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Jonathan Tamayo dá as caras após controvérsia na FT do Main Event da WSOP e se defende de acusações: “não sei usar solvers”

Americano se posicionou através da participação em um podcast

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Jonathan Tamayo

O título de um histórico Main Event da WSOP poderia repercutir de diversas formas para Jonathan Tamayo, mas o jogador americano está enfrentando um dos piores tipos de pós-vitória. Ele é o centro de uma controvérsia das grandes por conta da assistência que recebeu de seus amigos durante a FT do torneio e o mundo do poker vem debatendo o acontecimento desde a cravada.

Algumas pessoas chegaram até mesmo a pedir a desclassificação de Tamayo do torneio, entendendo que ele burlou algumas regras e recebeu um tipo de RTA (Real-Time Assistance) durante a decisão. Fato é: no rail, ele tinha dois amigos (Dominik Nitsche e JoeMcKeheen) com um notebook analisando as jogadas e recebeu algumas informações após algumas mãos jogadas.

Isso pode não configurar uma violação das regras, já que não muda efetivamente o resultado das jogadas passadas. No entanto, a comunidade viu essa estratégia como, no mínimo, polêmica. “Não é bom para o jogo” é um bom resumo do pensamento da maior parte da comunidade, que bombardeou as redes sociais de críticas.

LEIA MAIS: WSOP: Polêmica sobre uso de software no rail de Jonathan Tamayo em FT do Main Event divide opiniões

Até hoje, Tamayo, o protagonista da maior controvérsia no Main Event nos últimos anos, ainda não tinha se pronunciado. Agora, porém, ele deu as caras. Jonathan Tamayo participou do podcast “The Chip Race” e se defendeu das acusações. Entre outras coisas, ele disse não saber usar solvers, contou sobre a estratégia para a decisão e concordou com uma possível alteração da regra (quem sabe, com seu nome).

“Conversei sobre essa reação da comunidade com algumas pessoas. Não vou conseguir mudar 90-95% da opinião das pessoas. Muita gente está falando coisas na internet, opiniões são formadas. Não estudei solvers, não sei usá-los”, declarou Tamayo, com uma resposta no mínimo inusitada.

“Tive um coach com um treinador sobre ICM nos spots . Mas não sei como processar os solvers. Na maior parte do meu tempo e a maior parte das minhas horas é gasta jogando. É um equilíbrio delicado. Estudar melhora o seu jogo, mas jogar é o que faz você ganhar dinheiro. Então, onde você para de estudar e começa a jogar?”, seguiu Tamayo.

Nitsche (com o notebook) e McKeehen (com o celular)

O jogador contou que Nitsche e McKeehen fizeram parte de sua preparação mesmo antes da mesa final se iniciar. Segundo o americano, eles estavam lá para mantê-lo focado no game. “Eles basicamente me disseram ‘nós cuidaremos disso, apenas jogue’. Se houver algo que precisamos conversar com você, nós conversaremos com você sobre isso”, disse Jonathan Tamayo.

“Você está apenas tomando decisões e fazendo seu trabalho. Aconteça o que acontecer. Você apenas precisa se dar o melhor de si e estar preparado. Eu estava apenas buscando fazer isso”, completou o campeão, que disse não ter se preocupado em nenhum momento com a ação dos amigos no rail.

Abordado pelos apresentadores sobre se as regras da WSOP precisavam mudar após a polêmica deste ano, Jonathan Tamayo foi irônico: “felizmente, é uma pergunta que não preciso responder porque não sou um operador. Há algum debate sobre como faremos o coaching agora? Eles vão pensar em alguma coisa. Eu brinquei com um dos meus amigos que agora poderia ter uma regra com o meu nome!”, finalizou o campeão.

Será que ele convence alguém com esse posicionamento?

Para conferir todos as atualizações da WSOP 2024, acesse o Instagram do Mundo Poker

Confira o episódio #73 do Poker de Boteco com Thiago Grigoletti:

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WSOP Europa: Christopher Nguyen vence o € 20k Super High Roller na finalização da série; Pedersen leva o € 8k GGMillion$

Nguyen levou € 1,1 milhão com o importante título na WSOP Europa

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Christopher Nguyen

A WSOP Europa chegou ao seu fim neste sábado, com a definição de alguns dos principais torneios da grade trazendo novos campeões da série mundial em Praga, na República Tcheca. Um dos torneios definidos foi o Super High Roller.

O Evento #11, o € 20.800 Super High Roller, teve um total de 242 entradas e foi decidido com um nome bastante conhecido, levando seu primeiro bracelete de WSOP. O alemão Christopher Nguyen, craque do online, levou € 1.100.000 pra casa com o título, vencendo Tony Lin no heads-up.

LEIA MAIS: KSOP SA: Pela primeira vez no evento, Leila de Liz elogia Rake Free e recepção nas mesas: “receptividade e estrutura ótimas”

Outro torneio definido neste sábado foi o Evento #13, o € 8.400 GGMillion$ High Roller, este contestado por 359 jogadores em Praga e com o brasileiro Felipe Ketzer atingindo a zona de premiação.

Outro campeão de torneio levou o primeiro bracelete de sua carreira. O dinamarquês Christopher Pedersen ficou com € 600.000 na conta ao derrotar o regular tailandês Punnat Punsri no heads-up.

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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No encerramento da WSOP Europa, Felipe Ketzer é vice-campeão do € 5.000 High Roller Turbo e garante bom prêmio

O brasileiro embolsou € 59.900

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O último dia da WSOP Europa foi de muita festa em Praga, capital da República Tcheca. E o Brasil por muito pouco não alcançou um título no encerramento da série, com o craque Felipe Ketzer, sócio do Never Standard.

Felipe, que vive na Europa já há algum tempo, também viajou até Praga após belos resultados na Triton Jeju e finalizou sua participação com um vice-campeonato no € 5.000 High Roller Turbo.

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A competição “paralela” não valia bracelete, mas registrou um importante field de 70 entradas totais. Felipe terminou como vice-campeão, sendo superado no heads-up por Aaron Sevilla, do México. Pela excelente campanha, o brasileiro embolsou € 59.900.

Agora, o próximo passo dos brasileiros em busca dos braceletes será no verão de Las Vegas. A World Series of Poker (WSOP) começa no próximo dia 26 de maio, com cobertura completa do Mundo Poker!

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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WSOP Europa: Marius Kudzmanas vence longa maratona na mesa final e é campeão do Main Event: “melhor sensação possível”

O campeão puxou € 2.000.000

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A cidade de Praga, na República Tcheca, sediou pela primeira vez uma edição da WSOP Europa, que neste ano trouxe algumas novidades. Foram dias intensos de muito poker. O último bracelete da série, o mais importante deles, distribuído no Main Event, ficou nas mãos do lituano Marius Kudzmanas.

Regular respeitado, Marius, que já possuía duas joias da série conquistadas no formato online da GGPoker, agora também se provou no live ao vencer o enorme field de 2.617 entradas no torneio de € 5.300. Com a conquista, Kudzmanas garantiu a impressionante premiação de € 2.000.000. “O Main Event é o torneio mais especial de todos… é a melhor sensação possível”, disse Marius Kudzmanas após o título.

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Na mesa final, Marius Kudzmanas superou adversários de peso na briga pelo título, incluindo o vice-campeão Akihiro Konishi, além de nomes como Chris Hunichen, Nikolay Bibov, Antonio Guimaraens, Hengtao Zhu, Thomas Eychenne, Brandon Sheils e Joona Nyholm, que também estiveram na decisão do Main Event.

Para deixar tudo ainda mais especial, o jogador quebrou um par de reis na mão final. A ação começou no flop e terminou em all in, com Marius segurando contra . O lituano encontrou uma trinca no turn e confirmou o título após o river .

Esse foi o terceiro bracelete do lituano. Anteriormente, ele havia vencido um torneio na GGPoker, em 2024, superando o brasileiro Emanuel Maluf no heads-up, além de já ter conquistado outro título no ano anterior, quando levou a melhor sobre o chinês Yinan Zhou, futuro campeão do Main Event da WSOP Paradise 2024.

Confira o resultado final:

1º – Marius Kudzmanas (Lituânia) – € 2.000.000
2º – Akihiro Konishi (Japão) – € 1.200.000
3º – Chris Hunichen (Estados Unidos) – € 800.000
4º – Nikolay Bibov (Bulgária) – € 575.000
5º – Antonio Guimaraens (Espanha) – € 425.000
6º – Hengtao Zhu (Finlândia) – € 320.000
7º – Thomas Eychenne (França) – € 245.000
8º – Brandon Sheils (Reino Unido) – € 185.000
9º – Joona Nyholm (Finlândia) – € 140.000

Confira o Poker de Boteco #134 com Marina Manz:

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