voltar a disputar torneios do circuito e sonha em jogar a WSOP. Com o passar do tempo, o profissional disse ter aprendido bastante a se controlar: “eu era muito tiltado, tomava uma bad e me descontrolava total. Graças a Deus mudei muito”, lembra, hoje aos risos pela situação. E se o live o ajudou a melhorar nessa questão, o online foi quem trouxe resultados expressivos. Na luta há algum tempo, o jogador conseguiu seu grande resultado em 2021.
No dia 22 de fevereiro, “falcaogol” conseguiu seu melhor resultado no online ao se sagrar campeão do Mini Sunday Million, torneio que lhe rendeu um prêmio de US$ 18.842. O heads-up foi contra Caio Pimenta, um dos regulares mais antigos do poker: “aprendi muito vendo o Caio pimenta , ele é diferenciado”, reconhece o campeão. Ele lembra com carinho sobre o torneio que conquistou: “cheguei a ficar com 6 bbs… mas fui dobrando, dobrando e quando reparei restavam 300 pessoas, aí foquei e deu certo. Classifiquei pro Dia 2 na segunda colocação entre os 16”.
No Dia Final, Falcão, que jogou o primeiro dia tranquilo, sem expectativas, estava completamente confiante. Era o momento que ele buscava há algum tempo e estava pronto: “eu amassei os caras no Dia 2, acho que joguei muito bem”, admite. O resultado foi bastante expressivo, mas não vai fazer o jogador alterar seus planos, pois sabe a importância de um bom gerenciamento de bankroll: “acho que não é a hora de aumentar meu buy-in, mas colocarei alguns torneios mais caros no domingo. Isso eu acho justo”, comenta.

O espaço, sagrado, de trabalho
Com mais tranquilidade para seguir a carreira solo, o jogador também conta que seu único hobby hoje em dia é brincar com Ana Sofia, o que ele faz sempre que possível. Seus outros passatempos, o futebol e o poker, viraram profissão. Mas, outra vez, nada a reclamar. Richard diz também que sente ser essencial ter um ou dois dias sem grindar durante a semana, mesmo que nunca pare de pensar ou relacionar coisas com o poker.
O quase aposentado jogador de futebol conta como se sentiu após a cravada: “esse resultado representa todo sacrifício e dedicação nesse esporte. Há um ano e meio vivo o poker de forma intensiva… café, almoço e janta, esse título veio para coroar o esforço”, revela. Mas ele espera não parar por aí: “o plano é continuar volumando, estudando e me dedicando, subindo aos poucos os limites. O caminho é árduo, mas vou em busca dia após dia”, expõe Richard.
Grato por tudo que aconteceu na sua carreira, tanto nos campos quanto nas mesas, o jogador faz questão de reconhecer: “Agradecer a Deus, que me dá força e sabedoria, Nele eu posso contar todos dias!”. Ele conta ainda que pensa em se aventurar na Twitch no futuro, transmitindo suas sessões e mostrando o seu dia-a-dia a todos que quiserem acompanhar. Por fim, ele deixa uma frase que o inspira: “Acredite em si mesmo e jamais desista”.
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KSOP
KSOP Circuit Amazônia: Jesus Mejia, da Venezuela, derrota Dennis Magaldi no heads-up e fica com título do High Roller
O venezuelano puxou R$ 61 mil

O KSOP Circuit Amazônia foi encerrado com grande sucesso após sete dias intensos de poker em Manaus. E o último torneio a conhecer seu campeão foi o tradicional High Roller, que reuniu um excelente público neste domingo. No fim das contas, a vitória ficou com Jesus Mejia.
O venezuelano de Cumaná, que viajou até Manaus para disputar o KSOP pela primeira vez ao lado dos amigos, não deu chances ao field de 26 entradas no torneio de R$ 7.500 e foi recompensado com uma premiação de R$ 61.300. “São muitos anos de trajetória. São 25 anos viajando. Panamá, República Dominicana, Colômbia, Brasil”, comentou o campeão.
Jesus também destacou sua relação antiga com o país e elogiou a estrutura do evento. “Eu venho ao Brasil muitas vezes, porque conhecemos ele há 15 anos, quando ele fazia o torneio em Margarita, e nos tornamos grandes amigos. Aqui, a organização do KSOP é perfeita. Toda a estrutura é muito boa. Você pode jogar poker tranquilo. Os diretores, os dealers… tudo muito organizado”, completou o venezuelano.

A mesa final do torneio foi bastante disputada e contou com várias horas de jogo até Jesus sair campeão. No 3-handed, por exemplo, ele despachou Murad Abdelaziz e Dennis Magaldi, esse último, amargou o terceiro vice-campeonato na etapa.
O High Roller ainda teve uma paralisação durante a mesa final por conta de uma falta de energia. Assim que o jogo foi retomado, porém, o desfecho aconteceu rapidamente. Jesus garantiu a vitória ao acertar top pair e flush draw com contra de Dennis Magaldi, no board , sacramentando o título do High Roller.
Perguntado sobre disputar outras etapas do circuito, o venezuelano confirmou presença na etapa de Iguazú. “Sim, pelo que eu vejo, eu vou descer. Não vou para a Venezuela, vou para a Argentina. Quando vêm os bons torneios, tem que aproveitar”, comentou o campeão.
Confira a premiação completa:
1º – Jesus Rafael Mejia Borges (Venezuela) – R$ 61.300
2º – Dennis Magaldi – R$ 42.400
3º – Murad Abdelaziz – R$ 28.600
4º – Rafael Urias Wagenfuhr – R$ 19.020

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
KSOP
KSOP Circuit Amazônia: Alexsandro Nogueira, Cristian Ribeiro e Eduardo Moura vencem no último dia da etapa
O último dia foi bastante movimentado

O último dia do KSOP Circuit Amazônia foi recheado de torneios e contou com ótimo movimento no salão do Centro de Convenções Vasco Vasques, em Manaus. Entre os campeões da reta final da etapa, um dos destaques foi o jogador Alexsandro Nogueira, vencedor do High Roller Hyper.
O torneio, que não fazia parte da grade oficial, acabou sendo realizado após pedidos dos próprios jogadores e teve buy-in de R$ 4.000. Ao todo, 14 entradas foram registradas e Alexsandro Nogueira ficou com o título, faturando R$ 21.000 pela conquista.
Confira a premiação:
1º- Alexsandro Nogueira – R$ 21.000
2º – Bento de Souza – R$ 13.750
3º – Felipe Pedrosa – R$ 8.700

Quem também se deu bem no KSOP Circuit Amazônia foi Cristian Ribeiro. O jogador, que na noite anterior acabou sofrendo dois duros coolers na mesa final do Main Event, deu a volta por cima ao conquistar o título do Last Chance.
Demonstrando muita resiliência após o ocorrido no principal torneio da grade, Cristian bateu com autoridade o field de 56 entradas no evento de buy-in R$ 750. Pela conquista, ele faturou R$ 10.000.
Confira a premiação:
1º – Cristian Ribeiro – R$ 10.000
2º – Gabriel Lima de Oliveira – R$ 6.000
3º – Anna Alice Bezerra de Oliveira – R$ 4.550
4º – Nabil Lelis de Oliveira Abdel Aziz – R$ 3.440
5º – Eibar Coa Monteverde – R$ 2.600
6º – Cesar Gustavo Camurça Ferreira – R$ 2.000
7º – Anderson Augusto Gadelha Cavalcante – R$ 1.600
8º – Cleiton Mauricio Sierpinksi – R$ 1.300
9º – Cleber Coldmir Sierpinski – R$ 1.100

Por fim, o último torneio iniciado no KSOP Circuit Amazônia foi o Manaus Turbo Finale, competição que virou sensação durante as noites da etapa. Na edição derradeira do torneio, melhor para Eduardo Moura.
O jogador, que veio de Boa Vista para disputar o KSOP, superou o field de 28 entradas e, de forma especial, derrotou a própria mãe, Dyanna Vieira, no heads-up para ficar com o título. Pela conquista, Eduardo embolsou R$ 4.600, enquanto a mãe levou R$ 3.000 pelo vice-campeonato.
Confira a premiação completa:
1º – Eduardo Oliveira Moura – R$ 4.600
2º – Dyanna Vieira de Oliveira – R$ 3.000
3º – Jamily Lopes Rossete Moraes – R$ 2.000
4º – Alexandra Amenaida Villoria Alvarez – R$ 1.260
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
KSOP
“É um sonho realizado”: Ademilson Costa exalta sucesso do KSOP Circuit Amazônia e exalta parceria com o circuito
O empresário sócio da UniEventos se mostrou muito realizado com a etapa

O KSOP pisou pela primeira vez no Norte do Brasil com um grande evento, arrecadando mais de R$ 1 milhão em sete dias de muito poker em Manaus, capital do Amazonas. E tudo isso só se tornou possível graças à parceria entre a Kings Eventos, que tem Moisés Moraes como CEO, e a UniEventos, empresa que conta com Ademilson Costa como sócio.
Frequentador assíduo do circuito pelo Brasil e também no exterior, Dedé sonhava há muitos anos em ver uma etapa do KSOP sendo realizada em Manaus e trabalhou para transformar esse desejo em realidade. Agora, com o encerramento da etapa, ele demonstrou toda a gratidão pelos dias vividos em sua terra natal:
“Cara, a primeira coisa é agradecer a Deus e toda a organização, na pessoa do Moisés, ao Mundo Poker, à transmissão maravilhosa de vocês, com informações em tempo real. Aos amigos do poker amazonense, aos amigos de Roraima, de Boa Vista, e a todos aqueles que vieram fazer parte, que vieram de longe. Vieram jogadores de Camboriú, tem um cara que está na mesa final do High Roller que é do Paraná, entendeu? Então, só tenho a agradecer. É um sonho realizado como pessoa. Isso é um sonho realizado meu e do meu amigo Arlindo Júnior, que já se foi, mas sonhava com isso”, falou.
Além da emoção de ver o sonho sair do papel, Ademilson Costa também teve motivos para comemorar dentro das mesas. O empresário alcançou duas mesas finais importantes na etapa, no High Roller e no Main Event. Realizado com o resultado do evento, Dedé destacou a gratidão pela repercussão positiva do KSOP em Manaus e afirmou que espera voltar ainda mais preparado para uma possível edição em 2027.
“Eu espero passar para as pessoas apenas coisas boas, falar coisas boas, e espero que no ano que vem a gente possa planejar com mais calma, acertar ainda mais algumas coisas. Mas, para mim, superou tudo, estou realizado mesmo, com louvor. Foram duas mesas finais, High Roller e Main Event, como jogador, além de trazer para cá o campeão do Manaus Turbo, logo no primeiro dia. Então, como jogador e como empresário, estou muito realizado e muito grato.”

Mesmo já possuindo experiência na realização de eventos em Manaus através da Liga de Poker Caribenha, com a Uni Eventos, Ademilson Costa destacou que a grandiosidade de uma etapa do KSOP trouxe novos aprendizados para toda a equipe envolvida.
O empresário fez questão de elogiar a parceria com a organização do circuito, ressaltando o trabalho coletivo e a reciprocidade entre funcionários e participantes durante os sete dias de festival na capital amazonense:
“É, a gente já tem uma experiência, já trabalha com eventos em Manaus e também realiza alguns torneios menores, como a LPC, que é da nossa organização, a LPC Uni Eventos. Mas, nessa magnitude, a gente espera poder ser parceiro e seguir aprendendo. A gente aprende a cada dia como empresário, e foi tudo muito maravilhoso, muito gratificante. Nossos funcionários, vocês, como um todo, foi algo muito recíproco, houve reciprocidade de todos nós, entendeu? Essa é a minha ideia”, disse.
Por fim, Ademilson Costa garantiu que a parceria com o KSOP deve continuar nos próximos anos. Presença frequente nas etapas do circuito pelo país, o empresário e jogador afirmou que seguirá acompanhando o calendário do circuito e reforçou o carinho pelo trabalho de todos.
“Vamos continuar. A gente segue no KSOP, que é algo que fazemos juntos. Participamos do circuito inteiro, das etapas, e vamos continuar assim. A gente se fala, se encontra pelo Mundo Poker, acompanhando essa cobertura maravilhosa que vocês fazem. Obrigado”, finalizou.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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