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Tô Na Área!

Tô na Área! Exemplo de dedicação, Jefferson Ribeiro viu todo trabalho ser recompensado com título de série

Jogador do interior de São Paulo foi campeão em um field enorme do SCOOP Afterparty

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O personagem de hoje do quadro Tô na Área é um verdadeiro exemplo de jogador profissional em começo de carreira. Aquele grinder mesmo, que se dedica ao máximo pra superar seus limites e escalar a difícil montanha do mundo do poker. E como é comum com quase todos, ele também passou por muitas dificuldades antes de “chegar lá”. Jefferson Ribeiro, o “pereba-igt” do online, é um bom nome pra se observar e aprender algumas coisas.

Com 32 anos, o jogador é do interior de São Paulo, da pequena cidade de Igaratá, onde viveu a maior parte de sua vida. Atualmente, ele mora em Itatiba, também no interior do estado. Jefferson conheceu o poker há bastante tempo, lá em 2010, quando já jogava online, mas só levava como hobby. Ainda assim, ele sabia que aquele gosto pelo jogo poderia se tornar uma profissão no futuro, mas não levou pra frente naquele momento.

LEIA MAIS: Tô na Área! Com muita experiência de vida e DJ por formação, Gabriel Gimenez se encontrou em definitivo no poker

Seguindo uma vida normal, o interiorano fez de tudo um pouco. Cursou Ciência de Controle e Automação, Engenharia Civil e Ciências Contábeis, sem terminar nenhuma delas. Também trabalhou em um escritório de contabilidade fiscal e no comércio e, antes de mudar definitivamente de área, teve seu próprio negócio, com um Food Truck em Igaratá, que vendia lanches, porções e açaí. Mas não era sua paixão.

Ser de uma cidade pequena trouxe dois bônus para Jefferson. Primeiro, as lembranças: “lá todos se conhecem praticamente, então minha infância foi de muitas brincadeiras, virávamos a o dia brincando de polícia e ladrão, taco, jogando bola, bolinha de gude, pipa, pião, coisas que eram presentes naquela época”, conta, mostrando que sabia aproveitar a melhor parte da vida.

Além disso, filho único, ele confessa ser mimado pela família, da qual sempre contou com o apoio da pessoa mais importante: sua mãe. Com a aprovação dela e com a experiência de vida, ele adquiriu uma característica importante: saber que dá pra ser feliz com as coisas simples. “Eu sempre me inspirei em fazer algo que realmente fazia me sentir bem, e sempre busquei em minha mãe a força de vontade para alcançar os objetivos que almejo”, conta, dizendo que não se importava com o que pensassem sobre ele.

Jefferson e a mãe, sua inspiração

Sabendo que não procurava o caminho tradicional, o “Pereba”, como é conhecido pelos amigos e companheiros de time, largou o seu Food Truck. O poker era o próximo passo. Sem nada além do próprio conhecimento, ele precisava estudar o jogo. E saiu do interior pra isso. No fim de 2018, Jefferson aproveitou a realização do BSOP Millions para marcar um coach com Vini Marques, grande jogador do país. Ele foi até São Paulo, aprendeu tudo que podia e ainda engatou nos torneios da série.

O resultado não foi bom, mas não importava: “eu sou uma pessoa impulsiva, eu costumo ir atrás das coisas que desejo, mesmo não tendo tanto conhecimento assim. Apesar de não ter virado nada no BSOP, eu me senti realizado. A experiência foi sensacional, eu já tinha ido em outros apenas para assistir, então jogar foi maravilhoso”, lembra. Além disso, dali veio a certeza de que era aquilo que queria pra vida. E em janeiro de 2019 ele já estava ingressando em um time, pronto para começar a carreira online.

Jefferson Ribeiro começou a carreira no Stars Poker Team, que abriu as portas e tem a gratidão do jogador até hoje. Inclusive, amizades criadas lá são mantidas, com direito até a estudos com pessoas do time. Depois de um ano e três meses no Stars, o “Pereba” acabou se mudando para uma das categorias de base do Samba Poker Team, o Samba Hop, onde está até hoje e quer permanecer por bastante tempo. Foi no Samba Hop que o jogador conseguiu sua maior conquista, mas até sua chegada não foi fácil.

A confiança da mãe sempre foi crucial

Dedicado, o paulista é daqueles que fazem um grande volume de jogo semanalmente. Ele chegou ao topo do gráfico em setembro de 2020, mas aí começou uma downswing. Foram seis meses lutando para sair daquele que é o pesadelo de qualquer jogador. Jefferson relembra: “o jogo é muito volátil, mesmo estudando e fazendo as coisas da melhor forma possível podemos passar por períodos de downswing. Mas, quando compreendemos isso, não causa tanto problema. Eu continuei fazendo o que tinha de ser feito, corrigindo pequenos erros”, explica.

Firme, acreditando no processo, o “Pereba” também percebeu que o off poker era importante: “é algo que ainda não tenho tanto, venho trabalhando essa parte. Comecei a ter mais dias off em 2021, indo na academia, jogando bola de vez em quando e coincidentemente as coisas foram melhorando”, conta. E o fim da downswing veio de maneira especial para o jogador. Ele foi campeão do Evento #51-L do SCOOP Afterparty do PokerStars, transformando os US$ 11 de buy-in em excelentes US$ 15.849.

Depois de dois anos de pura batalha, o trabalho estava sendo coroado com um ótimo prêmio, principalmente levando em conta o peso dele. Em uma série, de field gigantesco, de mais de 12 mil pessoas. Mas conquistar o torneio também mostrou o quanto Jefferson entende da natureza do poker: “quando consegui o resultado no SCOOP Afterparty, significou que de fato eu estava no caminho certo, estava alcançando meus objetivos dentro do jogo. Me deu mais vontade ainda de continuar”.

No futebol, Jefferson joga no gol

Animado e mantendo o ritmo de sempre, Jefferson só quer continuar fazendo o que faz, estudando e aprendendo mais a cada dia. E também voltar aos eventos live, sentir novamente a atmosfera, assim que a pandemia permitir. Jefferson Ribeiro também não deixaria de lembrar as pessoas importantes: “gostaria de agradecer minha mãe, meu exemplo de vida e também as amizades que já fiz nesse meio. Tenho um grupo especial de pessoas no Samba e alguns do meu antigo time que levo comigo de coração”.

O “pereba-igt” ainda deixa outra boa mensagem: “até parece um pouco prepotente, mas agradeço a mim mesmo por não ter desistido e seguido firme nesse caminho. É bastante complicado e difícil, mas no fim tudo é recompensado”, encerra. Assim, o exemplo do jogador de Igaratá é mais um daqueles que mostra que a perseverança é muito importante no meio do poker. E que, com muito trabalho, as coisas acontecerão com o tempo. Até a próxima!

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Tô na Área! Regular de micro-stakes, Walisson Rangel vira exemplo após sucesso nos eventos live em paralelo ao BSOP

Jogador do 4bet Poker Team conseguiu dois títulos ao vivo para se colocar em evidência

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A carreira de um jogador de poker é, quase sempre, construída avançando através de degraus. É perfeitamente normal que todos comecem no micro e suba pouco-a-pouco, até chegar no stake considerado ideal para cada um. Mas, claro, a dificuldade da carreira faz com que muitos desses desistam ainda no início, não saindo do Micro ou do Low por inúmeros motivos, como não se sentir bom o suficiente perto de outros.

Mas a história de hoje vem para ser um exemplo do contrário. É possível, sim, ser um grande jogador desde o começo, competindo em bom nível contra jogadores mais experientes ou que jogam mais caros. Walisson Rangel é a prova. Jogador de micro do 4Bet Poker Team, o “Feijão”, apelido pelo qual é chamado, conseguiu dois belos feitos no período do BSOP, aproveitando os torneios de outras casas na cidade de São Paulo.

“Quero que fique registrado aqui que é possível e não é uma questão de sorte, mas sim do quanto você está disposto a se dedicar e se doar pelos seus sonhos, porque se você o fizer, será recompensado!”, define. Mas a trajetória de vitória tem explicação. Passou longe de ser “chegar lá e ganhar”. Com 31 anos, o Feijão ainda divide seu tempo com um trabalho regular, na área de Engenharia Elétrica, curso no qual é formado.

LEIA MAIS: Tô na Área! Vindo de Tríplice Coroa online, Wellington Oliveira se encontra no auge da carreira, mas quer buscar muito mais

Desde a faculdade, quando precisou sair de casa e ir morar sozinho, Walisson já conciliava várias tarefas. Além de trabalhar, ele achava tempo para a atlética, jogando vários esportes, além de ainda estudar e, claro, não perder as festas. Dedicação não faltava, como é possível ver. E esse lado também foi trazido para o poker, que ele conheceu com os amigos, importantes em diversas fases de sua vida e influência para todas elas.

Depois de jogar com frequência entre eles, o próximo passo aconteceu: “na primeira vez que fomos a um clube, ganhei um torneio deles. Ainda me lembro da sensação, foi incrível. Dali pra frente comecei a me dedicar e estudar quando eu podia, mas levando aquilo só como um hobbie”, lembra. Dedicado como era, ele procurou cursos e coachs, contando também sobre outra característica fundamental.

“Eu sou um cara muito curioso, desde novo sempre fui assim. Gosto de saber o motivo das coisas, entender como funcionam e eu pesco as coisas no ar muito rápido. Creio que essa característica foi primordial pra me tornar um jogador de poker melhor, porque aprendo algo novo e já saio aplicando no mesmo instante. Se vejo uma jogada ou estratégia que não entendi, não descanso até que eu consiga entender”. No entanto, ainda faltava o tempo livre para o jogo.

A época da faculdade deixou boas recordações

Por isso, ele encontrou outra saída. Walisson passou a jogar cash game quando podia para aprimorar sua técnica e se manteve assim por um tempo, por volta de 2017. Depois de parar por problemas pessoais, em 2019 ele voltou com força e, agora em 2021, conseguiu entrar para o Flow, onde ficou por três meses, até chegar ao 4bet, onde está até hoje. E o morador da capital mineira não esconde a satisfação e importância do time para chegar onde chegou.

“A satisfação é enorme, é o maior time do mundo né? Foi sempre um sonho entrar lá e fiquei muito feliz quando fui aceito na seleção, mesmo ainda trabalhando em outro lugar. Em 5 meses de 4bet aprendi muito mais que em todos os coachs que já havia feito. A estrutura do time é magnífica e me forneceu toda a capacitação pra evoluir da forma que evolui nesses meses”, conta. E foi o time quem proporcionou a maior alegria da vida do Feijão.

O 4bet organizou uma competição interna com vagas para o BSOP Millions, aberta a todos do time. Feijão já se encheu de expectativas, pensando em conhecer instrutores e ídolos, além de jogar o grande evento. Ele conseguiu negociar suas férias do trabalho para as datas, mas ainda faltava um pequeno detalhe: “tendo isso resolvido era ‘só’ ganhar a race. Foi um mês jogando sem sair um dia sequer, cheguei a fazer 90 torneios num domingo e 1500 no mês”, fala.

Os ganhadores da race com o craque Rafael Moraes

Ele acabou a race e ganhou um pacote com o buy-in de vários torneios, e o sonho estava começando. Porém, no BSOP Millions as coisas não deram certo. Ele caiu rápido dos torneios e preferiu ir pra outros clubes jogar os eventos. E foi um grande acerto. O Feijão conseguiu incríveis dois títulos, um no Maxx Poker e um no H2, que renderam R$ 172 mil e R$ 23 mil, que foram disparados seus melhores resultados e provaram a tese de que, com esforço, é possível.

“Foi uma emoção surreal pra mim. Chorei bastante, tive uma torcida enorme, fiz vários amigos e trouxe muita confiança pro meu jogo. Nós somos os nossos maiores vilões nessa caminhada, enfrentando o fantasma da dúvida e da incerteza. Se acreditarmos e nos dedicarmos é possível alcançar nossos sonhos. Ainda tem muita estrada pela frente, mas a recompensa pelo esforço e dedicação está muito mais certa do que parece”, fala.

A foto de campeão

Agora sendo um “exemplo” para todos os que estão em começo de carreira ou ainda nos limites mais baixos, Feijão é só alegria, mas não deixaria de agradecer aos responsáveis: “poucas vezes fui tão feliz fazendo algo quanto fui jogando nesses 12 dias. Queria agradecer muito ao 4bet e meus instrutores Gabessa, Caio e Cristiano pelos ensinamentos nesses meses, ao Pirata por sempre investir e acreditar que estou destinado a grandes feitos, aos meus amigos mais próximos que sempre confiaram e torceram por mim”, começa.

Ainda em tom de gratidão, ele fala da mãe, que nunca deixou de apoiá-lo, mesmo depois de sair de casa, e novamente dos amigos do poker: “agradeço também aos meus colegas de time e principalmente de turma, com quem estudo e grindo diariamente”, completa. Para finalizar, o jogador ainda deixa um trecho de uma música como motivação para as pessoas: “é necessário sempre acreditar que o sonho é possível, que o céu é o limite e você, truta, é imbatível.”, finaliza.

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Tô na Área! Vindo de Tríplice Coroa online, Wellington Oliveira se encontra no auge da carreira, mas quer buscar muito mais

Apaixonado por esportes, o mineiro encontrou no poker sua profissão

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O Brasil é um verdadeiro celeiro de craques no poker. Principalmente no online, onde os trabalhos dos times tem grande influência na formação de novos jogadores, muitos nomes acabam ficando “escondidos” enquanto estão no início de carreira. Mas olhando com certa atenção, é fácil encontrar alguns que se destacam desde cedo. Um desses exemplos é o de Wellington Oliveira, que vem em franca ascensão.

Hoje aproveitando seu primeiro BSOP Millions ao lado de companheiros de time e diversos ídolos, o jogador do Samba Hop, divisão do Samba Poker Team, já tem muito conquistado na carreira. Ele é um dos brasileiros que conseguiu o difícil feito de conquistar uma Triple Crown, a Tríplice Coroa no poker online, que acontece quando um jogador crava três torneios em três sites diferentes no espaço de uma semana.

“É algo muito especial e gratificante conseguir esse feito. Nós jogadores sabemos o quão difícil é conseguir ganhar um torneio e ganhar três durante uma semana com os requisitos que o PocketFives pede não é algo fácil. Eu me sinto muito feliz pela conquista e grato a Deus e a todos ao meu redor por ter conseguido isso”, conta o jogador. Natural de Santa Luzia, Minas Gerais, o “Leleco67” do PokerStars tem na fé um de seus pilares.

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“Sou cristão e tenho muita fé em Deus. A pessoa que mais me inspira e admira é Jesus, nem sei muito o que dizer, mas é com o exemplo Dele que tento ser uma pessoa melhor a cada dia”, fala. Apaixonado por esportes, ele também tem outros vencedores como inspiração: “Michael Jordan e Cristiano Ronaldo são exemplos porque, além do talento, alcançaram o sucesso com muito esforço”.

E não são só em exemplos distantes que o “Leleco” toma apoio. O jovem de 25 anos mora junto com a mãe, dois irmãos e tem uma “linda namorada”, como faz questão de dizer, que o incentiva em todas as áreas: “tenho uma relação muito boa com todas as pessoas próximas a mim, todos me apoiam nessa carreira de jogador de poker, principalmente a Juliana, minha namorada”, diz Wellington.

O mineiro tem o esporte em sua vida desde cedo. Antes do poker, ele começou jogar futebol aos quatro anos e seguiu até os 20. Nesse tempo, ele se formou no ensino médio, mas o gosto por competir estava presente em sua veia. Assim, quando conheceu o poker, há aproximadamente cinco anos, foi paixão a primeira vista. E aí, foi só seguir o caminho natural para começar a ter sucesso.

O “Leleco” é apaixonado por futebol

“Sempre gostei muito de jogos, de competir, então quando conheci o poker me apaixonei. Comecei a jogar no mesmo dia, coloquei um dinheiro no PokerStars e fui jogar Sit&Go de US$ 0.25, enquanto assistia vídeos no Youtube e estudava com um material que tinha conseguido. Quando atingi 1.000 jogos, entrei pro Flow Poker Team e fiquei lá por um ano”, descreve.

Depois de um tempo, o “Leleco67” entrou para o Samba Hop, onde começou sua ascensão: “o Samba para mim está sendo fundamental na minha evolução como jogador e super importante na minha carreira. Eu me sinto muito feliz, tenho uma relação muito boa com todos os backers, com os jogadores. Tenho tudo que preciso e é necessário para que eu evolua mais e mais”, fala o jovem jogador.

A tríplice coroa veio para coroar a grande fase que se encontra desde 2020. Para conquistá-la, ele venceu o GGMasters Double Stack, o Bounty Builder €20 do PS.ES e o Big Shot $22 do 888Poker. Além de dar a Triple Crown, os três torneios renderam mais de US$ 8.000 para o mineiro. Mas nem o valor financeiro, nem um feito como este é o suficiente para que o faça se deslumbrar. Isso porque ele tem uma característica forte.

Juliana, namorada do jogador, é grande incentivadora

“Eu acredito que a humildade de saber que preciso ter os pés no chão e melhorar a cada dia, que preciso do apoio das pessoas que estão ao meu lado, da minha família, minha namorada, meus professores, meus mentores, dos jogadores que eu sempre estou estudando junto, cada um deles me ajuda a construir meu castelo. Esse é o meu forte”, explica.

O jogador do Samba também reflete sobre o que passou e já sabe como serão os próximos passos: “2020 e 2021 foram os melhores anos da minha carreira até aqui. Sinto que evoluí muito tecnicamente e tive resultados bons durante esse tempo. Mas eu não paro por aqui. Vou continuar trabalhando, me dedicando para cada dia construir mais, tijolinho por tijolinho, e alcançar o topo juntamente com todos ao meu redor”, define.

Como não poderia deixar de ser depois de tudo que comentou, Wellington Oliveira também fez questão de deixar alguns agradecimentos: “primeiro, eu agradeço por essa oportunidade. Agradeço a Deus por tudo, a minha namorada Juliana, minha família, meus backers e a todos que estão no meu dia-a-dia. Eles são fundamentais”, finaliza. Com um feito incrível aos 25 anos e tamanha sede por mais, esse é um dos nomes que com certeza podemos ficar de olho.

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Tô Na Área!

Tô na Área! No momento mais difícil da vida, Douglas Ataíde atingiu o auge da carreira

Fanático pelo CRB, que aparece em seus nicks, Douglas conseguiu um belo e emocionante feito recentemente

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Ser jogador de poker é um trabalho e tanto. Além de toda dedicação necessária para conseguir escalar limites e chegar cada vez mais longe, todo jogador precisa, também, conseguir lidar com situações da vida ao mesmo tempo em que se está buscando o retorno financeiro nas mesas. E isso, claro, precisa de um cuidado especial, pois um lado pode afetar diretamente o outro e prejudicar a performance.

O convidado de hoje do Tô na Área passou por uma situação dessas, talvez a mais difícil delas, mas mostrou muita força e determinação para superar. Douglas Ataíde, o “DouglasCRB” do PokerStars, hoje jogador do 4bet Poker Team, há pouco tempo conseguiu seu big hit. Ele foi campeão do Sunday Mini Million, que era o Evento #84-L da Bounty Builder Series, tornando-o também dono de título de série.

Mas a trajetória para essa vitória foi mais do especial. Atualmente com 26 anos, o torcedor fanático do CRB, time que até aparece em seus nicks, mora na cidade de Maceió, capital de Alagoas, e joga poker há 11 anos. Desde os 15, com amigos, Douglas já se aventurava nas cartas e havia descoberto uma paixão quase tão grande como o futebol. Foi o futebol, inclusive, que moldou seus primeiros passos, como a maioria dos brasileiros.

Douglas acompanha o time em todas as horas

A tentativa de seguir carreira por lá fez com que o alagoano não partisse para uma faculdade após o ensino médio. Depois de algum período em que nada se concretizou, Ataíde decidiu virar profissional de poker. Ele relembra da dificuldade no início: “o começo da carreira sempre é difícil. Muita gente acha que é fácil, mas não é todo mundo que quer estar ali nove, dez horas por dia sentado na frente de um computador sem resultados, né?”.

Mas Douglas tinha alguns apoios que não cessavam. Sua mãe, seus amigos e sua mulher eram os fatores que nunca o deixavam desistir. E com isso, conforme ia ganhando experiência na carreira, o jogador de Maceió foi ficando mais preparado e mais confiante. Ele já era frequente do online, mas também se arriscava no live algumas vezes. E um deles trouxe uma história marcante.

“Eu lembro disso rindo e com tristeza ao mesmo tempo. Estou no meu primeiro BSOP MILLIONS, já tinha jogado alguns eventos e mal conseguia pegar nas fichas, nervoso. Aí vou pro Main Event, o primeiro da vida, e aí acontece de, na primeira mão do torneio, blinds 50 / 100, eu ir all in pré-flop de 30K. Era AA x KK, mas eu perdi. Voltei pro caixa e vi meus amigos sem acreditar, perguntando se tinha dado break. Caíram na risada, enquanto eu queria chorar”, lembra.

No live, o “DouglasCRB” também marca presença

Há cerca de oito meses, Douglas Ataíde deu um novo passo na carreira. Ele ingressou no 4bet e passou a contar com o apoio de ainda mais gente. E ele estava com muita vontade de vencer: “eu sou um cara que pego muito rápido as coisas, sou focado no que eu faço e se você focar, estudar e botar na cabeça que é aquilo que você quer pra vida, você consegue. São oito meses que estou lá e vivo a melhor fase da minha vida, sem dúvida”, conta.

Porém, ao mesmo tempo, o alagoano viveu o pior momento da sua vida. A pessoa que sempre foi sua base, deu o apoio e viu toda sua batalha no poker ficou doente. “Foi um baque. Enquanto eu grindava, minha mãe, dona Lúcia, estava hospitalizada. Eu tinha que arrumar tempo para trabalhar e ficava lembrando dela lá! E nisso ela não resistiu. Foi uma dor muito grande pra mim, gigantesca. Ela era uma pessoa que sempre me apoiou pra tudo na minha vida!” lembra, triste.

Tendo que conviver com uma dor antes inimaginável, Douglas teve que seguir sua luta nos feltros, se agarrando em novos objetivos para seguir. Orgulhar sua mãe, mesmo não mais aqui, era um deles. E Ataíde conseguiu. Quando levou seu big hit, mais de US$ 20K na Bounty Builder Series, a dedicatória já tinha dona: “eu só pensava nela , fui às lágrimas assim que acabou o torneio. Não parava de pensar nela”, explica.

Dona Lúcia e Douglas

O misto de emoções foi enorme: “Doeu muito aquela vitória, porque ela tinha muito o que ver aqui ainda. Ela foi embora na melhor fase da minha carreira. Mas Deus sabe o que faz. Ela tá descansando e torcendo por mim lá de cima, tenho certeza disso! E, por isso, esse título foi importante demais para mim”, fala Douglas. Com motivos de sobra para orgulhar a mãe, o torcedor do CRB também fez com que muitas pessoas comemorassem com ele.

“Vários amigos que fiz nesse mundo do poker que torcem demais por mim ficaram felizes, eu não vou citar aqui os nomes pra não esquecer alguém, mas eles sabem quem são. E eu fico muito feliz vendo que todo esforço tá sendo recompensado da forma que todo jogador de poker sonha. Também por isso, eu agradeço a Deus pelo momento, à minha mulher que tá comigo pra tudo e a meus amigos dessa luta diária. Nunca desistam”, define Douglas.

Sabendo de que a luta continua, Douglas Ataíde está certo do que fazer: “também agradeço o 4bet, pela oportunidade de me tornar mais profissional, de coração. Por isso o plano é evoluir o máximo, estudar, focar. Subir os limites e disputar títulos com os melhores do mundo. É um sonho de todos e meu também. E, quem sabe, ir pra Vegas. O longo prazo pode tardar, mas ele nunca falha”, finaliza.

A dona Lúcia, que faria aniversário na data de hoje, com certeza estaria feliz com tudo que o filho conquistou.

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