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Poker de Boteco #103: Ricardo Copag revive memórias, conta bastidores e revela cooler doloroso após cinco horas de coach

O empresário relembra o impacto da família Copag no crescimento do poker

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Ricardo Copag
Ricardo Copag

A sétima temporada do Poker de Boteco continua trazendo histórias marcantes do universo do baralho. No episódio #103, gravado diretamente do Sheraton São Paulo, Ytarõ Segabinazzi recebe ninguém menos que Ricardo Neto — o “Ricardo Copag” — para um papo carregado de memória afetiva, humor e momentos que definem a trajetória de quem viveu o poker por dentro e por fora das mesas.

Ricardo cresceu literalmente cercado por baralhos. Herdeiro da centenária Copag, ele representa a quinta geração de uma família que ajudou a moldar o cenário do poker no Brasil. No bate-papo, ele resgata a história da empresa desde a fundação, conta como o pai enxergou a explosão do Texas Hold’em antes do tempo e explica como a marca se tornou uma das grandes impulsionadoras da modalidade no país.

“A Copag foi a primeira empresa que colocou dinheiro no poker”, contou Ricardo, relembrando os tempos em que apoiavam campeonatos como o CPH ainda na base da raça e sem dealer.

“Meu pai registrou o nome Texas Hold’em como produto de baralho quando ninguém falava disso por aqui”, completou, com orgulho.

Ricardo Copag

Ricardo Copag

Mas o episódio vai além da nostalgia empresarial. Ricardo também falou de sua vivência como jogador recreativo — e de como os momentos à mesa também deixaram marcas. Ele reviveu a experiência da primeira mesa da TV em um LAPT, quando ouviu do narrador gringo: “I don’t understand this player”. A crítica virou ponto de virada. Foi o gatilho que o fez estudar de verdade — e o levou, anos depois, a resultados expressivos, como mesa final no GGMillion$ e um vice no SCOOP.

Teve espaço também para histórias divertidas — como a vitória no One Day High Roller do BSOP, vencido no modo “sem pressão e um pouco alcoolizado”. E claro, um dos relatos mais engraçados (e dolorosos) foi o cooler que sofreu com JJ contra AA logo após cinco horas de coach com Faraz Jaka. Um verdadeiro clássico do “poker é cruel”.

LEIA MAIS: Poker de Boteco #102: Eduardo Pires relembra trajetória e reflete sobre o equilíbrio entre business e poker

Além do poker, Ricardo abriu o coração sobre temas pessoais. Falou da rotina como pai de dois filhos, da parceria com a ex-mulher, e da relação leve e presente com a família. Também dividiu com o público um aspecto íntimo: o diagnóstico de transtorno bipolar e como isso mudou sua visão sobre propósito e felicidade.

“O que me move hoje é estar bem comigo, ter saúde e curtir quem eu amo. Pode parecer clichê, mas é o que faz sentido pra mim”, afirmou.

O Poker de Boteco #103 é um retrato honesto, divertido e humano de alguém que viu o poker brasileiro nascer, crescer — e também viver em si os altos e baixos do jogo e da vida.

Confira o episódio #103 do Poker de Boteco com Ricardo Copag:

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Poker de Boteco #139: “Pitão” abre bastidores da conquista do bracelete, detalhes do episódio de sonambulismo em Vegas e mais

O sócio do Samba participou do quadro pela segunda vez com novas histórias

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O KSOP South America de 2025, realizado no mês de outubro, foi palco de mais uma grande temporada do Poker de Boteco. O último episódio desta nova temporada do programa, o de número #139, teve um convidado pra lá de especial: Peter Patrício, o “Pitão”.

Sócio do Samba, Peter Patrício teve uma grande ano em 2025, coroado com a maior conquista da carreira: o bracelete da WSOP. Este, claro, foi um dos temas abordados por Ytarõ Segabinazzi, apresentador do Poker de Boteco, com o craque mineiro. E várias outras histórias também trouxeram um bom papo.

LEIA MAIS: Poker de Boteco #138: Allan Sheik relembra título milionário na WSOP Paradise, conta origem do apelido e comenta motivação no poker

Logo de cara, “Pitão” fala sobre o seu bracelete com alguns dos bastidores. Ele revelou que nem deveria jogar esse torneio, já que a dupla de Kelvin seria Fabiano Kovalski. O universo conspirou para que Kovalski não jogasse com Kelvin, “Pitão” foi convidado a substituí-lo e o resto virou história.

O mineiro também falou das (muitas) comemorações, coisa que não faltaria devido ao repertório do jogador. É claro que a história do sonambulismo que viralizou em 2024 também virou pauta. Pitão resumiu a história e a sua quase prisão de forma bem humorada.

Isso e diversos outros assuntos resultaram em uma conversa de mais de meia hora. Você pode conferir o episódio na íntegra logo abaixo.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Poker de Boteco #138: Allan Sheik relembra título milionário na WSOP Paradise, conta origem do apelido e comenta motivação no poker

O episódio durou 21 minutos e foi gravado no KSOP South America 2025

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Balneário Camboriú recebeu a nona temporada do Poker de Boteco, quadro que tem Ytarõ Segabinazzi como grande anfitrião. Por lá, o diretor do Mundo Poker recebeu diversos nomes importantes que estiveram presentes no KSOP South America 2025.

Um dos convidados foi Allan Mello, o “Allan Sheik”. Sócio do Samba Poker Team, Allan é uma das grandes referências do poker brasileiro, acumulando inúmeros resultados expressivos ao longo da carreira. O principal deles aconteceu na WSOP Paradise 2023, quando conquistou o bracelete do Millionaire Maker e faturou US$ 1 milhão pela vitória.

LEIA MAIS: Poker de Boteco #137: Kaio Camargo “celebra” vices, comenta episódio de pódio virado e detalha vida de nômade

Esse também foi o primeiro assunto do 138º episódio do quadro. Allan contou como foi a emoção de ganhar a joia cobiçada da série mundial e, logo na sequência, o papo sobre braceletes online e ao vivo também  entrou em cena, já que é uma discussão bem complicada, em relação ao valor dos torneios.

Allan já havia chegado perto de um grande hit jogando nas Bahamas, justamente no mesmo palco, só que no PCA. Ele relembrou a “trave” no Main Event da série, além da FT anterior da WSOP em Las Vegas, quando passou perto no tradicional torneio Shoooutout.

Sobre a carreira, ele comentou o motivo do breve sumiço, pois agora é pai e como é sua relação com os amigos sócios do Samba. Outros assuntos como origem do apelido Sheik, SNG com controle de Playstation no PokerStars, pool com Kovalski, Padilha e Alisson, viagens e conquistas de SCOOP e SM antes da pandemia, além da motivação, estiveram em pauta no episódio de 21 minutos!

Confira o Poker de Boteco #138 com Allan Sheik:

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Poker de Boteco #137: Kaio Camargo “celebra” vices, comenta episódio de pódio virado e detalha vida de nômade

O bate-papo aconteceu no KSOP South America 2025

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O KSOP South America tem sido o palco de grandes disputas do poker brasileiro, e a mais recente temporada do Poker de Boteco foi gravada no Expocentro, ainda no ano de 2025. O episódio mais recente traz uma figurinha sempre presente no KSOP e acumuladora de resultados.

Kaio Camargo, popularmente conhecido como “Kaiotex”, não desaponta quando o assunto é resultados no circuito, inclusive na etapa 2026. No momento da gravação, Kaio vinha de uma sequência de vice-campeonatos importantes, e os bons resultados foram pauta. “Dá pra ser vice o resto da vida. O problema é que os torneios eram progressivos [risos]. O primeiro eu não joguei tão bem, os outros não tive o que fazer. Mas não me importo com os vices. É o melhor momento que eu venho na minha carreira”, contou.

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Uma sequência maluca na carreira do regular também foi pauta. Kaio jogou um torneio em Florianópolis, viajou para o BSOP em seguida e ainda buscou um pódio. “Eu decidi que ia ficar no hotel para estar mais perto do aeroporto. Eu fui pra jogar um torneio um pouco mais barato e costumava acabar cedo. O “problema” é que explodiu e eu ganhei. E meu voo era 8 da manhã. Eu cheguei, já engatei num High Roller e caí no 3-handed. Isso já eram 6 da manhã do outro dia. E pô, no outro dia tinha High Roller de novo. O que eu fiz no primeiro dia que eu tinha pra descansar? Fui pra balada”, contou aos risos.

Kaio falou também sobre a transição da carreira de profissional de PES para profissional de poker, onde teve grandes resultados, e falou também sobre a dificuldade de jogar Counter-Strike. “Você sai do poker e vai jogar CS e fica mais estressado ainda”, contou. A vida de nômade, a moradia com Saymon e Vinícius e vários outros aspectos também fizeram parte do incrível episódio. Sem mais enrolações, confira o episódio #137:

Confira o Poker de Boteco #137 com Kaio Camargo:

 

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