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Sempre ligado aos esportes, conheça Álvaro de Oliveira, talento que desponta no cenário e novo convidado do Tô Na Área
Jogador trabalha bastante o lado mental e possui grandes resultados no online
A coluna de hoje apresenta mais um nome em franca ascensão no poker online. Cada vez mais consistente, o capixaba Álvaro de Oliveira possui uma mistura de talento natural com dedicação intensa, digna dos melhores esportistas de quaisquer que sejam as categorias. Dono do nick “Alvaro.027” no PokerStars, o jogador do Samba Hop, uma das divisões do Samba Poker Team, demonstra com resultados todo o seu preparo e empenho durante o dia-a-dia.
Natural de Vila Velha-ES, ele possui um pensamento centrado em sempre ser o melhor, não importa o que se proponha a fazer. Essa intensa procura por evolução é uma das qualidades que, segundo ele mesmo, o faz viver de poker. “Sempre fui muito ligado ao esporte durante a minha vida e acho que o desafio de querer ganhar e ficar bom nas coisas que sempre fiz na vida me levou a ir me aprofundando no jogo. Faz parte da minha personalidade”, define.
E o amor pelo esporte se explica desde criança. Álvaro praticou, e ainda pratica, esportes como futebol, bodyboard e futevôlei, a atual paixão, por exemplo. O primeiro contato com o poker aconteceu em 2008, enquanto estava no ensino médio, por via de um amigo que era regular em um dos clubes da cidade. No entanto, o capixaba não se interessou em se aprofundar naquele jogo no momento, fato que veio acontecer em 2017.

O momento da foto não foi tão favorável, mas Álvaro garante que é bom no futevôlei
O então amador passou a jogar home games com os amigos e começou a ir bem. Na época, ele passava dias trancados no quarto estudando para concursos e, estudando a partir de vídeos de André Akkari, viu uma forma de ganhar dinheiro pela internet. Mesmo com um caminho avançado nos estudos e confiante de que passaria nas provas, o jogo acabou tomando a frente e o consumindo. E isso é motivo de reflexão para ele: “olhando agora acho que foi de uma forma negativa pois visava mais o glamour e a possibilidade de ganhar muito dinheiro de uma vez”, reconhece.
Quando seu pai descobriu a nova atividade, ele o questionou se seria aquilo que ele queria pra vida. Ao responder positivamente, a pergunta do pai foi “o que eu vou dizer para os meus amigos?”. O fato faz Álvaro refletir: “a maioria das pessoas reage da maneira que elas foram moldadas pra ser durante a sua trajetória na vida. E como o poker não era tão consolidado profissionalmente na sociedade como carreira, as pessoas tendiam a ser na maioria das vezes negativas mesmo, por questão de cultura social”.
Mas mesmo com certa desconfiança da família, o jogador reconhece a ajuda que sempre teve. “Não tive muito apoio, mas também não tive barreira pra seguir. Minha família continuou me fornecendo o mesmo suporte doméstico e as vezes financeiro. Minha namorada, Pamela, chega a ser engraçado lembrar, se contorcia de medo na hipótese de eu seguir a carreira, tinha receio e hoje comemora mais do que eu minhas vitórias”, conta.
O suporte da família, como ele mesmo diz, foi bastante importante durante sua vida. Ele lembra com carinho do período em que era criança, onde jogou muita bola na rua, na escola e, já um pouco mais velho, aprendeu a surfar. Tudo isso foi fruto do esforço do seu pai: “tive uma infância muito boa. Meu pai sempre me proporcionou o que podia e o que não podia”. Mas a cultura familiar também o influenciou a seguir um caminho predeterminado.

A família, e base, do jogador
Álvaro se formou no curso de Metalurgia e Materiais no IFES e chegou a trabalhar como Auditor Interno de uma grande loja de varejo. Também cursou Engenharia Mecânica e passou a trabalhar em uma siderúrgica simultaneamente, mas odiava o emprego. Segundo ele, esse caminho se seguiu novamente por uma questão cultural: “minha família sempre foi muito tradicional em relação a carreira e acredito que tenha sido moldado indiretamente por isso”.
Nesse ponto, porém, o capixaba já estava farto com as decisões e infeliz, sem entusiasmo para seguir com o que fazia. Foi quando saiu para estudar para concursos e acabou trombando com o poker, o que mudaria completamente sua vida. Depois de já sabida a decisão de que iria querer viver disso, o jogador chegou a fazer algum lucro, mas geriu mal seu dinheiro e quebrou algumas vezes, levantando diversas dúvidas sobre o caminho escolhido.
A essa altura da vida, um grande amigo, do qual ele faz questão de reconhecer a gratidão, acabou o salvando. “O Daniel Aquino, serei eternamente grato a ele, teve que me emprestar US$ 300. Consegui recuperar a grana, mas se não fosse ele, poderia ter abandonado”, conta. Não querendo correr o risco de passar por uma situação assim novamente, Álvaro decidiu que deveria entrar para um time, em meados de 2019.
O agora já jogador de poker entrou para o Samba Hop, uma das divisões do Samba Poker Team, e continua no time até hoje. Mas nem tudo foram maravilhas: “no início do time foi bem difícil, não tendo muito retorno e tendo que me virar alguns meses até sem grana pra me manter mesmo morando com meus pais”, reconhece. Mas a partir de 2020, já em evolução com as aulas do time, as coisas melhoraram. Foi nesse momento, no ano passado, que Álvaro considera que se tornou profissional.
Em janeiro, ele conseguiu uma margem de lucro suficiente para deixar a casa de seus pais e se mudou com a namorada, Pamela, pra São Paulo. Ela mereceria um texto só pra ela, tamanho a parceria que ambos possuem, sendo, segundo o próprio, fator essencial em sua vida. Já no novo estado, se sentindo independente, o jogador também reviu sua postura off poker. Essa mudança de chave fez seu caminho clarear e, segundo ele, o fez superar bloqueios e crenças internas que o impediam de se ver como profissional. E isso melhorou seu entendimento acerca de tudo que o envolve.

A namorada de Álvaro, Pamela, é parceira para todas as aventuras
“Cada vez mais eu entendo que mesmo nos dias off as coisas vão influenciar no seu desempenho no outro dia que você for jogar. A vida está conectada sempre com o poker. Então tudo que estou fazendo tem que ter algum sentido e estar de acordo com meus propósitos e valores”, explica. E o Samba mais uma vez tem participação direta nisso. “Hoje, com a ajuda da psicóloga Daiana Guimarães, disponibilizada pelo time, venho tendo mais facilidade de otimizar meu dia-a-dia e chegar cada vez mais perto do que me faz feliz, me faz bem”.
De bem com a vida em todas as esferas, familiar, profissional e amorosa, com sua fiel companheira Pamela, o jogador do Samba Hop já conquistou bons resultados em 2021. Foram mais de US$ 28 mil dólares em apenas 2 meses, com direito a cravada do Hot $33 do PokerStars e pódios em séries do PokerStars Espanha.
Já consistente, Álvaro voltou a se mudar e hoje mora no Rio de Janeiro. Por lá, ele junta suas diversas paixões, como a praia, a natureza e o Flamengo, do qual é torcedor e acompanhante fiel do time. O capixaba ajustou sua rotina para desempenhar melhor fazendo as coisas que gosta na cidade e praticar exercícios antes do grind faz parte do cotidiano. Outro ponto importante, em sua visão, é a questão da organização da casa, que o faz se sentir bem.

Os bons resultados são bastantes comemorados pelo jogador, mas não o iludem e nem os deixam em êxtase. Nessa parte, sua mentalidade volta a falar mais alto:
“A maior vitória que tenho nos meus dias, independente de resultados, são aqueles que me sinto realizado pelo que entreguei. É a forma que encontrei de realmente ter uma profissão que pode ser saudável pra mim a longo prazo. Os resultados são muito voláteis nesse jogo pra servirem como termômetros da nossa felicidade”
Para o futuro, o jogador é taxativo: “Espero potencializar cada vez mais minhas capacidades que influenciam diretamente no jogo e na minha felicidade. As coisas no poker podem acontecer a qualquer momento. O importante é sempre estar bem preparado e levando uma rotina que te deixe sempre confiante pra executar quando as oportunidades baterem à porta”.
Por fim, o esportista nato abre o coração ao relembrar todos que foram marcantes na sua trajetória: “pai: você é o meu maior espelho da vida. Seus esforços, mesmo que contrariados, foram essenciais pra eu poder estar construindo a minha carreira hoje. Nenhum esforço foi em vão! Muito obrigado e eu te amo! Mãe, Pamela, Flávio: minha família em qualquer circunstância. Amo vocês! Daniel Aquino: obrigado por compartilhar e me ajudar no pior momento da minha carreira sem querer nada em troca”.
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KSOP
KSOP SA: Full house vs flush garante bounty e pote de 124 blinds para Carlos Serrano no High Roller 1-Day
Colombiano ganhou mão importantíssima no torneio
Nesta quarta-feira, está acontecendo o High Roller PKO One Day. O torneio de R$ 10.000 de entradas reuniu alguns dos nomes mais conhecidos presentes no torneio junto de algumas outras novas figurinhas, todos em busca de um troféu do circuito e mais bounties importantes. Quem está cheio de ficha nesse momento é o colombiano Carlos Serrano.
Serrano, proveniente da Colômbia, é personagem ativo no KSOP já há muitos anos e ganhou um pote gigantesco contra o argentino Ezequiel Ferretty. O Mundo Poker flagrou a ação já no turn, quando um pote gigantesco se formava entre os dois sul-americanos. Os blinds eram 2.500 / 5.000 e o board mostrava e Ferretty havia acabado de disparar uma aposta de 60.000, paga por Serrano.
O river foi o e o pote já passava das 60 big blinds quando Ferretty pensou por mais de um minuto para declarar all in. Serrano não precisou nem pensar, colocando uma ficha à frente e mostrando . O full house puxou a mão e eliminou Ferretty.
Após mais de dois minutos contando as fichas, Serrano comunicou ao Mundo Poker que agora contava com 618.500 fichas, que correspondiam a pouco menos de 124 big blinds em seu stack. Ele só não era o chip leader do torneio porque o conterrâneo Martin Romero o superava por pouco depois de um all in quádruplo na mesa ao lado.
Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
KSOP
KSOP SA: Rafael Loiola fala sobre big hit recente, carinho por Balneário Camboriú e relação com a Standard Backing
O jogador puxou US$ 410 mil recentemente jogando online
A etapa South America do KSOP, realizada em Balneário Camboriú, é uma parada muito querida por jogadores de poker de todo o Brasil, reunindo desde recreativos até profissionais renomados. Nesse quesito, um dos nomes que deu as caras nesta terça-feira e já engatou nos torneios foi Rafael Loiola.
Dono de resultados expressivos, como a vitória recente no High Roller Light e uma mesa final no Main Event do KSOP Special em 2024, além de outras retas importantes, Rafael retorna ao circuito no melhor momento da carreira. Recentemente, ele puxou impressionantes US$ 410 mil na GGPoker, o maior prêmio de sua carreira até aqui.
E para celebrar essa grande fase, Loiola escolheu justamente o KSOP para voltar a sentir a emoção do poker live, especialmente em Balneário Camboriú, cidade pela qual demonstra grande carinho:
“Eu gosto muito de estar aqui na cidade. É a minha cidade preferida do Brasil. Eu gosto muito do ambiente daqui. O evento é muito legal de jogar. Traz boas lembranças, né? A primeira vez que eu vim jogar eu fui meio deep no Main Event. Eu nem tinha a dimensão de como era. Então eu tô muito feliz, feliz com a fase, com as coisas dando certo. É muito bom estar de volta aqui”, falou.

Rafael Loiola
O maior prêmio da carreira, conquistado no dia 2 de março, foi inesquecível na carreira de Rafael. Naquela manhã de segunda-feira, ele pôde ver que está no caminho certo. Sobre isso, Loiola comentou a sensação de conquistar o resultado tão expressivo algo que, segundo ele, ainda não caiu a ficha:
“Pô, é uma loucura massa, porque é muito inesperado, né? Você não espera o que vai acontecer. Visualmente, assim, tem todo aquele momento, mas é meio inacreditável. Você só acredita quando cai na conta. E, mesmo assim, nem sabe se tá acreditando de verdade, sabe? Mas eu vinha de um segundo semestre muito bom, muito confiante em 2025. O jogador sente quando tá perto, sabe? Parece que você sabe que vai brocar alguma coisa. Eu estava chegando muito, muito perto mesmo. E aí veio a concretização de tudo aquilo que eu vinha fazendo há tanto tempo, jogando milhares de torneios.
É muita loucura. Acho que a ficha vai caindo aos poucos, ao longo dos meses. Nem deu tempo de aproveitar direito, porque já emendou. No outro dia já começava o SCOOP, então não teve comemoração nem nada. Na terça-feira eu já tava grindando normal. As coisas foram acontecendo nos dias seguintes, até tudo acalmar e eu conseguir entender melhor o que tinha acontecido. Então, é isso”, relembrou.
Assim como muitos jogadores brasileiros, Rafael Loiola faz parte de um time. No entanto, sua trajetória tem um diferencial: desde o início, ele está ligado ao Standard Backing, time internacional que aceita jogadores do mundo todo. Já são quase 10 anos de parceria, marcados por muito aprendizado e evolução:
“É meu primeiro time, sabe? Eu aprendi tudo lá. Fui formado lá. Tudo que eu tenho na vida, o que eu aprendi, devo muito a eles. Claro que tem muito esforço meu também, mas eles me deram oportunidades. É um time muito foda. As pessoas que trabalham lá são muito sérias, tem várias qualidades que eu poderia ficar aqui enumerando.
Pra quem é jogador, eles dão muito incentivo pra jogar live também. Tem muita gente que gosta desse mix entre online e ao vivo, e eles apoiam bastante isso. É um lugar muito especial pra mim. Tenho só coisas boas pra falar. E a parceria continua, né? Já vai fazer quase 10 anos e, provavelmente, vai seguir por muito mais tempo. Não pretendo sair pra outro lugar”, contou Loiola.
Classificado para o Dia 2 do Main Event do KSOP South America, Rafael deu o primeiro passo em busca de um grande título no poker ao vivo. Questionado sobre a possibilidade de usar a etapa como preparação para uma viagem a Las Vegas, o jogador revelou que o plano ainda não deve sair do papel em 2026, mas segue nos seus objetivos:
“Cara, eu até tenho muita vontade, mas acabei ficando uns três anos meio enroscado com outras coisas da vida. Tava construindo casa, tive outros planos, minha esposa engravidou, fui pai e então acabei não indo atrás disso. Esse ano eu até pensei mais sério em ir, tava com vontade, mas aí já achei que não daria tempo de tirar o visto.
Também tem a questão de logística, né? Eu moro no interior do Mato Grosso, então já dá uma preguiça desse deslocamento todo. Mas é algo que eu quero muito fazer. Acho que ano que vem eu vou. Esse ano, provavelmente, devo jogar o EPT Barcelona também. Vamos ver os próximos passos”, finalizou.

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:
KSOP
KSOP SA: Luis Felipe Brasil tem excelente desempenho no Dia 2 e é o campeão do Freezeout R$ 3k
Luis levou R$ 43 mil com o título, seu primeiro em torneios ao vivo
O R$ 3k do Freezeout voltou aos panos nesta quarta-feira para a definição do campeão, e foi um craque quem ficou com o título. Luis Brasil, que representa o FuTTuro Poker Team, teve um excelente desempenho no Dia Final para ficar com a cravada.
Luis voltou com o quarto maior stack entre os 11 jogadores que voltaram aos panos em busca do troféu, mas rapidamente se estabeleceu na liderança e de lá não saiu mais. Com o título, ele levou o prêmio de R$ 43.000 para casa. Luis não conseguia ignorar a felicidade após um dia onde tudo pareceu dar certo.
“Foi incrível. Foi um daqueles dias que a gente joga e as coisas só acontecem, vão dando certo. A gente joga todo dia esperando aquele momento em que tudo dá certo e finalmente veio”, celebrou.

Luis, que conta com bons resultados no online, disse se sentir no ‘melhor momento da carreira’. Ainda assim, faltava a cravada no live; em 2025, ele foi vice-campeão do High Roller 6-Max do KSOP South America. Dessa vez, o maior troféu, conquistado num field de 68 entradas, não ia escapar.
“Tem um sabor especial. Tem bastante tempo jogando já, especialmente live, nunca fui muito de live. Ainda não tinha vindo um título, fico bem feliz por finalmente ver as coisas acontecendo. Eu sinto que estou no melhor momento da minha carreira, mesmo que os resultados ainda não estejam batendo. Estou bem confiante que grandes coisas vão acontecer em um futuro próximo.”
Por fim, ele falou sobre o trabalho no FuTTuro Poker Team. “No FuTTuro a gente trabalha diariamente estudando, é legal ver que o que enchemos o saco com eles para fazerem todo dia dá resultado”, finalizou.
Confira a premiação final:
1º – Luis Felipe Brasil – R$ 43.000
2º – Lucas Agustin – R$ 30.000
3º – Antonio Cezar – R$ 21.000
4º – Paulo Monteiro – R$ 15.800
5º – Renan Revinthis – R$ 11.900
6º – Matheus Manfrim – R$ 9.000
7º – Hernan Rettich – R$ 6.900
8º – Gabriel Cordeiro – R$ 5.400
9º – Lucas Fuzato – R$ 4.500

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