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Phil Hellmuth parabeniza vitória de Anthony Zinno e elogia comportamento do rival: “sempre com classe”

O americano teve uma conduta constrangedora durante a decisão

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Phil Hellmuth é o assunto do dia depois de ter protagonizado a mesa final do Evento #19 (US$ 10.00 Seven Card Stud) com direito a um ataque de fúria. O “Poker Brat” teve momentos de descontrole e falou diversos palavrões, constrangendo os jogadores que estavam na mesa, os narradores da transmissão ao vivo e também muitas pessoas ao redor do mundo.

O principal momento de raiva de Hellmuth foi quando perdeu uma mão para Anthony Zinno, que acertou um flush no river e tinha três cartas do mesmo naipe escondidas. Foram inúmeros palavrões e xingamentos, mas o rival, que acabou sendo o campeão no fim, pouco se importou e deu até algumas risadas de canto de boca.

O campeão elogiou o jogo de Hellmuth, chamou a lenda de “subestimado” e também disse que não se incomodou com o show de palavrões. “Ele ficou louco quando eu acertei minha mão, mas eu adoro isso, eu me divirto com isso”, falou Zinno, agora tricampeão da WSOP.

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Hellmuth tentou colocar panos quentes em suas atitudes e foi ao Twitter cumprimentar Zinno pelo bracelete. “Parabéns pela sua vitória no US$ 10K Seven Card da WSOP, Anthony Zinno. Você jogou bem durante as 15 horas que jogamos juntos. Além disso, diferente do “longo discurso de palavrões do Poker Brat” (eu), você sempre se comportou com classe”, escreveu.

Em um vídeo gravado após o torneio Bayou Ben, Hellmuth também falou sobre a reação do público. “Eu entrei no Twitter e todo mundo estava falando que eu falei muitos palavrões. É engraçado, porque metade estava gostando, dizendo que pagaria extra para me ver, e a outra metade estava falando que falei muito palavrão, que era constrangedor para o poker. Eu diria que ambos estão certos”, comentou.

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WSOP: Phil Hellmuth dá a volta por cima, é campeão do Evento #31 e conquista o 16º bracelete da carreira

A lenda aumentou a hegemonia na série depois de uma semana conturbada

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Phil Hellmuth foi o centro total das atenções na última semana de uma maneira negativa pelo seu comportamento em uma mesa final. Nesta semana que se inicia a imagem da maior lenda da história da WSOP será bem diferente. O craque conseguiu a façanha de alcançar mais uma mesa final e dessa vez o bracelete não escapou. Ele foi o grande campeão do Evento #31.

Hellmuth mostrou mais uma vez toda a sua qualidade nos Mixed Games e derrotou o field do US$ 1.500 No-Limit 2-7 Lowball Draw. O torneio contou com 232 inscrições e o “Poker Brat” foi só alegrias com o prêmio de US$ 84.951. Para ele, mais importante do que isso, foi a conquista do bracelete. Hellmuth conquistou a joia pela incrível 16ª vez.

“Eu queria um bracelete de 2-7 desde os anos 80 porque era o bracelete mais legal de ganhar. Era o único torneio que Chip (Reese), Doyle (Brunson) e todos os grandes nomes apareciam para jogar”, disse o campeão. “Eu estava lutando demais por esse bracelete há muito tempo e meu jogo foi ficando cada vez melhor. Eu trabalhei muito nele e conheço todos esses truques porque estou jogando desde os anos 80. É uma sensação muito boa”.

A hegemonia do craque aumentou para uma diferença de seis pulseiras para Phil Ivey, Doyle Brunson e Johnny Chan, todos com 10 conquistas. O início de Hellmuth na série em 2021 é magistral e permite o craque sonhar com ainda mais. Essa foi a quarta mesa final dele e o quinto ITM garantido. As outras FTs terminaram em quarto, quinto e sexto lugares.

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Hellmuth também se comportou melhor nessa FT. “Hoje eu falei para mim mesmo ‘sem palavrões e sem ameaças’. Eu xinguei um pouquinho e tenho certeza que as câmeras pegaram, mas eu estava bem mais tranquilo, provavelmente porque eu fui longe demais no outro dia”.

A mesa final foi formada com oito jogadores e Phil estava praticamente empatado com Dario Sammartino na liderança. O italiano era o único não-americano da FT, que contou com vencedores da série como Chris Vitch, Rep Porter e Kevin Gerhart. O heads-up foi contra o também craque Jake Schwartz. Concorrência para ninguém colocar defeito.

O último bracelete de Hellmuth havia acontecido em 2018, três anos atrás, mas na prática apenas uma temporada (2019) passando em branco. O 16º bracelete veio em um all in pré-flop. Phil já tinha grande vantagem e descartou duas cartas, Schwartz descartou uma. O “Poker Brat” tinha 982 e o rival T432.

Eles decidiram que as cartas de Hellmuth seriam entregues primeiro e ao receber um 5 e um 7, Jake ficou drawing dead e a festa da lenda começou. Sem alcance, Schwartz pegou um 4. O 2-7 vence o menor jogo com as cinco cartas. “Há muita habilidade nesses torneios. É mais difícil vencer nos mixed games. Se eu consigo ganhar quatro ou cinco braceletes de mixed games, eu acho que fala muito sobre o meu legado. Acho que estou jogando vários jogos no mais alto nível atualmente”, terminou a lenda.

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Rafael Reis passa blefe insano em Pavel Plesuv e puxa pote gigante no Monster Stack da WSOP; confira

Ele segue na disputa do torneio

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Rafael Reis

Os torneios da WSOP seguem sendo disputados no Rio All-Suite Hotel & Casino, em Las Vegas. Um dos principais é o Monster Stack de US$ 1.500, que pagará uma forra gigante para o campeão. Vários brasileiros entraram na disputa, um deles é Rafael Reis.

Ele é residente nos Estados Unidos a sete anos, e se tornou profissional no país. O brasileiro mora na cidade de Orlando, no estado da Flórida. Pra quem não conhece, Rafael é um regular assíduo dos torneios ao vivo nos EUA, com inúmeras premiações em sua carreira.

Disputando a WSOP, Rafael avançou muito bem no Dia 1A do Monster Stack. Nesse domingo (10), o segundo dia está sendo disputado e o brasileiro estava em uma mesa duríssima contra o moldavo Pavel Plesuv, o famoso “silentm0de”, dos feltros do PokerStars.

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Sem se intimidar pelo regular “lendário”, Rafael aplicou um blefe insano e de quebra, deu showdown na mão. A situação foi a seguinte, um jogador abriu raise em posição inicial, Pavel Plesuv deu call e Rafael completou no big blind.

O flop foi , Rafael e o jogador agressor deram check, Plesuv saiu apostando 50.000 fichas. A ação retornou para o brasileiro, ele fez tudo 175.000, o oponente inicial foldou e Pavel deu call. O turn foi um , trazendo draws de flush e sequência.

Rafael continuou apostando forte, ele colocou 275.000 fichas na mesa e Plesuv apenas pagou. O river foi um , carregando o board de draws. Com um feeling apurado, o brasileiro pensou 30 segundos e colocou suas 930.000 fichas no centro da mesa, indo all in.

Plesuv também pensou por 30 segundos e resolveu jogar suas cartas fora. Imediatamente, Rafael mostrou o , tendo apenas ace-high. Ele não acertou um flush em ouros no river. Ao ver o blefe, Pavel falou: “boa mão”. Rafael puxou um pote gigante e passou da marca de 2.000.000 em seu stack e segue buscando o bracelete.

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Yuri Martins, Renan Bruschi e André Akkari avançam para o Dia 2 do Evento #32 HORSE da WSOP

Os nossos campeões seguem na busca por mais um bracelete

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Os jogadores brasileiros seguem na busca pelos braceletes da WSOP. E um dos principais focos dos nossos representantes é o Evento #32 ($3.000 HORSE). Além do bracelete, o torneio pagará uma bagatela de seis dígitos para o campeão.

A competição é jogada em cinco modalidades, o tradicional HORSE e teve um field total de 282 entradas. Ao final de um longo dia de disputa, o field se reduziu a 154 jogadores, sendo três brasileiros, todos donos de braceletes da WSOP.

Quem puxa a fila é o embaixador do partypoker Yuri Martins. O número 1 do ranking da PocketFives, está empenhado a conquistar o terceiro bracelete. Ele conseguiu avançar com um stack de 105.800 fichas.

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Com um pouco menos fichas aparece Renan Bruschi, sócio e instrutor do NeTT Team. O gaúcho fez sua estreia hoje na WSOP, após longos 14 dias de espera. Renan acumulou um total de 98.300 fichas e irá em busca do seu segundo bracelete.

Fechando a lista mais não menos importante, temos o Team PokerStars Pro André Akkari. Um dos nossos principais embaixadores do poker nacional também conseguiu se classificar. Akkari é um dos shorts com apenas 18.900 fichas, mas ele vai com tudo no Dia 2.

O chip leader do torneio foi o lituano Vincas Tamasauskas, com 197.000 fichas. Nomes importantes também se classificaram: Brian Hastings (178.400), Maria Ho (169.400), Max Pescatori (106.100), Daniel Negreanu (95.900) e Anthony Zinno (33.900), seguem na disputa.

O torneio terá seu reinicio nesse domingo (17) às 14h00 horário de Las Vegas. A bolha do torneio estourará na 43º colocação. O grande campeão irá levar o bracelete mais um belíssimo prêmio de US$ 172.823.

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