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WSOP: Daniel Lazrus escapa de zagueirada insana no heads-up, fatura o Millionaire Maker e segundo bracelete em 2021
Ele havia faturado a joia na edição online da WSOP.com em julho
Um dos torneios mais cobiçados da WSOP terminou com vitória do profissional Daniel Lazrus. O americano foi o grande campeão do Evento #17, o tradicional US$ 1.500 Millionaire Maker, depois de uma mesa final bastante agitada. Com isso, ele conquistou o primeiro prêmio de sete dígitos da atual edição, conquistando a bagatela exata de US$ 1 milhão.
Como é de se esperar, esse foi o maior prêmio da carreira de Lazrus, que tem uma história ainda bem recente no jogo. “Eu comecei a jogar há cerca de quatro anos e meio, a princípio apenas como recreativo”, disse. “Eu comecei a ganhar, encontrei o cara certo, que me colocou em contato com outros caras certos, só aprendendo”.
“Há dois anos, comecei a subir os stakes e a estudar de forma mais agressiva, quase como uma prioridade”, disse o campeão. Na foto de campeão, Lazrus saiu com a companhia de seis amigos, o grupo dele de acordo com a entrevista. A figura mais notável presente na imagem é o craque Ali Imsirovic, um dos principais nomes da atualidade, principalmente no live.
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O bracelete foi o segundo da carreira de Daniel. O primeiro foi há três meses, quando ele venceu o Evento #28 da WSOP Online que aconteceu na WSOP.com para jogadores americanos. “Esse parece muito mais especial. Parece mais legítimo do que o online, só por ser em uma atmosfera diferente. O primeiro foi uma conquista, mas esse parece A conquista”, disse o campeão.
Lazrus jogou muito bem a mesa final, com bastante agressividade, e teve como adversários Michael Gatty, tricampeão da WSOP, e Ignacio Moron, jogadores que receberam elogios do campeão do Milly Maker. O heads-up foi contra o compatriota Darryl Ronconi e a disputa foi um pouco esquisita para Lazrus.
As zagueiradas de Ronconi
Ele começou com uma vantagem de pouco mais de 3 para 1, mas a sensação é que o recreativo Ronconi não estava afim de jogar o pós-flop, tentando abraçar a variância. Depois de um raise de Daniel, ele foi all in de 22 big blinds com J2 off, levando call de 33. O board T87K9 deu uma sequência no river pra Darryl e deixou a disputa 2 para 1.
A mão do título veio em outra zagueirada. Nos blinds 50.000 / 1.000.000, ele abriu raise para 2.500.000 com , Lazrus 3-betou para 8.500.000 com , e a resposta de Ronconi foi dar all in com 42.600.000, 42 big blinds. Lazrus deu instacall e ficou muito tenso depois do flop trazer , abrindo 13 outs para o rival.
Mas turn e o river fizeram ele respirar aliviado e confirmaram o título e o segundo bracelete de Lazrus, que se juntou a um clube que tem Yuri Martins, Michael Addamo, Chance Kornuth, Fedor Holz e Tony Dunst, por exemplo. Ele confessou para Ronconi que nunca suou tanto na vida como durante a mão final.
Confira a premiação dos cinco finalistas do Milly Maker:
1º – Daniel Lazrus (EUA) – US$ 1.000.000
2º – Darryl Rinconi (EUA) – US$ 500.000
3º – Jeffrey Gencarelli (EUA) – US$ 377.125
4º – Michael Gatty (Bélgica) – US$ 288.715
5º – Ignacio Moron (Espanha) – US$ 222.430
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Confira o episódio do Depois do River #22:
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WSOP: Naseem Salem, Philip Ardire e Antonio Vargas são campeões em eventos da série
Trio americanos garantiram seus primeiros braceletes na carreira.
Mais campeões foram conhecidos nos últimos dias da WSOP, em Las Vegas. A série vem trazendo muitas emoções nas mesas e os eventos vão tendo seus detentores de braceletes contemplados. Naseem Salem cravou o Evento #11 US$ 10.000 GGMillion$ High Roller No-Limit Hold’em. Philip Ardire levou o Evento #15 US$ 600 Deepstack Pot-Limit Omaha e Antonio Vargas conquistou o Evento #16 US$ 1.700 U.S. Circuit Championship No-Limit Hold’em.
Evento #11 US$ 10.000 GGMillion$ High Roller No-Limit Hold’em

Naseem Salem. Créditos: Jess Beck/WSOP.
Mais um jogador conseguiu alcançar seu primeiro bracelete nesta edição da WSOP, em Las Vegas. Para isso, o americano Naseem Salem precisou passar por um field que contou com 627 entradas registradas. Além de sua primeira jóia da carreira na série mundial, Naseem faturou sua melhor premiação na carreira, que foi de US$ 1.084.964.
O player dos Estados Unidos contou com um jogo muito linear no último dia de torneio, no qual Naseem chegou com uma boa vantagem de fichas. Após ser campeão, o jogador destacou a importância do seu prêmio milionário e, além disso, a oportunidade de ter o respeito dos outros jogadores. O field do evento contou com grandes jogadores como Stephen Chidwick e Bernhard Binder.
Confira as premiações da mesa final:
1º – Naseem Salem (Estados Unidos) – US$ 1.089.964
2º – Alexis Cruz Martinez (Estados Unidos) – US$ 726.598
3º – Chad Lipton (Estados Unidos) – US$ 503.997
4º – Chris Brewer (Estados Unidos) – US$ 355.610
5º – John Racener (Estados Unidos) – US$ 255.306
6º – Roman Hrabec (Estados Unidos) – US$ 186.562
7º – Joey Weissman (Estados Unidos) – US$ 138.802
8º – Cliff Josephy (Estados Unidos) – US$ 105.178
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Evento #15 US$ 600 Deepstack Pot-Limit Omaha

Philip Ardire. Créditos: Jess Beck/WSOP.
Quando o destino bate à porta, não tem jeito. O americano Philip Ardire não tinha a intenção de jogar evento algum da WSOP, porém pensou melhor e se inscreveu no Evento #15 US$ 600 Deepstack Pot-Limit Omaha. Por fim, Ardire superou 2.636 registros para alcançar o lugar mais alto do pódio, ficar com o título e o primeiro bracelete, além da quantia de US$ 171.589.
Ainda em estado de muita alegria, Philip Ardire comentou sobre sua conquista. “Nunca pensei que conseguiria chegar tão longe. Eu estava procurando o meu lugar, e o encontrei duas vezes, e depois disso, foi como se não houvesse mais volta. Foi uma boa experiência social, como eu acho que o poker deveria ser. As mesas de Omaha parecem ser mais sociais do que as de Hold’em em geral, eu acho”, falou.
Confira a premiação da mesa final:
1º – Philip Ardire (Estados Unidos) – US$ 171.589
2º – Randy Jacks (Estados Unidos) – US$ 114.200
3º – Francisco Baruffi (Brasil) – US$ 82.928
4º – David Avina (Estados Unidos) – US$ 60.837
5º – Daniel Haywood (Austrália) – US$ 45.092
6º – Cole Gauthier (Canadá) – US$ 33.771
7º – Daniel Carter (Estados Unidos) – US$ 25.560
8º – Grantel Gibbs (Estados Unidos) – US$ 19.552
9º – Matthew Newcombe (Estados Unidos) – US$ 15.117
Evento #16 US$ 1.700 U.S. Circuit Championship No-Limit Hold’em

Antonio Vargas. Créditos: Jess Beck/WSOP.
Primeiro bracelete e maior prêmio da carreira. Foi assim que o Evento #16 US$ 1.700 U.S. Circuit Championship No-Limit Hold’em terminou para o americano Antônio Vargas, que superou 2.148 inscrições para se tornar campeão pela primeira vez na WSOP e embolsar o valor de US4 439.605. Com grande atuação, Antônio liderou o torneio de ponta a ponta, até ficar com o título.
Após ter em suas mãos sua primeira joia da série mundial na carreira, ainda não tinha caído a ficha do jogador. “Para ser honesto, provavelmente vou precisar de alguns dias para processar tudo isso. Tenho muita sorte de ter chegado tão longe e de ter conseguido vencer 2.200 pessoas neste evento. Então, é muita sorte e estou grato por ter conseguido fechar o torneio com chave de ouro.”
Confira a premiação da mesa final:
1º – Antônio Vargas (Estados Unidos) – US$ 439.605
2º – Kai Cohen (Estados Unidos) – US$ 292.916
3º – Kartik Ved (Índia) – US$ 211.817
4º – Michael Plesa (Canadá) – US$ 154.853
5º – Liubomyr Melnyk (Estados Unidos) – US$ 114.465
6º – Malcolm Franchi (França) – US$ 85.561
7º – Shawn Daniels (Estados Unidos) – US$ 64.681
8º – Scott Horvath (Estados Unidos) – US$ 49.459
9º – Yannick Capocetti (Argentina) – US$ 38.258
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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WSOP: João Simão avança para o Dia 2 do estrelado Evento #19 US$ 25.000 High Roller NLH 8-Handed
O mineiro passou com 28 blinds
O craque João Simão vai colocar a bandeira brasileira em um Dia 2 importante nesta sexta-feira (05). Ao longo da quinta-feira, o mineiro disputou o Dia 1B do estrelado US$ 25.000 High Roller NLH 8-Handed e, ao término dos oito níveis programados, Simão se classificou para a próximo fase do torneio.
O Dia 1B teve um total de 166 entradas e foi paralisado com 53 jogadores ainda no field. João Simão terminou o dia com um stack de 282.000, quase duas vezes o stack inicial, e terá 28 blinds para a volta da competição. Na reta final do dia, ele perdeu um pote importante de KK x AA contra Jeremy Ausmus, que poderia fazer com que o brasileiro passasse ainda melhor.
Vários nomes de peso do cenário mundial seguem na briga no torneio, Evento #19 da série. Alguns exemplos são o casal Alex e Kristen Foxen, que passaram com 737.000 e 348.000, respectivamente, Artur Martirosian (728.000), Brian Rast (532.000), Teun Mulder (501.000) e Bernhard Binder (186.000).
O Dia 2 do US$ 25.000 High Roller NLH 8-Handed está programado para ser iniciado às 12h desta sexta, 16 horas do Brasil, com o registro aberto por mais um nível. Até agora, o torneio totaliza 247 entradas, chegando a quase US$ 6 milhões de prize pool. Os prêmios serão divulgados após o fim do período de inscrição e a disputa volta nos blinds 5.000 / 10.000.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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WSOP: Francisco Baruffi fala de novo sentimento após mesa final e se vê pronto pra mais: “é o ano que estou mais preparado”
O especialista de PLO levou o maior prêmio brasileiro na série até aqui
A primeira grande mesa final do Brasil na WSOP em 2026 veio com Francisco Baruffi, alcançada nesta última quarta-feira (03). Ontem, o especialista de PLO alcançou a decisão do US$ 600 PLO Deepstack, Evento #15 da série, e saiu com um belíssimo terceiro lugar, levando a maior premiação brasileira na série até aqui.
O profissional, que veio para Las Vegas para disputar somente os eventos de Omaha, começou a série muito bem. Após o grande resultado de ontem, que lhe rendeu US$ 82K (um valor enorme para um torneio de US$ 600), Baruffi concedeu uma entrevista ao Mundo Poker para falar sobre a mesa final. E essa decisão trouxe um novo sentimento para o brasileiro:
“Estou feliz demais. Pela primeira vez na vida eu acho que eu não fiquei com aquela frustração de não ter ido uma posição a mais, por assim dizer. Eu acho que eu fiz o que dava. O torneio é bastante turbo, então as coisas não aconteceram como deveriam… quer dizer, aconteceram até agora, né? Tomei uma bad beat no final, mas estou muito feliz”, abriu.
Baruffi seguiu: “estou feliz pelo resultado e estou feliz por estar me sentindo assim, de não estar me sentindo mal, frustrado. E o prêmio é ótimo, né? US$ 82 mil, não dá para reclama. Então, bola para frente que a série está só começando”, concluiu.
Ainda durante a mesa final, Francisco Baruffi tinha falado ao Mundo Poker que sentia que esta era a sua WSOP onde estava mais preparado. E se esse é só o começo, o que vem por aí é promissor.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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