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Com potaço na última mão, Yuri Martins chega à decisão do PLOSSUS da WSOP Online como chip leader disparado

A mesa final do torneio será realizada apenas no dia 1º de agosto

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Assim como foi o principal nome do poker brasileiro na WSOP do ano passado, o craque Yuri Martins começa a trilhar um caminho de sucesso logo no início da jornada da versão online no GGPoker. Depois de alcançar a mesa final do Evento #35, o paranaense anotou mais uma FT para a conta neste domingo no gigantesco PLOSSUS.

O torneio com buy-in de US$ 400 teve um field de 4.356 entradas e um prize pool de US$ 1.637.856. Depois de uma reta final eletrizante, o craque alcançou a mesa final como chip leader disparado. Yuri tem 51.590.103 fichas, o equivalente a 64 big blinds, uma ótima distância para o israelense Gabi Livshitz, segundo colocado com 38.927.193.

O grande stack de Yuri foi formado na última mão deste domingo. O paranaense eliminou dois jogadores num paradão. A jogada aconteceu nos blinds 400.000 / 800.00. Yuri deu raise para 1.750.000 do hijack e o small blind deu call. O jogador big blind, então apostou pote, colocando 7.200.000 fichas e deixando bem pouco para trás. Yuri e o small blind pagaram.

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O flop foi KJ6. O small blind deu check, o big blind, comitado com o pote, foi all in de cerca de 2.200.000. Yuri pagou e o outro jogador também. O turn apareceu um 5. Aí a confusão formou de vez: o small blind saiu de all in, colocando 10.430.000 fichas no meio da mesa. Yuri tinha 11.700.000 para trás e pensou por quase minuto até anunciar o call.

Ele tinha AK75, com dois pares. O small blind tinha QJ89 com par e muitos outs para sequência. O big blind, primeiro a ir all in, tinha AA28. Yuri precisava desviar de muitas cartas e conseguiu puxar o potaço com um 4 no river que não alterou a situação.

Todos os finalistas do torneio já garantiram o prêmio de US$ 14.596, mas querem a glória do bracelete e a forra de US$ 221.566 reservada para o campeão. O vencedor também vai ganhar um pacote completo para WSOP Europa. Apesar da empolgação, Yuri terá que conter a ansiedade, pois a mesa final só vai rolar no dia 1º de agosto às 16h.

Confira o chip count:

Yuri Martins – 51.590.103 (64,5 blinds)

Gabi Livshitz– 38.927.193 (48,7 blinds)

Tautvydas Jokubauskas – 24.393.060 (30,5 blinds)

Chad Layne – 21.793.740 (27,2 blinds)

Samuel Bernabeu – 20.357.958 (25,4 blinds)

Matthew Vengrin – 17.046.432 (21,3 blinds)

Dustin Dirksen – 16.719.743 (20,9 blinds)

Markus Michael – 14.015.112 (17,5 blinds)

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WSOP: Yuri Dzivielevski vive o dia mais memorável da carreira com título no US$ 100K High Roller, big hit e hexacampeonato

A maior vitória da carreira do brasileiro trouxe um prêmio de US$ 2.8 milhões

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Yuri Dzivielevski (crédito: Travis Ball/WSOP)

O Dia dos Namorados no Brasil vai ser uma data inesquecível para Yuri Dzivielevski. O maior jogador brasileiro da história da WSOP reforçou o status nesta sexta-feira (12) com um dos momentos mais especiais de toda a sua carreira – talvez até o mais especial. Ele foi campeão do US$ 100.000 High Roller da WSOP e acumulou feitos de uma só vez.

Yuri Dzivielevski deu um verdadeiro show no Evento #36 da série, um dos mais prestigiados por conta do buy-in significativo. O brasileiro superou uma concorrência de peso, com 115 entradas, e se consagrou campeão da WSOP mais uma vez, a sexta conquista na carreira.

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O hexacampeonato (em ano de Copa do Mundo) ainda veio com outro fato marcante: essa foi a maior premiação já conquistada por Yuri Dzivielevski em uma carreira impecável em relação a títulos. O “NerdGuy” faturou incríveis US$ 2.841.432 pela cravada, estabelecendo um novo recorde pessoal.

Além disso, outros dois pontos merecem ser citados. O título no US$ 100.000 High Roller é o primeiro bracelete de Yuri conquistado na modalidade que o apresentou para o mundo: o No-Limit Hold’em. E o que torna tudo ainda melhor: essa vitória marca o 50º bracelete brasileiro na história da WSOP. Não tinha como ser melhor.

Confira a premiação da mesa final:

1º – Yuri Dzivielevski (Brasil) – US$ 2.841.432
2º – Teun Mulder (Holanda) – US$ 1.894.282
3º – Alex Theologis (Grécia) – US$ 1.326.537
4º – Alex Kulev (Bulgária) – US$ 950.048
5º – Chris Nguyen (Alemanha) – US$ 696.221
6º – Alex Foxen (EUA) – US$ 522.347
7º – Biao Ding (China) – US$ 401.446
8º – Sam Soverel (EUA) – US$ 316.234
9º – Martin Kabrhel (República Tcheca) – US$ 255.941

*matéria em andamento

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP: Yuri Dzivielevski quebra AA de Cary Katz em reta decisiva do US$ 100K High Roller; confira como foi

A jogada aconteceu quando restavam 15 no torneio

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Yuri Dzivielevski (crédito: Miguel Cortes/WSOP)

O brasileiro Yuri Dzivielevski vai em busca do sexto bracelete da carreira nesta sexta-feira no Evento #36 da World Series of Poker, o US$ 100.000 High Roller. Dono do segundo maior stack entre os nove finalistas, o paranaense embalou uma grande sequência no Dia 2, principalmente após o estouro da bolha. Uma das mãos mais marcantes da reta aconteceu contra Cary Katz.

Empresário e sócio da PokerGO, Cary Katz foi vítima de Yuri Dzivielevski quando restavam apenas 15 jogadores na disputa. A ação aconteceu nos blinds 50.000 / 100.000 e começou com raise do brasileiro no cutoff para 200.000 fichas de . Segurando , Katz optou pela armadilha e apenas completou no big blind.

O flop trouxe , dando top pair para o brasileiro, mas mantendo Cary à frente na mão. Yuri fez uma c-bet de 125.000 fichas e viu o adversário anunciar all in de 1.810.000 fichas. Cobrindo o stack do empresário, Dzivielevski pagou e se deparou com uma situação de desvantagem, ao menos naquele momento.

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No turn, porém, a apareceu para mudar completamente o cenário, dando dois pares para o brasileiro e deixando Cary Katz em situação delicada. Yuri ainda precisava desviar de qualquer ás, dez ou três no river, cartas que dariam a vitória ao norte-americano. O desfecho veio com o , confirmando a eliminação de Cary Katz na 15ª colocação para US$ 201.754.

Após a mão, Yuri Dzivielevski deslanchou no chip count e garantiu presença na mesa final com 11.800.000 fichas, sonhando com mais um bracelete da carreira. O Mundo Poker está em Las Vegas para a cobertura completa, a partir das 17h do horário de Brasília.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP: Johan Guilbert propõe mudanças em transmissões de poker para evitar possíveis trapaças; confira o que ele disse

O francês levantou três ideias que elevam a segurança dos torneios

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Em época de WSOP, diversos assuntos e opiniões movimentam a comunidade através de figuras conhecidas do poker mundial. No quesito transmissões, aproveitando a nova “era” da série, Johan Guilbert resolveu levantar uma discussão sobre a segurança das mesas transmitidas, principalmente no combate a possíveis trapaças.

Pensando na integridade do jogo, o francês aproveitou um corte de transmissão em que os xarás Alex Kulev e Alex Foxen conversavam sobre o tema para listar três pontos que, na visão de “Yoh Viral”, poderiam trazer ainda mais segurança para todos os jogadores que participam de mesas televisionadas.

Na longa postagem feita no X, Johan Guilbert abordou diversos temas relacionados à segurança das transmissões de poker. Entre eles, o francês defendeu que nenhum software revele as cartas em tempo real para os operadores da produção, além da utilização de cartas sem RFID, já que acredita que os leitores presentes nas mesas podem ser hackeados.

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Além disso, “Yoh Viral” também citou o retorno ao método antigo de captação das cartas, quando câmeras posicionadas abaixo da mesa eram responsáveis por mostrar as mãos dos jogadores durante as transmissões. O profissional ainda comentou sobre métodos de distribuição de cartas pelos dealers e até a implementação de um embaralhamento dinâmico durante as streets da mão como formas adicionais de aumentar a segurança do jogo.

Johan Guilbert também aproveitou a postagem para elogiar Rob Yong, atual responsável pelas séries High Stakes Onyx Live e Merit Poker, por já implementar algumas dessas ideias. Segundo o francês, essas medidas seriam ideais para que o ecossistema do poker funcione de maneira mais segura.

Confira abaixo a longa postagem:

“Estando no ramo de produção de transmissões de mesas de poker para TV há mais de 10 anos, recomendo fortemente 3 medidas para garantir que a integridade do jogo não possa ser comprometida.

Primeiro, como Foxen e Kulev apontaram, alguns fãs menos experientes podem ficar paranoicos depois de assistir a esse vídeo, então quero deixar claro que eu não acho que esteja acontecendo qualquer trapaça aqui. Eles simplesmente estão preocupados com a possibilidade de serem enganados no fim de um grande torneio, onde a premiação é significativa.

Aqui estão minhas 3 recomendações para todos os operadores de torneios, cash games e transmissões:

Como Foxen e Kulev destacaram, as cartas nunca deveriam ser conhecidas em tempo real em nenhum momento durante uma mão. Elas só deveriam ser reveladas depois que a mão terminasse. Em qualquer caso, o delay de 30 minutos a 1 hora que toda transmissão de poker já possui é suficiente para que um software exiba as cartas em tempo real, mesmo que elas sejam escaneadas apenas após a mão.

Sou a favor do uso de cartas sem RFID, porque hoje em dia qualquer coisa pode ser hackeada. Também sou favorável ao retorno do método old-school, em que cada assento teria sua própria câmera para mostrar as hole cards. APÓS cada mão, o jogador mostraria suas cartas para sua câmera pessoal, permitindo que os espectadores continuem vendo as hole cards na transmissão ao vivo exatamente como acontece hoje, mas SEM que ninguém ou qualquer software tenha acesso às cartas em tempo real durante a mão. A informação só apareceria depois que a mão acabasse, sem afetar a experiência do público. (E, se o jogador esquecer, o dealer deveria lembrá-lo de mostrar as cartas para sua câmera antes de muckar.)

Toda organização precisa ensinar seus dealers a deslizar as cartas sobre a mesa em vez de lançá-las pelo ar. Méritos para Rob Yong por implementar isso em sua sala high stakes na Onyx, do Merit Casino, em Chipre.

Isso evita que dispositivos ocultos usados por trapaceiros ao redor das mesas identifiquem as cartas através de microcâmeras e softwares de IA enquanto o dealer distribui as cartas, permitindo que alguém com um pequeno ponto eletrônico saiba sua mão em tempo real sem que ninguém perceba.

Toda organização deveria adotar um embaralhamento dinâmico antes de cada street. Dessa forma, a ordem do baralho nunca poderia ser conhecida. Máquinas de embaralhamento conhecem internamente a ordem de todas as cartas, e essa informação pode ser hackeada.

Para quem tiver interesse em entender como máquinas de embaralhamento podem potencialmente ser hackeadas para prever a mão vencedora, vou postar um vídeo explicando o método nos comentários deste tweet.

Um simples corte feito pelo dealer após o uso da máquina não é suficiente. Apenas sinalizando sua carta para alguém fora da mesa logo após foldar, um aplicativo pode determinar onde o corte foi feito e então informar a você ou a outras pessoas na mesa, em tempo real, qual assento receberá a mão vencedora antes mesmo da ação pré-flop começar.

Um embaralhamento dinâmico é quando o dealer rapidamente embaralha novamente antes de distribuir cada street (pré-flop, flop, turn e river).

Isso impede tanto sistemas hackeados de máquinas de embaralhamento quanto baralhos com código de barras. Esses baralhos especiais, usados principalmente em jogos privados, não podem ser detectados pelos jogadores, mas podem ser lidos de forma semelhante à tecnologia RFID. Como resultado, a ordem das cartas pode ser conhecida por um ou mais jogadores, permitindo que eles praticamente identifiquem qual assento terá a mão vencedora.

Mais uma vez, méritos para Rob Yong, Onyx Live e Merit Poker Live por implementarem tanto o embaralhamento dinâmico quanto a distribuição deslizando as cartas.

Eu sei que isso exige algumas mudanças por parte dos operadores, mas elas serão necessárias para proteger melhor nosso jogo daqui para frente.

Eu amo poker. É o melhor jogo do mundo e, para todos os jogadores que arriscam seu próprio dinheiro todos os dias baseados em sua habilidade, desejo um ambiente seguro e um baralho livre de tecnologia. A identidade das cartas nunca deveria ser conhecida por nenhuma máquina ou por qualquer pessoa durante a mão, exceto pelo jogador que as segura. Dessa forma, todos podem ter certeza de que trapacear é impossível.

Isso é do interesse de todos.

Se você se importa com a integridade do poker, por favor, dê retweet nisso. Obrigado por ler”.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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