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Sucesso do KSOP em Buenos Aires cria expectativa enorme para a WSOP Circuit Rosário no maior evento do ano na Argentina
O evento da marca mundial acontece no mês de novembro na Argentina
Falta menos de um mês para o início de um dos torneios mais especiais disputados em solo argentino durante o ano de 2025. A WSOP Circuit Rosario está chegando e vai levar muita emoção para as mesas do país vizinho, retornando após o sucesso da edição de 2024, que teve o maior Main Event da temporada da WSOP Circuit.
A WSOP Circuit Rosario chega na esteira de outro grande evento do poker na Argentina. Em setembro, o país sediou o KSOP Circuit Buenos Aires, em uma etapa de ótimos números e bastante sucesso em Buenos Aires. O evento foi amplamente elogiado pelos jogadores argentinos, e agora outro circuito de renome promete agitar ainda mais o final de ano no país.
O retorno da WSOP Circuit para a Argentina ainda ilustra o quanto o poker argentino está vivendo uma bela fase. Com ótimos eventos chegando no país, e relembrando as 1.893 entradas do Main Event de 2024, a WSOP Circuit Rosario é mais um que chega para marcar história. E não serão poucas as oportunidades: o evento vai entregar 13 anéis da WSOP Circuit para os campeões dos variados torneios no próximo mês.
A WSOP Circuit Rosario está programada para acontecer entre os dias 15 e 23 de novembro. A sede será o City Center Rosario, amplamente considerado o melhor centro de entretenimento do país. A grade completa pode ser conferida aqui, e os detalhes você vai acompanhar no Mundo Poker durante a disputa do circuito mundial.
Confira o Poker de Boteco #115 com Emerson Sheiik:
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WSOP: Yuri Dzivielevski avança para o Dia 2 do Evento #13; três avançam no Evento #14
Júlio Steffen, Marcelo Valadares e Raphael Nogueira são os classificados no #14
O final do sétimo dia da WSOP trouxe o carimbo de mais brasileiros em Dias 2 nesta terça-feira na série. Além de João Simão, Aloísio Dourado e Wagner Wysotchanski, Yuri Dzivielevski, Júlio Steffen, Marcelo Valadares e Raphael Nogueira também se classificaram em torneios da série.
Engatando uma boa sequência, Yuri se classificou para o Dia 2 do Evento #13, o US$ 1.500 6-Handed NLH. 135 jogadores dos 1.840 inscritos seguem no field e o “NerdGuy” é o único brasileiro na disputa. Ele passou com 257.000 fichas, 25 blinds, e já tem garantido o prêmio de US$ 3.317. O campeão leva US$ 346.108.
Os outros três brasileiros avançaram no Evento #14 US$ 1.500 Mixed PLO Hi-LO / Omaha Hi-Lo / Big O, que teve 1.287 entradas e parou com 273 classificados. Júlio Steffen foi o melhor do trio, passando com 186.000 fichas. Raphael Nogueira avançou com 36.000 fichas e Marcelo Valadares terá 28.500 fichas no Dia 2, de acordo com a contagem oficial.
O Evento #13, de Yuri Dzivielevski, volta às 11h de Las Vegas, nos blinds 5.000 / 10.000. Já o Evento #14 retorna às 13h, ainda fora do ITM. A primeira faixa de premiação é na posição 194 com o valor de US$ 3.017. O campeão do torneio leva US$ 265.297.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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WSOP: João Simão encabeça a lista de trio brasileiro classificado no Dia 1B do US$ 10.000 GGMillion$
Aloísio Dourado e Wagner Wysotchanski completam a trinca verde e amarela
O segundo e último flight do Evento #11 US$ 10.000 GGMillion$ High Rollers aconteceu hoje na WSOP e três jogadores brasileiros estiveram na disputa atrás da classificação. A boa notícia é que todos eles conseguiram atingir o objetivo, carimbando vaga para o retorno da competição.
João Simão, Aloísio Dourado e Wagner Wysotchanski estão classificados para o Dia 2 do torneio e se juntam a Belarmino de Souza na lista. No Dia 1B, que teve 209 entradas e 111 classificados, Simão foi quem terminou melhor. O mineiro finalizou o dia com 317.000 fichas, quase 127 blinds.
Aloísio Dourado, por sua vez, fechou o Dia 1B com 157.000, quase 63 blinds. Por fim, Wagner Wysotchanski ensacou 108.000 fichas, 43 blinds. Chance Kornuth (444.000), Kristen Foxen (274.000) e Alex Foxen (240.500) foram alguns dos nomes conhecidos que também avançaram.
O GGMillion$ High Rollers volta nesta terça-feira às 12h local, 16h de Brasília, com inscrições ainda abertas por mais dois níveis. O jogo será retomado nos blinds 1.000 / 2.500 e a premiação em jogo será divulgada após a finalização do período de registro.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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WSOP: Yuri Dzivielevski lamenta proibição do uso de patches após nova regra imposta pela WSOP em 2026
Brasileiro é patrocinado pela Coin Poker, mas não pode usar nada relacionado à marca
A nova regra sobre o uso de patches, imposta pela WSOP em 2026 após a gigante polêmica do ano passado (quando houve a promoção do Club WPT Gold que interferiu no resultado direto de um torneio valendo bracelete), afetou vários jogadores patrocinados por empresas concorrentes. E tem brasileiro no meio dessa história.
Yuri Dzivielevski revelou hoje através de seu Instagram que foi proibido de utilizar os materiais da Coin Poker, site pelo qual é patrocinado. O pentacampeão da série comentou o fato mostrando um dos moletons produzidos pela empresa, dizendo que só pode usar na série se cobrir o logo da Coin Poker.
LEIA MAIS: WSOP: Dia Final não emplaca e Yuri Dzivielevski cai rapidamente no Evento #08 US$ 1.500 Badugi
A reclamação do brasileiro se junta a de Patrick Leonard, outro jogador patrocinado pela Coin Poker. Antes mesmo de começar a série, Leonard havia falando sobre a recusa da WSOP em permitir os patches do site, colocando em xeque até mesmo sua participação na série. Segundo o “Pads”, essa era uma regra prejudicial para o ecossistema. O britânico decidiu vir mesmo assim.
Por se tratar de uma empresa privada, a WSOP pode definir as regras conforme achar melhor. A regra diz que “não são permitidos: alegações falsas; propagandas de remédios, tabaco, armas de fogo e munição; material sobre loterias ou concursos; jogos de azar; linguagem controversa ou obscena; pornografia; propriedade intelectual; material difamatório; e qualquer coisa que possa impactar negativamente a WSOP”.
A Coin Poker e o WPT Club Gold foram proibidos pela WSOP, mas outras empresas, como o ACR, por exemplo, estão liberadas. O próprio Yuri Dzivielevski utiliza outros patches em sua roupa: o da RegLife e o da Jump. Para saber qual pode ou não pode ser utilizado, os jogadores precisam pedir liberação prévia para a WSOP.
Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:
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