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WSOP: Após três vices, Matt Vengrin conquista primeiro bracelete no #54; Kristopher Tong leva o #55

A série segue decretando novos campeões em 2025

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Matt Vengrin (crédito: PokerNews)

Os eventos #54 e #55 da WSOP foram marcados por muita emoção e história. No primeiro, o campeão Matt Vengrin teve que esperar por 20 anos e três vices para, enfim, conquistar seu primeiro bracelete. Já no outro, Kistopher Tong superou tragédia familiar há pouco tempo para se recompor e com muito apoio conquistou o seu título da série mundial de poker.

Evento #54: $1,500 Pot-Limit Omaha 8-Handed

Foram 20 anos de busca e três vices para que o americano Matt Vengrin conquistasse o seu primeiro bracelete da WSOP. Para isso, o jogador teve que passar por um field de 1.564 jogadores, que tentaram atrapalhar o seu sonho, mas não teve jeito e desta vez o título veio, além da premiação de US$ 306.791.

De acordo com o, enfim campeão da WSOP, Matt Vengrin, ele estava realmente disposto a passar por cima de todos os adversários. “Não me importava quem estava na minha frente, eu só queria ganhar meu primeiro bracelete. Agora eu só quero comemorar e vou ficar muito feliz em ir pra casa e descansar”, falou o detentor de bracelete.

Confira as premiações da mesa final:

1º – Matt Vengrin (Estados Unidos) – US$ 306.791

2º – Bryce Yockey (Estados Unidos) – US$ 204.425

3º – Punnat Punsri (Tailândia) – US$ 146.266

4º – Qiaonan Liu (China) – US$ 105.947

5º – Jacob Snider (Estados Unidos) – US$ 77.703

6º – Matthew Beck (Nova Zelândia) – US$ 57.711

7º – Antii Marttinen (Finlândia) – US$ 43.413

8º – Tomer Daniel (Israel) – US$ 33.082

LEIA MAIS: Anthony Barranqueiros termina belíssima participação no Evento #58 da WSOP na quarta colocação

Evento #55: $10,000 H.O.R.S.E. Championship

Kristopher Tong – créditos: pokernews

O Evento #55 da WSOP reuniu grandes nomes e um total de 21 braceletes entre os 207 inscritos no torneio. A conquista, que foi sua primeira na série mundial de poker, ficou com o americano Kristopher Tong, que embolsou a principal premiação no valor de US$ 452.689.

Emocionado, Kristopher Tong comentou sua conquista. “Sou super abençoado. Tive uma espécie de tragédia familiar há uns oito, nove meses e, sinceramente, isso me abalou um pouco por um tempo. Cresci muito, aprendi muito, pessoas realmente especiais entraram na minha vida e estar aqui é simplesmente uma loucura”, falou. O americano dedicou seu primeiro bracelete à família. “Liguei para os meus pais, que sempre estiveram ao meu lado e me ajudaram e aos meus filhos. É para isso que faço tudo, minhas duas motivações na vida são eles. Foi incrível”, finalizou.

Confira as premiações da mesa final:

1º – Kristopher Tong (Estados Unidos) – US$ 452.689

2º – Maximiliano Schindler (Estados Unidos) – US$ 301.786

3º – Brad Ruben (Estados Unidos) – US$ 206.747

4º – Jason Mercier (Estados Unidos) – US$ 144.965

5º – Marco Johnson (Estados Unidos) – US$ 104.089

6º – Alex Livingston (Canadá ) – US$ 76.581

7º – Scott Seiver (Estados Unidos) – US$ 57.766

8º – Walter Chambers (Estados Unidos) – US$ 44.703

 

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Shaun Deeb mira bicampeonato do Player Of The Year e explica mudança estratégica para a WSOP 2026

O jogador atualmente é o segundo colocado na disputa

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Falta menos de um mês para o início da WSOP 2026 e os preparativos já começaram, tanto por parte da organização quanto dos jogadores dispostos a disputar os 100 braceletes distribuídos em Las Vegas. Um dos principais nomes nesse cenário é o americano Shaun Deeb, atual Jogador do Ano de 2025.

Ele, que recentemente esteve em Praga na edição europeia da série e, por muito pouco, não conquistou mais uma joia, conversou com o site Poker.org sobre os preparativos para o verão em Las Vegas, que promete ser bastante intenso. O primeiro tema foi a defesa do título de melhor jogador, conquistado no ano passado.

Neste ano, a disputa já começou, com os pontos da edição europeia já valendo. Shaun Deeb atualmente está na segunda colocação, com 1.340 pontos, atrás de Marius Kudzmanas. O campeão levará um pacote completo para a WSOP Paradise 2027, avaliado em US$ 100.000.

“Eu tive dois segundos lugares e um nono lugar em Praga. Estou muito feliz com esses resultados, e foi bem legal conseguir um resultado tão bom naquele primeiro evento de Omaha. Acho que o meu segundo lugar no torneio de Omaha vai ser o que menos pontuou para o POY entre todos os eventos classificatórios deste ano, considerando o buy-in e o tamanho do field. Então, tirar tantos pontos de um torneio que paga tão pouco foi uma grande vitória para mim”, comentou Deeb.

LEIA MAIS:Alisson Piekazewicz é sexto colocado no € 25k do EPT Monte Carlo e garante mais um bom prêmio

Shaun Deeb

A mudança no sistema de pontuação também vai impactar bastante a disputa este ano. Agora, vencer um torneio vale uma quantidade muito maior de pontos em relação ao segundo colocado, praticamente o dobro. Deeb foi um dos que aprovou a alteração, além de ser um dos jogadores mais influentes quando o assunto é mudanças na WSOP.

“Em anos anteriores, eu costumava evitar torneios com fields muito grandes, mas uma vitória nesses eventos te dá uma quantidade enorme de pontos. Eles obviamente são muito difíceis de vencer, mas se eu estiver correndo atrás no fim da série, há um grande incentivo para tentar ganhar um desses. Com meus resultados atuais, talvez eu me afaste um pouco dos eventos de grande field”, explicou.

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Por fim, Shaun revelou que, pelos resultados conquistados em Praga e por já ter uma boa vantagem na corrida, sua abordagem para a grade de Las Vegas mudou de forma significativa. Agora, ele pretende focar em fields menores, com maiores possibilidades de resultados rápidos:

“Porque, em um evento de US$ 1.500 de No-Limit Hold’em com 10 mil jogadores, é muito improvável que eu consiga um resultado que entre no meu top 15. Eu não quero passar três dias jogando esse torneio para ganhar 150 pontos que provavelmente nem vão entrar na minha contagem final. Se eu tivesse ido mal em Praga, provavelmente teria uma abordagem diferente daqui para frente. É parecido com estratégia no golfe: quando você está na liderança, joga de forma mais conservadora. Quando está atrás, precisa ser agressivo.

Eu vejo isso como uma forma de otimizar meus pontos por hora, ou a minha porcentagem de conseguir um resultado que realmente conte. Vai ser interessante ver se essa estratégia funciona. Mas também preciso garantir que eu tenha 15 resultados no total”, finalizou.

Confira o Poker de Boteco #137 – Kaio Camargo “kaiotex”:

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Jogadores poderão dar notas aos dealers durante a WSOP via aplicativo; assunto gera debate na comunidade

A principal discussão gira em torno do risco de avaliações maldosas que jogadores podem atribuir aos dealers

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Há alguns anos, uma reclamação se torna cada vez mais recorrente em tempos de WSOP: “os dealers desse evento são extremamente ruins”. E, com a nova administração da série, agora da GGPoker, isso parece caminhar para uma tentativa de solução. A organização lançou um novo sistema em que os jogadores poderão avaliar os profissionais que atuam nas mesas.

O sistema foi anunciado nesta quinta-feira e estará disponível no aplicativo WSOP+. Os dealers poderão receber notas de uma a cinco estrelas ao longo da série, acumulando avaliações feitas pelos jogadores, em um modelo semelhante ao utilizado em aplicativos de transporte, como o Uber, por exemplo.

Com isso, os profissionais mais bem avaliados receberão bônus pelo desempenho, além de serem escalados para trabalhar nos torneios mais importantes da série. “Queremos destacar nossos bons dealers, recompensá-los com bônus e talvez colocá-los nos grandes palcos da World Series of Poker. Queremos bons dealers, e vocês vão nos ajudar com isso”, afirmou Jeff Platt em um vídeo divulgando a novidade.

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Como toda mudança, a medida já gerou bastante discussão nas redes sociais, com opiniões favoráveis e contrárias. Um jogador, identificado pelo usuário “SaltySalsburglar”, criticou duramente a iniciativa: “isso me parece particularmente insano e, na verdade, cruel. O dealer comete um erro e oito pessoas sacam o celular, envergonhando alguém que já está extremamente estressado. Essa é a pior ideia que já ouvi, a menos que possamos avaliar o corpo e o rosto deles também, aí eu fico ok com isso.”

Outro comentário interessante veio do usuário “GCraos7112020”, que demonstrou preocupação com possíveis avaliações injustas: “espero que isso não seja usado de forma abusiva para prejudicar os dealers por causa de baralhos ruins ou bad beats. Quem estiver revisando esse feedback precisa ser muito cuidadoso, considerando o quão horríveis e injustos os jogadores podem ser.”

Diversos jogadores também opinaram que a atitude da WSOP parece justa, já que pode incentivar os profissionais a melhorarem o desempenho nas mesas. Por outro lado, a maior preocupação levantada pela comunidade é justamente a possibilidade de avaliações maldosas feitas por competidores frustrados, o que poderia maquiar os resultados do processo. E você, é a favor desse tipo de avaliação profissional?

Confira o Poker de Boteco #137 – Kaio Camargo “kaiotex”:

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WSOP Europa: Christopher Nguyen vence o € 20k Super High Roller na finalização da série; Pedersen leva o € 8k GGMillion$

Nguyen levou € 1,1 milhão com o importante título na WSOP Europa

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Christopher Nguyen

A WSOP Europa chegou ao seu fim neste sábado, com a definição de alguns dos principais torneios da grade trazendo novos campeões da série mundial em Praga, na República Tcheca. Um dos torneios definidos foi o Super High Roller.

O Evento #11, o € 20.800 Super High Roller, teve um total de 242 entradas e foi decidido com um nome bastante conhecido, levando seu primeiro bracelete de WSOP. O alemão Christopher Nguyen, craque do online, levou € 1.100.000 pra casa com o título, vencendo Tony Lin no heads-up.

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Outro torneio definido neste sábado foi o Evento #13, o € 8.400 GGMillion$ High Roller, este contestado por 359 jogadores em Praga e com o brasileiro Felipe Ketzer atingindo a zona de premiação.

Outro campeão de torneio levou o primeiro bracelete de sua carreira. O dinamarquês Christopher Pedersen ficou com € 600.000 na conta ao derrotar o regular tailandês Punnat Punsri no heads-up.

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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