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Poker de Boteco #97: Vini Marques revela segredo de foto com Phil Ivey, fala sobre capa da revista flop e sistema da WSOP atual

Quadro apresentado por Ytarõ Segabinazzi está na sétima temporada

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Poker de Boteco Vini Marques

Vini Marques é o participante da semana do quadro Poker de Boteco, sucesso de audiência do canal MundoTV, que chega para o seu 97º episódio, apresentado por Ytarõ Segabinazzi.

No longo bate-papo, que durou quase uma hora, Vini Marques compartilhou reflexões sobre sua carreira, as mudanças no cenário do poker e o crescimento do Brasil no circuito mundial. Ele abriu o quadro falando sobre o que está fazendo no momento.

“Estou em um momento de mudanças, trabalhei quatro anos como gerente de expansão de um site americano e agora estou na área de afiliações. Eu tenho um clube e duas agências na plataforma e estou com alguns projetos com meu irmão voltado a conteúdo, fiquei afastado há 4 anos. Além disso, jogando um pouco, mais cash games.”, revelou Vini.

Ao relembrar sua trajetória no poker, Vini destacou o preconceito que o jogo enfrentava no passado para falar sobre a sua capa na revista flop.

“Era um misto de sentimentos. O poker não era nem legal, nem ilegal, e a ideia da revista da época era combater esse estigma. Muitos jogadores hesitavam em aparecer na capa, e eu mesmo jogava em níveis muito altos, o que poderia ser um risco. Mas a iniciativa foi importante para mudar a visão sobre o poker.”, comentou.

LEIA MAIS: Poker de Boteco #96: Geraldo Cesar relembra conquista do bracelete, fala da importância da perda de peso e do causo do “cantor famoso”

Sobre a diferença entre os jogos online e ao vivo, Vini enfatizou que, embora o poker online exija maior capacidade técnica, o presencial envolve elementos sociais e estratégicos distintos.

“Nos eventos ao vivo, o poker é mais um jogo de pessoas do que de cartas. No online, é o jogo em sua forma mais pura, onde os jogadores técnicos se sobressaem pela quantidade de mãos jogadas. Mas no ao vivo, existem outras nuances: a forma como você lida com pessoas, sua imagem na mesa. Às vezes, o jogador pode perder na parte técnica, mas recuperar nesses aspectos sociais”, explicou.

Outro tema abordado por Vini foi a polêmica em torno da validade dos braceletes da World Series of Poker (WSOP) conquistados em torneios online. Para ele, a regulamentação da WSOP deve ser respeitada, mas há um fator determinante por trás desse crescimento: os times de poker.

“Se a regra é essa, então temos que celebrar os 36 braceletes. Mas a explicação para esse número elevado é o impacto dos times de poker, que formam jogadores e disseminam conhecimento. Isso reflete diretamente nos resultados do Brasil.”

“Os times ajudam os jogadores a se especializarem e, em torneios de field mais curto, a vantagem técnica se sobressai. Os braceletes de jogadores como Phil Ivey e Yuri Martins mostram isso. Hoje, há mais eventos com braceletes do que antes, mas continuo achando que o verdadeiro campeão do mundo é quem vence o Main Event da WSOP”, concluiu.

Vini Marques também deu detalhes sobre a sua icônica foto com Phil Ivey, além de abordas outros temas interessante ao longo do episódio.

Confira o episódio #96 do Poker de Boteco com Vini Marques:

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Poker de Boteco #139: “Pitão” abre bastidores da conquista do bracelete, detalhes do episódio de sonambulismo em Vegas e mais

O sócio do Samba participou do quadro pela segunda vez com novas histórias

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O KSOP South America de 2025, realizado no mês de outubro, foi palco de mais uma grande temporada do Poker de Boteco. O último episódio desta nova temporada do programa, o de número #139, teve um convidado pra lá de especial: Peter Patrício, o “Pitão”.

Sócio do Samba, Peter Patrício teve uma grande ano em 2025, coroado com a maior conquista da carreira: o bracelete da WSOP. Este, claro, foi um dos temas abordados por Ytarõ Segabinazzi, apresentador do Poker de Boteco, com o craque mineiro. E várias outras histórias também trouxeram um bom papo.

LEIA MAIS: Poker de Boteco #138: Allan Sheik relembra título milionário na WSOP Paradise, conta origem do apelido e comenta motivação no poker

Logo de cara, “Pitão” fala sobre o seu bracelete com alguns dos bastidores. Ele revelou que nem deveria jogar esse torneio, já que a dupla de Kelvin seria Fabiano Kovalski. O universo conspirou para que Kovalski não jogasse com Kelvin, “Pitão” foi convidado a substituí-lo e o resto virou história.

O mineiro também falou das (muitas) comemorações, coisa que não faltaria devido ao repertório do jogador. É claro que a história do sonambulismo que viralizou em 2024 também virou pauta. Pitão resumiu a história e a sua quase prisão de forma bem humorada.

Isso e diversos outros assuntos resultaram em uma conversa de mais de meia hora. Você pode conferir o episódio na íntegra logo abaixo.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Poker de Boteco #138: Allan Sheik relembra título milionário na WSOP Paradise, conta origem do apelido e comenta motivação no poker

O episódio durou 21 minutos e foi gravado no KSOP South America 2025

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Balneário Camboriú recebeu a nona temporada do Poker de Boteco, quadro que tem Ytarõ Segabinazzi como grande anfitrião. Por lá, o diretor do Mundo Poker recebeu diversos nomes importantes que estiveram presentes no KSOP South America 2025.

Um dos convidados foi Allan Mello, o “Allan Sheik”. Sócio do Samba Poker Team, Allan é uma das grandes referências do poker brasileiro, acumulando inúmeros resultados expressivos ao longo da carreira. O principal deles aconteceu na WSOP Paradise 2023, quando conquistou o bracelete do Millionaire Maker e faturou US$ 1 milhão pela vitória.

LEIA MAIS: Poker de Boteco #137: Kaio Camargo “celebra” vices, comenta episódio de pódio virado e detalha vida de nômade

Esse também foi o primeiro assunto do 138º episódio do quadro. Allan contou como foi a emoção de ganhar a joia cobiçada da série mundial e, logo na sequência, o papo sobre braceletes online e ao vivo também  entrou em cena, já que é uma discussão bem complicada, em relação ao valor dos torneios.

Allan já havia chegado perto de um grande hit jogando nas Bahamas, justamente no mesmo palco, só que no PCA. Ele relembrou a “trave” no Main Event da série, além da FT anterior da WSOP em Las Vegas, quando passou perto no tradicional torneio Shoooutout.

Sobre a carreira, ele comentou o motivo do breve sumiço, pois agora é pai e como é sua relação com os amigos sócios do Samba. Outros assuntos como origem do apelido Sheik, SNG com controle de Playstation no PokerStars, pool com Kovalski, Padilha e Alisson, viagens e conquistas de SCOOP e SM antes da pandemia, além da motivação, estiveram em pauta no episódio de 21 minutos!

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Sheik:

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Poker de Boteco #137: Kaio Camargo “celebra” vices, comenta episódio de pódio virado e detalha vida de nômade

O bate-papo aconteceu no KSOP South America 2025

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O KSOP South America tem sido o palco de grandes disputas do poker brasileiro, e a mais recente temporada do Poker de Boteco foi gravada no Expocentro, ainda no ano de 2025. O episódio mais recente traz uma figurinha sempre presente no KSOP e acumuladora de resultados.

Kaio Camargo, popularmente conhecido como “Kaiotex”, não desaponta quando o assunto é resultados no circuito, inclusive na etapa 2026. No momento da gravação, Kaio vinha de uma sequência de vice-campeonatos importantes, e os bons resultados foram pauta. “Dá pra ser vice o resto da vida. O problema é que os torneios eram progressivos [risos]. O primeiro eu não joguei tão bem, os outros não tive o que fazer. Mas não me importo com os vices. É o melhor momento que eu venho na minha carreira”, contou.

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Uma sequência maluca na carreira do regular também foi pauta. Kaio jogou um torneio em Florianópolis, viajou para o BSOP em seguida e ainda buscou um pódio. “Eu decidi que ia ficar no hotel para estar mais perto do aeroporto. Eu fui pra jogar um torneio um pouco mais barato e costumava acabar cedo. O “problema” é que explodiu e eu ganhei. E meu voo era 8 da manhã. Eu cheguei, já engatei num High Roller e caí no 3-handed. Isso já eram 6 da manhã do outro dia. E pô, no outro dia tinha High Roller de novo. O que eu fiz no primeiro dia que eu tinha pra descansar? Fui pra balada”, contou aos risos.

Kaio falou também sobre a transição da carreira de profissional de PES para profissional de poker, onde teve grandes resultados, e falou também sobre a dificuldade de jogar Counter-Strike. “Você sai do poker e vai jogar CS e fica mais estressado ainda”, contou. A vida de nômade, a moradia com Saymon e Vinícius e vários outros aspectos também fizeram parte do incrível episódio. Sem mais enrolações, confira o episódio #137:

Confira o Poker de Boteco #137 com Kaio Camargo:

 

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