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WSOP: Richard Alsup, Dennis Weiss e Mike Holtz conquistam seus eventos na série mundial

Mais braceletes foram entregues na série mundial.

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Richard Alsup, Dennis Weiss e Mike Holtz (créditos: Jess Beck, Eloy Cabacas e Regina Cortina/WSOP)

Mais jogadores soltaram o grito de campeão na WSOP, em Las Vegas. Quem levou o bracelete para casa no Evento #18 US$ 1.500 Monster Stack No-Limit Hold’em foi Richard Alsup. No Evento #30 US$ 1.500 Limit Hold’em 7-handed Dennis Weiss cravou. E o Evento #32 US$ 1.500 Super Turbo Bounty No-Limit Hold’em ficou com Mike Holtz.

Evento #18 US$ 1.500 Monster Stack No-Limit Hold’em

Richard Alsup. Créditos: Jess Beck/WSOP.

Conquistar um bracelete é sempre muito difícil na WSOP, dois é mais que o um sonho realizado. O americano Richard Alsup alcançou este feito no Evento #18 US$ 1.500 Monster Stack No-Limit Hold’em. Além disso, também ficou com a premiação milionária de US$ 1.302.125, valor que supera o seu antigo maior que era de US$ 273.430.

Para Richard, ocupar o segundo lugar na lista de maiores ganhadores de Minnesota é secundário e ainda comentou a última mão. “Eu simplesmente mantive o pensamento positivo e senti que ia ganhar quando ganhasse, e mesmo na última mão, quando apostei tudo com um ás e sete contra um ás e rei, senti que a vitória viria. Meu bebê nasceu e tudo correu bem, então isso provavelmente ajudou um pouco. Estou muito grato por ter conseguido um bom prêmio e poder sustentar minha família.”

Confira as premiações da mesa final:

1º – Richard Alsup (Estados Unidos) – US$ 1.302.125
2º – Salvatore Dicarlo (Estados Unidos) – US$ 900.000
3º – John Ripnick (Estados Unidos) – US$ 700.000
4º – Aaron Massey (Estados Unidos) – US$ 520.000
5º – Matthew Miller (Estados Unidos) – US$ 400.000
6º – Pierce Mckellar (Estados Unidos) – US$ 305.000
7º – Kevin Eyster (Estados Unidos) – US$ 240.000
8º – Nikolaos Angelou (Grécia) – US$ 190.000

LEIA MAIS: WSOP: Com US$ 2.8 milhões para o campeão, Yuri Dzivielevski é um dos líderes da mesa final do US$ 100.000 High Roller

Evento #30 US$ 1.500 Limit Hold’em 7-handed

Dennis Weiss. Créditos: Eloy Cabacas/WSOP.

Três braceletes. Este é o número que Dennis Weiss alcançou ao ficar com o título no Evento #30 US$ 1.500 Limit Hold’em 7-handed. Para isso, o alemão teve que passar por 510 entradas registradas. Com o novo grito de campeão, o player faturou a premiação de US$ 133.704.

Comparando esta conquista com as outras duas que carrega no currículo, Weiss foi enfático. “Esta foi divertida. Antes deste ano, eu jogava principalmente PLO. No ano passado, experimentei em alguns jogos mistos de $1.500. Estudei um pouco e é divertido jogá-los. Então, este parece diferente, de uma forma divertida”, comentou.

Confira as premiações da mesa final:

1º – Dennis Weiss (Alemanha) – US$ 133.704
2º – Omar Mehmood (Estados Unidos) – US$ 88.053
3º – Ronnie Bardah (Estados Unidos) – US$ 59.247
4º – Jorge Ufano (Espanha) – US$ 40.732
5º – Thomas Miressi (Estados Unidos) – US$ 28.626
6º – Patrick Leonard (Reino Unido) – US$ 28.626
7º – Vo Ngo (Estados Unidos) – US$ 15.314
8º – Joseph Salorio (Estados Unidos) – US$ 11.396

Evento #32 US$ 1.500 Super Turbo Bounty No-Limit Hold’em

Mike Holtz. Créditos: Regina Cortina/WSOP.

O jogador americano Mike Holtz precisou esperar dois anos para voltar a soltar o grito de campeão em um evento da WSOP. Holtz precisou deixar para trás 2.103 adversários, que se inscreveram no Evento #32 US$ 1.500 Super Turbo Bounty No-Limit Hold’em. Além de levar seu segundo bracelete, o player também alcançou a premiação de US$ 238.097.

Sua primeira joia da WSOP veio nos feltros on-line. Com isso, Holtz falou sobre a sensação de, finalmente, conquistar ao vivo. “Me sentindo ótimo. Estou muito feliz. Já fazia tempo que eu queria isso, e sempre quis um bracelete ao vivo. Existe um certo estigma em relação aos braceletes online, tipo, blá blá blá. Que se danem, meu bem. Papai agora tem dois. Sinto-me muito vingado. Sinto que ganhei algo num grande palco. Sinto que este é um momento enorme para mim e estou extremamente feliz. Este é um objetivo de vida meu. É simplesmente incrível”, falou.

Confira as premiações na mesa final:

1º – Mike Holtz (Alemanha) – US$ 238.097
2º – Mei Seow (Malásia) – US$ 158.641
3º – Rute Jin (Estados Unidos) – US$ 115.900
4º – Carlos Chu (Peru) – US$ 85.537
5º – Dustin Harrelson (Estados Unidos) – US$ 63.779
6º – Andrew Ostapchenko (Estados Unidos) – US$ 48.050
7º – Mark Harken (Estados Unidos) – US$ 36.581
8º – Jeremy Halaska (Estados Unidos) – US$ 28.145
9º – Zhicheng Miao (Reino Unido) – US$ 21.889

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP: Yuri Dzivielevski quebra AA de Cary Katz em reta decisiva do US$ 100K High Roller; confira como foi

A jogada aconteceu quando restavam 15 no torneio

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Yuri Dzivielevski (crédito: Miguel Cortes/WSOP)

O brasileiro Yuri Dzivielevski vai em busca do sexto bracelete da carreira nesta sexta-feira no Evento #36 da World Series of Poker, o US$ 100.000 High Roller. Dono do segundo maior stack entre os nove finalistas, o paranaense embalou uma grande sequência no Dia 2, principalmente após o estouro da bolha. Uma das mãos mais marcantes da reta aconteceu contra Cary Katz.

Empresário e sócio da PokerGO, Cary Katz foi vítima de Yuri Dzivielevski quando restavam apenas 15 jogadores na disputa. A ação aconteceu nos blinds 50.000 / 100.000 e começou com raise do brasileiro no cutoff para 200.000 fichas de . Segurando , Katz optou pela armadilha e apenas completou no big blind.

O flop trouxe , dando top pair para o brasileiro, mas mantendo Cary à frente na mão. Yuri fez uma c-bet de 125.000 fichas e viu o adversário anunciar all in de 1.810.000 fichas. Cobrindo o stack do empresário, Dzivielevski pagou e se deparou com uma situação de desvantagem, ao menos naquele momento.

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No turn, porém, a apareceu para mudar completamente o cenário, dando dois pares para o brasileiro e deixando Cary Katz em situação delicada. Yuri ainda precisava desviar de qualquer ás, dez ou três no river, cartas que dariam a vitória ao norte-americano. O desfecho veio com o , confirmando a eliminação de Cary Katz na 15ª colocação para US$ 201.754.

Após a mão, Yuri Dzivielevski deslanchou no chip count e garantiu presença na mesa final com 11.800.000 fichas, sonhando com mais um bracelete da carreira. O Mundo Poker está em Las Vegas para a cobertura completa, a partir das 17h do horário de Brasília.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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WSOP: Johan Guilbert propõe mudanças em transmissões de poker para evitar possíveis trapaças; confira o que ele disse

O francês levantou três ideias que elevam a segurança dos torneios

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Em época de WSOP, diversos assuntos e opiniões movimentam a comunidade através de figuras conhecidas do poker mundial. No quesito transmissões, aproveitando a nova “era” da série, Johan Guilbert resolveu levantar uma discussão sobre a segurança das mesas transmitidas, principalmente no combate a possíveis trapaças.

Pensando na integridade do jogo, o francês aproveitou um corte de transmissão em que os xarás Alex Kulev e Alex Foxen conversavam sobre o tema para listar três pontos que, na visão de “Yoh Viral”, poderiam trazer ainda mais segurança para todos os jogadores que participam de mesas televisionadas.

Na longa postagem feita no X, Johan Guilbert abordou diversos temas relacionados à segurança das transmissões de poker. Entre eles, o francês defendeu que nenhum software revele as cartas em tempo real para os operadores da produção, além da utilização de cartas sem RFID, já que acredita que os leitores presentes nas mesas podem ser hackeados.

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Além disso, “Yoh Viral” também citou o retorno ao método antigo de captação das cartas, quando câmeras posicionadas abaixo da mesa eram responsáveis por mostrar as mãos dos jogadores durante as transmissões. O profissional ainda comentou sobre métodos de distribuição de cartas pelos dealers e até a implementação de um embaralhamento dinâmico durante as streets da mão como formas adicionais de aumentar a segurança do jogo.

Johan Guilbert também aproveitou a postagem para elogiar Rob Yong, atual responsável pelas séries High Stakes Onyx Live e Merit Poker, por já implementar algumas dessas ideias. Segundo o francês, essas medidas seriam ideais para que o ecossistema do poker funcione de maneira mais segura.

Confira abaixo a longa postagem:

“Estando no ramo de produção de transmissões de mesas de poker para TV há mais de 10 anos, recomendo fortemente 3 medidas para garantir que a integridade do jogo não possa ser comprometida.

Primeiro, como Foxen e Kulev apontaram, alguns fãs menos experientes podem ficar paranoicos depois de assistir a esse vídeo, então quero deixar claro que eu não acho que esteja acontecendo qualquer trapaça aqui. Eles simplesmente estão preocupados com a possibilidade de serem enganados no fim de um grande torneio, onde a premiação é significativa.

Aqui estão minhas 3 recomendações para todos os operadores de torneios, cash games e transmissões:

Como Foxen e Kulev destacaram, as cartas nunca deveriam ser conhecidas em tempo real em nenhum momento durante uma mão. Elas só deveriam ser reveladas depois que a mão terminasse. Em qualquer caso, o delay de 30 minutos a 1 hora que toda transmissão de poker já possui é suficiente para que um software exiba as cartas em tempo real, mesmo que elas sejam escaneadas apenas após a mão.

Sou a favor do uso de cartas sem RFID, porque hoje em dia qualquer coisa pode ser hackeada. Também sou favorável ao retorno do método old-school, em que cada assento teria sua própria câmera para mostrar as hole cards. APÓS cada mão, o jogador mostraria suas cartas para sua câmera pessoal, permitindo que os espectadores continuem vendo as hole cards na transmissão ao vivo exatamente como acontece hoje, mas SEM que ninguém ou qualquer software tenha acesso às cartas em tempo real durante a mão. A informação só apareceria depois que a mão acabasse, sem afetar a experiência do público. (E, se o jogador esquecer, o dealer deveria lembrá-lo de mostrar as cartas para sua câmera antes de muckar.)

Toda organização precisa ensinar seus dealers a deslizar as cartas sobre a mesa em vez de lançá-las pelo ar. Méritos para Rob Yong por implementar isso em sua sala high stakes na Onyx, do Merit Casino, em Chipre.

Isso evita que dispositivos ocultos usados por trapaceiros ao redor das mesas identifiquem as cartas através de microcâmeras e softwares de IA enquanto o dealer distribui as cartas, permitindo que alguém com um pequeno ponto eletrônico saiba sua mão em tempo real sem que ninguém perceba.

Toda organização deveria adotar um embaralhamento dinâmico antes de cada street. Dessa forma, a ordem do baralho nunca poderia ser conhecida. Máquinas de embaralhamento conhecem internamente a ordem de todas as cartas, e essa informação pode ser hackeada.

Para quem tiver interesse em entender como máquinas de embaralhamento podem potencialmente ser hackeadas para prever a mão vencedora, vou postar um vídeo explicando o método nos comentários deste tweet.

Um simples corte feito pelo dealer após o uso da máquina não é suficiente. Apenas sinalizando sua carta para alguém fora da mesa logo após foldar, um aplicativo pode determinar onde o corte foi feito e então informar a você ou a outras pessoas na mesa, em tempo real, qual assento receberá a mão vencedora antes mesmo da ação pré-flop começar.

Um embaralhamento dinâmico é quando o dealer rapidamente embaralha novamente antes de distribuir cada street (pré-flop, flop, turn e river).

Isso impede tanto sistemas hackeados de máquinas de embaralhamento quanto baralhos com código de barras. Esses baralhos especiais, usados principalmente em jogos privados, não podem ser detectados pelos jogadores, mas podem ser lidos de forma semelhante à tecnologia RFID. Como resultado, a ordem das cartas pode ser conhecida por um ou mais jogadores, permitindo que eles praticamente identifiquem qual assento terá a mão vencedora.

Mais uma vez, méritos para Rob Yong, Onyx Live e Merit Poker Live por implementarem tanto o embaralhamento dinâmico quanto a distribuição deslizando as cartas.

Eu sei que isso exige algumas mudanças por parte dos operadores, mas elas serão necessárias para proteger melhor nosso jogo daqui para frente.

Eu amo poker. É o melhor jogo do mundo e, para todos os jogadores que arriscam seu próprio dinheiro todos os dias baseados em sua habilidade, desejo um ambiente seguro e um baralho livre de tecnologia. A identidade das cartas nunca deveria ser conhecida por nenhuma máquina ou por qualquer pessoa durante a mão, exceto pelo jogador que as segura. Dessa forma, todos podem ter certeza de que trapacear é impossível.

Isso é do interesse de todos.

Se você se importa com a integridade do poker, por favor, dê retweet nisso. Obrigado por ler”.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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Phil Hellmuth cai na reta final do Evento #33 e desabafa após bad beat frustrante na WSOP: “estou cansado”

O recordista de braceletes está em busca da sua 18ª joia da série

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World Series Of Poker
Phil Hellmuth Jr. (crédito: _Alicia Skillman/WSOP)

Passaram mais de 15 dias da WSOP 2026, e muitos braceletes da série já conheceram seus donos. Recordista dessas joias, Phil Hellmuth segue em busca de aumentar sua marca histórica, mas, até o momento, os resultados não vêm aparecendo, apesar de algumas retas finais alcançadas pelo profissional.

Conhecido também por deixar claras para a comunidade suas frustrações, Phil Hellmuth não aguentou após se despedir do Evento #33, o US$ 10.000 Pot-Limit Omaha Hi-Lo 8 or Better Championship, e fez uma publicação no X desabafando sobre a forma como foi eliminado:

“Ridículo!! Desabafo do PH! Eu não costumo postar bad beats, mas algumas pessoas esquecem o quão bom eu sou no poker. Estou publicando esse desabafo pelo meu próprio ego. Talvez falar a verdade e colocar tudo para fora, em um pote que valia a liderança em fichas com 35 jogadores restantes, me leve aos braceletes 18 e 19.”

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Com apenas três premiações na WSOP, sendo duas delas na edição de 2026, Phil Hellmuth segue em busca da sonhada 18ª joia da série. A eliminação que mais o frustrou aconteceu justamente na 37ª colocação de um dos eventos, resultado que lhe rendeu US$ 21.162, quantia insuficiente para aliviar a decepção do profissional.

Após a queda, Hellmuth desabafou nas redes sociais sobre a sequência de derrotas em mãos decisivas: “pessoal, nos últimos anos eu não costumo compartilhar muitas coisas negativas nas redes sociais. Eu entendo… sempre penso: ‘Phil, você tem muito dinheiro, fama, fortuna, saúde, você tem tudo’.

Mas eu estava jogando um poker incrível. Faltavam 35 jogadores e o pote valia a liderança em fichas. O único cara da mesa que me cobria resolveu pagar tudo praticamente morto na mão. Ele tinha apenas três outs. Três outs! E eu pensando: ‘pronto, vou assumir a liderança do torneio’. Estou cansado de perder essas mãos nos últimos três ou quatro anos, seja lá quanto tempo for”, falou no vídeo.

LEIA MAIS: WSOP: Richard Alsup, Dennis Weiss e Mike Holtz conquistam seus eventos na série mundial

O desabafo de Phil Hellmuth continuou de forma bastante acalorada, deixando claro que o norte-americano segue confiante no próprio jogo e pouco se importa com as críticas que recebe, especialmente de quem o considera um “nit” nas mesas da WSOP:

“E aí as pessoas ficam perguntando: ‘Como o Phil está jogando?’ Elas não entendem que eu quase sempre coloco o dinheiro no meio com a melhor mão nesses potes gigantes. Eu realmente estou ficando cansado dessa mer**. Sim, eu tenho saúde. Sim, sou abençoado. Mas, pelo amor de Deus… eu não consigo ganhar torneios se essas besteiras continuarem acontecendo. Quero que vocês saibam: eu ainda sou um grande jogador e vou continuar colocando dinheiro no pote com a melhor mão, dia após dia, semana após semana, mês após mês… até conquistar 24 braceletes.”

A série continua até o próximo mês, ou seja, Phil Hellmuth ainda terá cerca de 35 dias para buscar seu 18º bracelete ou, quem sabe, até o 19º. Será que o norte-americano conseguirá alcançar mais esse feito histórico? O Mundo Poker estará acompanhando de perto todos os passos dessa lenda do poker mundial.

Confira o Poker de Boteco #139 com Peter Patrício:

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