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Martin Dam e outros jogadores acusam chineses de collusion na mesa final do US$ 50K PLO High Roller

Acusações graves levantaram suspeitas de toda a comunidade

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Martin Dam, Biao Ding e Quan Zhou

A mesa final do Evento #57 da WSOP tinha tudo para ser uma das mais especiais de toda a série mundial. O evento em questão era o US$ 50.000 Pot-Limit Omaha High Roller, com um field especial e repleto de craques da modalidade. Entretanto, jogadores famosos registraram uma série de acusações e levantaram suspeitas sobre um possível collusion entre dois jogadores na mesa final.

A primeira acusação pública partiu do dinamarquês Martin Dam, que postou print da primeira mão após o dinner break da mesa final. Dam denuncia uma 3-bet do chinês Quan Zhou sobre seu compatriota Biao Ding com , citando que Ding optou pelo fold sem ao menos checar suas cartas de volta—elas não foram captadas pelo sensor e não é possível dizer quais foram as cartas responsáveis pelo raise inicial.

Na continuação do tweet de Dam, outros jogadores famosos se juntaram a discussão. O argentino Nacho Barbero respondeu o tweet dizendo que era “muito estranho” o comportamento, enquanto o austríaco Mario Mosboeck também expressou reação no Twitter, enquanto em vários tweets as linhas de Zhou neste (e em outros torneios) foi analisada. Mas a discussão não parou por aí.

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Três minutos depois da acusação de Dam, a mesma acusação partiu do holandês Dirk Gerritse, popularmente conhecido como “Venividi1993”. Dirk postou que estava feliz por ter feito a mesa final, mas que, ao assistir a stream posteriormente, ficou muito incomodado ao perceber a 3-bet de Zhou, dizendo que “todo mundo que joga PLO regularmente sabe que essa é uma jogada perdedora e muito fora do que Zhou faria.” Dirk faz questão de reforçar que não está afirmando que houve collusion, mas pede mais atenção para a mão em questão.

Outro personagem que apareceu para dar seu ponto de vista foi Martin Zamani, este mais direto nas acusações. Ele contou a história de uma mão durante um evento de US$ 25.000 em uma edição anterior da Triton Series em que Danny Wang chegou a pedir para ser eliminado do torneio após uma ação bizarra de um jogador chinês, que deixou Wang com uma única blind em um torneio após um check behind com uma mão fortíssima. Sem papas na língua, Zamani afirma que os chineses “são cheaters de todas as formas que podem.”

Já Alexander Petersen rebateu os comentários de que “Zhou e Bing não se gostam”. Petersen revelou que, na semana passada, ele esteve num cash game high stakes privado junto dos dois chineses. Diao Bing não aceitava que o board corresse múltiplas vezes mesmo se o tamanho fosse dos maiores com uma única exceção: se o pote fosse contra Quan Zhou.

As opinões no Twitter foram divididas. É justo destacar a de um brasileiro: João Simão adicionou a discussão nas últimas horas dizendo que não acredita que Ding seja parte de um processo de collusion, reforçando que ele não doaria fichas numa mesa final de WSOP. O próprio Simão, no entanto, concorda que algo “muito errado” acontece na mão em questão, reforçando que podem ser problemas com gráficos, stream ou apenas Zhou fazendo algo muito errado.

As acusações, de momento, são só acusações—nenhum dos acusados se pronunciou oficialmente sobre o caso. Quando (se) o fizerem, os pronunciamentos de Ding e Zhou serão adicionados na matéria.

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Confira o MundoTV Cast #74 com Matheus Rocha: 

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Jogadores poderão dar notas aos dealers durante a WSOP via aplicativo; assunto gera debate na comunidade

A principal discussão gira em torno do risco de avaliações maldosas que jogadores podem atribuir aos dealers

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Há alguns anos, uma reclamação se torna cada vez mais recorrente em tempos de WSOP: “os dealers desse evento são extremamente ruins”. E, com a nova administração da série, agora da GGPoker, isso parece caminhar para uma tentativa de solução. A organização lançou um novo sistema em que os jogadores poderão avaliar os profissionais que atuam nas mesas.

O sistema foi anunciado nesta quinta-feira e estará disponível no aplicativo WSOP+. Os dealers poderão receber notas de uma a cinco estrelas ao longo da série, acumulando avaliações feitas pelos jogadores, em um modelo semelhante ao utilizado em aplicativos de transporte, como o Uber, por exemplo.

Com isso, os profissionais mais bem avaliados receberão bônus pelo desempenho, além de serem escalados para trabalhar nos torneios mais importantes da série. “Queremos destacar nossos bons dealers, recompensá-los com bônus e talvez colocá-los nos grandes palcos da World Series of Poker. Queremos bons dealers, e vocês vão nos ajudar com isso”, afirmou Jeff Platt em um vídeo divulgando a novidade.

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Como toda mudança, a medida já gerou bastante discussão nas redes sociais, com opiniões favoráveis e contrárias. Um jogador, identificado pelo usuário “SaltySalsburglar”, criticou duramente a iniciativa: “isso me parece particularmente insano e, na verdade, cruel. O dealer comete um erro e oito pessoas sacam o celular, envergonhando alguém que já está extremamente estressado. Essa é a pior ideia que já ouvi, a menos que possamos avaliar o corpo e o rosto deles também, aí eu fico ok com isso.”

Outro comentário interessante veio do usuário “GCraos7112020”, que demonstrou preocupação com possíveis avaliações injustas: “espero que isso não seja usado de forma abusiva para prejudicar os dealers por causa de baralhos ruins ou bad beats. Quem estiver revisando esse feedback precisa ser muito cuidadoso, considerando o quão horríveis e injustos os jogadores podem ser.”

Diversos jogadores também opinaram que a atitude da WSOP parece justa, já que pode incentivar os profissionais a melhorarem o desempenho nas mesas. Por outro lado, a maior preocupação levantada pela comunidade é justamente a possibilidade de avaliações maldosas feitas por competidores frustrados, o que poderia maquiar os resultados do processo. E você, é a favor desse tipo de avaliação profissional?

Confira o Poker de Boteco #137 – Kaio Camargo “kaiotex”:

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WSOP Europa: Christopher Nguyen vence o € 20k Super High Roller na finalização da série; Pedersen leva o € 8k GGMillion$

Nguyen levou € 1,1 milhão com o importante título na WSOP Europa

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Christopher Nguyen

A WSOP Europa chegou ao seu fim neste sábado, com a definição de alguns dos principais torneios da grade trazendo novos campeões da série mundial em Praga, na República Tcheca. Um dos torneios definidos foi o Super High Roller.

O Evento #11, o € 20.800 Super High Roller, teve um total de 242 entradas e foi decidido com um nome bastante conhecido, levando seu primeiro bracelete de WSOP. O alemão Christopher Nguyen, craque do online, levou € 1.100.000 pra casa com o título, vencendo Tony Lin no heads-up.

LEIA MAIS: KSOP SA: Pela primeira vez no evento, Leila de Liz elogia Rake Free e recepção nas mesas: “receptividade e estrutura ótimas”

Outro torneio definido neste sábado foi o Evento #13, o € 8.400 GGMillion$ High Roller, este contestado por 359 jogadores em Praga e com o brasileiro Felipe Ketzer atingindo a zona de premiação.

Outro campeão de torneio levou o primeiro bracelete de sua carreira. O dinamarquês Christopher Pedersen ficou com € 600.000 na conta ao derrotar o regular tailandês Punnat Punsri no heads-up.

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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No encerramento da WSOP Europa, Felipe Ketzer é vice-campeão do € 5.000 High Roller Turbo e garante bom prêmio

O brasileiro embolsou € 59.900

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O último dia da WSOP Europa foi de muita festa em Praga, capital da República Tcheca. E o Brasil por muito pouco não alcançou um título no encerramento da série, com o craque Felipe Ketzer, sócio do Never Standard.

Felipe, que vive na Europa já há algum tempo, também viajou até Praga após belos resultados na Triton Jeju e finalizou sua participação com um vice-campeonato no € 5.000 High Roller Turbo.

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A competição “paralela” não valia bracelete, mas registrou um importante field de 70 entradas totais. Felipe terminou como vice-campeão, sendo superado no heads-up por Aaron Sevilla, do México. Pela excelente campanha, o brasileiro embolsou € 59.900.

Agora, o próximo passo dos brasileiros em busca dos braceletes será no verão de Las Vegas. A World Series of Poker (WSOP) começa no próximo dia 26 de maio, com cobertura completa do Mundo Poker!

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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